quarta-feira, janeiro 24, 2018

DEPOIS VENHAM DIZER QUE "TEMOS" UM REGIME PARLAMENTAR !!!!!

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Viva a batota instituída!!!!!!! COMO  É  QUE  QUEREM RESOLVER  O  GRAVE  PROBLEMA DA CORRUPÇÃO,  SE  ELA  COMEÇA LOGO  NA  CASA  da  DEMOCRACIA ???


Rui Tavares  in Público de 22/1/2018

Como funciona um parlamento? Em qualquer café do país a resposta virá pronta: num parlamento tomam-se decisões através do voto. O lado de qualquer questão que tiver mais deputados ganha. Certo? Em praticamente todos os lugares do mundo, sim. Em Portugal, não. Aqui vai outra pergunta. Qual é o número maior, 99 ou 98? Em qualquer lugar do mundo, incluindo Portugal quase inteiro, 99 é o número maior. No plenário da Assembleia da República Portuguesa, contudo, 98 é maior do que 99. Confuso? 
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Pois explica-se muito facilmente. A história foi descoberta pelo site independente hemiciclo.pt e divulgada pelo DN de ontem. No passado dia 29 de novembro votou-se na Assembleia da República uma proposta do PAN sobre “o regime jurídico aplicável aos bombeiros portugueses”. Noventa e nove deputados votaram a favor. 
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Noventa e oito deputados, contra. Rui Tavares Dezassete abstiveram-se. Ora, como 99 é mais do que 98, a proposta foi aprovada, certo? Errado. O que a mesa da Assembleia da República contabiliza, interpretando o regimento parlamentar com a extraordinária anuência de todos os partidos (desde 2001), é também o voto dos deputados que não votaram. 
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Ora, somando todos os deputados de todos os grupos parlamentares, quer estes tivessem ou não votado, quer eles estivessem nas instalações da AR ou a jardinar no quintal das traseiras de sua casa, o que a mesa contabilizou naquele dia foi (acrescentando o voto dos deputados que não votaram ao voto do seu grupo parlamentar) um resultado com 107 votos contra e 106 votos a favor. 
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Ou seja, criaram-se do nada quinze votos de deputados que não estavam presentes e não votaram. Com essa matemática especial que existe só em São Bento, a proposta foi rejeitada. Como pode isto ser? Nós, que somos meros mortais, não percebemos. Já os nossos deputados na AR são corpos evanescentes, capazes de serem contados numa sala onde não estão presentes e de nela votarem sem ter votado. 
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Fantasmas, portanto. Os seus partidos são como médiuns numa sessão espírita, capazes de convocar quem não está presente e interpretar para os circunstantes a vontade dos ausentes. E a mesa da Assembleia da República não é como a mesa de nenhum outro parlamento no mundo; é mais assim como uma mesa de pé-de-galo. 
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Antes que nos alarmemos, que fi que claro que os partidos na AR estão — todos sem exceção — satisfeitos com esta situação. Na passada sexta-feira, repetiram a dose. O PCP apresentou uma resolução sobre a biomassa florestal que mereceu 94 votos a favor e 96 contra. Na matemática do mundo lá fora, teria sido rejeitada. 
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Na matemática que vigora em São Bento, convocaram-se 21 espíritos de deputados ausentes e a resolução foi aprovada. Em todos os parlamentos sérios do mundo, só há uma instância em que os grupos parlamentares são contabilizados incluindo os deputados ausentes: trata-se da conferência de líderes. Na sessão plenária, a regra sagrada é contarem os deputados que se deram ao trabalho de estar presentes e ir votar: assim se passa no Parlamento Europeu, no Congresso dos EUA, na Câmara dos Comuns e por aí afora. 
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No caso português, quando o cartel partidário se substitui ao parlamentarismo, reescrevendo lhe o regimento, há um nome para o que acontece: batota. Ora, os partidos portugueses já usam e abusam da batota com a fi gura inconstitucional da disciplina de voto. Agora descobrimos que cultivam também esta fi gura extraordinária da invocação dos votos ausentes. 
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Começo a achar que a única razão para não terem já substituído o Parlamento por uma simples aplicação informática ligada a uns terminais instalados diretamente nas sedes dos partidos é porque lhes dá jeito terem as imagens dos seus políticos a trocarem dichotes para depois as poderem passar nos telejornais da noite.


O limite de velocidade e o disparate do ministro!!! Acabei de ler este artigo no Observador: http://obser




Acabei de ler este artigo no Observador: http://observador.pt/videos/programa-comentarios/o-limite-de-velocidade-e-o-disparate-do-ministro/


ONDE  O  MINISTRO  DA ADMINISTRAÇÃO  INTERNA,...LEVA  UMA  GRANDE   "RIPADA"...

terça-feira, janeiro 23, 2018

"ENVIADO POR UM LEITOR - O PERFIL DE UM CHULO"





E não há um governo que encerre a merda da ERSE! Quer este, quer o anterior.
Até era capaz de adivinhar em quem este cabrão vota. Só tenho duas dúvidas: PSD ou CDS (ou, quem sabe, PS????)
ISTO AINDA VAI ACABAR POR PROVOCAR UMA REVOLUÇÃO E O PIOR É QUE EM VEZ DE SER UM 25 DE ABRIL ATÉ PODE SER UM 28 DE MAIO.

 Mais uma golpada - Jorge Viegas Vasconcelos despediu-se da ERSE

 
É uma golpada com muita classe, e os golpeados somos nós....

Era uma vez um senhor chamado Jorge Viegas Vasconcelos, que era presidente de uma coisa chamada ERSE, ou seja, Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos, organismo que praticamente ninguém conhece e, dos que conhecem, poucos devem saber para o que serve.

Mas o que sabemos é que o senhor Vasconcelos pediu a demissão do seu cargo porque, segundo consta, queria que os aumentos da electricidade ainda fossem maiores. Ora, quando alguém se demite do seu emprego, fá-lo por sua conta e risco, não lhe sendo devidos, pela entidade empregadora, quaisquer reparos, subsídios ou outros quaisquer benefícios.

Porém, com o senhor Vasconcelos não foi assim. Na verdade, ele vai para casa com 12 mil euros por mês durante o máximo de dois
anos, até encontrar um novo emprego. Aqui, quem me ouve ou lê pergunta, ligeiramente confuso ou perplexo: «Mas você não disse que o senhor Vasconcelos se despediu?».

E eu respondo: «Pois disse. Ele demitiu-se, isto é, despediu-se por vontade própria!».

E você volta a questionar-me: «Então, porque fica o homem a receber os tais 12 000 por mês, durante dois anos? Qual é, neste país, o trabalhador que se despede e fica a receber seja o que for?».

Se fizermos esta pergunta ao ministério da Economia, ele responderá, como já respondeu, que «o regime aplicado aos membros do conselho de administração da ERSE foi aprovado pela própria ERSE». E que, «de acordo com artigo 28 dos Estatutos da ERSE, os membros do conselho de administração estão sujeitos ao estatuto do gestor público em tudo o que não resultar desses estatutos».

Ou seja: sempre que os estatutos da ERSE forem mais vantajosos para os seus gestores, o estatuto de gestor público não se aplica.

Dizendo ainda melhor:
 o senhor Vasconcelos (que era presidente da ERSE desde a sua fundação) e os seus amigos do conselho de administração, apesar de terem o estatuto de gestores públicos, criaram um esquema ainda mais vantajoso para si próprios, como seja, por exemplo, ficarem com um ordenado milionário quando resolverem demitir-se dos seus cargos. Com a benção avalizadora, é claro, dos nossos excelsos governantes.

Trata-se, obviamente, de um escândalo, de uma imoralidade sem limites, de uma afronta a milhões de portugueses que sobrevivem com ordenados baixíssimos e subsídios de desemprego miseráveis. Trata-se, em suma, de um desenfreado, e abusivo desavergonhado abocanhar do erário público. Mas, voltemos à nossa história...

 O senhor Vasconcelos recebia 18 mil euros mensais, mais subsídio de férias, subsídio de Natal e ajudas de custo.

Aqui, uma pergunta se impõe: Afinal, o que é - e para que serve - a ERSE? A missão da ERSE consiste em fazer cumprir as disposições legislativas para o sector energético.

E pergunta você, que não é burro: «Mas para fazer cumprir a lei não bastam os governos, os tribunais, a polícia, etc.?». Parece que não.

A coisa funciona assim: após receber uma reclamação, a ERSE intervém através da mediação e da tentativa de conciliação das partes envolvidas. Antes, o consumidor tem de reclamar junto do prestador de serviço.

 Ou seja, a ERSE não serve para nada.Ou serve apenas para gastar somas astronómicas com os seus administradores. Aliás, antes da questão dos aumentos da electricidade, quem é que sabia que existia uma coisa chamada ERSE? Até quando o povo português, cumprindo o seu papel de pachorrento bovino, aguentará tão pesada canga? E tão descarado gozo? Politicas à parte, estou em crer que perante esta e outras, só falta mesmo manifestarmos a nossa total indignação.


JÁ AGORA FAÇAM LÁ O FAVORZINHO DE REENVIAR PARA A V/ LISTA DE AMIGOS, COM A FOTO DO CHULO, PARA QUE FIQUE BEM CONHECIDO!

 

segunda-feira, janeiro 22, 2018

domingo, janeiro 21, 2018

Pulido news Onde estão os governantes da bancarrota ?



  «Do mal não pode nascer o bem, assim como um figo não nasce de uma oliveira: o fruto corresponde à semente». Séneca.
«Todos sabemos que o actual dirigente [Passos Coelho] teve de enfrentar a mais grave e mais longa crise económica financeira que o país viveu nos últimos 40 anos”, disse acrescentando que Passos foi “o primeiro-ministro que tirou Portugal da banca rota para onde os desmandos de outros atiraram o país”.». Rui Rio, Jornal «i», 15/0172017.
“Desmandos de outros”? “De outros”? Não percebo! Paninhos quentes atrás de paninhos quentes, há anos que assisto a isto! Não compreendo esta parcimónia, esta contenção, esta cerimónia com o único partido que até hoje lançou o país na falência e fugiu cobardemente às suas responsabilidades! Rui Rio devia ter dito claramente o seguinte: “foi Passos Coelho que tirou Portugal da bancarrota para onde José Sócrates, os seus Governos e o PS o atiraram”!
Nunca percebi muito bem o motivo pelo qual o PS, a partir de 2011, não foi permanente e sistemáticamente confrontado e responsabilizado com a ignóbil bancarrota para onde atirou o País! Nunca o quiseram fazer, nem Passos Coelho, muito menos Portas, e por isso são os principais e únicos responsáveis por o PS ter conseguido até hoje eximir-se à sua enorme responsabilidade nesse desgraçado e infausto acontecimento que fez Portugal recuar décadas!
Um dos resultados está à vista, o PS como nunca foi acusado de rigorosamente nada, lidera as intenções de voto com cerca. de 40% das mesmas, como é possível que o eleitorado lhe pague assim? Eu respondo: por se tratar de completa e rotunda ignorância dos factos. Ainda agora se viu isso na polémica acerca dos CTT – a enorme maioria dos portugueses ignorava que tinha sido Sócrates a votá-los (mais apropriadamente, a condená-los) à privatização integral (assinou-o no memorando com a Troika), pensava que tinha sido Passos Coelho e o seu Governo… inúmeros amigos meus, constatei pessoalmente, também! Fiquei chocado e escandalizado…
Isto é como a raposa que faz um raide no galinheiro, mata não sei quantas galinhas e veste a pele de cordeiro a dizer que a culpa foi do gato… do gato só se for o do Largo do Rato…
Não consigo perceber – o Espírito Santo que me explique este milagre de fazer o mal e culpar os outros e ser recompensado por isso – e nenhuma instituição ou pessoa, nenhum mortal o conseguirá fazer, só mesmo se for por intervenção divina… e reflicto no que Séneca diz e estou de acordo: deste mal não provirá bem algum…
SOCIALISMO PARA OS OUTROS
A fúria do Governo e comunistas contra os privados, é a prova da demagogia e hipocrisia!
Ora saem aos berros contra os CTT de gestão privada, por fecharem balcões?!
Será que Catarina se esqueceu que a CGD, empresa publica, na tutela do governo e por isso é ela que manda, fechou balcões por todo o País e despediu trabalhadores?!
Que o Governo que ela apoia “enterrou” do nosso dinheiro 4 mil milhões de euros, paga juros eternos a estrangeiros de 11% e mesmo assim fechou balcões e despediu trabalhadores?
Alguém a viu aos berros por isso?
É doloroso ter de assistir a tanta hipocrisia! E não há um jornalista que lhe pergunte?