segunda-feira, janeiro 21, 2019

domingo, janeiro 20, 2019

CRISTINA MIRANDA ESCREVEU

PCP e BE são extrema-esquerda

20 Janeiro, 2019
Lembram-se da ida de Mário Machado à TVI? Recordam-se da hipocrisia monumental que aqui neste meu texto  denunciei acerca deste tema? Pois bem. Não levou dias a que, tanto o BE como o PCP, fizessem jus às minhas acusações. Obrigada desde já aos dois por me ajudarem fabulosamente nesta “árdua” tarefa de os desmascarar. A eles e aos comentadores e jornalistas que os bajulam.
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Então não é que logo após as eleições da Venezuela, Jerónimo de Sousa em nome do PCP e de “todos os portugueses” (que grande lata), em carta felicitou o ditador Maduro, que está literalmente a matar à fome o povo venezuelano – entre o quais mais de 500 mil portugueses – e gere o país debaixo de uma forte ditadura onde nem sequer as eleições foram democráticas, tendo usurpado, isso sim, a “vitória”? Sim. Isto foi mesmo verdade. Diz ele: “… em nome do Partido Comunista Português envio-lhe as calorosas saudações  (tão amigos que eles são!) por ocasião da sua tomada de posse como Presidente da República Bolivariana da Venezuela para o mandato 2019-2025, em conformidade com a vontade do povo venezuelano (que vontade se as eleições foram manipuladas por Maduro?) expressa  nos resultados da eleição presidencial de 20 maio último e a ordem constitucional venezuelana…”. 
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E prossegue:” … face à agressividade das campanhas de desinformação (os vídeos de pessoas a morrer de fome é campanha da oposição?), guerra de desestabilização e perigosas ameaças das escalada intervencionista do imperialismo e seus servidores, é de crucial importância expressar a solidariedade para com a defesa da soberania e independência (defender este ditador assassino é defender soberania?) nacional da República Boliveriana da Venezuela e o direito inalienável do povo venezuelano a determinar o seu caminho de desenvolvimento (o caminho escolhido pelo ditador é de desenvolvimento?) livre de ingerências e ameaças externas. Convicto de expressar os sentimentos de amizade do povo português para com o povo venezuelano reafirmo a firme solidariedade dos comunistas portugueses  (solidariedade para com um ditador assassino?) para com a resistência e luta do povo venezuelano (a resistência e luta é contra Maduro que os mata à fome, brincamos?) para vencer as dificuldades e desafios actuais (para vencer as dificuldades actuais que foram criadas por Maduro?)  e prosseguir o caminho libertador (este caminho só é libertador para quem foge ou morre) aberto pela Revolução Bolivariana.” Alguém se indigna com este líder extremista do PCP por estas declarações e exige sua saída do Parlamento? Claro que não.
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Estes indivíduos da extrema-esquerda portuguesa não têm vergonha na cara. Num país  como a Venezuela onde se morre literalmente à fome, onde a inflação é galopante, onde se tortura e persegue pessoas por se oporem a esta miséria, donde se  foge da  morte certa, onde 85% dos medicamentos estão em falta, relembrando tudo o que foi vivido com Lenine e Estaline na ex-URSS, que matou milhões de seres humanos por imposição de uma ideologia, é de facto chocante. Mas está tudo caladinho. Não é?
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Maduro é o novo Estaline do século XXI. Foi a doutrina política de Chávez  acelerada depois por Maduro que levou a Venezuela à ruína. Exactamente como na ex-URSS. Começou  com as estatizações de toda a economia empobrecendo-a. 
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Em 1998 operavam 12000 fábricas,  hoje há menos de 7000. No ano 2000 começaram as expropriações de grandes propriedades rurais. Resultado: hoje falta tudo nos supermercados. Depois em 2006 o descontrolo nos gastos. 
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Um crescimento exponencial da despesa pública onde se gastava mais do que se tinha usando os recursos que entravam da exportação de petróleo, para conceder subsídios generosos só para manter artificialmente o baixo preço dos alimentos e combustíveis.  
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Depois a promiscuidade entre empresas estatais e política tendo colocado a petrolífera PDVSA a distribuir alimentos (tinha uma rede de 159 supermercados), construir casas sociais e executar obras de restauração urbana para as elites. 
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Com tanta despesa não inerente à actividade, o negócio do petróleo foi afectado. Depois, preços tabelados pelo governo que ao não serem suficientes para cobrir as despesas de quem produz ou presta serviços, levou ao abandono dessas actividades e à  deterioração dos serviços de quem resiste. 
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Depois, o câmbio controlado  que dificulta a troca de bolívares por dólares levando a que se encerre empresas por falta de matéria prima porque não conseguem comprar fora do país. Para piorar isto, Venezuela tem o pior regime no que respeito aos direitos de propriedade levando ao afastamento total dos investidores. 
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Como se isto já não fosse suficiente, em 1999 Chávez mudou a Constituição por forma a aumentar os seus poderes.
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Esta doutrina aplicada por Chávez e continuada por Maduro, é marxista. A mesma doutrina do PCP e BE. É uma ideologia que comprovadamente NÃO FUNCIONA e só provoca miséria, fome e morte. Mas, temos “meninos” extremistas   no nosso Parlamento a defender isto.
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Catarina Martins veio a público toda ofendida (coitadita) porque considera insulto que lhe chamemos de extrema esquerda porque “Extrema-esquerda está associado a totalitarismos, a perseguição, a ódio – não encontram absolutamente nada disso no BE com certeza” – diz ela (ah! ah! ah!). 
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Mas  esta senhora lidera um partido que é apoiante de Chávez e aprovou 4 votos de pesar pela morte deste no Parlamento, o ditador responsável pela situação da Venezuela actual. Venera Che Guevara, um assassino sanguinário que matava por ideologia indiscriminadamente. 
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Saúda a memória de Fidel Castro, outro assassino ditador que “encarcerou” e condenou seu povo à miséria. Solidariza-se com o terrorista Cesare Battisti condenado a prisão perpétua. 
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Não, de facto o PCP e o BE ” não são” extremistas de esquerda. Só apoiam ditadores e doutrinas extremistas. Faz “sentido” sim senhor!

ADVINHEM, POR AÍ, DE ONDE SAIU O DINHEIRO!

Alguém me disse um dia: "Políticos e cães de caça são todos da mesma raça!"

"A PULHICE DE UM SIONISTA SEFARDITA"

Retrato de um Sionista Sefardita dono do maior conglomerado de mé(r)dias de Portugal e dos maiores da Europa (BFMTV, etc) :
Agradeçamos a Passos Coelho a alteração da lei da Nacionalidade em 2015 .

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“Eu não gosto de pagar salários. Pago o mínimo que puder.” – é esta a frase de apresentação e que pode ficar na cabeça dos milhares de trabalhadores da PT. É proferida por Patrick Drahi, presidente da Altice, que comprou a PT depois de Bava e Granadeiro terem perdido quase mil milhões de euros da empresa de comunicações com a bancarrota do BES. Sobre os trabalhadores da PT, em particular os em falso outsourcing, continua a ameaça de despedimentos em massa, já que Drahi enviou em Junho passado uma carta aos “fornecedores” a propor um corte de 30%.
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Tal como denunciámos em Novembro passado, há uma ameaça sobre os 16 mil trabalhadores em outsourcing na PT, fruto da compra da empresa da Altice. O novo patrão da empresa, o francês Patrick Drahi, tornou pública a sua visão sobre os trabalhadores este fim de semana após a aquisição de mais uma empresa, a americana Cable Vision: pretende pagar o mínimo de possível em salários, e cortar nos mesmos sempre que possa.
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A estratégia financeira do multimilionário franco-israelita é a aquisição de empresas a baixo custo e contracção de empréstimos contra o valor das próprias empresas: aconteceu com a Suddenlink e está previsto com a Cablevision. Nada faz crer que não seja exactamente a mesma estratégia seleccionada para a PT.
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Drahi tem uma fortuna pessoal avaliada em 14,9 mil milhões de dólares, o 57º homem mais rico do mundo, 3º mais rico de França. A sua proposta de enriquecimento é dívida e salários miseráveis. É este o dono da PT Portugal e da TVI.
tuga.press

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«Pago os salários mais baixos que puder» – Perfil do dono da PT e da TVI

"A FALÊNCIA DA UNIÃO EUROPEIA"


  Câmbio do euro com o baht tailandês. Não tarda o euro estar ao nível do dólar americano. Eu e outros que recebemos as nossa reformas de Portugal, estamos, em 10 anos com um corte de quase 30%. Aguentar e cara alegre!!!
20 de Janeiro 2019

U
USD: 1-2
30.51
31.81




USD: 5-20
30.86
31.86




USD: 50-100
31.26
31.86
31.43
31.53
31.83
GBP
United Kingdom
40.20
41.69
40.64500
40.75250
41.58750
EUR
Euro Zone
35.47
36.60
35.65250
35.73750
36.44750
JPY
Japan (:100)
28.38
29.54
28.58250
28.65000
29.43250
16 de Janeiro 2008
USD1
USD: 1-2
232.02
33.35



USD5
USD: 5-20
32.36
33.35



USD50
USD: 50-100
32.78
33.41
32.95
33.05
33.25
GBP
United Kingdom
63.74
65.46
64.42500
64.59500
65.22000
EUR
Euro Zone
48.47
49.51
48.68250
48.79750
49.30750
JPY
Japan (:100)
30.48
31.40
30.78625
30.85875
31.32375
HKD
Hong Kong
4.14
4.32
4.21750
4.23125
4.27750 

(António Guerreiro, in Público, 18/01/2019)


A ilusão das elites


(António Guerreiro, in Público, 18/01/2019)
Guerreiro
António Guerreiro
A questão das elites, tão apta a alimentar uma indústria do ressentimento, foi convocada há dias pelo Presidente da República, numa frase em que explicitava a sua prática e a sua noção de — chamemos-lhe assim – democracia compassiva. O Presidente limitou-se a pronunciar a palavra “elites” como se fosse o nome de uma evidência, quando na verdade ela arrasta consigo uma problemática interna que não tem um momento de paz: as elites são Deus e o Diabo, o remédio e o veneno.
E podem ser isto tudo para a mesma pessoa, ao mesmo tempo, no mesmo discurso. Na circunstância, Marcelo Rebelo de Sousa, o nosso Presidente termostato, designou as elites como um centro de gravidade que o atrai apenas mediatamente, em contraste com a sua relação imediata (e que já vem de longe, acrescentou ele) com o povo.
O conceito de elite e uma correspondente teoria das elites têm o seu autor canónico: o sociólogo e economista italiano Vilfredo Pareto (1848-1923). A frase mais citada da sua análise social e histórica dessa categoria plural — “elites” — é aquela em que define a história como “um cemitério de aristocratas”. 
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Ele resumia assim a sua ideia de que aqueles que num determinado momento concentram os privilégios da riqueza, do poder e do prestígio, por posição que lhes foi outorgada ou por terem alcançado o posto mais elevado no seu ramo de actividade, estão condenados à caducidade e a serem substituídos por uma nova elite que, por sua vez, vai ter o mesmo destino, quando já estiver prisioneira dos seus hábitos. 
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A tese central desta teoria é a de que o equilíbrio social é assegurado pela circulação das elites. E a teoria da história que lhe corresponde é a de que esta é movida por uma minoria de homens notáveis, de “génios”. Pareto via esta circulação de minorias como uma prova de vitalidade das forças sociais, como uma lei de auto-organização da sociedade civil, decalcada dos ciclos biológicos. 
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Na democracia, pelo menos enquanto ideal, não há nenhum indivíduo, nenhuma comunidade, nenhum lobby, que possua uma vocação privilegiada para o exercício do poder. Não deixa de haver elites, mas assegura-se o princípio da produção democrática das elites. Na queixa, actualmente muito repetida, de que as elites (e muito especialmente as elites políticas) são medíocres, é fácil descortinar, muitas vezes, a nostalgia de uma concepção da história fixada nos “grandes homens”.
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Que desconfiança, que confissão implícita a do Presidente cyber-simpático quando fala do seu acesso não directo às elites? 
Trata-se desse sentimento hoje tão partilhado de que está viciada a máquina da produção democrática das elites e esse é um dos factores do mal-estar da democracia. Não é que se tenha regressado exactamente à lei da sucessão de Pareto, ao ciclo das vacas gordas e das vacas magras. Mas há uma nova realidade que veio introduzir uma nova complexidade no conceito de elite. 
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Trata-se de uma ficção estatística político-mediática a que podemos chamar o “homem médio”, com os seus tiques identificáveis, um conceito que permite injectar, à escolha, uma autoridade moral também estatística, que se legitima na visibilidade, no contemporâneo “agir comunicacional”. As elites, aquilo que continuamos a designar assim, já não são formadas por aqueles que produzem diferenças, mas pelos que asseguram o consenso. 
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As elites são consensuais. Quando o Presidente diz que escolheu em primeiro lugar uma comunicação directa com o povo para só depois chegar às elites, nós não sabemos a que elites se refere (Pareto não deixou em silêncio o facto de haver uma pluralidade categorial de elites). 
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Mas se todos nós fomos levados a pensar imediatamente na elite política e na elite económica, na aliança entre ambas, isso mostra que se concretizou uma estabilidade máxima (com que sonhou, aliás, Pareto) a partir do momento em que a política se tornou uma espécie de fotocópia da economia. O Presidente teve vontade de mostrar distância em relação às elites por fidelidade à sua democracia compassiva, em que todos somos igualmente irmãos e sofredores? Talvez esse seja um gesto equivocado de quem está afinal tão perto da elite consensual que não está na melhor posição para perceber que o conceito de elite só pode ser entendido como a ilusão de uma época que já não é a nossa.

"OS PALMINHAS E EXIMIOS ARTISTAS"