segunda-feira, setembro 03, 2018

"PORTUGUESES,NÃO COMERAM,NEM BEBERAM MAS ENCALATRADOS!"

Dívida pública aumenta 1,6 mil milhões de euros em julho

"Para este aumento contribuiu essencialmente a subida dos títulos de dívida", explica o Banco de Portugal.

A dívida pública situou-se em 248,2 mil milhões de euros em julho desde ano, tendo aumentado 1,6 mil milhões de euros relativamente ao final do mês anterior, segundo dados divulgados esta segunda-feira pelo Banco de Portugal.
“Para este aumento contribuiu essencialmente a subida dos títulos de dívida”, explica o banco central. Em julho, o Tesouro foi ao mercado em dois leilões de dívida pública, em que emitiu 950 milhões de euros em Obrigações do Tesouro. Foi também a altura em que finalizou a subscrição de Obrigações do Tesouro de Rendimento Variável (OTRV).
Os ativos em depósitos das administrações públicas aumentaram 1,5 mil milhões de euros, pelo que a dívida pública líquida de depósitos registou um acréscimo de 0,1 mil milhões de euros em relação ao mês anterior, totalizando 227,5 mil milhões de euros, de acordo com os dados do BdP.
A trajetória da dívida portuguesa inverte, assim, o curto, depois de em junho, a dívida pública ter caído 3,6 mil milhões de euros em junho, para 246,673 mil milhões de euros. Apesar disso, o montante de julho fica ainda abaixo do valor recorde registado em maio, nos 250,313 mil milhões de euros.
Fonte: Banco de Portugal

TONY COSTA É UM DITADOR

António Costa é um Ditador

2 comentários
O Partido Socialista seja de António Costa, Sócrates, Mário Soares ou qualquer outro líder da agremiação do largo do Rato, adora brincar com elementos industriais bastante maleáveis, dos quais tem a plasticina como elemento principal. Entende-se por plasticina do PS o regime, a democracia portuguesa, todos nós! O Partido Socialista faz jus ao seu nome, dá se muito mal com a liberdade dos indivíduos, com a nossa liberdade de escolha, pode ter medo que não escolhamos o socialismo- Como diria Thatcher- querendo tapar todos os buracos negros que tem de qualquer forma, usando para isso os instrumentos de regulação de uma sociedade, tendo a Justiça como principal alvo. Controlando a Procuradoria, como controlou no passado, com Sócrates ao comando, Costa passa a ter outro boneco à frente dos destinos da Magistratura. O caminho do PS é sempre o rastejante, o perigoso, o de colocar de mãos dadas a política com a justiça, duas forças opostas que deviam estar separadas por força ética constitucional(e estão).
Um caso que posso falar aqui, é publico portanto, tem como representação um acto que nós em Portugal achamos normal, mas que no resto da Europa é visto como sobreposição dos interesses políticos sobre o judiciário. Claro que o PS abusa de tal coisa, que se chama a “prática do beija mão”, em 2015, António Costa convida Joana Marques Vidal para uma “reunião”, no Largo do Rato onde este com certeza pensava que a senhora Procuradora era mais uma vendida como todos os procuradores nomeados pela Partido Socialista que fizeram o seu trabalho como deve ser, ou seja, distorcer o ritmo normal das coisas no ramo judiciário, virando o jogo a favor de um Partido, algo duplamente lamentável, mas que cuja receita queria repetir. Qual foi a resposta de Vidal? Veja abaixo!
PGR.png
FONTE: DN, de 2015.
Como qualquer órgão constitucional, e com poderes separados do governo, a acção foi a mais correcta, a mais ponderada relegando a batata quente para quem a mandou primeiro. Costa apartir daí teve e constituiu uma guerra fria com Vidal, até hoje. Até ao dia em que a quer substituir por mais um amigo seu e do governo do qual é Primeiro-Ministro não eleito. Um Procurador(a), que abafe os casos dos seus ex-Secretários de Estado do caso GalpGate, alguém que coloque o ex-Banqueiro do Regime livre dos seus próprios actos. Duvido, e aqui tenho sérias dúvidas, se Costa quer Sócrates livre. José Sócrates livre era um perigo, uma espécie de bomba atómica, para os planos socialistas de Costa de poder absoluto. Sócrates sabe demais, talvez este tenha um fim mais condigno com o que fez ao País.
E para reforçar o que acabei de dizer, leiam este excerto do DN de 2015:
PGR II.png
FONTE: DN, 2015
Como podem os prezados reparar, a Procuradora colocou-se à disposição para discutir matérias do âmbito de reformas judiciárias e outros afazeres para melhorar o processo lento da nossa justiça. Costa recusou a audiência, não agendando outra. Uma pessoa que queira debater o estado do País, aceita o convite. Uma pessoa que quer “amarrar”, condicionar, manipular um dos entes judiciários mais importantes do País, faz isto, recusa. António Costa é um ditador.
Mauro Oliveira Pires

Macau: Discriminação racial"

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"O TONY COSTA ALINHA COM A CORRUPÇÃO!"

Costa não quer luta contra a corrupção



3 Setembro, 2018


Nunca as coisas foram tão claras como agora, ao tomarmos conhecimento que Costa não colocou na lista a apresentar junto do Presidente da República, o nome de Joana Marques Vidal para o cargo de PGR. E o mais incrível disto tudo é que ele nem sequer disfarça. Podia ter incluído o nome só para “inglês ver”. Mas não. O acto de omitir o nome é uma clara mensagem ao Presidente da sua intenção de não a ver renomeada. Clarinho como a água.
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Assim, Costa declara que “não vê” qualquer mérito no trabalho de 6 anos da actual PGR.  É isso mesmo! Portanto, a brilhante “Operação Marquês” que pela primeira vez na história de Portugal coloca no banco dos réus políticos, banqueiros e  ex-governantes como José Sócrates, Ricardo Salgado e Armando Vara entre outros por fraude e branqueamento de capitais; a corajosa “Operação Fizz” contra ex-presidente angolano igualmente por corrupção; o megalómano “Processo Universo Espírito Santo” sobre o maior colapso financeiro registado em Portugal com ligações políticas nefastas para o erário público; e ainda a menos badalada “Operação O Negativo” de que já nem se fala, mas igualmente grave e que envolve o ex-presidente da Octopharma  e o ex-presidente do INEM, num esquema que envolvia a venda de plasma sanguíneo, lesando gravemente o Estado, não são currículo mais do que suficiente para reconduzir esta competentíssima profissional. Não senhor. É “currículo a mais” para o cargo que se deseja ser desempenhado por gente frouxa, “amiga do seu amigo”. Ao estilo daquele que safou Sócrates quando ele era ainda primeiro ministro. Percebem?
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É preciso, portanto, chutá-la dali para fora por falta de “perfil adequado”. Porque para governos opacos que gostam de se mover em lodo, transparência, justiça e separação de poderes não interessa nem um pouco. Porque isso torna-se um obstáculo ao “safanço” dos amigos entalados na justiça  e que com uma “Joana Marques Vidal” no caminho, poderão ser uma ameaça, abrindo a boca, levando consigo outros para o banco dos réus assim que perderem a imunidade parlamentar. Estão a ver o problema? Assim,  Mulheres determinadas, isentas e sem qualquer hipótese de compadrio, não são desejadas no meio podre da máfia portuguesa, que ameaça todos de alguma forma, de tantos tentáculos que os ligam entre si.
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O problema é que ao não reconduzir Joana Marques Vidal, Portugal perde credibilidade porque está a passar a imagem para o exterior, de que não privilegia o combate à corrupção, antes combate quem lhe faz frente de forma exemplar. Cá dentro passa a imagem de que não existe justiça igual para todos, nem separação de poderes mas sim, arranjos políticos tal como nos países do 3º mundo. É a desacreditação total de uma Nação que se diz democrática mas a toda a hora se comporta como numa ditadura.
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O único que pode e deve salvar a honra deste país, é o Presidente da República com o poder de decisão que lhe cabe nestas circunstâncias, de acordo com a nossa Constituição. Será dele a última palavra. E dele, espera-se sentido de Estado que ponha ordem nesta bagunça. Falta saber se será essa a decisão, para dar continuidade a um trabalho louvável e irrepreensível ou se vai deixar que a política tome conta da justiça em Portugal.
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Esperemos que a defesa pelos interesses da Nação e não outros, fale mais alto na hora de assinar.

"A REAL TRAGÉDIA"

Arderam 200 anos de História do Brasil


Arderam 200 anos de História do Brasil

O património histórico do Brasil sofreu um abalo de magnitude incalculável com o incêndio que destruiu o Museu Nacional, no Rio de Janeiro. “O arquivo histórico do museu, de 200 anos de história do país, foi totalmente destruído”, resume o vice-diretor do museu, o mais importante do país. Fundado em 1818 pelo rei D. João VI, o museu tinha um acervo riquíssimo com mais de 20 milhões de peças, grande parte delas recolhidas durante os períodos da Regência e Império, no século XIX. O incêndio devastador, cuja origem ainda não foi determinada, começou por volta da meia-noite de ontem, hora portuguesa, e não há registo de vítimas. O Presidente do Brasil fala numa “perda incalculável”.

Repórteres da Reuters são presos por sete anos em Mianmar


Myanmar journalists Thet Oo Maung (R), also known as Wa Lone, and Kyaw Soe Oo (L) in undated photos.  
Thet Oo Maung e Kyaw Soe Oo

'Eu não tenho medo': Repórter da Reuters desafiadora após sentença de Mianmar.

Dois jornalistas da Reuters detidos em Mianmar enquanto investigavam um massacre de muçulmanos Rohingya foram considerados culpados de violar a Lei de Segredos Oficiais do país e condenados a sete anos de prisão.

Wa Lone, 32 anos, e Kyaw Soe Oo, 28 anos, estão presos em Yangon depois de serem detidos em dezembro, em um caso marcante que provocou indignação internacional e foi visto como um teste de progresso em direção à democracia no sudeste asiático. país.

Em sua decisão, o juiz Ye Lwin disse que os homens “tentaram muitas vezes colocar as mãos em documentos secretos e passá-los para outras pessoas. Eles não se comportaram como jornalistas normais.

Quando foi levado a uma van da polícia algemada, Wa Lone disse: “Não tenho medo. Eu não fiz nada de errado ... Eu acredito em justiça, democracia e liberdade. ”Kyaw Soe Oo abraçou sua esposa enquanto ela estava chorando e a segurou até que a polícia o levou embora.

A Reuters condenou o veredicto como "um grande passo para trás" em Mianmar.

"Hoje é um dia triste para Mianmar, para os jornalistas Wa Lone e Kyaw Soe Oo, da Reuters, e para a imprensa em todos os lugares", disse o editor-chefe da Reuters, Stephen J Adler, em um comunicado. Adler pediu que Mianmar revisasse a decisão com urgência.

O advogado de defesa Khin Maung Zaw disse que o veredicto foi "ruim para o nosso país" e que ele "tomaria qualquer opção para obter sua libertação imediata".

Os defensores da liberdade de imprensa, as Nações Unidas, a União Europeia e países como Estados Unidos, Canadá e Austrália pediram que os homens fossem absolvidos.
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Os jornalistas estavam investigando as mortes de 10 Rohingyaat nas mãos de soldados e aldeões budistas em Inn Din, uma aldeia no norte do estado de Rakhine. Depois de ser convidado para um jantar por oficiais, eles foram detidos.

Os promotores acusaram os homens de obter documentos secretos do estado, em violação da Lei dos Segredos Oficiais. Os jornalistas disseram que eles foram enquadrados pela polícia, que lhes deu os documentos durante o jantar, e que eles foram alvo de suas reportagens. Kyaw Soe Oo disse que, enquanto estava sendo investigado, ele foi privado de sono, forçado a se ajoelhar por horas e colocou um capuz preto sobre a cabeça.

Uma testemunha de acusação disse no interrogatório que ele havia escrito a localização da prisão em sua mão para que ele não a esquecesse enquanto estava testemunhando. Outro admitiu que ele queimou suas anotações da prisão.

Preocupados com o que foi amplamente visto como um ataque draconiano pelas autoridades de Mianmar sobre a imprensa livre, dezenas de jornalistas e ativistas marcharam em Yangon no domingo em apoio aos homens.

O veredicto foi condenado por ativistas de direitos humanos, ONU, EUA e Grã-Bretanha.

Knut Ostby, coordenador humanitário e residente da ONU em Mianmar, disse estar decepcionado com a decisão do tribunal. "Wa Lone e Kyaw Soe Oo devem poder voltar para suas famílias e continuar seu trabalho como jornalistas", disse ele.

O embaixador dos EUA em Mianmar, Scot Marciel, disse que a decisão foi "profundamente preocupante". Dan Chugg, embaixador da Grã-Bretanha em Mianmar, disse estar extremamente desapontado com o veredicto.

Brad Adams, o diretor da Human Rights Watch na Ásia, descreveu as condenações como ultrajantes, acrescentando: "Essas sentenças marcam um novo recorde para a liberdade de imprensa e um retrocesso nos direitos sob o governo de Aung San Suu Kyi".

O veredicto ocorre em um momento de intenso escrutínio internacional sobre as autoridades de Mianmar, depois de um enfadonho relatório da ONU sobre o tratamento dado pelos militares aos Rohingya, que, segundo eles, equivalia a uma limpeza étnica. Mais de 700 mil rohingya fugiram de Mianmar para a fronteira com Bangladesh no ano passado, depois de uma campanha de violência por parte dos militares.

Na semana passada, a ONU disse que os generais do exército de Mianmar deveriam ser investigados e processados ​​por "graves violações dos direitos humanos e graves violações do direito internacional humanitário". No relatório, que foi rejeitado pelo governo de Mianmar, a líder de facto Aung San Suu Kyi foi criticada por não apoiar os Rohingya.


TAILÂNDIA: "CONFERÊNCIA MUDANÇAS CLIMÁTICAS"



Embora a Tailândia tenha feito progressos impressionantes na redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE), ainda enfrenta muitos desafios e a grande lacuna de implementação em escala global ainda precisa ser resolvida.

Esses fatos surgiram quando Bangkok se prepara para sediar a conferência da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC) nesta semana.

De amanhã até domingo, a conferência incluirá sessões das três subsidiárias da UNFCCC - Órgão Subsidiário de Implementação, Órgão Subsidiário de Assessoramento Científico e Tecnológico e Grupo de Trabalho Ad Hoc sobre o Acordo de Paris. A conferência, que se reúne no Centro de Conferências das Nações Unidas em Banguecoque, visa facilitar a conclusão atempada do programa de trabalho ao abrigo do Acordo de Paris.

Especialistas em mudança climática e agências relacionadas na Tailândia veem a conferência como um importante precursor para a discussão dos líderes globais sobre a questão da descarbonização e as negociações para metas mais progressivas de redução de emissões de GEE para estabilizar as temperaturas globais.

A Organização de Gerenciamento de Gases de Efeito Estufa da Tailândia (TGO) revelou que, nos últimos dois anos, o Reino deu grandes passos em suas metas de redução de GEE. Apenas no ano passado, foi muito além de sua meta de 25,5 milhões de toneladas de CO2 equivalente (mt-CO2eq), reduzindo mais de 40,14 milhões de toneladas de CO2eq nos setores de energia e logística.

De acordo com seu compromisso com o Acordo de Paris, a Tailândia espera reduzir as emissões de GEE em 20 a 25 por cento em 2030, ou equivalentes a 110 a 140 toneladas por ano de CO2-eq. Isso é baseado na estimativa da linha de base de emissões de GEE no cenário Business as Usual (BAU).

A TGO disse que, a julgar pelo progresso da Tailândia no seu plano de redução de emissões de GEE, não deverá ter problemas em cumprir o compromisso do Acordo de Paris até 2030. De acordo com o Roteiro de Contribuições Nacionalmente Determinadas da Tailândia para Mitigação 2021–2030, suas emissões de GEE podem ser reduzidas até 115 mt. CO2eq ou 20 por cento sem qualquer assistência adicional.

Dados do Escritório de Política Energética e Planejamento revelaram que a taxa de emissão da Tailândia estava aumentando em um ritmo mais lento nos últimos anos, e a taxa anual de emissões de GEE em 2017 caiu desde o ano anterior pela primeira vez desde 1998.

No entanto, o TGO apontou que ainda havia muitos desafios para a Tailândia superar antes que pudesse se tornar uma sociedade de baixo carbono e atingir metas mais progressivas de redução de emissões de GEE. Os problemas que o país enfrenta são o envolvimento limitado de todos os interessados, a falta de informações abrangentes sobre a emissão de GEE e, o mais importante, a falta de conscientização e compreensão do público.

Enquanto isso, Tara Buakamsri, diretora do Greenpeace para o Sudeste Asiático, disse que outra questão preocupante é o compromisso de outros países com o Acordo de Paris. Eles só contribuem para um terço do valor de redução de emissões de GEE que pode estabilizar o aumento da temperatura global em cerca de 1,5 graus Celsius em comparação com a era pré-industrial.

“Há 125 países que ratificaram o Acordo de Paris e submeteram suas contribuições determinadas nacionalmente [NDCs] para reduzir as emissões de GEE, o que equivale a 81,36% do total das emissões globais de GEE”, disse Tara.
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"Mas, a partir do cálculo dos compromissos de redução de GEE em todos os NDCs dos signatários do Acordo de Paris, pode-se descobrir que ainda existe uma grande lacuna de implementação para impedir que a temperatura média global suba mais de 2 graus Celsius."

Portanto, ele disse que a conferência sobre mudanças climáticas em Bangcoc será um passo importante para a comunidade global trabalhar em conjunto na missão de diminuir essa lacuna de implementação nos PADs do Acordo de Paris e avançar ainda mais para ter métodos de descarbonização mais eficientes.

"Esta conferência será um fórum para os órgãos multilaterais de acordos ambientais para melhorar as ferramentas de mitigação das mudanças climáticas e preparar as questões da próxima 24ª Conferência das Partes ou da COP24 na Polônia em dezembro", disse ele.

“As negociações na COP24 serão o próximo ponto de virada para o mundo evitar um resultado catastrófico de mudanças climáticas extremas, porque a menos que a comunidade global possa chegar a um acordo para buscar compromissos mais ambiciosos de redução de GEE, temos uma pequena chance de estabilizar as temperaturas globais. . Vamos colocar o futuro das próximas gerações e dos ecossistemas do mundo em grande perigo. ”Este é o terceiro relatório da série“ Change the Climate ”

On segundo relatório:
clique aqui
FONTE: THE NATION

Angola tenta fechar financiamento chinês de 11 mil milhões de euros


AOS POUCOS A CHINA  COMPRA  A AFRICA !!!

COISAS E LOISAS DE 3 DE SETEMBRO

O colapso do paraíso comunista da Venezuela

Na Venezuela aplicou-se as politicas socialistas defendidas pelo bloco,com apoio dos pensadores económicos do podemos espanhol e o resultado é miséria! Mas os media em Portugal não fazem uma única pergunta ao bloco. Temos uma comunicação social completamente controlada pela esquerda e só não estamos como a Venezuela porque ainda temos alguma direita na Europa. Resumindo, os burgessos Continua...

O típico socialista

Medina quer 65 milhões de euros do OE para baixar preço do passe em Lisboa. O presidente da Câmara de Lisboa propôs um novo plano para os transportes públicos na capital portuguesa, ao primeiro ministro António Costa e ao ministro das Finanças Mário Centeno. Fernando Medina explicou, em entrevista ao jornal Expresso, que implica um custo anual de 65 milhões de euros e tem o apoio do Continua...

Francisco Louçã, um dos políticos mais sujos de Portugal, diz que nas próximas eleições a política suja pode aparecer

O clérigo Louçã está preocupado! Pode perder o monopólio da “política suja”…! Nada como o Louçã para reconhecer “política suja”. É um especialista com décadas de experiência. O BE não sabe fazer política de outra forma. Agora levaram com o Robles na tromba. Ainda vão levar mais. Não tenho pena nenhuma. Pois eu estou desejoso que venha muita, muita de sina Continua...

PCP pede fim da perseguição a Lula. Como? Podem repetir por favor?

Que o PCP pense e diga isto, enfim, nem surpreende. Afinal, estamos a falar de um partido de extrema-esquerda. Que uma parte do PS também pense isto é que é muito grave. Perseguição. Há sempre uma cabala. Na Venezuela há outra, fruto da ingerência externa. Reconhecer que o modelo não funciona, exemplo prático após exemplo prático, é que não pode ser. Tanto no Brasil como em Portugal temo Continua...

"PORTUGAL É DE OIRO"

Automotoras com 50 anos? Comissões à Vista

(Dieter Dellinger, 02/09/2018)
comboio
O jornal “dinheiro vivo ou morto?” diz que a CP funciona com automotoras com 50 anos e que eu saiba ninguém protestou quando tinham 40 ou 45 anos.
Um amigo entendido nestas coisas diz que as 57 unidades amarelas aqui retratadas datam de 2003 e as verdades são um pouco mais recentes, adquiridas pelo governo Sócrates e as com 50 anos de idade já há muito que foram para a sucata.
Este combate da direita pelos comboios tem uma razão que nenhum jornalista televisivo disse ainda. É que a partir de 1 de Janeiro de 2019 as linhas de comboio serão abertas a qualquer operador certificado, quer dizer, privatizáveis na base de um contrato de serviço público com o governo para que mantenha a atividade comercial corrente.
Esta linguagem tem de ser traduzida para português corrente e quer dizer: Os privados podem aparecer com comboios e cobrarem as viagens ao valor que entenderem e, naturalmente muito mais alto, devendo o Estado (Contribuintes) pagar a diferença. Será uma espécie de Swaps impostos por Bruxelas.
No imediato, a abertura não será total, podendo o Estado realizar com a CP contratos iguais ao que realizaria com empresas privadas, mas só entre 2019 e 2023.
O ou os contratos serão feitos com a AMT-Autoridade da Mobilidade e dos Transportes que vai ganhar novas competências e terão de realizar contratos como se a CP fosse já privada.

Trata-se pois do 4º Pacote Ferroviário da União Europeia em que a Cristas e o Rui Rio esfregam as mãos de contentes porque esperam que dos contratos com privados venham boas comissões para as suas contas secretas no Panamá ou em qualquer offshore.
A inscrições estão abertas, mas apenas a empresa Arriva, cujo capital pertence ao “Deutsche Bank”, mundialmente conhecido pela sua desonestidade e pelas multas astronómicas que tem de pagar nos EUA e noutros países, é que mostrou interesse na ligação entre o Porto e a Galiza.
A direita não dá ponto sem nó. O falatório sobre os comboios surge para meterem dinheiro ao bolso e favorecerem a entrega de mais um ativo estratégico da PÁTRIA a estrangeiros porque esses é que podem transferir facilmente dinheiros para as contas secretas de Rui Rio, Cristas e sei lá quem mais.
Se Rui Rio fosse um homem honesto já deveria ter dito que não quer a exploração ferroviária entregue a estrangeiros, mas sim à CP como sempre foi. Mas, o gajo escondeu essa da entrada em vigor do 4º Pacote Ferroviário de Bruxelas. Devemos divulgar isto o mais possível.
Claro que o BE e o PCP também nada dizem porque querem conquistar com dinheiro um eleitorado de professores e funcionários públicos, pelo que devem estar dispostos a aceitar em troca a privatização da PÁTRIA.
NADA mais deve ser entregue a ESTRANGEIROS. A PÁTRIA em Primeiro LUGAR. Viva PORTUGAL, fora Rui Rio e Cristas e outros traidores..

NK reitera importância de auto-suficiência antes do aniversário de estabelecimento estatal

O líder norte-coreano Kim Jong-un participa de uma grande parada militar celebrando o 70º aniversário de fundação do Exército do Povo Coreano na Praça Kim Il-sung, em Pyongyang. (Reuters)

De Yonhap

    Publicado: 3 de setembro de 2018 - 10:0

A Coréia do Norte reiterou a importância da autossuficiência em seu processo de tomada de decisão na segunda-feira, antes do próximo aniversário do estabelecimento do governo.

"Não há prescrição de cura que possa ser aplicada a todos os países e povos", disse o Rodong Sinmun, o jornal oficial do Partido dos Trabalhadores da Coréia, em um editorial.

"Todos os países que receberam as prescrições dos imperialistas como se estivessem sem autossuficiência acabaram sendo enredados no caos social e político e nas lutas étnicas, sem exceção", acrescentou.

A ênfase renovada do Norte na independência ocorre em meio a um impasse nas conversações nucleares com os Estados Unidos após a histórica cúpula do dia 12 de junho, aparentemente por contradizer a rapidez e até que ponto Pyongyang deveria abandonar seu programa de armas nucleares.

Citando o colapso do bloco socialista no início dos anos 90, o jornal disse que as consequências de não manter a auto-suficiência seriam desastrosas.

"Se a pressão e as interferências forem aceitas na política e as ações forem tomadas à mercê de outras instruções, seria impossível manter princípios e consistência, o que acabaria por arruinar a revolução e a construção", afirmou. "As experiências dos outros devem ser tratadas criticamente e criativamente".

Com o 70º aniversário de fundação a uma semana de distância, a mídia do Norte vem aumentando a necessidade de independência em relação à intervenção externa em seu processo de tomada de decisões sobre a economia e outras áreas.

Em um editorial no domingo, o jornal lançou luz sobre os esforços que estão sendo feitos em todo o estado comunista para desenvolver sua economia com base em seus próprios recursos e tecnologia.

A ênfase na auto-suficiência pode ser interpretada como uma forma de manter sua casa em ordem antes do aniversário do estabelecimento do estado, em 9 de setembro, e se preparar para intensificar a pressão dos Estados Unidos para que ela se desnuclearize.

As conversas entre os EUA e a Coréia do Norte estão paralisadas, pois não conseguiram encontrar um terreno comum para livrar Pyongyang de seu programa de armas nucleares.

A incerteza aumentou ainda mais desde que o presidente dos EUA, Donald Trump, recentemente cancelou uma viagem planejada por seu secretário de Estado, Mike Pompeo, ao norte, citando a falta de progresso na desnuclearização.

Entre outras coisas, o Norte aparentemente quer que os EUA se unam aos esforços para declarar oficialmente o fim da Guerra da Coreia de 1950-53, como forma de garantir a segurança do regime. Os EUA parecem querer que o Norte tome medidas substantivas de desnuclearização antes de falar sobre uma declaração de fim de guerra.

O Norte anteriormente acusou os Estados Unidos de fazer demandas "semelhantes a gangsteres" nas negociações de desnuclearização, exigindo um processo "faseado" e concessões "simultâneas" em troca de medidas necessárias para abandonar seu programa de armas nucleares. (Yonhap)

CATARINA:"A MULHER E A SARDINHA SE QUER DA MAIS PEQUENINA!"


domingo, setembro 02, 2018

"O CÃO DESPORTISTA"


TAILÂNDIA:Com o aumento do nível do mar, Banguecoque luta para se manter à tona



(Filés) Esta foto de arquivo tirada em 28 de outubro de 2011 mostra uma mulher andando pelas enchentes em frente ao Grande Palácio, perto do rio Chao Praya, em Bangkok. // AFP PHOTO

Com o aumento do nível do mar, Bangkok luta para se manter à tona

nacional 02 de setembro de 2018 16:39

Agence France-Presse - The Nation
Bangkok
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Enquanto Bangkok se prepara para sediar as conversas sobre mudança climática, a extensa cidade de mais de 10 milhões de habitantes está sitiada pelo meio ambiente, com terríveis previsões de que poderia estar parcialmente submersa em pouco mais de uma década.
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Uma reunião preparatória começa na terça-feira na capital da Tailândia para a próxima conferência climática da ONU, uma cúpula decisiva na Polônia no final de 2018 para definir regras para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e fornecer ajuda aos países vulneráveis.
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Com o aumento da temperatura, padrões climáticos anormais - como ciclones mais potentes, chuvas irregulares e secas e inundações intensas - devem piorar com o tempo, aumentando a pressão sobre os governos encarregados de dar vida ao Tratado climático de Paris.
(Arquivos) Esta foto de arquivo tirada em 10 de novembro de 2011 mostra aeronaves em uma pista alagada no aeroporto Don Muang, em Banguecoque, quando a temporada de monções do ano trouxe as piores inundações em décadas, com um quinto da cidade submersa. Enquanto Bangkok se prepara para sediar as negociações sobre mudança climática a partir de 4 de setembro, a extensa cidade de mais de 10 milhões de habitantes está sitiada pelo meio ambiente, com terríveis previsões de que poderia estar parcialmente submersa em pouco mais de uma década. // AFP PHOTO
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Banguecoque, construída sobre terras outrora pantanosas a cerca de 1,5 metro acima do nível do mar, é projetada para ser uma das áreas urbanas mais atingidas do mundo, ao lado de gigantes do sudeste asiático, Jacarta e Manila.
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"Quase 40 por cento" de Banguecoque serão inundados em 2030 devido a chuvas extremas e mudanças nos padrões climáticos, de acordo com um relatório do Banco Mundial.
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Atualmente, a capital "está afundando de um a dois centímetros por ano e há um risco de inundações em massa no futuro próximo", disse Tara Buakamsri, do Greenpeace.
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Mares no Golfo da Tailândia nas proximidades estão subindo em quatro milímetros por ano, acima da média global.
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A cidade "já está em grande parte sob o nível do mar", disse Buakamsri.
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Em 2011, quando a temporada de monções trouxe as piores inundações em décadas, um quinto da cidade estava submerso. O distrito comercial foi poupado graças a diques construídos às pressas.
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Mas o resto da Tailândia não teve tanta sorte e o número de mortos ultrapassou 500 até o final da temporada.
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Especialistas dizem que a urbanização descontrolada e a erosão das linhas costeiras deixarão Bangcoc e seus moradores em uma situação crítica.
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- 'Veneza do Oriente' -
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Com o peso dos arranha-céus que contribuem para a descida gradual da cidade à água, Bangkok tornou-se vítima de seu próprio desenvolvimento frenético.
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Para piorar as coisas, os canais que costumavam atravessar a cidade foram substituídos por redes rodoviárias complexas, disse Suppakorn Chinvanno, especialista em clima da Universidade Chulalongkorn, em Banguecoque.

(Arquivos) Esta foto de arquivo tirada em 10 de novembro de 2011 mostra uma vista aérea de inundações em Bangkok, quando a temporada de monções do ano trouxe as piores inundações em décadas, com um quinto da cidade sob a água. Enquanto Banguecoque se prepara para sediar as negociações sobre mudança climática a partir de 4 de setembro, a extensa cidade de mais de 10 milhões de habitantes está sitiada pelo meio ambiente, com terríveis previsões de que poderia estar parcialmente submersa em pouco mais de uma década. // AFP PHOTO
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"Eles contribuíram para um sistema de drenagem natural", disse ele, acrescentando que os caminhos da água deram à cidade o apelido de "Veneza do Oriente".
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Fazendas de camarão e outros desenvolvimentos aquícolas - às vezes substituindo florestas de mangue que protegiam contra tempestades - também causaram uma erosão significativa no litoral mais próximo da capital.
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Isso significa que Banguecoque pode ser invadida por inundações do mar no sul e inundações de monções do norte, disse Chinvanno.
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"Especialistas prevêem tempestades mais intensas nesta região nos próximos anos."
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Narong Raungsri, diretor do Departamento de Drenagem e Esgoto de Banguecoque, admitiu que as "fraquezas" da cidade resultam de seus pequenos túneis e do hiperdesenvolvimento dos bairros.
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"O que costumava atuar como bacias de água agora não são mais", disse Raungsri.
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"Nosso sistema só pode lidar com isso - precisamos ampliá-lo."
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Hoje, o governo está lutando para mitigar os efeitos da mudança climática, construindo uma rede de canais municipais de até 2.600 quilômetros com estações de bombeamento e oito túneis subterrâneos para evacuar a água caso ocorra um desastre.
(FILES) Esta foto de arquivo tirada em 9 de novembro de 2011 mostra uma mulher sendo  transportada em um barco.// AFP PHOTO

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Ele inundou a área de Banguecoque, quando a temporada de monções do ano trouxe as piores inundações em décadas, com um quinto da cidade submersa. Enquanto Bangkok se prepara para sediar as negociações sobre mudança climática a partir de 4 de setembro, a extensa cidade de mais de 10 milhões de habitantes está sitiada pelo meio ambiente, com terríveis previsões de que poderia estar parcialmente submersa em pouco mais de uma década.
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    A Chulalongkorn University, em 2017, também construiu no centro de Banguecoque um parque de 11 acres especialmente projetado para drenar vários milhões de litros de chuva e redirecioná-lo para que os bairros vizinhos não sejam inundados. Mas essas correções ad-hoc podem não ser suficientes. 
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"Precisamos de uma política clara de gerenciamento de terras", disse Buakamsri, do Greenpeace, acrescentando que a necessidade de aumentar os espaços verdes é superada pelos interesses dos desenvolvedores. "O alto preço da terra em Bangkok torna os interesses económicos uma prioridade".

"O TONY BATE COM O TAMANCO"


MEDINA: "O TREPADOR!"

Fernando Medina subiu ao Pico sem autorização e arrisca multa até 4 mil euros




Fernando Medina subiu ao Pico sem autorização e arrisca multa até 4 mil euros
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Acompanhado por dois familiares, o presidente da Câmara Municipal de Lisboa aventurou-se numa subida ao Pico, nos Açores, sem cumprir as regras da Direção Regional do Ambiente. Foi aberto um processo de contraordenação. A multa pode ascender aos quatro mil euros.
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Segundo o semanário açoriano "Ilha Maior", no passado dia 24 de julho, Fernando Medina contornou as regras e não fez o registo obrigatório na Casa da Montanha antes de escalar o Pico. Nesse dia, conta a RTP Açores, a opção de fazer a subida de forma autónoma estava esgotada. Mais de 50 pessoas aguardam por uma vaga. Mas Medina subiu. Sem registo nem equipamento de segurança.
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Mais tarde, partilhou a experiência na sua página de Facebook com direito a várias fotografias e um elogio a "uma viagem inesquecível" aos Açores.