sábado, janeiro 19, 2019

A eurodeputada está a ser investigada pelo Parlamento Europeu

Parlamento Europeu

Eurodeputada Maria João Rodrigues alvo de investigação por assédio laboral

Em atualizaçãoaboral. 
Há 9 queixas contra a socialista, uma das mais importantes do PS no Parlamento Europeu.
Maria João Rodrigues confirmou a investigação em declarações ao Politico
Philippe BUISSIN

TAILÂNDIA: RELATÓRIO SOBRE AS CAUSAS DA POLUIÇÃO



RELATÓRIO: Vamos tratar as causas da poluição
Nacional 19 de janeiro de 2019 01:00
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Por Pratch Rujivanarom-The Nation
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EXISTEM FONTES MÚLTIPLAS DO ESTRANGULAMENTO ANUAL DE BANGUECOQUE, OS PERITOS PONDERAM, E NÓS PRECISAMOS ENTENDER COMO CADA UM CONTRIBUI
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A poluição que está incomodando Bangkok é uma combinação de múltiplos elementos e entender cada um deles é crucial para encontrar uma solução de longo prazo, dizem os especialistas.
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A capital tem sido coberta, na maior parte do tempo, em um denso nevoeiro de partículas finas de poeira conhecido como PM2.5 desde o início do Ano Novo, representando uma ameaça à saúde pública, bem como ao turismo urbano e à economia.
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A Universidade de Chulalongkorn e o Greenpeace citaram como principais causas a exaustão de veículos, as emissões de grandes e pequena fábricas, a queima a céu aberto e fatores climáticos.
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Eles enfatizaram que um entendimento completo de cada fonte de poluição e sua relação com a situação geral é essencial na elaboração de medidas de mitigação de longo prazo e no fim do ciclo anual de inverno da poluição atmosférica crônica.
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Sirima Panyametheekul, professora de engenharia ambiental da Chulalongkorn, disse que, embora a poluição de Bangkok venha de diversas fontes e nenhum estudo académico tenha claramente definido sua relação, não há dúvida de que o tráfego pesado era o principal contribuinte.
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Sirima apontou que a qualidade do ar melhorou drasticamente durante o longo feriado de Ano Novo, quando muitos moradores deixaram a cidade para viajar para o interior. Assim que os veículos estavam novamente emperrando as ruas da cidade depois do feriado, a poluição voltou.
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No entanto, ela disse, a principal razão pela qual a qualidade do ar piorou a um nível crítico a cada inverno foi o clima.
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“O número de carros nas estradas é basicamente inalterado ao longo do ano, enquanto a poluição do ar atinge o máximo em janeiro e fevereiro. Assim, pode-se concluir que ventos tranquilos nesta época do ano ajudam a acumular a poluição do ar a um nível muito prejudicial ”, explicou ela.
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Um boom na construção de fábricas de biomassa de pequena escala e de resíduos em energia na região central e leste foi outro fator proeminente, disse Kulyos Audomvongseree, diretor do Instituto de Pesquisa Energética de Chulalongkorn.
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“Muitas pessoas suspeitam que grandes centrais  eléctricasa carvão e a gás são as principais poluidoras por trás do problema em Banguecoque, mas meus estudos indicam o contrário. Essas usinas de grande porte normalmente são equipadas com sistemas eficientes de captura de poluentes, de modo que emitem apenas quantidades relativamente pequenas de PM2,5 ”, disse Kulyos.
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Ele disse que as pequenas fábricas queimando resíduos sólidos e a biomassa estava realmente emitindo maiores proporções de PM2.5, porque elas eram muito pequenas para justificar um investimento caro em filtros de poluição de alta tecnologia. Enquanto isso, o governo está promovendo o desenvolvimento na Tailândia Oriental e Central e as regulamentações ambientais foram mais fracas para as usinas menores, disse ele.
Um homem que cuida de uma barraca de comida de rua usa uma máscara protetora enquanto a poluição do ar continua a afetar Banguecoque. // EPA-EFE PHOTO
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Os acadêmicos da Chulalongkorn ressaltaram que mais estudos são necessários para identificar claramente as fontes de poluição do ar de Banguecoque, dizendo que a maneira mais eficaz de controlar a poluição é atacar o problema em suas fontes.
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Manoj Lohatepanont, diretor do Instituto de Transportes de Chulalongkorn, disse que, como o clima não pode ser controlado, são necessárias estratégias de longo prazo para mitigar a poluição envolvendo todos os interessados.

DO COLEGA PAU PARA TODA A OBRA

As prisões

As prisões em Portugal demonstram bem como em Portugal somos todos desiguais. Portugueses de primeira, de segunda e de terceira. A que propósito Armando Vara foi preso na cadeia de Évora e o vereador (ex-servidor do Estado)  Manuel Guionar foi recambiado de Évora para uma prisão qualquer muito mais rudimentar. A que propósito, uns felizardos vão para a Carregueira e o resto do povinho recluso terão que aguentar com Custóias, Coimbra, Castelo Branco, Alcoentre, Tires, Vale de Judeus, Pinheiro da Cruz, Covilhã, Vila Real, Monsanto, Lisboa e outros presídios onde as condições são abaixo de cão. Há discriminação e não devia existir. Tomam-se por senhores doutores aqueles que foram tanto ou mais criminosos que os que cumprem um, dois, cinco ou 10 anos de prisão pelos mais diversos crimes. Um caso paradigmático foi o de Isaltino Morais que esteve bem instalado numa cela com os objectos que desejou e quando saíu antes do tempo sentenciado voltou a ser presidente de Câmara e nunca foi alvo de abusos sexuais ou de pancadaria de outros reclusos. E por que razão, os prisioneiros que nasceram com o cu virado para a Lua têm direito a televisor na cela? E os outros presidiários têm direito a quê? A uma bosta de vida...

"lutam para ficar nos países que os escravizam e querem ter a nacionalidade do país que os escraviza"

Qual escravatura? Onde?

18 Janeiro, 2019
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Esta ideia de que os imigrantes são escravizados contém uma contradição insanável. Os escravos  são forçados  a trabalhar em destinos que não escolhem. Portanto ou os imigrantes vêm a fugir da escravatura e por isso agora na sua qualidade de imigrantes lutam contra a escravatura de que se libertaram ou o slogan não faz sentido algum pois tal pressuporia que os imigrantes imigraram para ser escravos, lutam para ficar nos países que os escravizam e querem ter a nacionalidae do país que os escraviza

" Prenderam o Robin dos Bosques da Justiça"

Prenderam o Robin dos Bosques da Justiça

(In Blog O Jumento, 17/01/2019)
rui pinto
(O Benfica já não é o que era. As polícias já sabiam há meses do cavalheiro e nada faziam para o parar. Agora, que calhou a vez de ser “hackeada” à PLMJ, até houve dinheiro para mandar uma brigada da PJ à Hungria! 
Moral da história: o Dr. José Miguel Júdice tem muito mais poder do que os tais 6 milhões de benfiquistas…
Comentário da Estátua, 18/01/2018)

Andamos há muitos meses a assistir a uma novela que poderia chamar-se “O Robin dos Bosques da Justiça portuguesa”, um assaltante justiceiro muito original já que enquanto o inglês era o inimigo número um do Xerife de Nottingham, o nosso Robinzinho parecia ser muito apreciado pela Justiça.
Nalgumas estações de televisão, onde muitos advogados optam por acompanhar os processos já que dá mais trabalho ir aos departamentos da justiça. Principalmente quando ainda estão em segredo de justiça, o Robin dos computadores era muito apreciado. Muitos jornalistas deste país não se cansavam de justificar a impunidade do seu Robin, já que graças a ele se podia apanhar tudo o que era criminoso.
Já que em democracia há limites aos poderes policiais e estes são condicionados e controlados para evitar abusos, dava muito jeito haver alguém que não respeitasse quaisquer regras ou direitos constitucionais, obtendo provas que depois caberia à Justiça ir verificar. Foi assim que foram abertos vários inquéritos, com base nos quais se promoveu a técnica do arrastão, daí resultando mais processos.
Na hora de justificar a ineficácia, nas supostas tentativas de acabar com a carreira criminosa do Robin, os nossos xerifes justificavam que entrar em computadores alheios era um crime menor. Mas parece que, afinal, há crimes maiores e lá prenderam o rapazola. Enfim, coincidência ou não parece que a invasão da PLMJ levou ao fim da carreira do mariola (ver notícia do ataque informático em causa, aqui).

Nota da Estátua. Para quem não sabe a PLMJ é uma das grandes sociedades de advogados de Lisboa – o mesmo é dizer, do país -, por onde tem passado grande parte dos grandes negócios e disputas judiciais das últimas décadas e onde pontifica o conhecido e mediático advogado José Miguel Júdice. Para mais detalhe sobre esta entidade que paira na sombra sobre muito do que se passa na política e nos negócios em Portugal, ver aqui  e aqui .

"PENSAMENTO POLÍTICO DE FERNANDO PESSOA.


Ana Leal”: Câmara de Loures contrata genro de Jerónimo por valores acima do salário do presidente.
Líder do PCP e Bernardino Soares foram ouvidos no âmbito da reportagem e negaram qualquer favorecimento



«POLÍTICA E PROFECIA»
...o livro que revelou ao mundo um Fernando Pessoa “politicamente incorrecto”
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«Esta obra de Fernando Pessoa, idealizada e organizada pelo lusitanista italiano Brunello Natale De Cusatis, é «um livro fundamental que permitiu dar a conhecer, em Itália e na Alemanha, um retrato integral do pensamento político pessoano.
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Na edição seminal de “Obras de Fernando Pessoa” - publicada pela Lello & Irmão Editores, com organização de Dalila Pereira da Costa e António Quadros -, este último referiu num dos seus comentários: “Fernando Pessoa prestou grande atenção, diremos mesmo apaixonada atenção à profecia e ao dom profético, sobretudo quando relacionados ou relacionáveis com o destino e o futuro de Portugal, que nalguns textos cruzou com o seu próprio destino.” Desde logo, o aspecto mais importante que ressalta deste excerto, para além da própria integração do poeta nos destinos da Pátria, prende-se com indissociabilidade entre a profecia e o pensamento político de Fernando Pessoa. (…)
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«A nova edição de “Politica e profezia: Appunti e frammenti (1910-1935)” (brochado, 376 páginas, 24 euros), revisita uma acesa polémica que, em 1996, opôs o escritor Antonio Tabucchi ao organizador desta obra, Brunello Natale De Cusatis. Aquando da primeira edição deste livro, inicialmente publicado pela Antonio Pellicani Editore, a esquerda reaccionária, sectária e pseudo-democrática não estava ainda preparada para o choque provocado pelas revelações concernentes ao pensamento político de Fernando Pessoa. 
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O “status quo” do “anti-fascismo culturalista” italiano, encabeçado por figuras como Umberto Eco, ou Antonio Tabucchi, escandalizou-se. De facto, foi este último, tão bem conhecido entre nós pela sua forte ligação a Portugal, o responsável por uma tentativa de linchamento público de Brunello Natalle De Cusatis. A falsa polémica instalou-se. De um lado as calúnias, mentiras e infâmias de Tabucchi e respectivo séquito, do outro a verdade assente sobre os factos, a honestidade intelectual e o profundo conhecimento de De Cusatis em relação à obra do modernista português.»
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«A selecção dos textos que compõem este trabalho encontra-se, cronologicamente, balizada entre 1910, data da implantação da república e 1935, ano da morte de Fernando Pessoa.(..) Esta obra dá «a conhecer toda a extensão e complexidade do pensamento político de Fernando Pessoa, resgatando o nosso poeta e pensador da habitual falácia a que mal-intencionadamente o destinaram e segundo a qual o nosso vate “era tudo, pensando tudo e o seu exacto contrário”. “Politica e Profezia”, demonstra não só a coerência do pensamento político de Fernando Pessoa, como revela o modo aristocrático e corajoso como este defendia as suas ideias e ideais.»
José Almeida 


(In "A DECADÊNCIA DO OCIDENTE", de Dambisa Moyo, Bertrand Editora, pág. 192)
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O QUE É O PIB E COMO SE CALCULA?...
«A capacidade económica de produção de riqueza nacional (produto interno bruto de um país - PIB) resume-se a uma simples equação: Y = C + I + G + (X - M). Muitos reconhecerão esta fórmula como a mais fundamental, simplista e básica de todas as fórmulas macroeconómicas. Mas este simples princípio encapsula, da forma mais directa possível, a explicação para uma história que é muito mais complicada. Vejamos esta fórmula com um pouco mais de atenção.
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«"Y" representa um PIB nacional, ou seja, o rendimento de um país. O PIB é composto pelo seguinte: "C" representa o consumo, os gastos da população (indivíduos e não o governo); "I" representa o investimento num país (tanto público como privado); "G" reflecte a posição líquida do estado, os seus rendimentos (impostos, etc.) menos as suas despesas; e "(X - M)" representa a diferença entre as exportações e as importações de um país. 
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Por exemplo, um país com um consumo de 200 dólares, um investimento de 100 dólares, uma posição de governo de 500 dólares, exportações de 400 e importações de 200 (posição externa líquida de 400 dólares - 200 dólares = 200 dólares), produzirá um PIB de 1000 dólares.»