sexta-feira, dezembro 21, 2018

TAILÂNDIA: "ACIDENTES RODOVIÁRIOS"



Foto do arquivo

60 mortes por dia ainda são uma mancha no melhor ranking de pedágios
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Nacional 21 de dezembro de 2018 01:00

Fonte: The Nation
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TAILÂNDIA tem visto menos feridos nas estradas este ano, mas continua sendo a nona nação mais perigosa do mundo quando acidentes rodoviários estão em cena, de acordo com um relatório compilado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Todos os dias, os acidentes de trânsito atingiram uma média de 60 vidas na Tailândia, segundo o Relatório de Status Global 2018 sobre Segurança no Trânsito. Nenhum país da ASEAN tem uma taxa de mortalidade mais elevada.

"Dos que morrem em acidentes de trânsito na Tailândia, 74% são usuários de motos ou triciclos", disse Daniel Kertesz, representante da OMS na Tailândia.

Ele também lamentou que a maioria das vítimas tinha entre 15 e 29 anos de idade - tão jovens para enfrentar uma morte tão prematura, especialmente considerando que acidentes rodoviários são evitáveis.

De acordo com as estatísticas das autoridades tailandesas, dirigir alcoolizado, excesso de velocidade e incapacidade de usar capacetes de impacto estão entre as causas comuns de acidentes e mortes relacionadas.

Nono pior do mundo

No último relatório da OMS, a Tailândia ocupa o nono lugar entre as 175 nações em termos de mortes na estrada - abaixo do segundo no relatório de 2015. O relatório de 2018 diz que os acidentes rodoviários mataram 22.491 pessoas na Tailândia - colocando a taxa de mortalidade no trânsito em 32,7 por 100.000 pessoas.

Isso melhora a taxa de 2015 de 36,2, ou 24.237 mortes registradas.

O chefe do Centro de Segurança Rodoviária, Dr. Thanapong Jinvong, acredita que o melhor ranking refletiu a preocupação pública que levou a ações que colocaram a Tailândia no bom caminho em direção ao objetivo de reduzir os acidentes rodoviários.

"As pessoas reconhecem que os acidentes de trânsito representam grandes problemas e exigem soluções urgentes do governo", disse ele.

O Dr. Wittaya Chartbunchachai lidera o centro de trauma e cuidados intensivos, uma colaboração entre a OMS e a Universidade de Khon Kaen.

Embora notando o melhor ranking, ele diz que o país precisa tomar conhecimento do terceiro lugar da Tailândia no ranking mundial, quando apenas as mortes relacionadas a motocicletas são contadas.

"E se removermos países com menos de 500.000 habitantes, a Tailândia é o número 1", disse ele. O número de motocicletas na Tailândia ultrapassou os 20 milhões. ”

Kertesz quer ver o governo, os fabricantes de motocicletas, os construtores de estradas, os policiais, os institutos de pesquisa, a mídia e o setor civil unirem forças para resolver o problema de muitos acidentes fatais.

“As mortes de cerca de 60 pessoas por dia são inaceitáveis”, insistiu ele.

O vice-presidente da Assembléia Legislativa Nacional, Surachai Liengboonlertchai, espera “esforços integrados”, incluindo campanhas para um comportamento de direção seguro, para ajudar a reduzir significativamente os acidentes rodoviários.

"A GRANDE MARCA DE 2019, VAI SER OFERECIDA UMA CHAMUSSA DE BORLA AOS PORTUGUESES"

Esta legislatura tem como marca a "normalidade institucional", diz Costa

O primeiro-ministro defendeu hoje que esta legislatura e o mandato do Presidente da República têm como marca a "normalidade institucional" nas relações entre órgãos do Estado, incluindo com a justiça, que considerou um fator de confiança fundamental.

Esta legislatura tem como marca a "normalidade institucional", diz Costa
Notícias ao Minuto
Há 1 Hora por Lusa
Política Primeiro-ministro
"Tem sido assim também com o poder judicial, com uma garantia escrupulosa do poder dos tribunais, da autonomia do Ministério Público, que são condições fundamentais do primado do Estado de direito, da responsabilidade do Estado e também do combate à corrupção", afirmou António Costa.
O primeiro-ministro, que falava numa sessão de apresentação de cumprimentos de boas festas por parte do Governo ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, na Sala dos Embaixadores do Palácio de Belém, em Lisboa, manifestou "a confiança de que em 2019 essa normalidade institucional prosseguirá".
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Em seguida, o Presidente da República concordou que "o relacionamento institucional não pára na relação entre órgãos como o Presidente da República e o Governo, alarga-se a outros órgãos do poder político do Estado previstos na Constituição, a outros órgãos de soberania, como a Assembleia da República e como os tribunais".
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Marcelo Rebelo de Sousa salientou que "os tribunais são órgãos de soberania e os seus titulares são titulares de órgãos de soberania", depois referiu-se ainda aos "órgãos das regiões autónomas dos Açores e da Madeira", e observou: "É muito importante que, também nesse plano, a estabilidade institucional seja um facto e seja assumida pelos portugueses".
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Na sua intervenção, António Costa começou por dizer que esta cerimónia de apresentação de cumprimentos de boas festas do Governo ao Presidente da República "é a tradução da saudável relação institucional que existe entre órgãos de soberania".
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"Uma das marcas desta legislatura e do mandato de vossa excelência tem sido, aliás, precisamente, a normalidade do funcionamento institucional do Estado", defendeu.
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Segundo o primeiro-ministro, "é assim com a Assembleia da República, que felizmente tem assegurado estabilidade política, sem prejuízo de exercer a fiscalização que lhe compete da ação política do Governo" e também "tem sido assim com as duas regiões autónomas e com o poder local democrático", bem como "com o poder judicial".
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"E, naturalmente, tem sido assim também na relação entre o Governo e Presidente da República, respeitando cada um o seu papel - o Governo como responsável pela ação política, o Presidente da República como garantia da representação do Estado, da unidade do Estado e o elo afetivo da comunidade nacional que o senhor Presidente tão bem tem sabido manter", prosseguiu.
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De acordo com António Costa, esta "esta normalidade institucional" tem sido "essencial na concertação da ação de política externa, na convergência na política de defesa e na comunhão quanto aos grandes desígnios nacionais".
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"É um fator de credibilidade externa do país, é um fator de confiança dos portugueses nas instituições, de confiança dos agentes económicos na economia. E num mundo e numa Europa tão marcados pela incerteza, é bom que haja este exemplo de certeza, de estabilidade, de confiança e de normalidade no funcionamento das instituições", considerou.
Desejando feliz Natal e bom ano novo ao Presidente da República, o primeiro-ministro concluiu: "Não querendo ser otimista, não quero deixar de ser confiante e, portanto, ter a confiança de que em 2019 essa normalidade institucional prosseguirá, como assim tem sido em 2016, em 2017 e neste ano que agora finda de 2018"

OPOSIÇÃO e… RUA!

(Joaquim Vassalo Abreu, 20/12/2018)
vassalo2
Nota: Texto sem pontuação No Natal ninguém leva a mal
Diz quem o ouviu pois eu apenas li que na sua habitual prédica no crepúsculo dominical o pregoeiro Mini Mendes neste último em que botou sermão se transformou assim como uma coisa que se lhe terá dado no porta voz da Rua elevando-a assim a um agente politico de tal dimensão que para ele já suplantou em força o tido por quarto poder os chamados Midia
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Afirmou ele medindo o País à sua pequena escala que O Governo está cercado de greves por todo o lado tendo-se transformado portanto e sou eu que agora o digo numa isolada ilha e que Como não há Oposição existe um vazio e esse vazio é preenchido pelas ruas
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Eu não sei o que lhes passa pelo vosso occipital isto lendo mas pelo meu frontispício passou assim como um clarão tipo uma epifania estão a ver e perguntei-me A oposição foi posta na rua quer dizer despedida do Parlamento ou despediu-se e foi para a rua fazer oposição coisa que no Parlamento não vem conseguindo fazer pois só lá tem um Ministro de jeito o Centeno que é assim tipo um canivete mas de matriz nacional pois que Suíço tá queto
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E que A Rua não vai parar e aqui eu até confesso que fiquei assustado pois se a rua não vai parar é porque anda e se desloca e ainda falta saber a que velocidade máxima o poderá fazer e nós é que ficaremos parados vendo o futuro avançar Portugal adentro e Europa afora até que a Rua finalmente diga fora a Europa também não explicando se numa de Tugaexit ou se numa Jangada de Pedra Atlântico adiante tudo isto se a Espanha concordar e tal qual Saramago também o Lobo Antunes o deseja para vocês verem
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Já estão a vislumbrar o que nos poderá acontecer se a Rua resolver não parar e o fogoso Mini Mendes e notem agora a diferença com o Super Mendes não o do que espectáculo mas o dono dos jogadores da bola que o nosso Mini observa entusiasmado como o super já não pára nas Ruas e já só anda Mundo afora e ele o Mini Mendes repetindo no seu Mini ó Mini vai mais uma mini que espectáculo
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Mas dizia eu que entusiasmado e passando-lhe cada vez mais coisas parvas pela sua linguaruda língua o Mini Mendes acrescenta que Esses movimentos inorgânicos vão prejudicar a maioria absoluta do PS e eu aqui até que fico a pensar mais profundamente pois que tratando-se de coisas inorgânicas o mais certo é que conspurquem de coisa amarelada a dita Rua e porque como ele disse é algo em movimento que nós é que temos que seguir e não a conseguindo nós acompanhar também não possamos votar e aí adeus ó absoluta e será que será assim  ou eu é que estou a ficar assim como que varridinho da minha cobertura
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E conclui a sua notável prédica dizendo É que está tudo esgotado Mas também aqui falta esclarecer se está tudo esgotado de cansado se de falta de ideias ou de lugares disponíveis mas ele logo a seguir esclarece que Não são só os Partidos e os Políticos que estão esgotados mas que os Sindicatos também estão e por isso só agora percebi porque lhes chama ele de inorgânicos e É que tanto a UGT como a CGTP observam de cabeça perdida estas greves remata o sermoneiro. Mas olhe-me aí ó meu sinhor meu piccolo matraquiilho e se a Ruate levasse
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Já sei que ficaste todo amarelado nos panos que te seguram as nalgas quando pensaste vou para a rua também aqui é interrogação agora só para ajudar porque em vez de cagaço poderia até parecer convicção
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Não só vais se quiseres ó Mini Mendinho tu o do dedinho espertinho o que arranha o olhinho o que cusca o narizinho o que palita o dentinho e o que coça o rabinho só se quiseres meu danadinho basta só saber em que condição se como despedido ai credo ou se como dirigente sindical mas inorgânico que é o que te falta meu tiromante de meia tijela
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E tu bem que motivos tens para ires para a rua e vê só como mudaste o teu discurso com o cagaço da Rua é que tu já nem da CGTP tens medo e até os apelidas de meninos de côro é que agora já só te metem medo os amarelos e sabes porquê Porque nem são vermelhos de cansaço nem são amarelos dos coisos isso mesmo são Verdes e é por isso que estás tão confuso
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E só se passaram três anos desde que estes usurpadores vos ocuparam o poder e tu foste virando e virando até que deste um salto mortal no escuro com pirueta encarpada e tudo e voltaste ao futuro isto é ao presente e dizes para ti próprio porque ainda não tens coragem para o dizeres de boca cheia porque te pélas de medo do canivete Centeno três aninhos apenas e olha como tu voltas a olhar Portugal uma desgraça não acham
As estradas a ruírem as pontes a caírem as árvores a tombarem diz a Cristas os helicópteros do INEM a antenas derrubarem tudo estruturas do Estado a falharem diz o Celito mas tanto Tuga a viajar e já não é para emigrar pois os bolsos se mostram a abarrotar e até já sonham em voltar e até o record de dinheiro mandado para a sua Pátria bateram e tudo isto em três anos e não é de se protestar
E em só três aninhos eis as cidades a transbordar dessa gentalha que não trabalha e a quem chamam de Turistas gente que não faz nada na vida e só vêm para cá para o sol nos roubarem os desgraçados para atazanarem as nossas calminhas vidinhas cambada de malandros e se fossem era trabalhar em vez de só se quererem reformar e casa aqui comprar Em só três anos vejam nos que isto ficou é ou não de se protestar
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E em só três curtos anos vão-nos pôr é outra vez na bancarrota vão ver que não ora essa mas não o quê e sabem porquê Porque passam a vida nas cativações para porem o dinheiro sabem onde Na almofada nem investem nem criam riqueza é o que é e vai tudo para uma almofada que de tão almofadada qualquer dia passa a colchão e que fizeram mais em apenas três anos Deram foi cabo do nosso querido deficit e até os esquerdalhos se queixam está quase no zero pode isto lá ser Incompetência e gritante não merecem é governar e não é de se protestar
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Repuseram tudo o que de tão bom fizemos com os sacrifícios que pedimos aos Portugueses deixem-me agora rir e agora Agora até já os Subsídios pagam e por inteiro e na data estipulada baixaram o IRS repuseram os salários aumentaram as Pensões e até o divino desemprego desceram para metade poderá haver maior inconsciência será isto governar se já nem sacrifícios se pedem nem penitências se obriguem a cumprir É ou não de protestar
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Mas quem pensa o “monhé” que nós somos Nós temos grandes aliados e até de mil greves financiadores se é que ainda não notaram desde logo a nossa senhora das cavacas padroeira de toda a enfermage nomeadamente dos que juraram operações não mais acompanhar e trabalharem só quando lhes for permitido fazerem-no em simultâneo no publico e no privado com horários diferenciados e sem trabalho escravo como têm no privado perdão no público
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E ex-equo o vosso beato dos nogueirais padroeiro de todo o professorame principalmente dos que não dão aulas e querem receber tudo de uma vez ele que afirmou que 2019 irá ser o seu ano ele prometeu e eu até caí na tentação de acreditar que ele iria finalmente saber o que era uma sala de aulas e enfrentar ganapos em vez de Ministros e que tais mas ledo engano o meu…
Por tudo isso ide e juntai-vos à amarelaje ide e lá ficai ide com a Rua e conspurquem-se de amarela Rua ai que coisa boa
Deus Lhes Pague como um dia escreveu o Chico (Chico Buarque de Holanda)
Nota: Espero estar tudo bem pontuado para que a leitura tenha saído fluente e quase poética!
          Bom Natal e Ano Feliz para todos!

"O GOVERNO FALHOU"


quinta-feira, dezembro 20, 2018

"ELE ATÉ NÃO SABE COMO FOI NOMEADO MINISTRO DA DEFESA!"


Nas Notícias

Ministro da Defesa não sabia que a Força Aérea é responsável por buscas em acidentes aéreos

O ministro da Defesa, que tutela a Força Aérea Portuguesa (FAP), desconhecia que era da competência da FAP as buscas e salvamento aéreas. De resto, de acordo com a lei portuguesa, cabe-lhe enquanto ministro da Defesa a responsabilidade política do Sistema Nacional para a Busca e Salvamento Aéreo.
O que diz a lei é que cabe à Defesa ser responsável pelas buscas e salvamentos aéreos e não ao ministério da Administração Interna, através da Autoridade Nacional de Proteção Civil. 
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Depois de Eduardo Cabrita, ministro da Administração Interna, ter ordenado a abertura de um inquérito para saber como correram as buscas e salvamento no caso da queda do helicóptero, a imprensa questionou João Gomes Cravinho se não seria recomendado ter sido ele a ordenar a abertura do inquérito. 
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A resposta do ministro foi surpreendente.
“Não. A Proteção Civil e as missões de natureza de busca e salvamento são missões comandadas pelo Ministério da Administração Interna, estão sob essa alçada. A Força Aérea são um instrumento que procura desempenhar as missões que lhe são atribuídas. Não temos, no Ministério da Defesa, responsabilidade institucional por matérias”, afirmou o ministro, citado pela Renascença. 
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Mas a FAP não é “um instrumento” mas sim a entidade responsável como revela a lei portuguesa. O decreto-lei nº 253/95 determina que o responsável pela Busca e Salvamento Aéreo, através de um sistema nacional dirigido pelo Ministro da Defesa. 
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Na Diretiva Operacional Nacional n.º 4 da Autoridade Nacional de Proteção Civil, em vigor desde 2013, afirma-se que competem à Navegação Aérea de Portugal (NAV) os serviços de tráfego aéreo em Portugal, a monitorização permanente do espaço aéreo e a deteção de “situações associadas a eventuais acidentes com aeronaves”. 
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É uma competência partilhada com a Força Aérea Portuguesa e em caso de alerta, estipula-se que “todas as entidades recetoras de um alerta” em caso de possível acidente “informem, em respeito pela cadeia hierárquica própria, pelos meios mais expeditos e no mais curto espaço de tempo” o Centro de Coordenação de Socorro (RCC, na sigla inglesa utilizada) da Força Aérea. 
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O relatório preliminar da Proteção Civil sobre a queda do helicóptero do INEM em Valongo, divulgado nesta terça-feira, aponta falhas à NAV Portugal, ao 112 e ao Comando Distrital de Operações de Socorro do Porto (Proteção Civil).

"PORTUGAL E A SAÚDE A BATER NO FUNDO!"

Ao ponto que a saúde chegou em Portugal: Doente urgente enviado de Lisboa para Gaia por avaria de microscópio



Um doente com uma lesão grave numa mão, decorrente de um acidente de trabalho com uma rebarbadora, foi enviado do hospital S. José, Lisboa, para Gaia por avaria de um microscópio e por indisponibilidade de outros dois hospitais na capital.
Segundo documentos a que a agência Lusa teve acesso, o caso aconteceu na quarta-feira, com um homem de 38 anos, com um trauma grave na mão direita que necessitava de cirurgia. A vítima foi encaminhada do hospital de Setúbal para o hospital de São José, onde deu entrada cerca das 18 horas.
A equipa de cirurgia plástica e reconstrutiva considerou que, “dada a avaria do microscópio CPR e necessidade de meios de grande ampliação para sucesso cirúrgico”, não existiu “capacidade para intervenção” no hospital S. José, “à semelhança desta semana e semanas anteriores”.
O caso foi discutido com o chefe de equipa de urgência e com a direção clínica e foi decidida a transferência do doente “para outra instituição com capacidade para a intervenção”.
O hospital de S. José tentou transferir o doente para o hospital de Santa Maria (Centro Hospitalar Lisboa Norte), que recusou. Depois, foi feita nova tentativa para o Centro Hospitalar Lisboa Ocidental (hospital S. Francisco Xavier), mas esta unidade tinha uma intervenção a decorrer e não pôde também receber o doente.
Pelas 21 horas, três horas depois de ter dado entrada em S. José, o serviço de cirurgia plástica e reconstrutiva de Vila Nova de Gaia aceitou receber o doente.
O processo do doente indica que a alta foi decidida às 22.35 horas, ou seja, quatro horas depois de ter dado entrada no S. José, tendo sido determinada a sua transferência para Gaia.
É só mais um exemplo do virar da página da austeridade e do crescimento económico/social do país e respectivo bem-estar.
Os tais ditos defensores do serviço público, são os coveiros das funções do estado, quando no poder ou junto dele.
O SNS é o espelho dessa confirmação, para não escrever dos restantes sectores. Uns aldrabões são o que são!
Costa diz que o ministro da saúde é para manter , mesmo tendo uma agenda própria na destruição do SNS para serviço ao desenvolvimento do privado. COSTA O FALSO!
É CONIVENTE COM A DESTRUIÇÃO DO SNS!

quarta-feira, dezembro 19, 2018

"O PAÍS ESTÁ CAIR AOS PEDAÇOS,...."

a responsabilidade da direita

19 Dezembro, 2018
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O país está a cair aos pedaços, fruto de políticas que não fomentaram o investimento em Portugal. Um governo integrado por comunistas e extremistas, que orientou a sua política pela hostilidade – latente e expressa – à iniciativa privada, que reverteu privatizações e impediu que outras se fizessem em empresas públicas falidas, que atacou as escolas privadas, que quer acabar com as parcerias público-privadas em hospitais de referência, que castigou a propriedade imobiliária criando novos impostos e aumentando os existentes, que fez do Alojamento Local, com o que se reavivaram cidades e conquistaram turistas, um inimigo a abater, que fez subir o preço dos combustíveis e de cada novo orçamento um momento de temor de novas tributações, o que se poderia esperar? Que o capital acorresse ao país? Que as pessoas investissem em novos negócios e criassem emprego? Que as empresas prosperassem? 
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E o que se ganhou com isto? Algumas dezenas de euros a mais nas pensões e reformas, devoradas pelo aumento dos preços dos bens essenciais? A expectativa da progressão – sempre adiada ou insuficiente – das carreiras dos funcionários públicos? A manutenção de companhias falidas no sector público, como a CP, que ameaça desmoronar-se a qualquer momento? A degradação, por todos visível, do Serviço Nacional de Saúde, dos Tribunais e da Justiça, da Escola Pública (e Privada), das Polícias e Serviços de Segurança, dos Municípios, sem dinheiro para manter o que têm de gerir? 
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Poderemos sempre dizer que a decadência da economia portuguesa não nasceu com este governo. É, em parte, verdade. Mas só em parte, porque, após um duro período de ajustamento imposto pelos nossos credores da massa falida que era Portugal em 2011, a economia começou a reanimar, graças a meia-dúzia de medidas tomadas com a finalidade de atrair investidores e capital. Depois disso, era necessário fazer mais. Muito mais. Era preciso dar sinais claros de que Portugal aprendera com os erros do passado e que estava, agora, receptivo a modernizar a sua economia e a deixar criar empresas privadas e riqueza. Mas foi o contrário que foi feito, e os indicadores de que estávamos a sair da crise estão todos, agora, a reverter-se.
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Nestas circunstâncias, quando entramos no último ano de mandato de um governo desnorteado pela insatisfação das pessoas que viram frustradas as promessas do «fim da austeridade», fustigado por greves sem fim, causadas por esse descontentamento e pela pressão dos partidos extremistas que querem tirar ao PS a hipótese da maioria absoluta, para continuarem a ser imprescindíveis nos próximos quatro anos de governação, onde está uma alternativa clara a este socialismo de miséria a que parece estarmos condenados? Não está.
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O PSD, de Rui Rio, continua preso a uma politiquice de estilo dito institucional, onde se limita a fazer de conta que a oposição tem de ser «responsável», não aceitando que as coisas têm de mudar profundamente e que o próximo governo precisa de uma agenda profundamente reformadora do atraso que tivemos nos últimos três anos.
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Por conseguinte, não podemos contar com nada de diferente de quem nos tem governado, nem acreditar que haja uma oposição que possa fazer diferente do que tem sido feito. Esta é uma responsabilidade que tem de ser assacada a um PSD, que tem meia-dúzia de meses para nos convencer de que é capaz de ser uma alternativa real ao descalabro que se anuncia abater sobre nós.

"MAS PORTUGAL NÃO É UM PAÍS DO TERCEIRO MUNDO...!!!

Mais jovens a adormecer ou a chegar à escola com fome


Mais jovens a adormecer ou a chegar à escola com fome

Um estudo internacional sobre o estilo de vida na adolescência mostra que 11 por cento dos jovens admitem que vão para a cama e para a escola com fome por falta de comida em casa. O número de adolescentes que dizem que isso acontece “sempre” ou “frequentemente” duplicou em relação ao anterior estudo, feito em 2014. Em Portugal, os adolescentes portugueses andam cansados, não gostam da escola e tomam muitos medicamentos.

".O ESTADO FALHOU!"


O Estado é criminoso. O Governo é criminoso.

Diz o Presidente Marcelo, garante da constituição socialista que nos governa, que o estado voltou a falhar. Já são falhas a mais e mortes a mais para quem defende a INTERVENÇÃO do estado para colmatar as pretensas falhas do “mercado”.

HISTÓRICO:"FAZ HOJE 57 ANOS DA INVASÃO DE GOA"

MCB
(1) Relatório do Patriarca de Goa, D. José da Costa Nunes, para o Governador-Geral da Índia Portuguesa, 1943, in Presença de Portugal mo mundo, Lisboa, Academia Portuguesa de História, 1982, p. 476.
Foto: José Manuel Catalão Oliveira e Carmo, o último herói da Índia
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Faz hoje 57 anos: a invasão da Índia Portuguesa
Faz hoje 57 anos que a Índia, abjurando a sua propalada não-violência, invadiu o Estado Português da Índia. Um acto injustificável à luz do Direito Internacional, devidamente sancionado pelo Tribunal de Haia, lembrando aos ingénuos que o direito da força raramente se submete à força do Direito e que a moral que rege o comportamento dos Estados é coisa que a polemologia arruma no canto extremo e invisível da prateleira da vontade de poder.
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A Índia Portuguesa era, desde o século XVI, a mais apurada expressão da presença de Portugal no mundo. Não era uma colónia, mas um Estado; os seus habitantes não eram nem colonos nem colonizados: eram cidadãos de pleno direito e os seus filhos, nos tempos de glória como nos do ocaso estiveram presentes em todos os actos marcantes da vida portuguesa: nas letras e nas artes, na ciência, no ensino, na administração, na missionação ou ao serviço de Marte.
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Em Goa estava a sede do Padroado Português, como repousa ainda, no sarcófago de prata o Apóstolo das Índias. Os Vice-Reis e, depois, os Governadores-Gerais, confirmavam a investidura recebendo da imagem de S. Francisco Xavier o bastão de comando. A Índia Portuguesa era, contrariando a lenda negra e a novena de mantras da propaganda, um dos mais progressivos rincões do sub-continente indiano.
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"De facto, quem percorre a Índia Britânica e, pondo de lado meia dúzia de cidades modernas, se interne nos centros nativos, nas populações rurais, chega necessariamente a esta conclusão: a Índia está hoje no mesmo estado de há mil anos! As aldeias, o povo, a mentalidade, os usos, os costumes continuam na mesma. Falta a higiene, a pior das misérias, atraso, ao passo que as nossas aldeias respiram certo bem-estar e o nosso povo vive uma vida incomparavelmente superior, sob todos os aspectos, à da população nativa da Índia inglesa"(1).
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A actividade cultural que se desenvolvia em língua portuguesa na Índia britânica era motivo de grande orgulho e a animação tocava a investigação histórica, a crónica política e até produção literária e ensaística. O Investigador Portuguez em Bombaim, nos anos da década de 1830, O Echo de Bombaim, editado por uma Press Mercantil na década de 1860, deram corpo à necessidade de criar centros destinados a públicos mais exigentes e cultos. Assim nasceram o Instituto de Educação Portuguesa (1855) e em 1902, o Real Instituto Luso-Indiano. 
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Os mais de vinte mil indo-portugueses recenseados em Bombaim em 1881 eram vinte cinco mil em 1915 e na véspera da Segunda Guerra abeirava-se a comunidade da meia centena de milhar. Em Bombaim, grande metrópole do Índico, na mudança do século XIX para o século XX havia 341 clubes goeses, com catorze mil associados, dos quais mil e quatrocentos eram homens ligados a actividades do mar. Para eles havia tipografias editando em português, escolas e igrejas. Um jornal em língua inglesa - Our Nation - gozava de grande autoridade e as paróquias editavam profusamente livros, folhetos, jornais e pagelas. 
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A proeminência deste grupo não se prendia, apenas, com a inclinação para as humanidades e para as ciências jurídicas. Um dos mais afamados médicos-cirurgiões oftalmologistas no Império britânico era o Dr. Acácio da Gama (1845-1902). Nascido em Goa, formara-se no Medical College e na Universidade de Bombaim. A sua entrega aos mais pobres e o trabalho que desenvolveu nos bairros católicos valeram-lhe a outorga pelo Rei de Portugal do colar da Ordem de Cristo e eleição para a direcção da selectiva British Medical Association. Portugal na Índia era, indiscutivelmente, um caso de sucesso.
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Depois, vieram os "ventos da história", crença que fez escola e não passa disso mesmo, de uma crença. Portugal tinha de sair, mesmo que saísse contra a vontade da população que era portuguesa e portuguesa queria permanecer. A prová-lo, o facto de após a invasão, abandonando as suas casas, haveres, laços, empregos e a terra onde haviam nascido os pais dos seus avós, trinta mil indo-portugueses se terem recusado ficar em terra onde ondulava outra bandeira que não a portuguesa. A saída dos indo-portugueses foi um referendo com os pés ao abuso e à arbitrariedade da invasão.
MCB
(1) Relatório do Patriarca de Goa, D. José da Costa Nunes, para o Governador-Geral da Índia Portuguesa, 1943, in Presença de Portugal mo mundo, Lisboa, Academia Portuguesa de História, 1982, p. 476.
Foto: José Manuel Catalão Oliveira e Carmo, o último herói da Índia

"QUEM SE METE COM O PS FICA SEMPRE BORRADO!"


MARCELLUS VOBICUM!

MARCELLUS VOBISCUM!

(José Gabriel, 18/12/2018)
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Um dia um anjo do Senhor – que digo eu, um arcanjo! – aparecendo a Marcelo, ordenou-lhe:
— Marcelo, filho de Baltazar, serás presidente de todos os portugueses, que é essa a vontade do Altíssimo!
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Marcelo ficou perplexo, já que, sendo jurista, pensava serem indispensáveis os votos dos eleitores, mais que a vontade divina, para atingir tal desiderato. Porém, sendo crente, não se lhe pôs dúvida nem hesitação sobre o caminho a seguir. Pelo que, engolindo em seco, gaguejou humilde:
— Assim seja.
O anjo lá foi à sua vida – seja o que for que tal signifique, que o modesto escriba nada sabe sobre costumes angelicais -, resmungando para com as suas penas qualquer coisa pouco abonatória para O encomendante de tais tarefas.
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E foi assim que Marcelo, o inocente, passo a passo, abriu o caminho à sua inevitável ascensão, caminho que não deixou de incluir um baptismal mergulho nas águas do rio onde nadam as Tágides.
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E é vê-lo, hoje, lançando as suas bênçãos, apelos, conselhos, prédicas, reparos, paternais censuras e, até, uma ou outra ameaça de sobrolho erguido, perante os olhos maravilhados dos seus seguidores os quais – por observarem que tudo vem de alguém que nunca pôs as mãos na política real, nunca se embrenhou nas redes de intriga social, nunca foi presidente do PSD, nunca foi governante, nunca foi candidato a nada, nunca votou a favor e contra nada, nem contra a lei do Serviço Nacional de Saúde, abrenúncio!, numa palavra, nunca fez política nem defendeu interesses e causas que não as que, agora, lhe são sopradas do alto, sendo inocente do pecado original – o procuram e o seguem, nem que seja para com ele registar digital imagem que a posteridade agradecerá. Marcelo, o puro. Marcelo o único impoluto. Marcelo, o escolhido.
Por isso, oh meus irmãos descuidados, quando ouvirdes a palavra de Marcelo, sabei que, pela língua que se agita entre os seus dentes, passa a verdade, sempre a verdade. Para nós ficam as dúvidas, as angústias, as inseguranças, o mal viver. Nós, os muitos cuja única dádiva divina foi a ventura de viver no tempo de Marcelo, o imaculado.
Erguei, pois, as mãos aos céus – mas não agora que está frio, chuva e um vento do caraças – e, prostrados, agradecei. Marcellus vobiscum!

POLITICA: CANADÁ - CHINA

 
Pequim, Ottawa falando em meio à detenção de canadenses
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De ZHOU JIN | China Daily | Atualizado em: 2018-12-18 07:37
Bandeiras da China e do Canadá. [Foto / ic]

Pequim e Ottawa mantêm uma comunicação diplomática regular sobre a recente detenção de dois cidadãos canadenses na China, e Pequim conseguiu que autoridades canadenses tenham acesso a eles, disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Hua Chunying, na segunda-feira.

A China está fornecendo toda a assistência necessária para permitir que o Canadá cumpra os serviços consulares normais, e os direitos e interesses legítimos dos dois cidadãos canadenses estão sendo garantidos, disse Hua em uma entrevista coletiva diária.

Os canadenses, o empresário Michael Spavor e o ex-diplomata Michael Kovrig, são suspeitos de se engajar em atividades que ponham em risco a segurança nacional da China. Seus casos estão sob investigação e estão sendo detidos de acordo com a lei, disse ela.

John McCallum, embaixador do Canadá na China, encontrou-se com Kovrig na sexta-feira e Spavor no domingo, citou o Ministério das Relações Exteriores do Canadá.

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, disse na sexta-feira em uma reunião com a chanceler do Canadá, Chrystia Freeland, em Washington, que a detenção dos dois canadenses é ilegal e inaceitável, e eles deveriam ser libertados.

Freeland disse que a recente detenção de um alto executivo chinês está de acordo com o estado de direito e honra os compromissos do tratado internacional do Canadá.

O Canadá deteve o diretor financeiro da Huawei, Meng Wanzhou, em 1º de dezembro, em Vancouver, a pedido dos EUA.

"Depois de tantas coisas acontecerem, é surpreendente que os EUA e o Canadá ainda se comprometam a respeitar o Estado de Direito", disse Hua, acrescentando que se trata de uma versão moderna do New Clothes do The Emperor.

Ela disse que tais observações desconsideram os fatos e ignoram o estado de direito, e serão ridicularizados.

Muitos canadenses escreveram para a embaixada chinesa no Canadá ou meios de comunicação canadenses para criticar as medidas não razoáveis ​​e ilegais tomadas pelo governo canadense, disse ela, acrescentando que muitos americanos, incluindo o economista da Universidade Columbia Jeffrey Sachs, comentaram o caso.

A China pede insistentemente ao Canadá que corrija seu erro e libere Meng, e está pedindo que os EUA cancelem a chamada para sua prisão, acrescentou ela.

"4258 DIAS DEPOIS"

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Se toda a água sacudida do capote de antonov kostenko (vulgo Primeiro Ministro de Portugal ao serviço de dois partidos comunistas) fosse aproveitada, teríamos reservas aquíferas para mais 200 anos. Desde que ingressou na JUMENTUDE SOCIALISTA, onde lhe Lavaram Muito Mal aquela porcaria toda que tem dentro da cabeça, nunca mais o safado deixou de dar mais importância ao seu eu político. Portugal, Portugueses, Governação, BAH o que é isso comparado com a necessidade dele de não perder o "Comboio Político" e ter que Trabalhar? Trabaquê? Isso é para a ralé!!! Em três anos de Má Governação não se tem poupado a esforços para demonstrar isso mesmo. Eu (ele), Eu, e mais eu, e ainda EU e... talvez muito depois os outros se EU não precisar… Entre governar assim e o "deixa andar", acho que o "deixa andar" não prejudicava tanto!!! 
         CV

GAMANÇO COM PITADA DE HUMOR


"D.TARTUFO VIROU EMPLASTRO"


A  NOVA  VERSÃO  DO  EMPLASTRO...

Não resisti!

O novo emplastre, eleito pelo povo!