sexta-feira, fevereiro 09, 2018

"FIZZ E "LEX" A FERVER!"

“FIZZ” E “LEX” NASCERAM 
EM ANGOLA MAS FORAM ADOPTADOS EM PORTUGAL



A corrupção está na ordem do dia em Portugal, graças aos escândalos designados por “Operação Fizz” e “Operação Lex”. Mas, de facto, a verdadeira origem destes processos está em Angola, onde o assunto vem sendo esquecido e silenciado!

Por Paulo de Morais
Presidente da Frente Cívica
Os processos criminais Fizz e Lex são gémeos, constituem duas faces da mesma moeda. Em ambos, os principais acusados são magistrados portugueses, nomeadamente o procurador Orlando Figueira, na Fizz; e o Juiz Rui Rangel, no caso Lex. Os magistrados são acusados de terem proferido decisões favoráveis em vários processos, em particular naqueles em que estão ou estiveram envolvidos Manuel Vicente e Álvaro Sobrinho, angolanos todo-poderosos.

Leia o artigo completo em jornalf8.net

"A TRAGÉDIA DE UM JUIZ"

Perfil. Rui Rangel, o juiz que gosta de dar nas vistas e se tornou um “pária”

09 Fevereiro 2018


"O DOM MANEL CLEMENTE ESTÁ MALZINHO DA MIOLEIRA!"

"O Sr. Manuel Clemente é veículo litúrgico em rota de colisão com a vida"

Em declarações ao Notícias ao Minuto, Carlos Esperança, presidente da Associação Ateísta Portuguesa (AAP), comentou o documento publicado por D. Manuel Clemente em que é referido que os casais recém-casados, após um divórcio, deve optar pela abstinência sexual.

"O Sr. Manuel Clemente é veículo litúrgico em rota de colisão com a vida"
Notícias ao Minuto
Há 4 Horas por Inês André de Figueiredo
País Carlos Esperança

D. Manuel Clemente, cardeal-patriarca de Lisboa, defendeu que casais que se encontram "em situação irregular", isto é, que se voltaram a casar após um divórcio, devem ter uma "vida em continência na nova relação".
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Em reação a tais palavras proferidas num documento divulgado na quinta-feira pelo jornal Público, Carlos Esperança, presidente da Associação Ateísta Portuguesa (AAP), deixa duras críticas ao bispo da diocese de Lisboa, ressalvando que este “não é seguramente tão dotado quanto os seus antecessores” e recordando que para haver posições tão reacionárias é necessário “recuar ao cardeal Cerejeira”.
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“A recomendação, expressa num documento canónico, é um paradoxo na Igreja que atribui ao casamento, como função primordial, a prossecução da espécie. E não se vê, sem inseminação artificial, prática que abomina, como é possível a reprodução enjeitando o método tradicional e o mais popular”, começa por explicar Carlos Esperança ao Notícias ao Minuto.
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O presidente da AAP vai mais longe: “se o ilustre purpurado tivesse amado uma só vez, o que não me atrevo a admitir, talvez fosse mais compreensivo com a prática que execra e, quem sabe, em vez de a condenar, a praticasse”.
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E é (também) metaforicamente que Carlos Esperança reage à defesa de D. Manuel Clemente. “Um casamento sem relações sexuais é como o voo de um crocodilo, que, se acaso voa, voa muito baixinho”. “O Sr. Manuel Clemente, perdoe-me Eminência, não passa de um veículo litúrgico em rota de colisão com a vida. Pode ser uma glória para a Igreja, mas é uma nódoa no prémio Pessoa”, atira Carlos Esperança. “Fazia-lhe bem um orgasmo”, insinua, em jeito de ironia.
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Além do documento que foi alvo de muitas críticas, o ateu garante ainda que lhe são “indiferentes os sacramentos que a Igreja católica reserva aos crentes ou ao seu rateio”, mas assegura que não é “alheio à hipocrisia de quem liderou os interesses eclesiásticos na chantagem ao Governo, na defesa de subsídios públicos para as escolas privadas”.

“O purpurado a quem o Presidente da República em volúpia beija o anelão, sem respeito pelas funções que exerce, pôs o país a rir. Foi talvez a única coisa boa que já fez, capaz de unir ateus e crentes, agnósticos e devotos da concorrência, céticos e ingénuos, num festival de riso”, critica.
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«UNION MAKES POWER». Velho aforismo inglês.

A esquerda radical espanhola foi humilhada na sua própria arrogância




«“Esto se ha terminado. Los nuestros nos han sacrificado”. Mensagem de Carles Puigdemont para Toni Comin (ex-ministro da saúde Catalão), reveladas pela comunicação social belga e espanhola». Jornal «Expresso Curto», 1/02/2018.

Mesmo sem saber castelhano ou catalão, traduzo, tal a sua proximidade:

«Acabou. Os nossos sacrificaram-nos»!

É caso para dizer que está prestes a acabar – é ele mesmo a reconhecer a derrota e que acabou a aventura, não tem outro nome… – um acto de absoluta irresponsabilidade, aventureirismo e oportunismo políticos patrocinado por Puigdemont.

Irresponsável porque na ânsia da independência a qualquer preço – inclusivamente por meio de uma aliança espúria com um partido radical, da extrema-esquerda, ele, um moderado do centro direita e com a qual nada tem a ver em termos políticos – ter lançado a Catalunha numa aventura com custos graves e por se ter colocado num «cul de sac» sem recuo possível para salvaguardar honra e dignidade! Acresce que não teve pejo em sacrificar algumas das ideias fundamentais para o futuro da Europa, nomeadamente, após o Brexit, evitar qualquer secessão que concorra para a debilitar e ao seu projecto de futuro. A Europa tem que estar unida e ele e os homens do Brexit, deveriam sabê-lo!

Aventureiro porque sacrificou qualquer acção ponderada, sensata, que contribuísse para uma eventual independência da Catalunha a prazo, a este vórtice da independência que o pode levar à prisão por muitos e bons anos por ter infringido a lei e a Constituição espanhola de várias formas e inconsequentemente. Por ter atentado contra o Estado de Direito e a Constituição espanholas em 1981, o tenente-coronel Antonio Tejero Molina foi julgado e apanhou 30 anos de cadeia, ressalvadas as devidas proporções, há matéria muito grave, sob o ponto de vista legal, na sua acção.

Finalmente, um rematado oportunista por convocar um simulacro de referendo, por saber que a maioria dos catalães nunca subscreveram a independência embora preferissem um Governo liderado por forças autonomistas, o que é diferente de querer a independência e de a votar nas urnas…

Puigdemont é a antítese da democracia: golpista, opaca, oportunista, sectária, quando a democracia é por definição transparência e lisura de processos; nada nas costas do povo! E não se pense que está sózinho na Península Ibérica, nós também temos um bom exemplo, um político que se esqueceu de dizer que alianças faria se perdesse, como perdeu, e mesmo assim, insistiu em ser Primeiro-Ministro contra a vontade do povo que não o escolheu…

Na Catalunha Puigdemont acabou mal e poderia ter feito bem; paz à sua alma, neste caso, política… em Portugal ainda não chegou a hora de acertar contas…

Rui Graça Moura

"PAVOR NAS BOLSAS"




Dow cai mais de 600 pontos quando as ações dos EUA levam outra batida
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Os receios do mercado sobre o aumento dos rendimentos das obrigações não contam a história inteira
Por David P. Goldman 9 de fevereiro de 2018 às 3:06
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As melhores ações estão tendo o pior momento na sessão do mercado de ações dos EUA, com a Dow Jones Industrial Average reduzindo mais de 600 pontos às 1 da tarde, hora do leste.
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Entre os piores performers estão os favoritos de mercado como Boeing, Caterpillar e Intel, sobre os quais não há notícias. A Boeing apresentou uma variação de 10% durante a semana passada, sofrendo um dos piores declínios no mercado livre da semana passada, apenas para recuperar a maior parte do seu terreno perdido antes de cair novamente hoje.
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A explicação usual de que o mercado teme um aumento nas taxas de rendimento não pode ser tudo, nem mesmo a maior parte da história. Os rendimentos do Tesouro foram planos hoje, enquanto o mercado de ações mergulhou. Explicações simples são as melhores, e a mais simples é que os investidores não sabem o que valem as ações uma vez que a relação preço-lucro suba para 18x no lucro a termo. Tudo isso sugere que o mercado de ações terá que cortar de lado por um tempo e consolidar o desempenho dos lucros antes que os investidores ofereçam preços ainda maiores para ações.
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Desde 2011, o Índice S & P 500 triplicou. Cerca de metade do aumento foi devido a maiores ganhos e cerca de metade devido a avaliações mais altas. O mercado parece nos dizer que os ganhos em vez das avaliações terão que fazer o levantamento pesado para o próximo ano ou dois.