domingo, fevereiro 09, 2020

"OS VELHOS À MERCÊ DE SUAS SORTE"

Há 70% de portugueses sem acesso a cuidados paliativos. Isso não incomoda as pessoas?


Uma vergonha! Promovam a matança dos velhos e dos incapazes.
Isabel Galriça Neto não esconde a “tristeza” e até a “revolta” face à possibilidade de a legalização da eutanásia vir a ser aprovada no Parlamento, quando foi chumbada na anterior legislatura. A responsável pela Unidade de Cuidados Paliativos de um dos maiores hospitais privados de Lisboa fala da sua experiência como profissional de saúde nesta área, e das prioridades que deviam anteceder qualquer debate sobre a matéria.
Em entrevista à Renascença e à agência Ecclesia, garante que a grande desigualdade que existe no acesso a estes serviços é “geográfica”, e não financeira e alerta para os perigos de uma “discussão emocional” sobre o tema, que ignore as alternativas à morte medicamente provocada, causando “pressão social” sobre as pessoas que estão em situação de maior fragilidade.
Um país que se preocupa mais com um cão do que com idoso nunca poderá ser um país com futuro. E somos os primeiros a defender os animais, mas não a todo o custo, mas não passando por cima dos valores fundamentais de uma sociedade.
Por aqui se vê a ligeireza e facciosismo com que as leis são aprovadas pela nossa deputacia parlamentar, mas, sobretudo, para lamentar
Verdadeiramente nojento! Com a “Eutanásia” a aproximar-se, neste país até ser velho vai ser considerado crime.
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À MARGEM: Se a eutanásia for aprovada, lá vão os velhos deste país para o "galheiro" de pronto. Evidentemente que muitos velhos (por aí abandonados à sua sorte), assinam sua pena capital, para se livrarem do inferno, terra, onde vegetam ao fim de sua vida. 
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A "canalha" que governa os portugueses, desejosos estão que partam, o "raio" dos velhos que lixam as finanças ao "filho da p********" do Mário Centeno, onde esse ´cangalheiro` abutre está se marimbando para o caralho dos velhos. 
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Infelizmente estamos sujeitos e ao dispor de uma canalhada que ao fim de 46 anos não conseguiram dar a vida decente que os portugueses merecem e, mais ainda, aos no fim de suas vidas. 
José Martins

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