sexta-feira, julho 19, 2019

Dramática queda do nível de água do rio Mekong

Dramática queda do nível de água do rio Mekong
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Nacional
18 de julho de 2019
The Nation

Os níveis de água do rio Mekong, que caíram drasticamente na quinta-feira sob o impacto das operações da barragem, vão se recuperar em breve, diz a agência nacional de gerenciamento de água.
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Somkiat Prajumwong, secretário-geral do Departamento Nacional de Recursos Hídricos (ONWR), ofereceu a garantia apesar dos alertas de especialistas de que as represas estão destruindo os ecossistemas do Mekong e causando danos duradouros a milhões de pessoas que dependem do rio.
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Durante esta semana, os níveis do rio Mekong na fronteira Laos-Tailândia no Nordeste caíram em um ritmo alarmante depois que a barragem Jinghong da China reduziu sua descarga e a barragem hidro-elétrica de Xayaburi, no Laos, iniciou as operações de teste.
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Somkiat admitiu que as autoridades tailandesas não tinham medidas para mitigar a rápida mudança no nível da água, mas disse que o rio voltaria ao normal, rapidamente, já que a barragem Jinghong já havia retomado sua taxa de descarga regular e o julgamento da barragem de Xayaburi será concluído em breve.
Represa hidrelétrica de Xayaburi

A Comissão do Rio Mekong (MRC) disse que a China reduziu pela metade a taxa de descarga da represa de Jinhong para manutenção entre 5 e 17 de julho, enquanto um teste de 72 horas na quinta turbina da Xayaburi Dam terminaria na sexta-feira.

"Peço às pessoas que esperem um pouco mais, já que o nível da água no rio Mekong voltará ao normal dentro de alguns dias", disse Somkiat.

“A represa de Xayaburi é a central hidro-elétrica  de passagem do rio, o que significa que não pode reter muita água em seu reservatório e só atrasará o fluxo do rio em cerca de 24 horas, para que a água descarregada da China atinja os pontos mais baixos do Mekong.

Ele acrescentou que uma vez que a barragem de Xayaburi inicie as operações em outubro, as autoridades tailandesas receberão relatórios tempestivos de liberação de água e mudanças no nível do rio de seu operador conjunto, a Autoridade Geradora de Eletricidade da Tailândia (Egat).

Enquanto isso, Egat rejeitou as preocupações levantadas pela Rede Popular Tailandesa em oito Províncias de Mekong, alegando que os impactos da barragem de Xayaburi serão menores e localizados, sem nenhum dano para as pessoas que vivem a jusante na Tailândia.

No entanto, a rede apontou na quinta-feira que a drástica mudança sazonal nos níveis de água do Mekong no nordeste da Tailândia foi um impacto direto das operações da Barragem Xayaburi no rio.

A rede acrescentou que, uma vez que quase toda a eletricidade gerada pela barragem será vendida para Egat, a autoridade geradora de eletricidade é responsável pelos impactos da barragem a jusante, o que incluiria a compensação de pessoas por perda de receita e meios de subsistência.

Animais aquáticos mortos no leito seco do rio Mekong
Chainarong Setthachua, um académico da Universidade Maha Sarakham, disse estar consternado ao ver os contínuos impactos catastróficos causados ​​pelas barragens do rio Mekong.

Chainarong disse que mudanças extremas nos níveis de água devido às operações das barragens já dizimaram os estoques de peixes do rio, a principal fonte de proteína para mais de 60 milhões de pessoas que vivem na bacia do rio Mekong.

O maior desenvolvimento de energia hidro-elétrica no rio Mekong já causou perda massiva de biodiversidade e extrema degradação ambiental em toda a Bacia, acrescentou ele.

Os países do Mekong devem abandonar todos os projetos de represas hidro-elétricas no rio para restaurar a saúde dos ecossistemas do Mekong e proteger as futuras gerações de desastres ecológicos que se aproximam rapidamente, disse Chainarong.

CIGANOS:Deputada municipal do PAN apresentou uma proposta pela “protecção dos equídeos da Moita”.

PCP incita Parlamento a condenar “discriminação” contra ciganos do PAN

Deputada municipal do PAN apresentou uma proposta pela “protecção dos equídeos da Moita”.
O grupo parlamentar do PCP apresentou um voto de condenação no Parlamento, que será votado sexta-feira, sobre a “atitude discriminatória e xenófoba” de uma representante do PAN para com a comunidade cigana na Moita, Setúbal.
Paulo Pimenta
“A discriminação e a xenofobia não podem ser toleradas e devem ser combatidas como atitudes contrárias à Constituição da República e à construção da democracia. 
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É particularmente revelador que a eleita do PAN tenha utilizado propostas apresentadas pretensamente em nome do bem-estar animal para sustentar posições de discriminação e xenofobia contra uma comunidade humana, no caso a comunidade cigana”, lê-se no texto a ser apreciado na última sessão plenária da Assembleia da República nesta legislatura.
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Na última semana de Junho, a deputada municipal do PAN Fátima Dâmaso apresentou uma proposta de recomendação na Assembleia Municipal da Moita, município dirigido pelo autarca da Coligação Democrática Unitária (PCP/PEV) Rui Manual Marques Garcia, que foi considerada discriminatória pela esmagadora maioria dos restantes elementos.
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O documento acabou por ser retirado e a autora viu-se mesmo obrigada a pedir a demissão, tendo o seu pedido sido aceite pelo PAN.
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O texto de Dâmaso, pela “protecção dos equídeos da Moita”, dizia que “mais de 20 anos volvidos sobre esta lei e em pleno século XXI, nada mudou, pelo contrário, aqui na Moita, verifica-se que existe uma etnia que se multiplicou e que todos os dias se passeiam pela Moita e arredores, empilhados em cima de carroças, puxadas por um único cavalo subnutrido, espancado a desfazer-se em diarreias por não ser abeberado e alimentado sequer e que por vezes caem na via pública, não suportando mais”.

quinta-feira, julho 18, 2019

Tenente-Coronel Pedro Tinoco de Faria Vai Meter em Tribunal Todos os Responsáveis da Descolonização

"Eu tenho tenho feito alguns contactos, que eu queria fazer a reabertura desse processo, portanto, colocar novamente os vivos e os mortos em Tribunal, e o Estado Português em Tribunal, com realmente uma descolonização que foi criminosa. 
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Povos que hoje vivem miseravelmente fruto da decisão de meia-dúzia de capitães em berros. O senhor Álvaro Cunhal, o senhor Mário Soares e o Almeida Santos, que hoje nas escolas, são tidos como heróis, os heróis da revolução, e foram uns traidores e que deviam estar todos presos.
[...]
Eu já contactei alguns juízes para levar este processo ao Tribunal Internacional de Direitos Humanos para punir e acusar o Estado Português, e acusar esta gente toda de criminosos. Para que, no mínimo, haja a nível dos manuais de história, haja uma remodelação e que estes senhores fiquem vistos como criminosos."

Tribunal de Contas recomenda maior controlo de viaturas e de bens ao serviço do Presidente

Presidência da República

Tribunal de Contas recomenda maior controlo de viaturas e de bens ao serviço do Presidente

17 jul, 2019 - 12:49 • Eunice Lourenço
Relatório salienta melhorias e também o esforço e empenho de Belém, mas continua a apontar algumas falhas.
O Tribunal de Contas insiste com a Presidência da República (PR) no sentido de atualizar os dados relativos a imóveis e a bens culturais que estão ao serviço do Presidente e dos ex-Presidentes. 
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A recomendação que já tinha sido feita no último parecer sobre o Relatório e Contas da Presidência da República volta a ser feita no parecer sobre as contas do ano passado, num documento divulgado esta quarta-feira pelo Tribunal de Contas. 
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O parecer agora divulgado salienta várias melhorias nas contas da Presidência e dá-lhes parecer favorável. Mas aponta ainda algumas insuficiências, nomeadamente no controlo de assiduidade e horas de trabalho que continua a ser feito de forma manual, pelo que aconselha a implementação de um sistema eletrónico associado ao processamento de ordenados. 
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A instância sugere também a “aprovação e implementação do regulamento do parque de viaturas da PR”, já que “em resultado dos testes realizados à gestão das viaturas da PR, constaram-se algumas insuficiências de controlo das viaturas pela secretaria-geral da PR”. 
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Também nos imóveis afetos aos gabinetes dos ex-Presidentes há algumas insuficiências de dados, pelo que o parecer aconselha a Presidência a “observar a obrigação legal de introduzir/atualizar no Sistema de Informação dos imóveis do Estado (SIIE) os dados relativos aos imóveis do Estado afetos à PR, incluindo os afetos aos gabinetes dos ex-Presidentes da República, em ordem a elaboração do inventário geral dos bens do Estado pelos serviços competentes do Ministério das Finanças”. 
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O mesmo se passa com os bens culturais, com o TC a recomendar “prosseguir a melhoria do sistema de controlo interno designadamente através da implementação de normas e procedimentos escritos e sistematizados para a área dos bens culturais”. 
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O parecer pede ainda que a PR dê continuidade aos “trabalhos de agregação num inventário único dos bens da PR bem como a verificação e conferência dos emprestados à PR”.

EUA removendo a Turquia do programa F-35 após sua compra de defesa antimísseis russos

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Avião F-35
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EUA removendo a Turquia do programa F-35 após sua compra de defesa antimísseis russos
Idrees Ali, Phil Stewart
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WASHINGTON (Reuters) - Os Estados Unidos disseram na quarta-feira que estão removendo a Turquia do programa F-35, um movimento ameaçado e esperado depois que Ancara começou a aceitar a entrega de um avançado sistema de defesa antimísseis russo na semana passada.
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As primeiras partes do sistema de defesa aérea S-400 foram levadas para a base militar de Murted, noroeste de Ancara, na sexta-feira, selando o acordo da Turquia com a Rússia, que Washington lutou por meses para evitar.
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"Os Estados Unidos e outros parceiros do F-35 estão alinhados nesta decisão de suspender a Turquia do programa e iniciar o processo para remover formalmente a Turquia do programa", disse Ellen Lord, subsecretária de defesa para aquisição e sustentação, em uma coletiva.
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O Ministério das Relações Exteriores da Turquia disse que a medida era injusta e poderia afetar as relações entre os dois países.
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Lord disse que a transferência da cadeia de suprimentos para o caça avançado custaria aos Estados Unidos entre US $ 500 milhões e US $ 600 milhões em custos de engenharia não recorrentes.
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A Turquia fabrica mais de 900 partes do F-35, disse ela, acrescentando que a cadeia de suprimentos fará a transição das fábricas turcas para as fábricas dos EUA, já que os fornecedores turcos serão removidos.
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"A Turquia certamente e lamentavelmente perderá empregos e futuras oportunidades económicas com essa decisão", disse Lord. "Ele não receberá mais de US $ 9 biliões em parcela de trabalho projetada relacionada ao F-35 ao longo da vida do programa."
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O caça furtivo F-35, a aeronave mais avançada do arsenal dos EUA, é usado pela OTAN e por outros aliados dos EUA.
Washington está preocupado que a implantação do S-400 com o F-35 permita que a Rússia ganhe muita informação privilegiada sobre o sistema furtivo da aeronave.
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"O F-35 não pode coexistir com uma plataforma de coleta de inteligência russa que será usada para aprender sobre suas capacidades avançadas", disse a Casa Branca em um comunicado na quarta-feira.
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Washington disse há muito tempo que a aquisição da S-400 poderia levar à expulsão da Turquia do programa F-35.
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Após o anúncio do Pentágono, o Ministério das Relações Exteriores da Turquia afirmou em comunicado: "Convidamos os Estados Unidos a voltar deste erro que abriria feridas irreparáveis ​​em relações estratégicas".
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O secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, falando no fórum anual de segurança do Aspen Institute em Aspen, Colorado, disse estar preocupado com a expulsão da Turquia do programa F-35.
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Mas enquanto o S-400 não pode se tornar parte das defesas antiaéreas e antiaéreas compartilhadas da OTAN, ele disse, a Turquia tem aviões e radares que permaneceriam como parte do sistema.
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“O S-400, o sistema russo de defesa aérea, não é possível integrar-se ao sistema integrado de defesa aérea e mísseis da OTAN, que é sobre compartilhar, você sabe, imagens de radar, sobre policiamento aéreo conjunto, que é sobre capacidades compartilhadas. E a Turquia não pediu isso ”, disse Stoltenberg.
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A aquisição da S-400 é uma das várias questões que afetaram os dois aliados, incluindo uma disputa pela estratégia na Síria, a leste do rio Eufrates, onde os Estados Unidos são aliados das forças curdas que a Turquia considera adversárias.
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O Pentágono já havia estabelecido um plano para remover a Turquia do programa, que incluía a interrupção do treinamento dos pilotos turcos na aeronave. Lord disse que todos os pilotos e funcionários do F-35 turco tinham "planos firmes" para deixar os Estados Unidos e devem partir em 31 de julho.
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A Turquia não poderá mais comprar os 100 F-35 que havia concordado em comprar."Estes provavelmente teriam sido entregues a uma taxa anual de 8-12 aeronaves / ano até 2020", disse Byron Callan, analista da Capital Alpha Partners, em nota de pesquisa na quarta-feira.
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O principal contratado do jato, a Lockheed Martin Corp e o escritório de programas do jato no Pentágono "devem ser capazes de voltar a comercializar essas posições de entrega", disse Callan.
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A porta-voz da Lockheed Martin, Carolyn Nelson, disse: “Nos últimos meses, temos trabalhado para estabelecer fontes alternativas de suprimento nos Estados Unidos para ajustar rapidamente a perda da contribuição da Turquia para o programa.
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Os Estados Unidos estão considerando expandir as vendas dos jatos para cinco outras nações, incluindo Roménia, Grécia e Polónia, enquanto aliados europeus reforçam suas defesas diante do fortalecimento da Rússia.
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David Trachtenberg, vice-subsecretário de Defesa Política, disse a repórteres no comunicado que os Estados Unidos ainda valorizam sua relação com a Turquia.
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"Nossa parceria estratégica continua, mas como eu disse, esta é uma resposta específica a uma ação específica", disse Trachtenberg.
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Reportagem de Idrees Ali e Phil Stewart; Reportagem adicional de Mike Stone, David Alexander e Jonathan Landay em Washington e Ezgi Erkoyun em Istambul; Edição de Jonathan Oatis e Peter Cooney

Desvairados

Desvairados

(In Blog O Jumento, 17/07/2019)
O pobre do Rui Rio não sabe o que propor, o Santana Lopes há muito o abandonou, os vice-presidentes que escolheu parece terem-no abandonado, o Morais Sarmento não se deixa ver. É evidente que o PSD já quase não existe e o CDS parece ter fechado para obras; até colocaram um outdoor apenas com um fundo azul informando os clientes de que estarão a preparar o futuro.
Não admira que estejam a surgir freelancers a fazer oposição com o que podem. O bastonário da Ordem dos Médicos está promovendo uma campanha itinerante junto de todos os hospitais do país, propalando uma imagem desastrosa do SNS, uma verdadeira campanha publicitária a favor dos hospitais privados.
Se na campanha de Passos Coelho o centro das atenções foram as escolas privadas, parece que desta vez tudo se faz para destruir o SNS, levando a que os dinheiro públicos sejam canalizados para o setor privado. Depois de uma greve cirúrgica de enfermeiros financiada de forma duvidosas e que apenas resultou na transferência de doentes para os hospitais privados, parece que agora se assiste a um verdadeiro assalto ao SNS. O próprio Rui Rio apressou-se a dizer o que querem, que o SNS seja um serviço de encomendas ao setor privado.
Quem anda um pouco em baixo é a conhecida militante da extrema-direita chique do catedrático Passos Coelho, algo que se compreende, a rapariga tudo faz para impedir uma sindicância à sua Ordem, talvez por recear por eventuais rabos-de-palha, Agora encomendou uns pareceres a que atribuiu o estatuto de acórdãos do Constitucional, achando que os pode usar para desrespeitar a Lei.
Depois das greves dos enfermeiros e dos professores esta gente deveria ter parado para refletir, pelos resultados das eleições europeias poderiam ter reparado que esta estratégia de fazer a vida dos portugueses num inferno, na esperança destes se virarem contra o governo não deu qualquer resultado, e até o PCP pagou caro o uso e abuso de um Mário Nogueira que já ninguém consegue ouvir.
A Fátima Bonifácio, lá do cimo da sua inteligência, achou que ela é que ia resolver o problema, a solução era virar os portugueses contra pretos, emigrantes e ciganos: o racismo e o medo é que iriam ajudar Rui Rio e Cristas. Decidiu lançar o mais execrável manifesto racista e xenófobo, tão execrável que deu mais uma machadada na direita. 
A verdade é que depois do que Passos Coelho fez aos portugueses e a instituições como o SNS, estas estratégias viram-se mais contra a direita do que contra o governo e os resultados das sondagens mostram isso. Palermas e incompetentes… por este andar é a direita que fica em estado de coma e nem os donos dos hospitais privados a salvam.

TAILÂNDIA: A segurança dos turistas é minha prioridade: novo ministro


A segurança dos turistas é minha prioridade: novo ministro

Política
18 de julho de 2019

Pela The Nation

O recém-nomeado ministro do Turismo e
Desportos, Pipat Ratchakijprakan, disse que garantir a segurança dos turistas é sua tarefa mais urgente.

Pipat disse em 18 de julho: "A Tailândia precisa dar aos turistas a confiança para visitar o país".

Ele prometeu que o novo governo faria o possível para que todos os turistas se sintam bem-vindos, mas ressaltou que todas as políticas dependem da visão do primeiro-ministro. Isso incluiu quaisquer medidas especiais para incentivar os visitantes da China, que fornece o maior número de turistas.

"Pessoalmente, acho que nosso país é um dos principais destinos do mundo e vamos tentar convidar turistas de países com economias fortes para visitar a Tailândia", disse ele.
“Vamos espalhar nossos esforços em muitos grupos, não em qualquer grupo em particular. Eu gostaria de oferecer a melhor comodidade para os turistas, mas vamos ter que ouvir a política do primeiro-ministro primeiro. ”

Pipap disse que havia se fixado em duas metas: impulsionar o turismo do país e, portanto, receitas importantes, mas também ajudar a transformar atletas juniores promissores em grandes sucessos.

"Eu acho que muitas pessoas de todo o mundo querem vir para a Tailândia e devemos organizar grandes eventos desportivos aqui, pois isso ajudaria a gerar renda adicional para o país", disse ele.

No lado esportivo de seu papel ministerial, ele disse que espera atrair mais eventos de classe mundial para o país.

"Neste momento, já temos o Moto GP, e o primeiro-ministro mencionou a possibilidade de realizar um evento de corrida em trilha de nível mundial [um desporto que combina corrida com caminhada], bem como esportes eletrônicos", disse Pipat.

"OS DONOS DO DINHEIRO DOS OUTROS - E NÃO VAI PASSAR NADA!"


Relatório sobre a Caixa arrasa Vítor Constâncio

Bruno Gonçalves Sónia Peres Pinto 16/07/2019 09:02
Relatório diz que Banco de Portugal pôs em causa utilidade da supervisão e atuou de “forma burocrática”, acusando o regulador de ter tratamentos diferentes.
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A Caixa Geral de Depósitos não foi gerida de forma prudente e o Banco de Portugal pôs em causa a utilidade da supervisão na forma como exerceu os seus poderes. Estas são algumas das principais conclusões do relatório preliminar da comissão de inquérito ao banco público.
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As 366 páginas, da autoria do deputado do CDS-PP João Almeida, não deixam margem para dúvidas: ficou evidente “que a CGD não foi gerida de forma sã e prudente, na concessão de vários dos créditos analisados”. Já em relação à atuação do Banco de Portugal (BdP), os deputados consideraram que a supervisão do sistema financeiro foi feita “de forma burocrática, não procurando olhar para além dos rácios de solvabilidade e níveis adequados de liquidez de cada banco, e não percebendo o risco sistémico de algumas operações”.
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E apesar de o relatório da EY não falar diretamente de Vítor Constâncio, o certo é que foi este que esteve à frente do banco central durante grande parte do tempo em que foi feita a auditoria à Caixa. A comissão de inquérito debruçou-se sobre o período entre 2000 e 2015: Vítor Constâncio foi governador dez anos, sendo seguido por Carlos Costa.
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E o documento foi mais longe: “A supervisão seguiu acriticamente as notas técnicas dos serviços do BdP, não exigindo mais informação do que aquela fornecida, demonstrando mais receio no confronto jurídico com os supervisionados do que com a possibilidade de erros ou fraudes”, acrescentando que o regulador “não seguia os problemas detetados, assumindo que as suas orientações eram executadas, o que muitas vezes não acontecia”, e teve “uma confiança extrema nas linhas internas de defesa das instituições”, caso de direção de risco, auditoria, administração, assim como nas “externas”, os revisores e auditores, pelo que “nem perante reparos, ênfases ou denúncias públicas atuou com celeridade, colocando assim em causa a utilidade da sua supervisão”.
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E aponta o dedo a um dos empréstimos mais mediáticos em torno da Caixa. É o caso do financiamento de Joe Berardo, em 350 milhões de euros, para a compra de ações do BCP. “Na concessão do financiamento de 350 milhões de euros à Fundação José Berardo, o Banco de Portugal deveria ter realizado uma análise real da instituição em vez de aceitar informação de fraca qualidade dos seus serviços. Uma análise completa poderia ter inibido os direitos de voto e exigido contrapartidas adicionais”, afirma.
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As críticas não ficaram por aqui. O documento do inquérito parlamentar chamou também a atenção para a dualidade de critérios em casos semelhantes. E deu exemplos: “Veja-se Vale do Lobo, onde o BdP escreveu cartas a exigir detalhes da operação mas, depois, no caso do BCP, não exerceu o mesmo zelo; ou como foi usada a moral persuasion para afastar Filipe Pinhal, mas restringiu-se no caso de Francisco Bandeira ou Armando Vara o BdP veio invocar motivos legais para cumprir o seu papel. Ou seja, o mesmo BdP que invocava a inexistência de atribuição legal para atuar em certos casos não deixava de o fazer noutros idênticos”, refere.
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Outra das críticas diz respeita à forma do modelo de governação dos bancos. O documento refere que apesar de se ter preocupado com esse modelo, o banco central ignorava a sua operacionalidade. O mesmo acontecia com a forma como fazia o registo dos administradores, ao analisar a sua idoneidade, mas sem ter em conta “o comportamento dos administradores, a concretização da segregação de poderes, nem a falta de discussão dentro dos conselhos”.
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O relatório considera que o Banco de Portugal usa a sua independência para evitar o escrutínio e que, apesar das melhorias na regulação bancária, é questionável se algo de “verdadeiramente relevante” mudou no supervisor. “As reformas, nacionais e europeias, da supervisão, após a crise, indicam que algo mudou na forma como esta é realizada. Mas, infelizmente, é legítimo duvidar que algo, verdadeiramente relevante, tenha mudado na instituição que a realiza”.

"O SAUDOSO TIO CELITO!"


PR diz que vai ter "saudades desta composição da AR"

| Política


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O Presidente da República afirmou esta quarta-feira que vai ter "verdadeiramente saudades" da atual composição da Assembleia da República.

 Ler mais e ve vídeo:AQUI

DIGAM-ME ONDE ESTÁ O VALOR DESTE "MAFIOSO"?

Mário Centeno entre os favoritos para suceder a Lagarde no FMI

Além do ministro das Finanças português, estão também na shortlist o ex-presidente do Eurogrupo, Jeroën Dijsselbloem, o finlandês Olli Rehn e a espanhola Nadia Calviño
O governador do Banco de Inglaterra liderava a lista de nomes prováveis para suceder a Christine Lagarde quando esta deixar a cadeira de diretora-geral do FMI (que já suspendeu), a 12 de setembro, para assumir a presidência do Banco Central Europeu (BCE), no mês seguinte, quando Mario Draghi sair. Mas a shortlist divulgada nesta quarta-feira nem sequer refere Mark Carney.
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De acordo com o Wall Street Journal, são quatro os candidatos ao lugar - e dois deles com relação muito próxima com Portugal: o ministro das Finanças português e atual presidente do Eurogrupo, Mário Centeno, e o seu antecessor na Europa, Jeroën Dijsselbloem, que afirmou, em pleno resgate financeiro a Portugal, que os países do Sul tinham o péssimo hábito de gastar o dinheiro todo em mulheres e copos.
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A shortlist fica completa com os nomes da ministra da Economia espanhola, Nadia Calviño, e do governador do banco central finlandês, Olli Rehn.
Quem será o próximo líder do FMI? A questão terá sido abordada esta noite à margem da reunião do G7 em Chantilly, avança o Wall Street Journal, onde estiveram os ministros das Finanças dos quatro países europeus mais ricos: Alemanha, França, Itália e Reino Unido. A mesma publicação adianta que haverá um acordo informal de troca de apoios entre os sete países mais ricos, com os europeus a apoiarem o candidato norte-americano para liderar o Banco Mundial e os restantes a darem apoio a um europeu para o FMI.
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Segundo a Bloomberg, não é porém o candidato português mas o holandês que mais apoios tem recolhido, sendo considerado, pela experiência no Eurogrupo, como um negociador talentoso. Aquela publicação dá também espaço à possibilidade de a opção recair sobre uma mulher - caso em que a ministra espanhola teria vantagem -, mas o próprio governo do país vizinho terá assegurado que Calviño está bem na posição que ocupa em Madrid.
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"Qualquer que seja a escolha, deverá ser baseada no mérito", disse em Chantilly o secretário-geral da OCDE, Angel Gurría, citado pela Bloomberg. "Qualquer dos nomes que têm sido falados será uma bela escolha e garantirá que ficamos em boas mãos."
* Joana Petiz é jornalista do Dinheiro Vivo

TAILÂNDIA:Novo ministro da cultura pediu para abandonar o foco da propaganda


Novo ministro da cultura pediu para abandonar o foco da propaganda
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16 de julho de 2019

De Phatarawadee Phataranawik
The Nation

O ex-prefeito de Pattaya, Ittipol Khunpluem, que assume o cargo de ministro da Cultura no segundo governo do General Prayut Chan-o-cha, enfrentará muitos desafios ao usar o “poder brando” para fazer da Tailândia o centro da indústria criativa da Asean.
The Nation conduziu uma entrevista exclusiva com o Prof Apinan Poshyananda, ex-secretário permanente do Ministério da Cultura, sobre as políticas de cultura da nova administração e se o novo ministr
o será capaz de enfrentar os desafios. Apinan é atualmente o diretor artístico da Bangkok Art Biennale.


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O que você acha que o novo ministro da cultura fará para impulsionar o país usando a cultura como uma ferramenta fundamental?
Apinan: Parabéns ao novo ministro… ele precisará de muito apoio. Podemos esperar uma continuação das políticas culturais do último governo com base em mandatos como propaganda para o populismo e a cultura tailandesa. Canções que despertam fervor nacionalista, festivais culturais e desfiles para entreter as massas. Mas como ex-prefeito de Pattaya, o novo ministro será claramente capaz de diferenciar entre boas virtudes e maus vícios.
O segundo governo de Prayut promete promover as campanhas de "pureza" e "sorrir um pouco" da Tailândia, bem como o jingoísmo nacionalista, manipulando a cultura como uma ferramenta-chave.

Que política deve o novo ministro emitir imediatamente?

Apinan: O novo ministro precisa urgentemente difundir o cisma e desconfiança entre as autoridades e o público e a juventude em relação a questões de censura e controle de protestos baseados em arte, como estudantes expressando sua discordância através da decoração de bandejas usadas em cerimónias de respeito ao professor. e o trabalho do [grafiteiro] Headache Stencil.
 
Em vez de controlar as expressões de dissidência, ele deveria ordenar imediatamente a remoção da imagem de Buda criada pelo Artista Nacional Panya Vijinthanasarn, que está sendo desrespeitosamente exibida em frente aos banheiros do Café Paradiso na exposição internacional de arte Bienal de Veneza. Mesmo os visitantes estrangeiros levantaram preocupações sobre a inadequação e falta de decoro na exibição deste trabalho. O curador, artista e diretor do Escritório de Arte Contemporânea e Cultura do Ministério da Cultura deve assumir a responsabilidade por isso.
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O novo ministro também deve pressionar urgentemente pela abertura do Museu de Arte Contemporânea, que está suspenso há vários anos. Este projeto inacabado perto do Centro Cultural da Tailândia (na Ratchadaphisek Road) tornou-se o "monumento de constrangimento" do Ministério da Cultura. O ministro da cultura no primeiro governo de Prayut falhou miseravelmente em garantir sua conclusão, refletindo a ineficácia do governo da Junta em áreas de cultura.

A Tailândia como um centro cultural para a Asean é apenas um sonho oco que está destinado a terminar em fracasso. Com este projeto diabólico em construção há muito tempo, muitas questões precisam ser respondidas. Para onde todo o dinheiro foi? Por que os empreiteiros continuam abandonando o projeto? Por que não há planos concretos para exposições, coleções ou treinamento de especialistas em arte?
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Aberto em breve? 

De jeito nenhum, porque o orçamento deste ano provavelmente será desviado para a propaganda cultural dos muitos projetos "smiley" de Prayut.
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O Partido Phalang Pracharat afirma que fará a capital Bangkok 5.0, dividindo-a em nove zonas de inovação com tecnologia 5G. O que você acha dessa política?
Apinan: Reality check! Tailândia foi para trás para cerca de 2,5 G nos últimos cinco anos. Esta é apenas mais uma política de sonhos vazios. Espere um minuto ... nós realmente precisamos dessas zonas inovadoras, quando a classe criativa está perdendo sua liberdade de pensamento inovador?
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A arte está sendo descentralizada, com espaços de arte e projetos interessantes se espalhando pelo Reino e refletindo sua diversidade. O governo deveria apoiá-los financeiramente?
Apinan: Sim, mas este Ministério da Cultura só fornecerá apoio financeiro a províncias específicas. Por exemplo, talvez considere o renascimento da mega Bienal de Pattaya em Bali Hai, ou a competição anual de corridas de búfalos em Chon Buri.
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Como o governo pode sustentar o desenvolvimento cultural?
Apinan: Por não sufocar a imaginação criativa através da militância cultural, superioridade cultural e arrogância nacionalista.

Europa cada vez mais muçulmana

“Dentro de 10 anos seremos todos muçulmanos por causa da nossa idiotice”, diz arcebispo italiano


“Dentro de 10 anos seremos todos muçulmanos por causa da nossa idiotice”, diz arcebispo italiano


Monsenhor Carlo Liberati, um influente arcebispo italiano, contrariou o papa e decidiu fazer um alerta aos católicos europeus. Observando o crescente número de incidentes que envolveram refugiados muçulmanos e os seguidos atentados terroristas feitos em nome de Alá, ele acredita que o continente poderá ser dominado em breve pela fé islâmica. Para ele, esta é uma ameaça real:
“Dentro de 10 anos seremos todos muçulmanos por causa da nossa idiotice. Na Itália e em boa parte da Europa vive-se como se Deus não existisse. Fazem leis que vão contra Deus e cultivam suas tradições pagãs. Toda essa decadência moral e religiosa favorece o Islã”.
Sem medir palavras, sentenciou: “Temos uma fé cristã fraca. A Igreja hoje em dia não funciona bem e os seminários estão vazios. Precisamos de uma verdadeira vida cristã. Tudo isso abre o caminho para o Islã. Além disso, eles têm muitos filhos e nós, não. Estamos em pleno declínio”.
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O líder religioso também criticou a Igreja Católica por apoiar demais os imigrantes muçulmanos e esquecer dos cristãos. “Eu estou protestando. Se eu não fosse padre, estaria lá fora, segurando cartazes numa praça. Por que apoiar tantos migrantes que, em vez de agradecer pelo que lhes damos, simplesmente jogam fora e até mesmo organizam motins contra nós?”, avalia.
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Liberati acredita que os governos europeus e a Igreja Católica não deveria doar tanto dinheiro e apoiar indiscriminadamente a vinda de imigrantes. Ele ecoa um questionamento cada vez mais comum. “Por que os ricos estados islâmicos não os recebem? Provavelmente é por causa do plano concebido para islamizar o Ocidente”.
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Reconhece que o cristianismo ensina que devemos ter solidariedade, mas “isso deve ser combinado com cautela, responsabilidade e realismo”. Encerra dizendo “Simplesmente não podemos acomodar todo mundo. E aqueles que são terroristas escondidos? O populismo é uma ruína, não uma vantagem”.

Europa cada vez mais muçulmana

Porções da Europa estiveram durante séculos sob o domínio dos muçulmanos. A Sicília, no sul da Itália, por exemplo, foi conquistada pelos árabes a partir do ano 827. Em 965 foi criado o Emirado da Sicília. Islâmicos mantiveram o controle da região até sua expulsão pelos normandos, em 1072.
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Entre 711 e 1492, havia porções da Península Ibérica (Portugal e Espanha) sob domínio de tribos árabes islâmicas. Elas atravessaram o estreito de Gibraltar e fizeram várias incursões sobre o território. Foram expulsos definitivamente pelos reis católicos que estavam unificando o território para a formação da Espanha moderna.
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Porções do Leste europeu, nas atuais Bósnia, Sérvia, Albânia, Grécia e Hungria, estiveram total ou parcialmente sob domínio islâmico quando foram conquistados pelo Império Otomano. Apesar do fim do sultanato após a primeira guerra mundial, até hoje existem muitos muçulmanos nessas nações.
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Em 2010, a União Europeia tinha 13 milhões de muçulmanos
Lar da maior comunidade da Europa, a Alemanha tem principalmente imigrantes turcos, mas também kosovares, iraquianos, bósnios e marroquinos. Já na França, cerca de três milhões de muçulmanos nasceram em ex-colônias, como Argélia, Marrocos e Tunísia.
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A Alemanha e a França têm o maior número de muçulmanos entre os países-membros da União Europeia
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Em 2010, antes do pico migratório, havia 4,8 milhões de muçulmanos na Alemanha, o que correspondia a 5,8% da população total, e 4,7 milhões na França (7,5%).
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A cada década, a comunidade aumentou em um ponto percentual. Era de 4% em 1990 e foi para 6% em 2010. Este ritmo de crescimento é esperado até 2030, quando os muçulmanos serão cerca de 8% da população europeia. Com informações de Express

quarta-feira, julho 17, 2019

Pense muito bem antes de votar!

Pense muito bem antes de votar!

Definição de… comunismo:
Comunismo (do latim communis – comum, universal) é uma ideologia política e socioeconômica, que pretende promover o estabelecimento de uma sociedade igualitária, sem classes sociais e apátrida, baseada na propriedade comum dos meios de produção
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Esta definição, é por defeito o espelho daquilo que a esquerda em Portugal, não consegue ser. Ideologia à parte, o PCP e o BE, não conseguem uma sociedade igualitária, porque eles próprios defendem um fosso entre o que é publico e o que é privado, tentando sempre acabar com o que é privado, puxando para cada um dos partidos, os “louros” das pequenas vitorias que vão juntando, ao seu rol de decisões absurdas e portanto, não são de todo apartidários. Quanto a propriedade comum, sabemos todos que o PCP por exemplo, durante os últimos 45 anos, juntou um património imobiliário considerável, segundo alguns órgãos de comunicação social, ascende a 27 milhões de €, livres de impostos, porque a sociedade igualitária que eles defende, obriga a quem trabalha, pague impostos para eles continuarem a acumular património.
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O ponto mais critico deste suposto sistema politico, é sem duvida a Propriedade Comum dos meios de produção, quando após o 25 de Abril, assistimos calmos impávidos e serenos, a Nacionalizações de todos os sectores produtivos da nossa sociedade, não percebemos que os que estava a acontecer, era a destruição de todo o suporte produtivo Nacional, desde a agricultura, sector fundamental para a sustentabilidade do País, até à banca, passando pela produção industrial dos sectores em que Portugal, era uma referência até então.
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A reforma agrária, foi um fracasso que nos atormenta até hoje, e do qual ainda não recuperamos, o exemplo mais flagrante é o Alentejo, onde nem o Alqueiva serviu, para recuperar as empresas agrícolas da região e tiveram de vir alguns vizinhos para que a região começasse de novo a mexer e vamos ver se conseguem.
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A malfadada Nacionalização da Lisnave, acabou por arruinar a companhia em menos de 10 anos, sendo que esta era uma das referências internacionais, que nos colocava na linha da frente da construção naval. A esta seguiram-se muitas outras companhias, a SOREFAME por exemplo, muitos já não se lembram, mas construía comboios e durante muitos anos, foi também uma referência internacional com parceiros internacionais.
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Como se não bastasse, trataram também de privatizar a banca, e perceberam facilmente que uma economia sem bancos não funciona, ou com um único banco dependente dos impostos que se cobram aos Portugueses, não funciona e não funciona porque não tem motivação nenhuma, para funcionar. 
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A economia é um corredor de dinheiro, se o corredor ficar sem ar, o dinheiro não circula. Não foi por acaso que, o primeiro sector a ser revertido, na década de 80 foi a banca, na tentativa de injetar ar (dinheiro) na economia Nacional, podia ter resultado se as privatizações tivessem ido mais longe, e admitido capital estrangeiro desde essa altura. O custo de fazer a privatização da banca, apenas com capital Nacional, andamos ainda a pagá-lo, e não sabemos quando vai falir outro banco e seremos chamados a financiar mais uma falência ou mais uma resolução bancária de urgência.
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A esquerda anda a 46 anos a fazer isto ao país, a obrigar os Portugueses a pagaram os erros desgovernação a que nos sujeitaram, depois do 25 de Abril.
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A única vez que um Governo eleito de direita, levou a legislatura até ao fim, foi a que terminou em 2015, depois …bom depois houve um golpe de Estado silencioso, perpetuado por um Presidente da Republica em exercício e outro prestes a ser, estribados numa Constituição da Republica do tempo do 25 de Abril, onde em parte nenhuma diz claramente que os partidos menos votados, estão legitimados pelo povo, para formarem Governo. Um sistema democrático evoluído, não pode aceitar este tipo de contradição, e dado como perfeitamente aceitável, que a vontade expressa do povo, seja sobreposta por uma disposição legal, de interpretação duvidosa , e que só a mente perversa de alguns responsáveis políticos, poderia levar adiante, sem que fosse necessário, um ou outro justificassem a desautorização do povo que não elegeu, aqueles que eles acharam que deviam governar.
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No próximo dia 6 de Outubro, vamos votar outra vez. Se esta esquerda, irresponsável, incoerente, intolerável, inconsciente, tiver mais votos que os partidos de direita, então o país corre os mesmo riscos que correu no 25 de Abril, e já todos sabemos que não ficará pedra sobre pedra, do que foi conseguido durante os últimos 46 anos.
Por isso pensem muito bem, antes de irem votar.
Rui Alexandre Moreira