sábado, fevereiro 22, 2020

HIPOCRESIA NA TAP

A hipocrisia na TAP

(José Gameiro, in Expresso Diário, 21/02/2020)
Os prejuízos na TAP continuam de ano para ano. Aquando da privatização, tínhamos sido prometido que iriam acabar, a TAP tornar-se-ia ser um companhia rentável. Para já, é mais uma história da carochinha…
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O PS, cumprindo uma promessa eleitoral, voltou a nacionalizar, parcialmente, a TAP, mas fê-lo de “calças na mão”, ou seja, aceitando condições inadmissíveis, uma das mais gravosas, não ter nenhum representante na sua Comissão Executiva, além de que os seus direitos económicos são bem inferiores ao seu capital.
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No ano passado, quando, quem de facto lá manda, deu prémios, alguns chorudos, a vários dirigentes, o Governo protestou, dizendo ser inaceitável que tal acontecesse.
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Agora, com David Nielmann, a anunciar que irá fazer o mesmo, o Ministro Pedro Nuno Santos, chora “lágrimas de crocodilo” e, mais cedo ou mais tarde, vai ter de arrepiar caminho.
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De facto, toda esta história está mal explicada, desde o inicio.
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Começa por um grande mistério. A TAP encomenda 15 Airbus 350 e, quando os acionistas privados chegam à companhia, cedem a sua posição na compra – numa altura em que a procura era muito grande e não havia aviões para entrega – e encomendam Airbus 330-900, justificando que não precisavam de tanta autonomia de voo. Pequeno pormenor os “preços de tabela” dos dois aviões são semelhantes, assim como o consumo de combustível.
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Depois surgem os atrasos sistemáticos, o flop da Ponte Aérea Lisboa- Porto, já resolvido, as sucessivas queixas sobre o Aeroporto de Lisboa, como se não conhecessem as suas limitações.
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Agora a justificação é a compra de novos aviões. À boa maneira portuguesa, anunciando, como o fez recentemente em Macau, o Chairman da TAP, que a companhia tinha uma das frotas mais recentes do mundo… A idade média da frota da TAP é de dez anos, o que é perfeitamente aceitável, mas não está no top. Mas hoje, no anuncio dos resultados, não “achou conveniente” pronunciar-se sobre a distribuição de prémios.
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Desculpem a experiência pessoal, mas recentemente, vivi a pouca seriedade financeira da TAP. Cancelei um bilhete, de valor alto, com direito a reembolso, esperei dois meses, depois de vários telefonemas, até que o dinheiro me chegou à conta. Mas não vinha todo. Enganaram-se, mais duas semanas para pagarem o que deviam. O standart, é as companhias reembolsarem em sete a dez dias uteis.
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Uma história que começa mal, só acaba bem, nos contos para crianças. O Governo bem pode tentar mudar o acionista privado, mas o maior acionista já veio dizer que não está interessado em vender e atira as culpas de tudo o que acontece para a empresa que gere o Aeroporto de Lisboa.
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Mas tudo tem um preço e ele e o Estado sabem bem que o preço não é baixo.
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Bem vindos à TAP, 50,1 % nossa, mas algum dia tiver lucro, para o Estado serão uns trocos…

TAILÂNDIA E O CORONAVIRS

Ministério das Relações Exteriores coloca todas as embaixadas em alerta máximo contra vírus
Nacional
22 de fevereiro de 2020
 Ministro das Relações Exteriores, Don Pramudwinai

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Pela The Nation

O Ministério de Relações Exteriores ordenou embaixadas e consulados em todo o mundo para garantir que os tailandeses em suas jurisdições sejam bem atendidos em meio à ameaça do vírus Covid-19.

O ministro Don Pramudwinai disse que ordenou que prestassem os cuidados necessários, bem como orientações para se manter saudável e reagir caso adoecessem.

"Todos os países estão monitorizando cuidadosamente a situação, que actualmente está focada no número crescente de pessoas infectadas na Coréia do Sul", disse ele.

"Enquanto isso, dirigimos a embaixada no Japão para cuidar dos tailandeses presos no navio Diamond Princess".

A Tailândia tem medidas rigorosas de prevenção e resposta, disse Don, mas o ministério não pode subestimar o perigo devido à proximidade da China e dos vizinhos do Sudeste Asiático atingidos pelo vírus.

"Estamos organizando uma reunião do Centro de Resposta Rápida para monitorizar a situação em cada país", disse ele.

O ministério e as autoridades chinesas cuidarão de todos os tailandeses restantes na China, disse Don.

TAILÂNDIA:Transportadoras reduzem custos com queda de voos

Um Nok Air Boeing 737 decola do aeroporto Don Mueang. A companhia aérea revisou seu plano de negócios este ano, incluindo uma rejeição aos horários dos voos.

O tráfego de passageiros na Ásia-Pacífico deve cair 8,2% este ano, com receita caindo US $ 27,8 biliões
 

 22/02 2020 às 05:41

Bangkok Post

As companhias aéreas estão se esforçando para reduzir os custos, uma vez que a queda na demanda de viagens causada pelo coronavírus reduz profundamente a receita, com algumas empresas optando por reduzir os salários dos pilotos e dos tripulantes.

Os planos de negócios e as metas de receita precisam ser revisados ​​após os voos para a China e outros destinos serem afectados pelo surto.

A Associação Internacional de Transporte Aéreo espera que o tráfego de passageiros na Ásia-Pacífico diminua 8,2% este ano, com receita caindo US $ 27,8 biliões.

O executivo-chefe da Nok Air, Wutthiphum Jurangkool, disse que a transportadora reduziu os custos operacionais em 50% no ano passado, mas a súbita disseminação do vírus levou a companhia a aumentar ainda mais os gastos.

Ele disse que quase todos os 500 pilotos e membros da tripulação concordaram em reduzir sua diária para ajudar as companhias aéreas a reduzir a carga de custos.

    Tripulação e stressada enfrenta pesadelo em quarentena
    Nok Air recebe novos funcionários, aviões
    Nok Air leva a sério a reviravolta
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"Pilotos e equipes propuseram voluntariamente essa idéia e paramos 30 rotas para a China", disse Wutthiphum. "Felizmente, ainda temos fortes rotas domésticas em que os clientes tailandeses representam 90% do tráfego".
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A companhia aérea revisou seu plano de negócios este ano, incluindo horários de voos e expansão de novas rotas, com base em uma estimativa de que a pandemia será controlada dentro de sete meses.
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Antes do surto, a China era um dos principais destinos previstos pela Nok Air para expansão. Agora ele reavaliará o plano assim que o surto desaparecer.
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Um piloto que pediu para não ser identificado, disse que a companhia aérea não anunciou uma declaração clara sobre a política salarial, mas os membros da tripulação foram informados de que sair sem remuneração é uma opção para eles.
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Normalmente, um co-piloto recebe uma média diária de 100.000 baht a partir de 80 horas de voo por mês e um salário mensal fixo de cerca de 120.000 baht. Para os capitães, o salário pode chegar a 180.000 baht.

O piloto disse que a companhia aérea cortou outros incentivos financeiros, incluindo um esquema de subsídios fiscais para os pilotos. A taxa de imposto para os pilotos é geralmente de 25 a 30% da renda. A companhia aérea os compensará com outros benefícios adicionais não tributários, como despesas de transporte (de casa para o aeroporto).

Outro piloto que trabalha em uma companhia aérea de baixo custo e solicitou anonimato disse que a média de horas de voo neste mês foi reduzida para 43, das típicas 70 a 80 horas. Esse piloto espera que a atividade seja revivida por volta de Abril e que as operações retornem gradualmente ao normal.

O ministro do Turismo e Desportes, Phiphat Ratchakitprakarn, disse que os turistas tailandeses devem se preocupar com sua saúde e adiar viagens para áreas de risco como Japão, Coréia do Sul, Hong Kong, Macau e Singapura.

Phiphat pediu aos tailandeses que fizessem viagens domésticas. Ele está pronto para propor uma nova rodada de medidas de estímulo ao turismo após o debate sobre censura.

DECRETO PRESIDENCIAL


Fonte: recebido de um leitor

 Marcelo: os portugueses são "os melhores dos melhores do mundo...."

Em tempos, (2017 salvo erro), foi decretado pelo Presidente marcelo que os Portugueses São os Melhores; Bamos Rebê-lo: Livro A AME… VERM... de Alb Gon, pág 199:
OS PORTUGUESES SÃO OS MELHORES, decretou o presidente Marcelo! No progresso económico?
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No avanço científico? No civismo? Na assiduidade, disciplina e rendimento laboral? No respeito pelo Próximo e pelas Instituições? Na Saúde? No cumprimento de Normas e Leis? Na Pontualidade? Na Indústria Automóvel? Nas Artes? Na Gestão Bancária pública ou privada? Em Receitas de Bacalhau, vá lá? 
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NADA DISSO que um Chefe de Estado não perde tempo com ninharias: NO FUTEBOL! E quem ficar indiferente será considerado Anti-Patriota, Vende-Pátria ou Pior… 
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Os Portugueses, com o tempo transformados em Adolescentes Tardios, não são avessos à Liberdade por desconhecerem os respectivos benefícios. São avessos à Liberdade por conhecerem as suas desvantagens - e a vantagem da atitude oposta. Na medida em que deposita o seu destino nas mãos de cada um, a Liberdade implica Responsabilidade, Risco e uma Trabalheira Desgraçada (isso é que já é Anti-Português), em suma, exactamente aquilo que o Português evita ou procura evitar roçando-se diligentemente no Estado! 
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É de acreditar que desprovidos de um mínimo de emancipação, somos presa fácil de Pantomineiros vários que, entretanto, foram descendo a um descaramento inédito. O descaramento dos Pantomineiros que mandam vem sendo proporcional à Vassalagem dos que obedecem.  Exemplos não faltam…
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Quando, no dia seguinte a fingir comemorar a Liberdade, a criatura que passa por primeiro-ministro informa o Parlamento que Não Lhe Deve Satisfações (uma das funções do Parlamento é Fiscalizar os Actos do Governo!!!???) e a proeza não implica consequências, o nosso futuro é previsível.
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Salvo os irremediavèlmente patetas, os Portugueses sabem que a «Liberdade de Abril» é, no mínimo, FRAUDULENTA. E sabem que a «Justiça Social» é um eufemismo para o Controlo da Economia por uns tantos. E sabem que a «Retórica da Causas» é um projecto de Lavagem Cerebral. E sabem que o Regime é propriedade de Grupos, Grupelhos e Personalidades, só que, Simplesmente Não Querem Saber! Os Portugueses querem levar a vidinha sem sobressaltos, sem maçadas, mesmo que sem vergonha na cara, agarrados à Promessas da Esquerda, quanto mais Esquerda mais Viciada em Prometer.
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       Outros tempos... (Recebido de Jo Sac)
“Saudades dos tempos em que havia gordos, burros, caixa de óculos, pretos, pulas, chineses, geeks, etc. Os burros chumbavam, não se tornavam doutores como hoje em dia. Mas a fasquia era definida no marrão da turma, não por baixo como agora. Somos todos iguais diz-se.
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Antes não éramos, mas o gordo tinha notas brutais e ninguém sabia como, o caixa de óculos tinha um sentido de humor inigualável, o preto jogava à bola como ninguém e dava-lhe à brava em inglês, o chinês tinha vindo de outra escola e tinha histórias que não lembravam a ninguém.
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Cada um tinha um defeito, mas tinha ou lutava por ter tantas outras qualidades. Hoje não. Somos todos iguais. Tudo é bullying, racismo, desrespeito, xenofobia, opressão, violência.
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Antigamente quando não se distinguia o racismo da alcunha, levava-se um chapadão na tromba e aprendia-se. E não era bullying. Era aprendizagem. Da dura, daquela que dói mas não se esquece mais. E às vezes em casa com os pais também se aprendia.
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Ser igual a todos era tudo que não se queria. O sem sal passava despercebido e sentia-se sozinho. Ter uma alcunha diferente era fixe. A diferença era vista com bons olhos.
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E aprendia-se uma coisa importante: rirmos de nós próprios. E não chorarmos porque alguém nos chamou isto ou aquilo. Assumia-se a gordura, o esquelético, a caixa de óculos e tudo o mais que viesse.
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Mas quando não se estava bem, quando não se gostava da alcunha, fazia-se uma coisa importante: mudava-se, lutava-se. Não se culpava os outros nem a sociedade.
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E falhava-se. Muitas vezes. Mas cada vez que se falhava ficava-se mais forte. E sabíamos que era assim. Que havia uns que conseguiam, outros ficavam para trás, que havia quem vencia e quem falhava.
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Agora não.
Todos somos iguais, todos somos bons, todos merecemos, todos temos as mesmas oportunidades, todos somos vítimas, todos somos oprimidos, todos somos cordeiros.
Só que não Faltam ao mundo, homens e mulheres, como havia antigamente. Homens de barba rija e mulheres de pêlo na venta.”


sexta-feira, fevereiro 21, 2020

" ME ENGANO OU A BOLHA ESTOIRA!"


Casas de luxo em Lisboa mais caras do que no Dubai e ao nível de Miami

Lisboa, Moscovo e Sidney são as três cidades mundiais onde o preço do metro quadrado mais deverá crescer este ano, com oscilações entre 6% a 7,9%.
Comprar uma casa de luxo de 100 metros quadrados em Lisboa já custa perto de um milhão de euros. Em 2019, o segmento prime da capital portuguesa atingiu um nível de preços semelhante a cidades como Miami, nos Estados Unidos, e Amesterdão, na Holanda.
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O mercado residencial de luxo de Lisboa já ultrapassa Madrid, Barcelona, Dubai e Cidade do Cabo. As conclusões fazem parte de um estudo apresentado esta quinta-feira pela consultora imobiliária Savills, que analisa a evolução do mercado residencial em Portugal.
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De acordo com a análise da Savills, os valores do "top 5%" do mercado imobiliário da capital vão continuar a subir em 2020. Lisboa, Moscovo e Sidney são as três cidades mundiais onde o preço do metro quadrado mais deverá crescer este ano, com oscilações entre 6% a 7,9%.
A consultora destaca o papel dos investidores estrangeiros, que em 2018 compraram 13% das casas vendidas em Lisboa, mas gastaram 28% do montante total transacionado no mercado imobiliário da capital. Os franceses, detalha o estudo, preferem as zonas da Avenida da Liberdade, Amoreiras Estrela e Príncipe Real, e compram em Lisboa para morar ou para ter uma segunda residência.
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Os brasileiros mostram preferência pelas mesmas zonas, às quais se juntam ainda as imediações do El Corte Inglés. Compram também para residir ou para segunda habitação, mas também para obter uma autorização de residência através de visto gold. Os chineses, por sua vez, não demonstram interesse por nenhuma zona em particular, e investem sobretudo para obter o visto dourado.
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Entre 2012 e 2019 foram emitidos 8207 vistos gold, 7735 dos quais através da aquisição de imóveis. Dos cinco mil milhões de euros investidos através deste mecanismo, 4,5 mil milhões foram aplicados em imobiliário. Para os responsáveis da Savills, a imposição de um limite aos vistos gold em Lisboa e no Porto, prevista no Orçamento do Estado, não deverá ter impacto no preço das casas, mas poderá criar "insegurança" nos investidores. Em 2019, foram transacionados 25 mil milhões de euros no mercado imobiliário, 3% dos quais são atribuíveis a vistos gold.

Reabilitação domina Lisboa e Porto

Segundo a análise da Savills, que tem por base dados do INE e do sistema Pipeline Imobiliário, entre 2015 e 2015 o mercado imobiliário em Lisboa e no Porto foi dinamizado, sobretudo, através de reabilitação urbana. No ano passado, 72% dos projetos executados na capital foram reabilitações de imóveis. Nos próximos anos a tendência será semelhante nas duas maiores cidades do país, apesar de estar previsto um aumento da construção nova.
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Com base nos pedidos de licenciamento para apartamentos feitos entre janeiro de 2018 e setembro do ano passado, os analistas da Savills estimam que surjam na Área Metropolitana de Lisboa cerca de 15 mil novos fogos nos próximos três anos, metade dos quais no município de Lisboa. Seguem-se Oeiras, Amadora e Cascais. No município de Lisboa, 51% dos fogos e 68% dos projetos serão afetos à reabilitação urbana, que se deverá concentrar sobretudo nas freguesias do centro histórico.
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Na Área Metropolitana do Porto as previsões apontam para o surgimento de 11 600 novas unidades, 5830 das quais no município do Porto, seguido de Vila Nova de Gaia e Matosinhos. Aqui, o rácio entre a reabilitação e a construção nova é menos desigual: 43% das casas e 60% dos projetos no Porto serão parte do segmento da reabilitação urbana. O centro histórico vai concentrar 42% dos novos fogos. Os analistas antecipam um "forte crescimento" de zonas como Paranhos e Campanhã.
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A análise inclui ainda o Algarve, que tem em pipeline para os próximos três anos 4400 novas habitações, concentradas sobretudo em Quarteira, Portimão e Faro. No sul do país, 96% das novas unidades serão construídas de raiz, e apenas 4% dizem respeito a reabilitação. Em 2019, o maior projeto do país foi licenciado em Armação de Pêra, e prevê a construção de 256 novos fogos.
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Uma das tendências dos próximos anos no Algarve será o surgimento de branded residences, um segmento que existe no mercado desde os anos 80 mas que só agora começa a chegar a Portugal. Em março de 2021, a primeira branded residence nacional abrirá portas em Albufeira, e será da W Hotels, a submarca de luxo dos hotéis Marriot. O projeto inclui um hotel com 134 quartos e 83 villas de luxo. As dez primeiras unidades já estão vendidas, e todos os investidores são de nacionalidades distintas, sendo que apenas um é português.
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No chamado "triângulo dourado" do Algarve, formado por Vilamoura, Vale do Lobo e Quinta do Lago, vão surgir 1400 novas casas de luxo, com um preço médio de 7 mil euros por metro quadrado.
jornalista do Dinheiro Vivo

Acções caem à medida que a disseminação do coronavírus se amplia fora da China.



Rally de acções atingido quando o vírus aumenta
Acções caem à medida que a disseminação do coronavírus se amplia fora da China.
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Por Umesh Desai 21 de Fevereiro de 2020- Asia Times

Os fiéis participam de um festival de fogo no santuário de Furo-gu, em Okawa, na província de Fukuoka, em 10 de fevereiro de 2020. A cultura do Japão é uma atração turística, mas o calor está drenando o setor à medida que o coronavírus se espalha. Foto: AFP / Yomiuri Shimbun.

Comércio do dia: os estoques caem à medida que o vírus se espalha para fora da China ganha força; ienes, ouro e títulos do Tesouro dos EUA fortes.
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Citação do dia: “Com o aumento do número de infecções confirmadas pelo novo coronavírus no Japão, o cancelamento ou adiamento das Olimpíadas de Tóquio deste ano está se tornando uma possibilidade que vale a pena considerar. 
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O ponto chave em termos do impacto económico de tal mudança é que a maioria dos gastos para as Olimpíadas já aconteceu. Os gastos durante os Jogos são pequenos, talvez apenas 0,2% do PIB, e grande parte disso é desviada dos gastos em outras áreas de turismo e recreação ”, disse Marcel Thieliant, economista da Capital Economics, em uma nota intitulada“ O cancelamento olímpico não será um choque económico ”.
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Estoque do dia: Os volumes de negociação de Ping An Insurance aumentaram após reportar um salto de 37% no lucro líquido. Mas o preço das acções caiu porque o lucro foi impulsionado principalmente por receitas de investimentos e ganhos não recorrentes, indicando a incapacidade de sustentar superávits.
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Número do dia: 42% - a proporção do PIB da China que pode ser afetada pelo coronavírus, de acordo com analistas da Standard Chartered. Essa é a actividade económica impulsionada pelos nove sectores identificados pelo banco na China como os que sofrem as maiores perdas de demanda devido ao surto: electrónicos, automóveis, construção, vendas no varejo, transporte, acomodações, catering, imóveis e recreação.
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Dica do dia: "A tolerância pode manter os NPLs dos bancos chineses informados em cerca de 2% dos empréstimos brutos, mas o pico do índice de crédito questionável pode quase dobrar após o surto de coronavírus, no pior cenário", disseram analistas da S&P Global em uma nota. 
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“Estimamos que os bancos apliquem a tolerância a cerca de 4% dos empréstimos problemáticos. Adicionando isso ao índice de empréstimos questionáveis ​​de 6,5% a 7,5% da S&P Global Ratings que estimamos antes do surto de coronavírus, o índice de empréstimos questionáveis ​​da China pode atingir um pico de cerca de 10,5% a 11,5% após a epidemia, em nosso cenário de linha de base .
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Os mercados globais recuaram quando a ameaça crescente de vírus tomou conta dos países fora da China, quando as infecções atingiram a marca de 77.000 e a contagem de mortes subiu para 2.247. Coreia do Sul, Japão e Singapura ultrapassaram Hong Kong na contagem de infecções, com a Organização Mundial de Saúde alertando que a disseminação para fora da China pode se tornar uma ameaça mais ampla. Mas as rações do continente aumentaram os ganhos registados depois que a China cortou as taxas de juros para combater o impacto do vírus na quinta-feira.
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As perspectivas de mais flexibilização na China aumentaram quando Pequim abandonou sua campanha de desalavancagem, disseram analistas.
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"Até 2020, esperamos que a LPR de um ano caia 60bps cumulativos e espere uma redução de 300bps na taxa de reserva obrigatória dos bancos. As injecções de liquidez resultantes devem ajudar a estimular a expansão do crédito ”, disse o estrategista do DBS Nathan Chow, que agora espera que a meta de deficit orçamentário geral aumente de 2,8% do PIB em 2019 para 3% este ano.
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"Isso marca uma mudança nas marchas do seu foco anterior em conter a dívida para promover o crescimento".
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O índice Shanghai Composite subiu 0,31%, superando o resto da região com o índice MSCI Asia Pacific ex-Japão caindo 0,99%, o índice S&P ASX 200 da Austrália recuando 0,33% e o benchmark Nikkei 225 de 0,39%. O índice Hang Seng de Hong Kong caiu 1,09% com o peso das perdas em tecnologia, saúde e propriedades.
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A Europa estava negociando fraca e é provável que os mercados dos EUA se abram suavemente. O índice Stoxx Europe 600 caiu 0,4% e os contratos de futuros no índice S&P 500 caíram 0,5%.
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Refúgios tradicionais como o Tesouro dos EUA, o ouro e o iene japonês se fortalecem à medida que os investidores eliminam o risco. No entanto, analistas estrangeiros acreditam que o mercado estava sendo muito pessimista em relação ao iene.
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“De fato, esperamos que os formuladores de políticas se apoiem nas políticas fiscal e não monetária para combater o surto de coronavírus. O mercado também pode estar subestimando o impacto económico do coronavírus. Essas razões não são suficientes para mantermos nossas perspectivas de baixa para o USD / JPY ”, disseram analistas do Credit Agricole em relatório na sexta-feira.
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"Estamos revisando nossas previsões de USD / JPY e esperamos que a taxa de câmbio termine 2020 em 109 (anteriormente 105) depois de cair para 107 (anteriormente 104) em meados de 2020".

TAILÂNDIA-POLÍTICA:Future Forward Party (FFP)


FFP dissolvido, executivos banidos por 10 anos
Publicado: 21/02 2020 às 17:17
escritor: Online Reporters - Bangkok Post

A Future Forward mudou seu nome ao riscar a palavra 'partido' em seu nome após a decisão na sexta-feira. (Future Forward Facebook)
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O Tribunal Constitucional dissolveu o Future Forward Party (FFP) e baniu seus executivos da política por 10 anos por aceitar 191,3 milhões de baht de uma fonte ilegítima.
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O tribunal decidiu que o líder do partido financeiro Thanathorn Juangroongruangkit emprestado ao partido era considerado "outros benefícios" sob a Seção 66 da Lei dos Partidos Políticos, que limita as doações a 10 milhões de baht por doador por ano.
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O tribunal disse que a Comissão Eleitoral, que apresentou a queixa legal, pode agora iniciar uma ação criminal contra Thanathorn e os 10 executivos do partido, incluindo o secretário-geral Piyabutr Saengkanokkul e a porta-voz Pannika Wanich.
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Se condenado, Thanathorn pode ser preso por até cinco anos e os demais executivos por até três anos.
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O dinheiro acima de 10 milhões de baht, ou 181,3 milhões de baht, também será apreendido e colocado no fundo de Desenvolvimento do Partido Político.
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A proibição política significa que Thanathorn e os executivos do partido não podem ingressar em um partido ou criar um novo por 10 anos. Sem o direito de votar, eles também automaticamente não podem concorrer como parlamentares, já que não perder o direito de voto é um dos pré-requisitos.
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A decisão deixa 65 deputados do Future Forward sem partido. Dez cadeiras na lista ocupadas pelos executivos agora banidos também terão que ser realocadas e não está claro como a aritmética se desenrolará.
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Espera-se que ambos os partidos da coalizão e da oposição cortejem os refugiados do Future Forward, mas o partido disse anteriormente que um novo partido estaria pronto para acomodar aqueles que quisessem seguir o mesmo caminho político. Detalhes não são conhecidos.
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A decisão de sexta-feira também retira grande parte do poder de fogo que a oposição estava preparando para direccionar figuras importantes da coaligação, incluindo o primeiro-ministro Prayut Chan-o-cha, em um debate de censura a partir de segunda-feira.
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"Ofensa flagrante"
O tribunal, que levou menos de uma hora para ler a decisão na tarde de sexta-feira, começou por decidir que a Comissão Eleitoral estava autorizada a agir quando uma ofensa é flagrante, sem ter que esperar que alguém a pedisse ou deixasse o O infractor conhece a acusação primeiro, uma vez que seus procedimentos são diferentes dos de um tribunal. (continua abaixo)
Os apoiadores escrevem notas na sede da Future Forward em Bangkok na sexta-feira. (Foto de Chanat Katanyu)
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A explicação descartou o argumento anterior da parte de que não havia sido informado que a CE a cobraria sob a Secção 92 por receber ganhos de fontes ilegítimas, cuja penalidade é a dissolução da parte.
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O tribunal continuou explicando a intenção de várias leis que limitam as fontes de renda que uma parte pode receber.
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Ele disse que a intenção é impedir que alguém com vantagem financeira exerça influência sobre ou controle uma parte.
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Sobre a questão de um empréstimo ser uma doação, o tribunal disse que uma parte é uma organização pública, portanto o que não é permitido na lei foi proibido.
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O FFP argumentou anteriormente que um partido é uma pessoa jurídica, não uma organização pública que deve ser endossada por lei. Como resultado, a regra de “tudo o que não é proibido é permitido” se aplica a ela, diferentemente do conceito inverso de “tudo o que não é permitido é proibido” aplicável às autoridades públicas para limitar o poder do Estado.
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O tribunal disse que, uma vez que a parte aceitou uma receita de outras fontes que não as listadas na Secção 66 sobre doações, os executivos da parte deveriam saber ou saber que são “outras rendas” que podem influenciar a parte contra a intenção da lei .
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O tribunal também notou irregularidades nos empréstimos. Apontou que os empréstimos têm taxas de juros inferiores às taxas de mercado e o segundo empréstimo foi estendido mesmo quando a parte ainda não pagou o primeiro. Além disso, o partido emprestou o segundo empréstimo, apesar de ter apenas 1 milhão de baht no vermelho em seus balanços. Na sua opinião, isso indica que não era um empréstimo normal e era mais uma tentativa de burlar o limite de doações sob a Secção 66 às custas de outras partes.
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Ao estabelecer a parte e seus executivos violaram o limite de doações, o tribunal concluiu que o dinheiro era de uma fonte ilegítima nos termos da Seção 94, a violação de indícios de dissolução da parte.
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Na Secção 94, o partido e os académicos disseram anteriormente que a cláusula é para ganhos ilícitos, como roubos, tráfico de seres humanos ou drogas. (continua abaixo)
Os apoiadores se reúnem para ouvir a decisão na sede da Future Forward em Bangkok na sexta-feira. (Foto de Chanat Katanyu)
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Thanathorn e Piyabutr disseram antes da decisão que eles tinham um partido com a mesma ideologia para os 70 parlamentares se unirem no caso de tal decisão. Eles mesmos percorrerão o país promovendo a mesma agenda que antes da dissolução do partido.
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"Se eles dissolverem o nosso partido, haverá dois caminhos paralelos - um é um novo partido no parlamento, sob um novo nome, mas com a mesma ideologia e o segundo é um movimento social dirigido por mim e Piyabutr", disse Thanathorn. Globo do Sudeste Asiático em uma entrevista.
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Desde que a Tailândia teve sua primeira lei de partidos políticos em 1998, o Tribunal Constitucional dissolveu 110 partidos, incluindo o FFP na sexta-feira. Nos primeiros nove anos, as partes dissolvidas violaram a lei sobre questões técnicas. O primeiro caso importante que tem repercussões políticas é a dissolução do partido Thai Rak Thai, liderado por Thaksin Shinawatra em 2007.

AO QUE ESTAMOS SUJEITOS

As alusões interditas à homossexualidade são um mero exemplo daquilo que, nos delicados ventos que sopram, faz atiçar as fogueiras. Também há que dedicar especial cautela ao que se diz acerca do Género, da Raça, da Religião, e do que calha - contanto que caiba no Índice da Contemporaneidade.
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Se um fundamentalista vai à televisão berrar palpites favoráveis ao Aborto, é um activista pelos «Direitos Humanos» que se habilita a um Cargo Estatal e Duas Comendas. Se, em contrapartida, alguém discretamente levanta Meia Dúzia de Objecções a Propósito, habilita-se a Enxovalho, Intimações Verbais ou Físicas e Exigências de «Saneamento». 
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   O festival não termina aqui pois a «agenda» é vastíssima, e recua do presente ao escrupuloso Revisionismo do Passado: a cada dia desenterra-se uma Obra, Erudita ou Popular, que urge abolir a título de «racista», «sexista», ou qualquer outra Razão Imbecil para as Esquerdas a alterarem. QUEM NÃO FOR DE ESQUERDA NUNCA SERÁ BOM CHEFE DE FAMÍLIA...
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Com fúria totalitária recria-se a História à imagem de uma pretensa «equidade» e extirpam-se eventuais «ofensas» de tudo desde Romances, Pinturas, Documentos Milenares, etc., etc.!
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   A ideia dos Vigilantes nunca é rebater o argumento divergente mas sim impedir que a divergência sequer exista. O método oscila entre a ridicularização extrema dos adversários e, no limite, a sua supressão sumária do debate. Aliás, no que toca às matérias da «agenda» o objectivo é justamente estreitar as fronteiras da discussão pública ao ponto de erradicar a própria possibilidade de discussão ou sequer de opinião. 

A RAZÃO SERÁ SEMPRE DELES SE NINGUÉM SE OPUSER.
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     Observações que «eles» interditam, os controlos, os pedidos de perdão e cursos de reeducação dispensam explicações. A fim de evitar tais vexames as pessoas Calam-se ou Mentem deixando por vezes o Medo vencer.
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     Medo. Denúncia. Castigo. Interdito. Controlo. Reeducação. Mentira. Notam um Padrão Familiar? É ridículo voltar à «novilíngua» de Orwell: não, não é à toa que o ensaísta Theodore Dalrymple compara os processos e os desígnios do Polìticamente Correcto aos da Propaganda Soviética. O Polìticamente 
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Correcto é o evangelho comunista em versão revista e actualizada para a época em que a Esquerda abdicou da «defesa» dos Trabalhadores (condenando centenas de milhares à Miséria, à Fome e Pior) em «favor» (...da-se!) das Minorias, não passando de idiotas úteis na defesa de gays, mulheres, minorias étnicas, etc., para manter a linguagem no conceito leninista, sendo vital manter essas minorias infantilizadas e dependentes (parasitas).
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O que realmente importa aos «campeões» do Polìticamente Correcto é derrotar o nosso Modo de Vida, a Democracia, O OCIDENTE. Já em 1954, ainda estudante, lembro-me de ouvir dizer O COMUNISMO ABOLIRÁ TODAS AS FRONTEIRAS: NÃO SERÁ POR NÃO TENTAREM QUE AINDA NÃO CONSEGUIRAM; MAS TAMBÉM NÃO DESISTEM…
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  A cavalo da «igualdade» o Polìticamente Correcto é A ARMA DA ESQUERDA PARA SUBJUGAR DISSONÂNCIAS E REINAR SOBRE AS CINZAS. Chamam-lhe PC para disfarçar pois o nome do Animal é Fascismo ou, perdendo as peneiras, SOCIALISMO. Sendo quase infantil lembrá-lo o Alvo do Socialismo é tudo o que não seja Socialista ou se encontre em risco de deriva. 
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   Para Portugal, com vista a minimizar os efeitos, e antes que a ortodoxia o considere de «Direita» e a pisar o risco que disfarça para ser pisado, aconselha-se uma Militância Fanática (como se houvesse doutra…) no PCP, no B€ ou no actual PS antes de abrir a boca: POR CAUSA DAS COISAS E NUNCA POR CAUSA DAS «CAUSAS».

CONTINUA A SER TRISTE SER BURLADO POR VIGARISTAS E HUMILHANTE SER BURLADO POR VIGARISTAS SEM TALENTO.

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De um leitor do Aquitailandia

Maquiavelismos Ultra em Portugal e PALP.


 Maquiavelismos Ultra em Portugal e PALP.
No “terramoto” que se passa entre a Isabel dos Santos (IdS)e o João Lourenço, o Novo PR de Angola, o nosso 1º M tem procurado manter o maior afastamento possível.
Porquê?
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jjmc mandou-me basta doumentação demonstrativa das “negociatas” entre responsáveis dos governos portugueses Passados, sublinhe-se, e Isabel dos Santos quando era “dona” da Sonangol e da maior parte das melhores empresas de Angola. 
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Ao todo jjmc mandou-me 13 fotos com os respectivos nomes e os cargos que desempenharam em Portugal (ministros, etc., etc.), que depois de deixarem esses cargos tomaram outros em Angola (presidentes de Bancos Angolanos, et., etc.). com “compadrio” descarado da então toda poderosa filha do então PR angolano, Pai dela. Daí, certamente resultaram “chorudas quantias” nos bolsos dos beneficiados que eram uns 2/3 “afectos ao PSD” e 1/3 “afecto ao PS”.
Mas, claro, tinha de haver  (ou deve ter havido) “contrapartidas” em Portugal, favorecimentos durante a “governança” desses rensponsáveis. Só assim se compreende as várias “trumpalhices” que IdS fez e a levaram a ter a maioria das acções da EFACEC, onde ela pôs dois seus “apangas” a vigiaram elementos de todo o pessoal, incluindo os quadros superiores, quando estes iam, por exº, à WC. 
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Por ventura com estratégias semelhantes chegou a ter uma boa parte do seu “Império Empresarial” em Portugal: Banco BIC Português, Banco BCP Millennium, NOS, Galp Energia, Efacec, Lusitânia, Brisa ou Allianz.
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Seguramente que o 1º M está bem por dentro de tudo o que acima refiro. E como há elementos importantes do PS envolvidos  (não ele), o melhor é o afastamento acima referido. Neste, como em muitos outros casos, o nosso 1º M usa o seu “Ultra-Maquiavelismo” (Note-se que, ao contrário do que muita gente pensa (e até escreve) Maquiavel não foi um “monstro diabólico ávido de poder”. Maquiavel foi filósofo, historiador, poeta, ... Em sua obra “O Príncipe”, defendeu a centralização do poder político e não propriamente o absolutismo.
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O nosso 1º M teve uma mãe branca, Senhora e muito valor em Letras e não só. O Pai, goês, algo escuro, era um prosador algo modesto.
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O nosso 1º M saíu mais à Mãe que ao Pai, tendo por acréscimo algo que ele terá retirado de leituras de livros de Maquiavel. Quando resolveu entrar na Política a fundo, resolveu também procurar usar de forma ampliada as práticas indicadas por Maquiavel. 
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E diga-se, em abono da verdade, que as tem posto em prática com sucesso em todos os problemas que lhe aparecem na governação e nas “estratégias” que usa para voltar a conquistar o poder. (Não quero com tudo o que acima escrevi, dizer que sou racista. 
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Nunca o fui, nem serei. Também quero dizer com muitas das práticas e acções legais que se fazem para reduzir a “gritaria” dos canhotos que estão do lado esquerdo dele  “envenenam” a juventude e produzem uma sociedade de pessoas egoístas, com alguns criminosos pelo meio que não são devidamente castigados, reclamando constantemente direitos, mas nunca aceitando deveres.). 
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O conceito de Autoridade anda de rastos. É bem sabido que o Bloco de Esquerda (BE) é contra toda espécie de autoridade: Polícia de Segurança Pública que sabe haver ladrões e negociantes de droga, num dado bairro e o cerca, os criminosos respondem com fogo de armas sobre a Polícia para tentarem romper o cerco. 
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A Polícia responde e fere um dos bandidos. O bandido é solto de imediato pelo Tribunal e o Polícia vai a julgamento. 
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Os programas de várias disciplinas do Ensino Básico, nomeadamente o de “História de Portugal” (e o de “História Universal”) contêm Falsidades incríveis como a de dizerem que os Portugueses de Antanho os Colonos da Ante-Descolonização “Exemplar” só exploraram os povos com os quais contactaram. 
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Na Pós-Descolonização, vê-se dia a dia a miséria em que vivem as populações e as lutas partidárias que levaram à morte de Savimbi e de muito milhares de companheiros em Angola e à Guerra que ainda continua entre a Frelimo e a Renamo que também já levou a outros milhares de mortos em Moçambique. 
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Em Moçambique as coisas estão hoje ainda piores: Uma mistura com milhares de terroristas e bandidos está infiltrada nas polícias e no próprio Exército, tendo o Governo de Maputo perdido visivelmente o controlo da parte norte do País, nomeadamente a que está próxima do Rio Rovuma.
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Mesmo nas grandes cidades como Maputo e Beira, os sequestros de estrangeiros são frequentes: até os “Médicos sem fronteiras”  têm de fugir da Beira para não serem sequestrados e mortos quando o sequestro de milhares de dólares não é logo pago.
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Não cabe aqui indicar muitos outros aspectos resultantes da Descolonização “Exemplar” do Mário Soares tendo sempre por detrás o Cunhal.
JBM - Um leitor do Aquitailandia      

A ansiedade dos investidores aumenta à medida que o coronavírus se espalha fora da China

 
A ansiedade dos investidores aumenta à medida que o coronavírus se espalha fora da China
Econ
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21. fev. 2020
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Por Syndication Washington Post, Bloomberg · Tom Redmond, Abhishek Vishnoi · NACIONAL, NEGÓCIOS, MUNDO, MERCADOS GLOBAIS NOS EUA
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Os investidores estão cada vez mais preocupados com o aumento de casos de coronavírus fora da China, ameaçando ganhos em activos mais arriscados que levaram o índice S&P 500 a um nível mais alto nesta semana.

Um aumento nas infecções confirmadas na Coreia do Sul e mais duas mortes no Japão sacudiram os mercados na quinta-feira, levando o dólar ganho e o dólar de Singapura a cair até 1%. As acções asiáticas caíram para o mínimo de duas semanas e alguns gerentes de dinheiro disseram que estão se preparando para mais perdas.

"A taxa de transmissão fora da China está aumentando e para nós isso é preocupante", disse Ross Cameron, chefe do escritório do Japão na Northcape Capital Ltd. "A taxa de transmissão no Japão e na Coreia do Sul aumentou. A taxa de transmissão em Singapura também sugere que a propagação do vírus pode continuar mesmo no verão ".

Embora a China tenha relatado um declínio acentuado em novas infecções, as directrizes de relatórios instáveis ​​do país levantaram dúvidas sobre a confiabilidade dos dados no centro do surto. A Coreia do Sul registou sua primeira morte pelo vírus na quinta-feira, enquanto os casos subiram para 104 e as infecções no Japão aumentaram na semana passada. Em Singapura, mais de 80 pessoas contraíram o vírus.

Cameron questionou por que a reação do mercado à propagação do vírus foi tão baixa.

"Nosso senso é o modo como o mercado está negociando, provavelmente é muito optimista", disse ele em uma entrevista por telefone de Tóquio. "Definitivamente não estamos fora de perigo. Acreditamos que as pessoas estavam optimistas demais desde o início".

Hugh Young, o veterano gerente de recursos financeiros da Aberdeen Standard Investments, disse que está observando a situação do vírus em Singapura para uma leitura confiável de sua propagação.

"Se alguém puder lidar com isso e puder contê-lo e for honesto, eu diria que provavelmente é Singapura", disse Young em entrevista. "Então, se vermos como Singapura se desenvolve, isso pode - talvez não - ser um indicador importante".

Mas, apesar de novos casos em Singapura estarem diminuindo, ele reluta em interpretar os dados muito rapidamente.

"Talvez continue mais, se torne mais difundido fora da região imediata", disse ele. "Quanto a uma indicação de que está chegando ao fim, acho que apenas espere e veja, estou com medo. Estamos apenas assistindo e vendo junto com todo mundo."

Para Young, uma das razões pelas quais os mercados são resistentes é o apoio da China. Mas ele também aponta para outro factor. A experiência da SARS em 2003, e como seu impacto não durou muito nos mercados, provavelmente está fazendo as pessoas acreditarem que a mesma coisa acontecerá desta vez, disse ele.

"O problema é que todos nós estamos olhando para a SARS e dizendo, bem, foi de curta duração", disse ele. "E então talvez o problema seja que todos esperamos que seja uma experiência repetida".

Nem todo mundo é tão cauteloso com a situação. Nader Naeimi, director de mercados dinâmicos da AMP Capital Investors Ltd. em Sydney, diz que o pior surto da China já passou e ele está colocando o dinheiro de seu fundo por trás dessa suposição.

Naeimi acompanha todos os dias a taxa de mudança de novos casos no país e também a taxa de mortes. O que ele está vendo, juntamente com a determinação da China de sustentar a economia em resposta à crise, deu a ele a confiança necessária para recuperar os activos de risco apenas algumas semanas depois que ele os vendeu.

"Começamos a ver um pico de progressão", disse Naeimi em uma entrevista por telefone de Sydney no início desta semana. "Começamos a reduzir o medo, o que significa que somos ouro curto, cobre comprido", disse ele. "Voltamos ao risco em commodities, em indústrias globais, basicamente em todas as áreas de mercados onde há exposição ao crescimento económico".

Mas para Cameron, da Northcape, os pontos de dados mais importantes para os investidores agora estão fora do continente.

"A chave que estamos vendo é a taxa de transmissão fora da China", disse ele. "A questão principal é se é uma epidemia regional ou se será uma pandemia global".