sexta-feira, maio 18, 2018

"POLÍCIA DA MALÁSIA FEZ BUSCAS EM APARTAMENTOS DO EX-PM"


 
  Police seize luxuries from former Malaysian premier's house  
 
     
 
  Police have seized 284 boxes filled with designer handbags, watches, jewelry and cash in various currencies from three luxury condominiums here, which value is impossible to estimate due to its sheer volume. Federal Commercial Crime Investigation Department (CCID) director Comm Datuk Seri Amar Singh (pic), who led the raids at Pavilion Residences here said this was part of its investigations into 1MDB.
This follows a police check of six locations linked to former prime minister Najib Razak in KL and in Putrajaya, including the Prime Minister's Office, his official residence as well as four other residences.

"Our seizures included 284 boxes containing designer handbags. Our personnel checked these bags and discovered various currencies including Malaysian Ringgit, US Dollars, watches and jewelry in 72 bags" he told reporters at the scene in the early hours of Friday (May 18) morning. He added that it was impossible for police to estimate the value of the items seized because there were just too many items and cash seized.
 
 
 
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"POIS QUE VÁ....MENOS UM VIGAS QUE FICA EM PORTUGAL!

Tecnologia

Miguel Relvas vai trabalhar numa empresa de blockchain nos EUA




Miguel Relvas vai trabalhar numa empresa de blockchain nos EUA
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O ex-ministro Miguel Relvas vai assumir um cargo na área de política e sustentabilidade na empresa norte-americana de tecnologia de blockchain Dorae.
O anúncio foi feito esta quinta-feira, através de um comunicado da empresa, uma start-up, que surgiu em 2014, cujo co-fundador, Ricardo Santos Silva, é um empreendedor e investidor português nas áreas de finanças, tecnologia e mineração.
A empresa em questão dedica-se a uma tecnologia que está na base das criptomoedas (como a bitcoin): a blockchain, que se traduz numa rede onde não há nenhuma entidade no meio a regulamentar as transações que são efetuadas.
Presente em Silicon Valley (EUA), nas Ilhas Caimão e em Londres, a Dorae emprega esta tecnologia sobretudo nas matérias-primas.
Miguel Relvas foi secretário de Estado da Administração Local durante o XV Governo Constitucional de Portugal liderado por Durão Barroso e, entre 2011 e 2013, ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares durante o XIX Governo Constitucional encabeçado por Pedro Passos Coelho. Demitiu-se do Governo a 4 de Abril de 2013, numa altura em que despoletaram polémicas relacionadas com a sua licenciatura.

"BIQUEIRADA AGUARDA O BRUNO"


INFARMED TARDA

tive outra ideia

17 Maio, 2018
Como a sede do Infarmed tarda, por razões de ordem técnica, em vir para o Porto, não se pode alocar já na Invicta a da Alta-Autoridade Contra a Violência no Desporto, e selar o acordo já na noite de S. João?
b

ERA UM VEZ UM COLECÇÃO (???) MIRÓ




Esta Colecção de Gatafunhos a que Modernamente se chama Arte, mete num chinelo todos aqueles pintadores que ainda hoje se Celebram como Pintores do que Viam. Se os nomeasse poderia ofender o Grande miró, e é a última coisa que eu faria seria chamar Pintor a um Borrador de Telas. Até se conta que dois miúdos resolveram visitar a Exposição de tal Diarreia Mental, num dia de Entrada Grátis mas, ao ver o 1º horror, um deles se virou pró amigo e disse "Eh pá, vamos embora antes que digam que fomos nós". Infelizmente e por Incapacidade fizeram aos Valores Humanos, Honra, Palavra, Honestidade, Dignidade, Carácter, etc., o mesmo que fizeram às Verdadeiras Artes de tal forma que hoje Não Se Compõe (música com direito a esse nome), Pinta, Esculpe, até o Ballet se tornou Dança Moderna.
    O que também nunca mais se viu foi o Verdadeiro Talento.
       Carlos Varanda                    
    Era uma vez uma Coleção Miró que vivia no país dos Parvos
Coleção Miró - Até custa acreditar nisto tudo...

*COISAS QUE AS TV(S) NÃO CONTAM*
 
A Colecção Miró, um lote de 85 obras, composto por óleos, guaches e desenhos, foi adquirido pelo Banco Português de Negócios (BPN), gerido por José Oliveira Costa, a um coleccionador japonês em 2006.
Em 2007 a leiloeira Christie's avaliou a colecção em 81,2 milhões de euros e, algum tempo depois, a mesma leiloeira avaliou-a em 150 milhões.
Estas avaliações foram feitas quando a colecção pertencia ao BPN, enquanto banco privado.
Em Novembro de 2008, o BPN foi "nacionalizado" /-apenas o lixo  tóxico -/ e, depois de todas as aventuras e desventuras que decorreram da sua nacionalização, a Parvalorem /-veículo estatal criado para gerir os activos tóxicos do BPN-/ através da sua administração, tornou a venda da Colecção Miró, uma das suas principais prioridades tendo, no final de 2013, "fechado" o negócio com a Christie's.
A Parvalorem não cumpriu os prazos legais estabelecidos na Lei de Bases do Património Cultural para pedir a devida autorização para a saída das peças para o estrangeiro e, embora com o parecer negativo da Direcção-Geral do Património Cultural (DGPC), a 21 de Janeiro de 2014, as obras já estavam expostas na leiloeira Christie's, em Londres.
Agora vem a notícia mais interessante :
Enquanto a Colecção Miró foi propriedade privada, foi avaliada pela Christie's por valores que ultrapassaram os 150 milhões de  euros; agora que a mesma colecção é propriedade do Estado Português, a mesma leiloeira avaliou-a em apenas 36 milhões.
Para a palhaçada ser mais engraçada pode-se acrescentar que as condições da Christie's são estas:
- a licitação da venda da obra é de 36 milhões, sendo esta a importância a entregar ao Estado Português;
- tudo o que ultrapassar esse valor será propriedade da leiloeira.
 
       A Jogada:
 
Uma providência cautelar "barrou" a concretização do negócio que, além de ilegal é um crime de lesa-Pátria;
entretanto, a Christie's já fez saber que continua interessada no negócio.
        *Alguém tem dúvidas sobre a "transparência" destas negociatas?*

Nota Final: 
Parvalorem, nome bem imaginado para uma sociedade cujo objectivo é vender bens Públicos!!!
Gentilmente cedido por JMMD e enviado por Carlos Varanda


BOCA DO INFERNO


SÓ FALTA A MÃE
17.05.2018



Tenho estado a reflectir e, pouco a pouco, começo a desconfiar que o meu filho Zezinho, que conheço vagamente, talvez seja um bocadinho aldrabão


Ilustração: João Fazenda
Tenho estado a reflectir e, pouco a pouco, começo a desconfiar que o meu filho Zezinho, que conheço vagamente, talvez seja um bocadinho aldrabão. Durante muito tempo acreditei na teoria segundo a qual ele vivia muito acima dos seus rendimentos por eu ser milionária. Eu não me lembrava de ser milionária, mas a partir de uma certa idade é normal as pessoas esquecerem-se de pequenas coisas. Além disso, ele tinha muito, muito talento para mentir. Era quase impossível suspeitar da integridade dele.
Tirando a informação errada na biografia do Parlamento, a trapalhada da licenciatura, a pressão para que não se falasse na trapalhada da licenciatura, as suspeitas do caso Freeport, a tentativa de comprar os meios de comunicação que divulgaram as suspeitas do caso Freeport, o processo Cova da Beira, o processo Face Oculta e mais 10 ou 20 casos, ele era absolutamente insuspeito de ser mentiroso.
Enganou-me bem, o pirata. Recordo com saudade a criança adorável que ele era, e os natais em que lhe perguntávamos: “Que presente gostarias de receber, Zezinho?” E ele, muito inocente: “Fotocópias.” Quem poderia prever este desfecho? A explicação dele era tão simples e plausível: tudo isto começou por ser uma campanha negra da direita política. Depois, uma perseguição da justiça ao serviço da direita política. A seguir, uma canalhice da imprensa, instrumentalizada pela justiça, ao serviço da direita política. E agora, uma cedência do PS à canalhice da imprensa, instrumentalizada pela justiça, ao serviço da direita política. (O meu filho diz sempre “a direita política”, porque é só essa direita que o persegue. A direita futebolística, por exemplo, não lhe guarda rancor. Nem a direita dos lacticínios.) Mas, não sei porquê, começo a ter dúvidas. Por isso, decidi dar o exemplo e, com muita frontalidade, declarar aqui que, ao contrário do que se diz por aí, ele talvez não seja flor que se cheire. Sei que vou contra a corrente, mas este é o momento de ser corajosa.
E tenho vergonha, claro. Muita vergonha. Ontem encontrei o Carlos César e o João Galamba, e organizámos mesmo um mini-campeonato de vergonha. Foi muito renhido, mas ganhou o João Galamba. Ele estava com uma vergonha imbatível. Níveis extremamente elevados de vergonha. O Carlos César obteve um honroso segundo lugar. Mas nessa altura eu fiquei com vergonha de ficar em último naquele torneio de vergonha e esse suplemento de vergonha por não ter suficiente vergonha, curiosamente, catapultou-me para primeiro lugar. O meu filho, neste momento, parece ser o único que não tem vergonha. Mas acredito que já tenha pedido dinheiro emprestado para ir comprar.
(Opinião publicada na VISÃO 1314 de 10 de maio)