sábado, fevereiro 24, 2018

"CRISTINA MIRANDA ESCREVEU"

A Lei do Menor Esforço

23 Fevereiro, 2018


É um facto incontestável: as empresas têm dificuldade em recrutar pessoal para trabalhar. Uns dizem que é por culpa dos cidadãos que não querem trabalhar. Outros culpam os salários baixos. Outros o Estado. Ainda há quem atribua toda a responsabilidade nos patrões. Mas a verdade é que não há só um culpado. São todas estas razões juntas que criam este problema.
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Começa pela forma como se educam os filhos. No tempo dos nossos pais, cedinho se aprendia a ser responsável e a valorizar o trabalho como meio para atingir os objectivos de vida. Sabíamos que para ser alguém na vida teríamos de lutar. Ninguém o faria por nós. Havia transmissão desses valores que entretanto se perderam. Na “evolução educacional” inventou-se a mesada, uma espécie de salário para o filho cumprir com as obrigações de filho, suprimindo as frustrações de ter de trabalhar fora para ter seu primeiro par de ténis Nike. 
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Ora, se por um lado o conceito pode ensinar a gerir dinheiro para seus próprios gastos, por outro põe o filho a receber sem esforço algo que ele deveria fazer por livre e espontânea vontade, sem qualquer remuneração. Porque por essa ordem de ideias, os pais também deveriam ser pagos pelos filhos para cozinhar, lavar roupa, e dar habitação. Parece-lhe ridículo? Então porque pagamos a nossos filhos para executarem suas obrigações de filho? E começa aqui o primeiro grande problema: receberem dos pais para terem o que querem em vez de lutar no mercado de trabalho. Vão dizer que é a mesma coisa. 
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Não é. Porque enquanto num part-time vão aprender a dureza do mercado de trabalho cumprindo horários num ambiente profissional exigente e sem margem para erros ou desculpas, em casa, vão recebendo a mesada, tenham ou não feito tudo o que lhes competia na perfeição. A maior parte dos pais, acaba mesmo por abandonar a árdua tarefa de exigir só para não ter conflitos.
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Depois, ainda em casa dos pais, vão ser estimulados a serem doutores. Porque doutores é que é bom. Mesmo que tenham sido alunos medianos.  Mesmo sem qualquer aptidão para estudar no superior. Seguir curso profissional é desprestigiante. Ser doutor é o objectivo. 
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Então, em resultado, temos jovens adultos a passear livros nas universidades, num curso mais fácil de sair com canudo mas que depois só garante o desemprego. Irão procurar trabalho APENAS na sua área profissional mesmo que demore anos. Enquanto isso, há sempre a casa do papá para viver enquanto se espera… E se a espera for longa? Procura-se outra coisa apenas para se manter activo e produtivo, ganhar experiência, enquanto não surge o emprego ideal? Procura-se empreender ou criar seu próprio emprego? Não. Reclama-se à sombra da bananeira.
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Enquanto criamos filhos para serem incapazes e eternos dependentes, o Estado passou também ele a ser “um paizinho” de nós todos. Em vez de estimular as pessoas a serem activas faz exactamente o contrário. Se não consegue um emprego não faz mal que o “papá Estado” dá subsídio sem pedir  nada em troca. Com esta política estimulou-se a lei do menor esforço porque não converte os subsídios em trabalho comunitário enquanto o cidadão não é colocado. E assim, as pessoas passaram a ter rendimentos em casa, sem mover um dedo e sem qualquer obrigação de retorno para a comunidade.
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Outro problema são os salários médios que em Portugal são baixíssimos. De tal forma que acaba por compensar mais ficar em casa a receber subsídio do que trabalhar pelo mesmo preço. Mas se temos salários médios miseráveis é porque fomos desgovernados durante décadas. 
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Com 3 bancarrotas no currículo em 43 anos, passamos 4 décadas e recuperar o país de crises económicas que assustadoramente no colocaram no top dos países com impostos mais altos. Como pode um país que faz do massacre fiscal às empresas sua política de eleição, ter salários melhores?
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Por fim, os patrões. Não são todos iguais. Há de tudo. Mas grande parte cultiva ainda a ideia de que pagar poucochinho é poupar. E não percebe que com esta política desmotiva seus trabalhadores que perdem rendimento. Que mais vale um trabalhador bem pago do que dois com salários baixíssimos. Não percebem porque culturalmente não evoluíram e as escolas empresariais em Portugal não ensinam isto. E por isso, mesmo que possam, apostarão mais na “poupança” do que no investimento pessoal.
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Assim, sem mudar a educação que damos aos nossos filhos, sem mudar a atitude do Estado e mentalidade dos patrões, haverá cada vez mais falta de pessoas para trabalhar. Porque ao estimular a lei do menor esforço estamos a contribuir para uma sociedade de parasitas.

sexta-feira, fevereiro 23, 2018

"O MUNDO ASSIM ERA MAIS BONITO!"

O homem tailandês com duas esposas, bonitas, é viral, compartilha segredo de felizes casamentos

Por Coconuts Bangkok 22 de fevereiro de 2018

Foto: Warissara Poksrichan / Facebook
Depois das fotos de um homem de Banguecoque, que tem duas esposas bonitas, obteve atenção nas mídias sociais na semana passada, o trio - e seus nove filhos - deram inúmeras entrevistas compartilhando seus segredos por ter um casamento feliz na Tailândia.
Foto: Warissara Poksrichan / Facebook
Tudo começou quando a segunda esposa, Warissara Poksrichan, 32, postou fotos dos três no Dia dos Namorados que receberam 6.000 visualizações, "As pessoas se gabam de seus maridos no Facebook. Bem, meu marido costuma ter duas esposas! "
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"Faz anos, de vivência e nunca mudei de idéia de viver junto a ele. A única coisa que mudou é o tamanho dos nossos peitos, 600cc e 450cc. Ele os ama ", Warissara brincou sobre ela e o aumento de mama da outra esposa.
Foto: Warissara Poksrichan / Facebook
O marido Manop Nuttayothin, de 42 anos, disse à mídia local que originalmente tinha três esposas, mas sua primeira esposa, "Querida", faleceu depois de terem três filhos juntos.
Ele viveu com sua segunda esposa, Warissara Poksrichan, de 32 anos, há mais de uma década e, em algum momento depois, adicionou Nattaya Tongpan, de 26 anos, à mistura conjugal. Ele tem três filhos com cada uma delas.
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As duas esposas ajudam nos negócios de Manop, vendendo peças de carros em grandes eventos de corrida na Tailândia. Manop disse que ele deu as duas esposas um salário, mas se recusou a dizer o quanto ele lhes dá.
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Mas Nattaya disse que não se trata de dinheiro, "Ele investe principalmente nas crianças".
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Warissara concordou: "Isso é verdade. Para as crianças, ele lhes dá 100%. Para as esposas, se pedimos THB1,000, ele só nos dará THB200 ", disse ela com um sorriso.
Foto: Warissara Poksrichan / Facebook
Para Manop, ele admite que ele é um homem sortudo por ter tido três esposas, e o segredo para um casamento feliz é que ele encerra imediatamente o conflito que surge. "Sempre que há problema, falo com elas no mesmo dia".
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Ele acrescentou: "Às vezes acontece. Eu ignorarei algo e perceberei que eu tratava uma esposa melhor do que a outra. Quando eu entendo que é um problema, eu me asseguro de tratar as duas igualmente. Fazemos as mesmas coisas. Fazemos tudo ao mesmo tempo. Este é o melhor."
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Para Warissara, ela disse que ela se concentrou em construir uma casa com seu marido e Nattaya, e as duas esposas nunca lutaram.
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Warissara disse que seu marido é um homem justo. Ele também é atento e trabalhador.
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"É tudo sobre a compreensão. Nós nos amamos. Nós nos preocupamos uns com os outros. Por isso, estamos felizes. Realmente acredito ", disse Warissara.
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Foto: Warissara Poksrichan / Facebook

EU E OS MEUS TRÊS CÃES




O meu cão MOKÁ. Um puro cão tailandês, inteligente, entende a língua portuguesa e nesta comunico com ele. Um adorável cão com 8 anos.
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Tenho três cães de nacionalidade tailandesa! Certamente não vão ter a felicidade dos caninos portugueses, cujo mérito de ser cão, o Parlamento português aprovou uma Lei em que lhes concede o privilégio de acompanhar o dono, entrar num restaurante e o patrão (conforme o tamanho do cão), mandar vir, da cosinha, um quarto,meia ou uma dose  de ossos.
 A farrusca, 8 anos, uma cadela japonesa. Há dois anos foi picada por uma cobra mamba verde (veneno mortal) em poucos minutos. Levada de urgência à clinica, veterinária, à entrada do meu bairro, metida a soro e antidodos, passado uma hora estava curada.

Os deputados “caramelos” que aprovaram a lei  está a faltar-lhe umas aduelas, porque os cães não têm lugar nos restaurantes. Ora os cães, não são humanos mas sim animais irracionais. Já viu o cão levantar a perna e mandar uma mijadela nas calças do cliente do lado, ou  uma cagadela e o dono recolher aquele produto, fisiológico, mal cheiroso, perante o olhar estupefacto do freguês da mesa do lado. 

 O babe, de 10 anos, filho de mãe vadia e orfão de mama, porque a mãe morreu de parto. trouxe-o para casa, alimentado a beberão. Vive na varanda de minha casa (os meus três cães, não se dão uns com os outros), é um tagarela que dá conta de qualquer ruido estranho. Sofre de epilepsia, com desmaios periódico, cujos estes não nos apoquenta, porque o Babe depois do ataque fica bem.
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Mas nem  todos os donos praticam a higiene ao seu cão da melhor maneira e, dentro do restaurante, o pulguedo entre o pelo no lombo do cão inquietou o cão e este mandou o protocolo das boas maneiras colher urtigas, coça-se e as pulgas, aos saltinhos, e espalham-se pelo ambiente do espaço destinado a pessoas e não a cães. E mais ainda!

 O pântano para lá de minha casa, cujo este, mesmo com cobras e lagartos tem a sua beleza!
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Quem sofre de asma e alérgico ao pelo do cão sujeita-se a uma crise ali mesmo. Os cães são portadores de parasitas, bactérias e a urina de cão é perigosa para os humanos. Eu tenho, o direito, de contestar a “merda” da Lei que foi aprovada pelos carretados e descarretados no Assembleia da República que atinje a raia do ridículo! 

 A minha casa é um mundo de frescura e verdura....
O António Costa, um primeiro-ministro de pederneira de carregar pela boca, para se manter no Poder, tem que dizer amen com os partidos que perante o público português não têm qualquer dimensão política. Deixo isso e vou falar nos meus três cães, que por eles tenho todo o respeito e simpatia, só que eles, os meus cães, tem o estatuto de cão e eu de pessoa humana. 
 Uma mata de bananeiras, biológicas. .
Na casa onde moro, há 27 anos, até hoje já tive 7 cães. Quatro morreram, sepultados, no quintal e três vivos e recomendam-se. Os meus três cães, sustentados ,diariamente,a carcaças de galinha crua, têm a missão de velar por mim e de minha mulher, da invasão de cobras, lagartos e claramente de um intruso, desconhecido, no bairro que por ventura nunca nenhum me apoquentou.
Para lá da pequena floresta de bananeiras o pantâno...

Eu vivo entre a diversidade, onde o progresso do grande burgo que é Banguecoque onde vivem, calculo, uns 12 milhões de pessoas, não chegou a minha casa e pegado vivem, criaturas de várias espécies: cobras, lagartos, aligators, outros bichinhos da natureza e também, jacintos, flores de lótus e capim de dois metros. Entre aquele mundo pantanoso e impenetrável vivem várias comunidades, onde sobrevivem e de quando em quando dão uma saltada aos quintais das casas do meu bairro. 
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Os cães, pelo bairro há muitos, no terreno deles  não admite que estranho réptil ou outro animal entre. Assim é na minha casa porque sem os meus três cães teria que viver com um réptil, escondido em um canto de casa, no tecto falso, ou quintal na espera de um ratito, desprevenido. 
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Os meus três cães têm um faro apurado e basta, de noite ou de dia, que dão conta que algo de estranho quer sair do pântano.  

José Martins

PORTUGAL: "CHEIRO MERDA DE CÃO E DE GATO NOS RESTAURANTES!"

Tenho dois cães. Não vão a restaurantes

Patrícia ReisGosto muito de animais, sempre gostei. Já tive gatos, agora tenho cães. Em tempos que vão, tive uma égua. Esforço-me muito por não impor os meus animais a terceiros. Não vou de elevador com eles à rua, vou de escadas. Se alguém vai jantar lá a casa, pois faço por não os ter em casa, vão ali passar umas horas com alguém que os trate bem. 
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Apanho dejectos na rua e não os solto nunca. Esforço-me para os educar e nunca, nunca mesmo, vou dizer a uma criança (ou adulto) com medo de cães: não sejas parvo, ele não morde. Respeito o medo dos outros.
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Não vou levar os meus bichos para os restaurantes, da mesmo forma que não os levo para a praia, para o bar, para a piscina, para os jardins cheios de crianças. Não gosto menos dos meus bichos por causa disto. É uma forma de estar. Sei que muitas pessoas consideração que a nova lei é uma boa coisa. Ficará ao critério de cada um, já se sabe, e também dos donos de restaurantes.
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Há, contudo, um aspecto crucial que creio não ser de somenos: os animais sofrem em espaços nos quais não se podem movimentar e sofrem mais ainda com cheiro de comidas que lhes estão interditas. 
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Este é, como dito de início, o meu entendimento e ajo de acordo com esta ideia. Da mesma forma que, pese o amor que lhes tenho, reconheço-lhes a origem, logo não os visto, não lhes meto ganchos ou roupinhas e lenços à Xutos & Pontapés. São animais. São bons animais e excelente companhia, mas não são comparáveis com seres humanos. É que uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa.
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Dirão que há animais que são tão importantes – ou mais – que muitos familiares. De acordo. Mas há mínimos olímpicos de higiene que me afligem nas idas aos restaurantes e afins. 
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A minha cadela larga mais pelo quando se deita do que aquele que a cabeleireira atira para o chão sempre que me corta o cabelo. Os cães largam pelo. É um facto. Então, caso encontre um restaurante que o permita, com tanta fiscalização e afins, vou levar o meu animal e conspurcar o sítio? Ou vamos pensar que os donos de restaurantes têm de estar preparados para tal? E, já agora, para necessidades fisiológicas inesperadas?
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Enfim, sei que para muitas pessoas esta questão é sensível e, decerto, alguém se encarregará de me colocar na ordem. Eu sou teimosa e vou manter os meus cães em lugares onde possam ser felizes e farei por ser o mais civilizada possível, apanhando dejectos da rua com um saco para o efeito, afastando os cães de crianças e idosos, de sítios que possam ser perigosos (cuidado com os vidrões, por perto estão inexplicavelmente vidros mínimos que se enfiam nas patas) e nunca os deixando andar a vaguear livremente. 
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Não sei o que pode acontecer, creio que tudo pode acontecer e é para isso que existem trelas e, por outro lado, espaços específicos para cães correrem.

Há democracia plena sem direito à informação segura?

Há democracia plena sem direito à informação segura?
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Na semana passada fez capa de jornais o Relatório da OCDE, estou com os meus colegas à procura do Relatório e ninguém o encontra, isto é, os jornalistas não leram, analisaram, criticaram e nos informaram sobre o Relatório, limitaram-se a ir à conferência de imprensa e fazer aquilo que se chama de «microfone». ~
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Hoje, embora o tema me interesse, não sei dizer o que penso do Relatório, nem bem nem mal, só que não o conheço. 
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Se assim é o jornalismo basta irmos aos sites do Governo e da OCDE ler os comunicados de imprensa. Para isso não é necessário uma redacção de jornal. O corolário disto é que nunca tivemos tantos jornais com tão poucas notícias. 
Fonte: Raquel Varela

Negrão: eu fico! Volta Elina, estás perdoada!

22 Fevereiro, 2018
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Negrão vai tomar posse como líder da bancada do PSD mesmo sem que todos os membros da sua lista tenham votado a favor. Juntará para isso os votos brancos aos votos a favor, por serem “votos que dão o benefício da dúvida” (sic).
Acrescenta Fernando: “há duas pessoas que estão nas listas e não votaram a favor, no plano ético, é condenável essa atitude” (sic).
Volta Elina, estás perdoada!

"....um Estado paralelo sem controlo."

Evolução do RSI para 2018. Parece que muitas famílias “reformaram-se” antes de começar a trabalhar.

Um Estado sem controlo, faz jeito a muito tachista, e subsídiodependente, não faz, é ao PAÍS,que não levanta a cabeça.
Os finlandeses na sua experiência sobre o RSI pretendem fundir inúmeros apoios sociais em apenas um apoio. Dizem que vão poupar dinheiro.
Por cá gastamos cerca de 2 mil milhões com as IPSSs. As autarquias e as juntas gastam em apoio social uma quantia por definir. Há os apoios do Estado Central. Uma confusão com muito desperdício pelo meio.
Para nós importa definir qual o método mais barato e eficaz de apoiar quem efectivamente precisa. E temos a certeza que parte do processo passa sempre por tentar garantir a autonomia de quem ajudado. Garantir a autonomia passa por exemplo pela garantia de que esse pessoa se alimenta sozinha, faz a sua higiene pessoal em casa, sabe gerir os recursos que a sociedade lhe dá e tenta integrar-se atendendo à sua faixa etária
Parece-me que este sistema em que três actores prestam ajuda ao mesmo tempo, IPSSs, Estado Central e poder local é um enorme desperdício de dinheiro, revela desorientação, má gestão dos recursos públicos, um Estado paralelo sem controlo.

CONSELHO DE SEGURANÇA: "uma loja de falhas inútil"




Uma menina recebe tratamento após greves do governo sírio no Ghouta Oriental. Foto: AMMAR SULEIMAN / AFP / Getty Images .
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Espera-se que o Conselho de Segurança da ONU se encontre hoje para discutir a crise síria e o assalto apoiado pelo governo em Ghouta Oriental - descrito pelo secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, como "o inferno na Terra".
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O conselho também provavelmente votará em um projeto de resolução exigindo um cessar-fogo de 30 dias na Síria para permitir a entrega de ajuda humanitária e evacuações médicas.
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Mas todos os olhos estarão no aliado da Síria se a votação começar. Moscou vetou a ação do Conselho de Segurança da ONU na Síria 11 vezes desde que a guerra civil começou em 2011, "protegendo o governo do presidente da Síria, Bashar al-Assad", diz Reuters.
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Em janeiro, o secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, disse que o fracasso da Rússia em resolver a questão do uso de armas químicas na Síria questionou a relevância da Rússia para a resolução.
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"Em um mínimo, a Rússia deve parar de vetar e, pelo menos, abster-se de futuras resoluções do CSNU sobre esta questão", disse Tillerson.
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Os cinco membros permanentes do conselho - os EUA, o Reino Unido, a França, a Rússia e a China - têm o poder de vetar uma resolução. Isso significa que a capacidade do corpo para manter a paz geralmente depende dos interesses estreitos de seus membros - levando os críticos a perguntar se o conselho tem algum valor.
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Em agosto, a especialista em crimes de guerra, Carla del Ponte, desistiu do painel da ONU para provar os supostos crimes de guerra em sírio, chamando-o de "inútil". "Eu desisto", disse del Ponte. "Os Estados no Conselho de Segurança não querem justiça".
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Embora a ação militar tomada sem a bênção do conselho ainda seja tipicamente considerada ilegítima, a ONU foi "reduzida ao status de um espectador indefeso pela Rússia", diz The Atlantic.
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Hannah Thomas-Peter, da Sky News, descreveu o conselho no ano passado como "uma loja de falhas inútil" com uma "história inglória de perder chances de evitar catástrofes".
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Ela apontou para a Síria, Ruanda e Bósnia como exemplos de sua ineficácia.