sexta-feira, fevereiro 14, 2020

DETECTOR DE DRONES

O sistema Rafael Drone Dome combina uma matriz de radar de 360 ​​graus para qualquer clima, um sensor de radiofrequência e um sensor eletro-óptico e infravermelho, aumentando a chance de detectar ameaças. Imagem: Rafael
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Um novo sistema anti-drone mostra resultados promissores
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A nova oferta da empresa de defesa israelense pode atolar seu alvo ou destruí-lo com um laser

PorStephen Bryen

A empresa israelense de defesa Rafael Advanced Defense Systems Ltd introduziu um novo sistema de contra-drone chamado Drone Dome ™ que pode ser montado em caminhões leves, Land Rovers ou outros veículos. O sistema pode atolar o drone ou destruí-lo com um laser. Tem um alcance superior a três quilômetros.

Rafael é o principal desenvolvedor do bem-sucedido sistema de defesa anti mísseis Iron Dome. Esse sistema teve uma taxa de sucesso superior a 90% e é responsável por destruir cerca de 2.000 mísseis disparados principalmente da Faixa de Gaza pelo Hamas e outros.
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A proliferação de drones, seja para vigilância militar, alvos ou como plataformas armadas, é um problema crescente em todo o mundo, enquanto, ao mesmo tempo, o uso comercial e recreativo está em expansão. Nos EUA, em 2019, cerca de dois milhões de drones foram registrados pela FAA. O mercado global global foi de US $ 4,9 biliões este ano, e espera-se que o seu tamanho triplique na próxima década. O maior produtor global é a China, dominada pela DJI.
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A Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA) diz que 48% dos drones comerciais são usados ​​para fotografias imobiliárias, 29% para inspeções industriais e de utilidade pública e 17% para inspeções de colheitas. Os governos estaduais e locais também estão usando drones para tudo, desde operações de busca e resgate até o fornecimento de serviços de emergência. 
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Em 2017, em Ruanda, 5.500 unidades de sangue foram entregues por drone - e hoje os drones estão fornecendo cerca de 35% do serviço de transfusão de sangue de Ruanda a nível nacional, especialmente entregas para áreas rurais. 
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Em Abril passado, nos EUA, um drone entregou um rim a uma mulher que esperou oito anos por um implante que salvasse vidas. O New York Times disse que era "como um Uber para órgãos".
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Enquanto os drones estão aqui para ficar, sua exploração para uso militar pelos governos e por grupos terroristas está se expandindo. O Irã usou recentemente 25 drones como parte de um ataque aos campos de petróleo da Arábia Saudita e o Irã também está fornecendo drones para seus representantes no Iémene, Iraque, Líbano e Síria e ao Hamas na faixa de Gaza. Os drones foram usados ​​pelo ISIS e outras facções islâmicas na Síria em numerosos ataques à base aérea russa de Khmeimim. Esses ataques incluíram drones caseiros e chineses cheios de explosivos usando táticas de enxame para neutralizar as defesas aéreas russas.
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Os drones variam muito em sofisticação, variando de drones muito simples, onde a navegação é possibilitada por uma câmara no drone, a drones de melhor qualidade que podem voar até as coordenadas de GPS, mas que exigem controle piloto remoto, a drones autónomos que podem usar correspondência de cenas e inteligência artificial no cumprimento de sua missão. Como os drones são pequenos, geralmente feitos de plástico e emitem pouco ou nenhum calor que poderia ser captado pelos sensores infravermelhos, identificá-los e interceptá-los não é uma tarefa fácil ou simples.

Os drones podem ser detectados por pequenos radares optimizados para captar pequenas assinaturas de radar, interceptando as comunicações electrónicas dos drones ou por sensores ópticos.

O sistema Rafael Drone Dome combina uma matriz de radar de 360 ​​graus para qualquer clima, um sensor de radiofrequência e um sensor eletro-óptico e infravermelho, aumentando a chance de detectar ameaças. 
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Uma vez identificado, o drone pode ser bloqueado electronicamente, retirando qualquer feed de vídeo e comandos enviados ao drone por um piloto remoto. Ou o drone pode ser destruído por um laser que queima através da estrutura do drone e destrói seus electrónicos.

Rafael diz que o Drone Dome pode lidar com várias ameaças em tempo real, neutralizando a ameaça de drones.

Uma característica especial do sistema Rafael é a sua capacidade de detectar e neutralizar com segurança mesmo em áreas de alto tráfego aéreo, tornando o sistema de contra-drone uma alternativa prática nas áreas urbanas e nos aeroportos civis e militares.
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Devido ao considerável sucesso de Rafael na defesa antimísseis, seu novo sistema Drone Dome deve ganhar muita atenção globalmente.

EUTANÁSIA À ESPANHOLA


Empatia my ass

Empatia my ass

13 Fevereiro, 2020
O argumento da empatia é a coisa mais manhosa que se pode usar para defender a eutanásia. 
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Em primeiro lugar, porque empatia têm as pessoas da esquerda, aquelas que nos amam a todos e querem tanto o nosso melhor que, por eles, nem haveria ensino ou medicina privada; adoram-nos de tal forma que sabem exactamente o que queremos, o que devemos querer e a forma como o conseguir. Em segundo lugar, porque a empatia existe num plano de conexão entre pessoas individuais. 
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Eu sinto empatia pelo Zé, que sente empatia pelo Joaquim, que por sua vez acha que eu sou um idiota. Ninguém sente empatia por grupos, como em “este grupo de pessoas, coitadinhas, vítimas de um terramoto, um grupo tão distinto que incluía mães, crianças e três violadores, merecem toda a minha empatia”. 
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Ora, o que a eutanásia de estado é é precisamente a falta de empatia: o velho quer morrer? – Manda-se para o médico, que tem a empatia obtida pelos cinco minutos necessários para o matar, tudo isso depois de passar pelo processo de avaliação do estado – esse ente tão empático – que, com a máxima empatia, ainda consegue avaliar a veracidade da vontade expressa (são velhos amigos, o velho e o estado).
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Usem os argumentos certos. Digam antes assim: não vejo qualquer problema em envolver o estado na tragédia pessoal de uma pessoa se for para autorizar um funcionário para que este cometa homicídio. Porque o estado dar autorização para homicídios tem tudo para correr bem: afinal, o estado é o supra-sumo da empatia.

Eutanásia. A decisão mais importante da nossa vida

Eutanásia. A decisão mais importante da nossa vida

(Alexandre Quintanilha, in Expresso Diário, 13/02/2020)
Há século e meio, o nosso tempo médio de vida andava pelos 40 anos e tudo sugere que possamos alcançar os 100 anos nas próximas décadas.
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A evolução do conhecimento não se limitou a dar-nos mais anos de vida; deu-nos também, frequentemente a capacidade de os usufruir das mais variadas formas. Infelizmente, nem sempre estes anos adicionais de vida são acompanhados da qualidade desejada.
Falemos sobre esta questão. O que acontece quando alguém tem a consciência clara de que a perda de autonomia, auto-estima e dignidade assim como o sofrimento físico e psicológico que sente, se irão acentuar nas semanas/meses/anos de vida de que possa vir ainda a usufruir?
Todos conhecemos, ou acompanhamos histórias dramáticas deste tipo de situações, e “usamos” essas histórias para justificarmos a nossa posição neste contexto. Se para uns, a resposta são os cuidados paliativos, para outros, o desejo é o de por fim rapidamente a esse sofrimento.
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Mas o diálogo é difícil entre aqueles que consideram a vida humana como uma “dádiva divina” e os que, pelo contrário, olham para a vida humana como um processo de construção e consolidação individual. Uns invocam o conceito de “obstinação terapêutica”, enquanto que outros a noção de “prepotência da autonomia”.
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Os que defendem os cuidados paliativos afirmam que em situações de grande fragilidade, é relativamente fácil convencer a pessoa de que não vale mesmo a pena fazer mais nada. Mas este argumento é verdadeiro também para quem deseja convencer a pessoa exatamente do contrário. E ninguém sugere que os cuidados paliativos devem ser descurados. Mesmo sabendo que ao entrarem em cuidados paliativos é difícil sair dos mesmos.
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Atualmente, em Portugal, a decisão de terminar a nossa vida é solitária e frequentemente angustiante. Continua a ser punível na lei a assistência por parte de outrem, em particular por um profissional de saúde, à morte de alguém que o tenha solicitado repetidamente. E é esta, na minha opinião, a questão principal em discussão no debate sobre a morte assistida.
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Como resposta ao medo da dor insuportável que faz com que alguém queira terminar rapidamente o seu sofrimento, afirmam que existem muitas formas de controlar a dor. Mas os efeitos secundários das elevadas doses necessárias destes fármacos, são por vezes tão intoleráveis como a dor que tentam controlar. E é perfeitamente concebível que para muitos (em que eu me incluo), não é só a dor física que é intolerável. É também a ideia de que a “quantidade de vida” adicional não compensa a “qualidade de vida” perdida. 
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E suspeito que quanto mais rica tiver sido essa “qualidade de vida” de alguém, menos disposta estará a valorizar semanas ou meses de vida adicionais. Quando começamos a sentir que a nossa continuada existência deixou de ter qualquer relação com as experiências físicas, racionais ou emocionais que mais valorizamos, e que sentimos a nossa auto-estima cada vez mais fragilizada, o fim parece perfeitamente razoável e até desejável para muitos de nós.
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Outro conceito é o de que os profissionais de saúde devem tratar, curar se possível e acompanhar os doentes, nunca matar ou ajudar a morrer. O que faz todo o sentido e deve continuar a ser o seu principal objectivo. Mas só quem está muito mal informado é que não tem conhecimento de inúmeros casos de ajuda, por profissionais de saúde, a doentes perto do fim que querem acelerar a sua morte. Tudo feito às escondidas, à margem da lei, com enormes riscos de denúncia e com consequências profissionais gravíssimas. Não seria muito mais honesto evitar ao máximo, ou mesmo acabar com esta situação?
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Admito que pensar desta forma pode parecer aberrante para alguns, mas felizmente já muitos profissionais de saúde pensam o mesmo.
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Ainda outro argumento (o do slippery slope) é o de que os países onde se dará assistência médica aos que querem morrer, passarão a ser centros mundiais de morte assistida. As poucas experiências que existem neste domínio, tanto nos EUA como na Europa ilustram situações muito diversas. Onde é legal, o processo é longo, complexo e exigente – muito diferente do que se passa onde é criminalizado e por isso mesmo praticado às escondidas e sem qualquer controlo. E não deve surpreender ninguém que, ao deixar de ser ilegal, o que era escondido tenha passado a ser conhecido.
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No passado recente, em Portugal, este mesmo argumento (o do slippery slope) foi (ab)usado nos debates da estratégia para a toxicodependência e da interrupção voluntária da gravidez. Não só as previsões não se concretizaram, como toda a evidência recente mostra exatamente o contrário.
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Uma das soluções sugeridas e efetivamente aplicadas é a de não fazer nada para tentar alongar o tempo de vida que resta, quando a equipa médica decide que o paciente esta em fase terminal. Esta solução, em que se mantém o paciente com, ou sem a hidratação mínima necessária, e que pode durar dias ou semanas, é vista por muitos (onde eu me incluo) como cruel e insensível.
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Por todas estas razões, e tantas outras que são sobejamente conhecidas, acho que a morte assistida deve ser legalizada e regulamentada, e que o processo seja o mais exigente e rigoroso possível para evitar ao máximo aquilo que hoje acontece muitas vezes sem qualquer supervisão.
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Para mim, a qualidade e dignidade da minha vida e da minha autonomia, é muito mais importante que a “quantidade de vida” e suspeito que isso é verdade para muitos cidadãos.
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Gostava de terminar com uma observação que considero, no mínimo irónica. A história da humanidade está cheia de exemplos de pessoas que escolheram e/ou aceitaram morrer para não abdicarem das suas convicções, da sua “honra”, da sua “dignidade” ou da sua “verdade”. 
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Estas pessoas são normalmente admiradas e até por vezes vistas como mártires. O debate em que estamos empenhados parece ignorar a ideia de que a forma como cada um quer morrer é provavelmente a decisão mais importante da sua vida.
 

ESCLARECIMENTO - A Política e a Música numa Casa de Putas



Não é preciso ir tão longe, para termos exemplos de isenção, de honradez, de bem servir abnegadamente a sua Pátria, apenas esperando como compensação, o reconhecimento que, na maioria dos casos, demora muitos anos a chegar.

 Em Portugal, tivemos um estadista, Primeiro Ministro, Professor Dr Oliveira Salazar, que pagava as suas refeições e quando ia de férias para o forte de S.to António no Estoril, pagava a respectiva renda,...e quando morreu, depois de 40 anos no poder, tinha na sua conta bancária, menos de 200 contos !!!

 Era o tempo do respeito pelos nobres valores sociais, do respeito e solidariedade para com o nosso semelhante, muito mais espontânea e maior, que neste regime que se "auto-propagandeia" como socialista, onde a CORRUPÇÃO (que não havia no Estado Novo) acontece a toda momento no cenário desta vergonhosa corja política, onde os seus "ilustres" actores,  conseguem chorudas FORTUNAS, em meia dúzia de anos... (É só fazer a lista desta parasitagem que se auto-intitulam de políticos : - Sócrates, Dias Loureiro, ...)

Comparemos a  obra feita em  40 anos, pelo regime do Estado-Novo, a partir dum país em bancarrota e com 95% de analfabetismo, e a conseguida em 40 anos, do regime nascido do 25ABR974, imposto pela esquerda (porque o Programa do MFA, cujo original eu guardo na minha mesa de cabeceira e foi aceite por todos os portugueses na manhã de 26ABR974 com esperança atingível, NÃO PRECONIZAVA ESTA DESGRAÇA PARA QUE  FOMOS  ARRASTADOS..., porque Álvaro Cunhal (quando chegou a Lisboa a 27ABR974) vinha com instruções do Kremlim, para mandar "rasgar esse papel"!!!), que recebeu um Portugal com a economia a crescer a 7,3%, com uma divida externa de 13%, que tinha 900 toneladas de ouro no Banco de Portugal e reservas cambiais para três meses, que tinha um desemprego inferior a 4%, etc, etc...

  Comparemos pois, procurando ser isentos, o estado a que chegou este país, nestes últimos 40 anos (onde o regime socialista nos DEU, TRÊS BANCARROTAS...) e procuremos, de modo desapaixonado, descobrir a VERDADE...

Assunto: ESCLARECIMENTO - A Política e a Música numa Casa de Passe...

Era assim o presidente HARRY TRUMAN

 MUITO pouca gente sabe disso... Talvez pudesse ser exemplo para alguns políticos portugueses, totalmente prostituidos.

HARRY TRUMAN foi um tipo diferente como presidente.

Provavelmente tomou tantas ou mais decisões em relação à história dos EUA como as que tomaram juntos os 42 presidentes que o precederam.

Uma medida da sua grandeza talvez permaneça para sempre: trata-se do que ele fez DEPOIS de deixar a Casa Branca.

A única propriedade que tinha quando faleceu era uma casa, onde morava, que se encontrava na localidade de Independence, Missouri. A sua esposa havia-a herdado de seus pais e, fora os anos em que moraram na Casa Branca, foi onde viveram durante toda a vida.
Quando se retirou da vida oficial, em 1952, todas as suas receitas consistiam numa pensão do Exército de U$13.507 anuais.

Quando o Congresso soube que ele custeava seus próprios selos de correio, outorgou-lhe um complemento e, mais tarde, uma pensão retroativa de $ 25.000 anuais.

Depois da posse do presidente Eisenhower, Truman e sua esposa voltaram a seu lar no Missouri, dirigindo seu próprio carro... sem nenhum acompanhamento do Serviço Secreto.

Quando lhe ofereciam postos corporativos com grandes salários, rejeitava-os, dizendo:

“Vocês não querem a mim, o que querem é a figura do Presidente, e essa não me pertence. Pertence ao povo norte-americano e não está a venda...”.

Ainda depois, quando em 6 de Maio de 1971, o Congresso estava se preparando para lhe outorgar a Medalha de Honra em seu 87° aniversário, recusou-se a aceitá-la, escrevendo-lhes:

“Não considero que tenha feito nada para merecer esse reconhecimento, venha ele do Congresso ou de qualquer outra parte”.

Enquanto Presidente, pagou todos seus gastos de viagens e de comida com seu próprio dinheiro, quando não estava em função oficial.

Este homem singular escreveu:

“As minhas vocações na vida sempre foram ser pianista numa casa de putas ou ser político.  E para falar a verdade, não existe grande diferença entre as duas!”.
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Estado português condenado por despedimento em embaixada no Luxemburgo

Estado português condenado por despedimento em embaixada no Luxemburgo

A Justiça luxemburguesa condenou o Estado português ao pagamento de várias indemnizações, num total de cerca de 20 mil euros, no caso do despedimento ilegal de uma empregada doméstica a trabalhar na residência do embaixador português no Luxemburgo.

Estado português condenado por despedimento em embaixada no Luxemburgo
13/02/20 14:35 ‧ Há 7 Horas por Lusa
País Justiça
O Tribunal do Trabalho do Luxemburgo deu razão à queixa de "despedimento abusivo" à data de 02 de janeiro de 2019 interposta por uma empregada na residência do embaixador António Gamito, declarando fundamentado o pedido de pagamento de uma indemnização por despedimento de 9.566 euros, assim como o pagamento de férias de 96,63 euros e ainda o pagamento de uma indemnização por danos morais de 10 mil euros.
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A sentença, datada de 03 de fevereiro último, condena assim o Estado português, representado pelo seu embaixador no Luxemburgo, a pagar à assistente de residência a soma de 19.663,18 euros, com juros. A queixosa reclamava um total de indemnizações no valor de 115,8 mil euros.
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"O que está em causa são os princípios. Nem que fosse um tostão", afirmou Eduardo Dias, responsável do departamento de imigrantes da central sindical luxemburguesa OGBL, em declarações à Lusa.
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"O Estado português, quando contrata pessoas no Luxemburgo, na França, na Alemanha, ou onde quer que seja, respeita as regras do país onde contrata as pessoas. Aliás, escreve isso nos contratos", sublinhou o mesmo responsável, defendendo que "as regras da imunidade diplomática não foram feitas para explorar os trabalhadores".
Por outro lado, o dirigente sindical recorda que "o Estado português não respeitava o salário mínimo", e que "é verdade" que o mesmo "é hoje respeitado", mas o Estado continua a "não respeitar a lei".
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"Não é só o salário mínimo: o Luxemburgo tem regras em termos de indexação dos salários à inflação que continuam a não ser respeitadas. Ainda hoje, continua a haver outras pessoas que continuam a não ter o seu salário atualizado", acusou Eduardo Dias.
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O caso remonta ao final de 2018. A embaixada de Portugal no Luxemburgo começou por publicar um anúncio de um concurso para "assistente de residência", assinado pelo embaixador António Gamito, em funções desde outubro desse ano, e publicado em 29 desse mês no site Internet da Embaixada.
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A remuneração era fixada no anúncio em 1.874,19 euros ilíquidos por mês, um valor inferior ao salário mínimo para pessoas não qualificadas, que era à data de 2.048,54 euros mensais.
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De acordo com o aviso, a embaixada abriu concurso ao abrigo do programa de regularização extraordinária de vínculos precários na administração pública, mas a empregada, que exercia funções nos serviços diplomáticos no Luxemburgo desde 1993, recusou assiná-lo.
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O artigo 222-10 do Código do Trabalho do Luxemburgo estabelece que os empregadores que paguem remunerações inferiores ao salário mínimo luxemburguês "são passíveis de multa entre 251 e 25 mil euros", um valor que pode subir para o dobro, até 50 mil euros, "em caso de reincidência no prazo de dois anos".
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O Decreto-lei 47/2013, de 05 de abril, que regula o regime jurídico-laboral dos trabalhadores dos serviços periféricos externos do Ministério português dos Negócios Estrangeiros, prevê, no artigo 2.º, que lhes sejam aplicadas as "normas imperativas locais".
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O decreto regulamentar n.°3/2013, de 8 de maio, que estabelece tabelas remuneratórias para os trabalhadores externos do MNE, determina como remuneração mínima no Luxemburgo 1.874,19 euros, um valor que estava acima do salário mínimo luxemburguês na altura em que o diploma foi publicado, em 2013, que era nessa altura de 1.846,51 euros.
No preâmbulo do mesmo diploma, precisa-se que estas remunerações são adaptadas "em função das especificidades do local onde são prestadas as atividades, designadamente o respeito pelos salários mínimos obrigatórios".

EXIGÊNCIAS

  … E QUE TAL A EXCELENTÍSSIMA E NADA RARÍSSIMA LADRA SER PRESA, OBRIGADA A PAGAR O QUE ROUBOU E REMETIDA À CONDIÇÃO DE PEDINTE POR TER PREJUDICADO ENORMEMENTE UMA INSTITUIÇÃO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL QUE ENTENDEU TRANFORMAR EM CARÍSSIMA ASSISTÊNCIA PESSOAL? E AINDA MOSTRA DESCARAMENTO SUFICIENTE PARA EXIGIR CONDIÇÕES DE SAÍDA DE ONDE PROVOU QUE NUNCA DEVERIA TER ENTRADO! SE NÃO FOR DEVIDAMENTE PUNIDA, COM QUE MORAL E DIREITO PUNIRÃO FUTUROS PREVARICADORES ASSIM CONVIDADOS A "METER A MÃO NA MASSA"?
E EM QUE PÉ FICA, UMA VEZ MAIS, O RESPEITO PELA FRAQÍSSIMA JUSTIÇA QUE SE PRATICA EM PORTUGAL?  

Escândalo na Raríssimas

A Raríssimas – Associação Nacional de Deficiências Mentais Raras foi fundada em abril de 2002 e tem como finalidade apoiar pessoas com doenças raras. Em dezembro de 2017, uma reportagem da TVI denunciou irregularidades na gestão da associação.
O escândalo levou à demissão do então secretário de Estado da Saúde, Manuel Delgado. Entre 2013 e 2014, foi consultor da associação e ganhava três mil euros por mês.

ZAP //
Apesar de só falarem no Secretário de Estado da Saúde, Manuel Delgado as notícias da Net têm outra opinião:
www.cmjornal.ptsociedade › detalhe › vieira-da-silva-omitiu-cargo...

Vieira da Silva omitiu cargo na Raríssimas - Sociedade ...

www.cmjornal.ptsociedade › detalhe › vieira-da-silva-omitiu-cargo...
17/12/2017 - Enquanto deputado do Partido Socialista, na Assembleia da República (AR), Vieira da Silva nunca declarou, no seu registo de interesses, ...
11/12/2017 - O ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Vieira da Silva, foi vice-presidente da assembleia geral da Raríssimas entre 2013 e ...
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quinta-feira, fevereiro 13, 2020

EUA permitem que seus diplomatas em Hong Kong saiam


O Consulado Geral dos EUA em Hong Kong. Foto: Asia Times
 
13 de fevereiro de 2020

EUA permitem que seus diplomatas em Hong Kong saiam
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Os funcionários do consulado dos EUA podem voltar para casa em voos pagos, mas muitos empresários de outras nações continuam
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ByKG Chan-Asia Times

Os EUA podem se tornar o primeiro país a retirar seus diplomatas e expatriados de Hong Kong depois de relatos de que funcionários do consulado geral podem optar por voltar para casa se sentirem que o coronavírus na cidade pode afetá-los.
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O consulado enfatizou, em resposta às perguntas da média, que a medida era meramente "preventiva" e que aqueles que saíam para casa, principalmente pessoal não essencial, o faziam por vontade própria e que a maioria dos serviços no consulado permanecia normal.
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Entende-se que o cônsul-geral Hanscom Smith e outros cônsules e adidos não estão fazendo as malas para sair. O consulado acrescentou que o Departamento de Estado também ofereceu opções para os funcionários enviados para a cidade saírem ou permanecerem durante o surto de SARS em 2003.
. Aqueles que desejassem retornar aos EUA teriam seus voos pagos e trabalhariam a partir daí. Alguns optaram por sair devido a "razões práticas", como o fechamento de escolas na cidade, de acordo com o South China Morning Post e outros jornais locais. O Departamento de Educação de Hong Kong anunciou que o novo semestre não começará até 16 de março.
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A pandemia em deterioração da China, originária de Wuhan, na província central de Hubei, há muito se espalhou por Hong Kong, onde o número total de casos confirmados de infecção subiu para 50, com uma morte devido às complicações subjacentes do paciente, na quinta-feira à tarde. No entanto, um residente infectado foi curado e teve alta na quarta-feira.
O Consulado Geral dos EUA em Hong Kong. Fotos: Asia Times
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O consulado de Washington em Hong Kong, instalado em um bloco de escritórios autónomo na Central, é uma das maiores missões diplomáticas dos EUA no mundo, com um número de funcionários de mais de 300, maior do que o tamanho de muitas embaixadas dos EUA.

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As notícias de uma evacuação voluntária alimentaram rumores entre os expatriados, com alguns dizendo que o governo da cidade não conseguiu conter a disseminação do patógeno altamente contagioso.
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Hong Kong também abriga uma das maiores comunidades de expatriados nos EUA, com cerca de 85.000 cidadãos vivendo e trabalhando na cidade.
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Washington também administra um consulado muito menor em Wuhan, ponto zero do vírus, que interrompeu as operações com seus funcionários americanos de avião depois que a cidade foi fechada no final de Janeiro para impedir que os infectados fugissem e passassem o vírus para mais pessoas. em outro lugar.
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A Câmara de Comércio Americana de Hong Kong, que representa 1.400 empresas americanas que operam na cidade, disse que não fará recomendações sobre evacuação para seus membros.
A polícia de Hong Kong na passagem da fronteira do porto da baía de Shenzhen usa máscaras como medida preventiva contra o coronavírus. Foto: AFP / Philip Fong
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As companhias aéreas dos EUA, incluindo a United, Delta e American Airlines, reduziram as partidas de Hong Kong ou interromperam os serviços em algumas rotas. A Cathay Pacific de Hong Kong continua a voar para vários destinos americanos, incluindo Nova York, Washington, Boston, Chicago, San Francisco e Los Angeles, embora a transportadora tenha dificuldade em preencher todos os assentos nos vôos de retorno devido à persistência social da cidade inquietação desde o verão passado e agora a saúde assusta com o coronavírus.
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Diplomatas de outros países, como Alemanha, Bélgica, Austrália e Japão, e representantes da União Europeia, dizem que permanecerão em casa e os expatriados de seus países não entrarão em pânico, segundo o SCMP e o RTHK.
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Como seus pares locais, muitas empresas de investimento estrangeiro estão eliminando pontualidade e verificações de presença para permitir que os funcionários trabalhem remotamente em casa.
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Enquanto isso, foi revelado que a líder de Hong Kong, Carrie Lam, convocou uma reunião com cerca de 50 cônsules-gerais e líderes empresariais para informá-los sobre as medidas de seu governo para combater o vírus no início desta semana.
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Diz-se que Lam pediu aos diplomatas que não violassem as restrições de viagem ou entrada de viajantes de sua cidade e também procurou ajuda de diplomatas para garantir suprimentos de máscaras e equipamentos médicos.

MAIS UMA PÉROLA




Esse tal de a. costa por ser, infelizmente, Primeiro-Ministro, pode utilizar quem bem entender do seu pessoal para convidar os chineses a fazer umas «chinesices», neste caso ana mendes godinho, à época Secretária de Estado do Turismo hoje Ministra do Trabalho (ahn? quanto não vale "abrir-se" aos chineses?) só que a "tipa" entusiasmou-se e em vez de se oferecer todinha, incluiu-me sem eu lhe ter passado Procuração: ISSO É QUE EU JÁ NÃO ADMITO! Se quer servir de cobaia, sirva-se à vontade! Para me incluir sem meu consentimento falta-lhe Categoria e MUUUUIIIIITO SABER! 
      MISÉRIA...E  FALTA  DE  VERGONHA...
O pedido do governo português a empresários chineses «Por favor usem-nos como cobaias» RR
 O costa (quem? Ah, esse…), sabendo que não haverá mais nenhum resgate financeiro, vende os portugueses no mercado chinês.
“Considerando que Portugal é, cada vez mais, o lugar, o país, não só para visitar como para investir, para viver, poderá servir também de teste para a entrada de mais chineses na Europa”.
A sugestão – em forma de apelo – foi lançada pela secretária de Estado de Turismo, Ana Mendes Godinho, (hoje Ministra do Trabalho) ao grupo chinês Alibaba esta quinta-feira.
“Usem-nos como porta de entrada, como cobaias para testar a forma de entrarem na Europa”, pediu.