sexta-feira, fevereiro 16, 2018

O Avião Que Vai Te Levar da América à Austrália em Menos de 6 Horas!

Há apenas 100 anos atrás, uma viagem da América do Norte à Europa levava vários dias de navios, ou até mesmo semanas. 



Com a invenção de aviões, esse tempo de viagem foi significativamente reduzido para menos de 24 horas. No ápice da era do voo transatlântico, o Concorde conseguiu voar com 100 passageiros de Nova York para Londres em pouco mais de 3,5 horas


Agora, a Agência Espacial Europeia (ESA) acaba de rever a próxima etapa do transporte moderno - o voo hipersônico. A ESA aprovou uma nova rodada de financiamento para o projeto LAPCAT (Tecnologia e Conceito de Propulsão Avançada de Longo Termo - Long-Term Advanced Propulsion Concepts and Technologies).
O avião mais avançado do mundo
Ignorando seu nome um pouco exótico, o novo avião será cinco vezes mais rápido que o anterior, usando motores de hidrogênio líquido. Os aviões serão capazes de viajar da Inglaterra para a Austrália em quatro horas, transportar 300 passageiros e até mesmo voar para o espaço em apenas 15 minutos.
O novo tipo de motor está sendo desenvolvido pela empresa britânica Reaction Engines, que vai investir mais de 60 milhões de libras esterlinas no desenvolvimento, e vão começar a construir um motor protótipo em grande escala.
O avião mais avançado do mundo
Os motores a jato atuais exigem que os aviões carreguem o oxigênio líquido para refrigerar os motores, porque em altas velocidades eles não podem usar o oxigênio externo para refrigerar. O novo tipo de motor pode usar livremente oxigênio externo, permitindo que ele esfrie seus motores de mais de 1.000 °C para -150°C em uma fração de segundo.
O avião mais avançado do mundo
Especialistas estão chamando este projeto como o maior avanço da aviação desde a invenção do motor a jato. O custo de um único avião é estimado em 1 bilhão de dólares.  Pela alta velocidade deste avião, não será possível ter janelas.
O avião mais avançado do mundo

NÃO COMENTAMOS


Da primeira página do Jornali

"A BOLA E OS BOLAS INSERIDOS"





(De um colaborador deste blogue)

Nós não temos futebol que se veja, ou seja, ao nível dos grandes da Europa. E depois, a Liga inglesa é a melhor do mundo, com 5 a 6 clubes capazes de ganhar campeonatos, como o M.United, o M.City, o Chelsea, o Liverpool, o Tottenhem, e ainda o Arsenal. 
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Estamos a anos luz dos bons clubes europeus. Porque o Porto, Benfica e Sporting não têm o dinheiro deles para comprar os melhores jogadores e mantê-los lá por uns tempos. 
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Aqui treinam-se e preparam-se futuros bons jogadores que depois se vendem e nunca mais os recuperamos. Temos um futebol de aldeia. Ser campeão na Liga portuguesa é o mesmo que ser campeão da II Liga inglesa. 
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Quando um Benfica perde com uma merda de um Basileia por 5-0 ou o Porto ontem, mesmo sendo um clube como o Liverpool, um grande clube, outros 5-0 em casa (dragão) e sistematicamente ficamos de fora das Champions, quando muito, com sorte, vamos até aos quartos de final, está tudo dito. 
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Não temos futebol capaz nem clubes de nomeada. Os nossos 3 "grandes" são umas merdas ao lado de um City, United, Liverpool, Tottenhem, Real Madrid, Barcelona, Bayern, etc, etc.
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E ou um dia aparece por cá um Russo rico ou um Árabe rico que comprem o Porto/Benfica/Sporting, ou nunca passaremos da cepa torta, com um futebol de aldeia, fraquinho como a merda!
Abraço!
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À MARGEM: O futebol em Portugal serve para sustentar meia dúzia de “boys” (mafiosos) que vão vivendo à pála do entusiasmo do  ´pagode`sentado na bancada e não só, a luvas por debaixo da mesa, que vão recebendo da transferência de jogadores para outros clubes com capacidade monetária. 
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Jogadores que se vendem para falsificar resultados e assim por diante. O público de bancada está constantemente a ser ludibriado por gente de fraco perfil e honestidade que conseguem com o dinheiro, da bilheteira e dos jogadores vendidos comprar vigarices inclusivamente juizes. 
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São verdadeiros artistas tipos como o Pinto da Costa, com “capangas” ao seu redor, que para se manter no poder do F.C.P. vai recordando as vitórias do passado, em que as gentes tripeiras (que muito admiro) o vão seguindo cegamente  e adorando como um santo de pau carunchoso. 
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Os tripeiros não entendem que o FCP deve ser refrescado com gente nova e com ideias modernas e não com o “caralho”, dinossauro, de velho relho que tem vivido à conta dessa boa gente. 
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De Lisboa nem vale a pena escrever por que por lá não difere nada do que se passa no Porto.
José  Martins

PEDRO, DEPOIS DA POLÍTICA O ENSINO"

Pedro, o turboprofessor

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Fotomontagem via Uma Página Numa Rede Social
Segundo o Diário de Notícias, cuja peça foi amplamente citada pela concorrência, Pedro Passos Coelho irá agora dedicar-se à vida académica e dar aulas em várias universidades do país. Depois do advento do turbolicenciado, eis que é chegado o tempo do turboprofessor.
Se considerarmos a experiência profissional de líder cessante do PSD, que passou quase duas décadas na universidade para concluir a sua licenciatura, ou era isto ou regressava à JSD para colar cartazes. Ou à Tecnoforma para abrir portas. Decidiu seguir a vida de docente, depois de vários anos a tentar destrui-la.
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Ser líder de um partido do bloco central traz vantagens como esta. Podes ser o maior inútil da história, podes ser o maior corrupto, podes não fazer a mínima ideia daquilo que é dar uma aula, mas haverá sempre uma universidade interessada em contar com os teus serviços, nem que seja uma daquelas privadas da treta, onde se pode puxar à frente a maçada de anos de estudo e comprar um canudo. Tão certo como serem todos presidenciáveis.
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Resta saber o que tem Passos Coelho para ensinar. Ciência Política não pode ser, que o indivíduo demonstrou recentemente não estar familiarizado com conceitos tão básicos como o de democracia representativa. Talvez não fosse má ideia para uma dessas universidades privadas de brincar, abrir um curso dedicado às ciências do oculto, onde Passos poderia teorizar sobre profecias apocalípticas ou sobre a vinda do Diabo, área onde o ex-primeiro se destacou summa cum laude.
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Em todo o caso, seja qual for a matéria que Passos Coelho tenha para ensinar a quem se sujeitar ao martírio, o mínimo que ao antigo primeiro-ministro se exige é que seja coerente. Quer defender a pirataria económica e financeira? 
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Está no seu direito. Quer evangelizar os seus alunos no caminho do conservadorismo alt-right? Força, desde que não lhe chame social-democracia, para não aldrabar os estudantes mais incautos. Mas seria bom evitar figuras tristes como aquela que vemos em cima. 
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É que uma coisa é pregar aos coladores de cartazes do partido na universidade de brincar. Outra coisa, bem diferente, é continuar a insistir neste ping-pong da estupidez perante pessoas com mais de 10 neurónios.
"Pedro, o turboprofessor", 5 out of 5 based on 3 ratings.
Fonte: do colega "AVENTAR

quinta-feira, fevereiro 15, 2018

PORTO E OS 5 SECOS QUE "MAMOU" DO LIVERPOOL

DERROTA LINDA DE MORRER!

quarta-feira, fevereiro 14, 2018

"ODETE DOS SANTOS, UMA "LASCA" DE MULHER SOFREU A HUMILHAÇÃO DO ASSÉDIO"

Odete Santos, a eterna comunista que tem 27 casas, 1 carro, 3 milhões de euros em certificados de aforro e 2 milhões de euros em contas bancárias

Vamos a alguns factos da senhora Odete Santos.
Património Imobiliário – 1 prédio urbano em Setúbal, 1 fracção em Setúbal, 3 prédios rústicos na Guarda, 22 prédios rústico na Guarda
Automóveis – 1 ligeiro Lancia.
Contas Bancárias –  2.400.000 mil € à ordem e a prazo
5 certificados de aforro no valor de:
300 mil € … 621 mil € … 400 mil € .. 1.613.000 mil € … 391 mil €.
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Além de todo este património e valor monetário a senhora Odete Santos recebe a sua reforma por ter sido advogado em alguma ocasião esporádica durante os anos 70. E recebe, claro está, uma choruda subvenção por ter sido deputada comunista!
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Mais uma manifestação de uma constante na actividade política dos partidos da maioria de esquerda: a pretexto da defesa dos mais pobres e desfavorecidos, protegem os beneficiários de determinados direitos adquiridos.
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Neste caso, os direitos em causa são algo de manifestamente injusto para a maioria dos portugueses, pois atribui “pára-quedas dourados” aos políticos e aos juízes (incluindo os do TC). Os partidos de centro direita tentaram moralizar este privilégio, mas claro que a coligação PS/BE/PCP/TC boicotou.
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Cá está a reposição dos rendimentos… palavra dada, palavra honrada. Ainda bem, já estavamos a ficar preocupados com a possibilidade dos políticos engordarem a lista dos sem-abrigo em Lisboa e Porto. Sempre se confirma que o TC é uma dependência do PS. São estes esquemas, subsídios para isto e para aquilo, que dão origem a cenas de corrupção, a favores a amigos e compadres.
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Relembramos os mais esquecidos que as subvenções vitalícias para os políticos foram criadas pela esquerda por ordem de Mário Soares, depois do 25 de Abril. Entendem agora porque foi tão importante o ano de 1974 para a esquerda? Odete Santos que o diga!
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PS: desconhece-se que Odete Santos tenha dado 1€ sequer da sua subvenção a um pobre.

"EXPORTAÇÃO DE ALIMENTOS DO REINO UNIDO PARA A CHINA"




  •  Uma mulher examina alimentos importados do Reino Unido em um supermercado em Pequim. [Foto / China Daily 
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  •  As exportações britânicas de alimentos para a China aumentam em 28%
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    Por Angus McNeice em Londres | chinadaily.com.cn | Atualizado: 2018-02-14 01:57
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  • A China tornou-se o oitavo maior importador de alimentos e bebidas do Reino Unido em 2017, de acordo com novos dados que mostram um crescente apetite chinês pelo leite em pó britânico, salmão, whisky e cerveja.
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  • As exportações de alimentos e bebidas do Reino Unido para a China cresceram 28 por cento no ano passado, para atingir 564,4 milhões de libras (US $ 783,6 milhões), de acordo com os números comerciais divulgados pelo Departamento de Meio Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais do Reino Unido, que também é chamado Defra.
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  • A China elevou os rankings do nono em 2016, quando as exportações do Reino Unido para a China totalizaram 439,5 milhões de libras.
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    Os Estados Unidos são o único país, fora da União Européia, a consumir mais comida e bebida britânica do que a China.
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  • Defra disse em um comunicado: "Como a primeira-ministra Theresa May demonstrou durante sua recente viagem à China, a comida e a bebida com sabor a boca do Reino Unido continuam crescendo em popularidade em todo o mundo, com a China agora o oitavo maior mercado de exportação de alimentos e bebidas do Reino Unido ".
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  • O leite em pó foi o principal produto de exportação por valor no ano passado, quando as exportações valeram 72,9 milhões de libras, 44% acima em 2016. O Reino Unido exportou 69,9 milhões de libras de salmão para a China no ano passado, 28% acima.  
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  • E os chineses importaram 61,8 milhões de libras de whisky britânico, um aumento de 47% em relação ao ano anterior. As exportações britânicas de cerveja para a China também estão crescendo rapidamente em popularidade, aumentando para valer 45,9 milhões de libras, o que representou 127% a mais do que em 2016.
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  • A Federação Britânica de Alimentos e Bebidas, que também é conhecida como FDF, disse que há um crescente interesse dos chineses nos produtos do "chá da tarde" do Reino Unido, que incluem geleias, biscoitos, chá e bolos. O Reino Unido vendeu 2 milhões de libras de chá para a China no ano passado.
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  • A organização liga essa tendência à popularidade dos programas de televisão britânicos, incluindo Downton Abbey e Great British Bake Off.
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  • "O FDF procurou destacar as oportunidades que um mercado do tamanho da China pode apresentar aos fabricantes de alimentos e bebidas e aos potenciais exportadores", disse Dominic Goudie, gerente de política de exportação do FDF. "O governo também está apoiando as empresas ao negociar o novo acesso ao mercado para certos produtos, sendo a carne um excelente exemplo, o que ajudou as empresas a explorarem o valor da China como destino de exportação".
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  • Em janeiro, a China anunciou planos para levantar a proibição das importações de carne bovina britânica. E em novembro, duas empresas na Irlanda do Norte obtiveram aprovação para exportar trotinas de porco para a China em um acordo que poderia gerar 20 milhões de libras por ano para agricultores do Reino Unido.
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  • Defra disse que, no total, o Reino Unido exportou 22 biliões de libras de alimentos e bebidas no ano passado, um aumento de 9% em 2016. As cinco principais exportações foram whisky, salmão, chocolate, queijo e cerveja. Os principais destinos de exportação do Reino Unido foram a República da Irlanda, França, Estados Unidos, Holanda e Alemanha.

Raquel Varela escreveu

Fragmentação pós-moderna e a ascensão da extrema direita

Mais do que o crédito do Banco Central Europeu (BCE), a imigração é o principal fator de diminuição do valor trabalho na criação de novo valor criado [1] na recente década, segundo o economista Michael Roberts. Olhemos um exemplo, o da quarta maior economia europeia. 
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A população espanhola passou de menos de 40 milhões em 1999 para 47 milhões em 2010 [2]. a maior parte deste salto, um dos mais espetaculares no continente europeu, é resultado de migrações de Equador, Bolívia, Marrocos, etc. [3] Na Alemanha residem hoje 1,5 milhão de turcos com nacionalidade turca, que foram para o país em seis vagas de migrações desde 1961 [4]. Isso não inclui nem a imigração temporária – determinante depois de 2000 – nem as gerações já naturalizadas [5].
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A imigração é de fato uma das grandes fraturas que divide a sociedade europeia, e não só – o tema ocupou um do lugares-chave na eleição de Donald Trump para presidente dos EUA. A sociedade divide-se transversalmente quanto a este tema. Não é difícil encontrar um liberal que defende a imigração como “direito humano”. Nem um operário que esteja contra. Se a extrema-direita eleitoral questiona os migrantes, os partidos liberais são entusiastas da livre circulação – ainda que não da sua legalização. O tema atravessa, de forma não homogênea, as classes sociais.
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Argumentamos aqui que a razão é sobretudo de ordem política – a ausência de partidos fortes que representem interesses ligados às classes trabalhadoras deixou-as reféns de dois tipos de políticas nacionalistas. 
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A complexidade de atitudes diante das migrações tem sido mediada sobretudo por duas visões, em suma: a racista/proibicionista (setor de extrema-direita) e a defesa da livre circulação de força de trabalho (partidos liberais e conservadores e social-democratas) e dos direitos humanos (partidos social-democratas). Não existe, a este respeito, uma política internacionalista com influência real nas sociedades europeias hoje.
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O real impacto das migrações na vida dos povos (de onde saem e qual o impacto nos países de onde vêm) e na dos países onde chegam tem sido ignorado. Fala-se do direito a ir. Nunca do direito a ficar. Isto é, do direito a dispor dos seus recursos, ser força de trabalho – e viver – no seu país.
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O direito histórico à autodeterminação dos povos disporem dos seus recursos e meios de sobrevivência – que celebra-se no fim da I Guerra Mundial [6] – é hoje marginal nos discursos das lideranças europeias. A razão fundamental é que a iniciativa da defesa das migrações parte das classes dirigentes europeias, para contrariar a elevação salarial, pela escassez previsível da força de trabalho.
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São, portanto, razões mais simples do que as propaladas divisões de pele, etnias, credos religiosos, que, existindo (e existem), têm sido ampliados pelos media e a indústria cultural, a reboque de políticas de regulação da flexibilização e/ou queda do preço da força de trabalho. 
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Têm como força intelectual a esquerda pós moderna que sobrepõe a fragmentação identitária às classes [7], mesmo quando todos os trabalhos empíricos que têm como objeto estudos da competição salarial demonstram que os trabalhadores não são racistas com outros trabalhadores que não se apresentam como concorrentes diretos. 
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Ou seja, um quadro intelectual de uma empresa pode vir de qualquer país estrangeiro para a Europa que por norma é bem recebido – o racismo surge se e quando há concorrência salarial, portanto perda do controle dos fatores de trabalho.
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Recordemos o trabalho de Dick Geary, que sustentou também que o machismo nas fábricas no século XIX estava intimamente ligado ao fato de as mulheres entrarem no mercado de trabalho ganhando menos [8], sendo portanto um concorrente direto e que a mesma hostilidade por parte dos operários era destinada a todos aqueles, mulheres, crianças, outros operários homens, que ganhassem menos. 
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Isto quando não havia organizações sindicais internacionalistas – como o caso bem sucedido dos Wobblies nos EUA – que combatiam esta concorrência colocando em prática – e não só em palavras – formas de luta solidárias que levavam à elevação do salário para todos.
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A imigração está relacionada com um fator objetivo – o valor da massa salarial e a segurança no emprego. As políticas de “apelo à tolerância” mantendo a concorrência salarial, o dumping, conduzem os trabalhadores organizados à desmoralização ou ao apoio a partidos de extrema-direita, porque o fator objetivo mantém-se. 
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Numa sociedade mercantilizada – em que a própria força de trabalho é ela mesmo uma mercadoria, em concorrência entre si -, os trabalhadores concorrem no setor, concorrem no mercado nacional, e concorrem no mercado internacional, para vender a sua força de trabalho. Ora, as políticas migratórias do lado dos Estados europeus têm respondido prioritariamente à gestão da força de trabalho e não em primeiro lugar – nem principalmente – a causas humanitárias ou de inspiração multicultural. 
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Sem laços de solidariedade efetivos – como cotização para greve dos que ganham mais em favor dos que ganham menos, como fizeram em Portugal os estivadores, mantendo ambos a greve até fixar todos os salários no valor dos que ganham melhor – , o racismo terá base social onde progredir. Porque o sentido de justiça dos trabalhadores diz-lhes que a trabalho igual deve ser pago com salário igual. 
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Não podemos deixar que a extrema-direita usufrua do beco sem saída oferecido pela “livre circulação”. Ao nacionalismo xenófobo deve contrapor-se a organização internacionalista, não a livre circulação liberal que na verdade de livre só tem a venda pelo preço mais baixo da força de trabalho, alternada com o desespero do desemprego.
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Raquel Varela é colunista do Esquerda Online, historiadora, investigadora e professora universitária. Especialista em história global do trabalho e história das revoluções.
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NOTAS
[1] Michael Roberts, The Long Depression, Chicago, Haymarket Books, 2016, p. 147
[2] Michael Roberts, The Long Depression, Chicago, Haymarket Books, 2016, p. 147
[3] Michael Roberts, The Long Depression, Chicago, Haymarket Books, 2016, p. 147.
[4] Referindo as migrações pós 1945, a Turquia tinha, enquanto Império Otomano já uma história de migrações para territórios germânicos.
[5] Yasar Aidyn, The Germany-Torkey Migration Corridor, The Transatlantic Policy Migration, Migration Policy Institute, 2016, p. 4.
[6] Robert O. Paxton, Europe in the Twenthith Century, Orlando, Harcourt Publisher, 1975, p. 171
[7] Ellen Meiksins Wood, The Retreat of the Intellectuals, Socialist Register, 1990. Republicada em Jacobin (https://www.jacobinmag.com/…/ellen-meiksins-wood-gramsci-s…/ acesso em 2 de Fevereiro de 2018.
[8] Dick Geary, European Labour. Politics From 1900 to the Depression, New Jersey, Atlantic Highlands, 1991.