O mundo
é das minorias e quanto mais ‘exóticas’ e ‘amorais/imorais’
são, mais cobertura têm da comunicação (dita) social e mais protecção legal
e financeira têm dos governos e instituições (ditas) democráticas e
‘humanitárias’
E se
essas minorias praticam repetidamente (e ‘todos os dias’) crimes hediondos –
e praticam, pois praticam – os seus autores estavam certamente com
graves ‘problemas psíquicos’ (pelo que não devem ser punidos ao nível que as
suas acções merecem).
A
missão ‘humanitária’ ocidental (não, eles não se ‘metem’ com os chineses, por
exemplo: eles têm ‘problemas psíquicos’ mas não
são ‘parvos’) diz que devem ser ‘recuperados’, porque verdadeiramente a
culpa não é só deles – é da sociedade que é injusta. Ficarão
– depois de ‘recuperados e subsidiados devidamente’ – prontos para
‘outra’.
É o que temos.
António Franco
Preto
12 de Fevereiro de 2020
Sou um "perigo social"
Ser anti-feminista, branca, heterossexual, anti-marxista,
anti-drogas, pró-vida e do povo transforma-me num alvo a "abater"
Porquê?
Porque faço parte da maioria e hoje as maiorias são para aniquilar
07 Fev 2020 - Cristina Miranda
Descobri que sou um “perigo social”. Uma ameaça a esta sociedade que se diz “progressista”, mas que nada fez senão regredir à sua forma mais primitiva. Ser anti-feminista, branca, heterossexual, anti-marxista, anti-drogas, pró-vida e do povo, transforma-me num alvo a “abater”. Porquê? Ora, porque faço parte da maioria e hoje as maiorias são para aniquilar.
Descobri que sou um “perigo social”. Uma ameaça a esta sociedade que se diz “progressista”, mas que nada fez senão regredir à sua forma mais primitiva. Ser anti-feminista, branca, heterossexual, anti-marxista, anti-drogas, pró-vida e do povo, transforma-me num alvo a “abater”. Porquê? Ora, porque faço parte da maioria e hoje as maiorias são para aniquilar.
Não
se pode ser anti-feminista mesmo sendo mulher. Não pode. Porque as mulheres têm de ser feministas custe o que custar, porque se
não o forem são contra as mulheres (ah! ah! ah!). Acontece que não sou
feminista precisamente porque defendo a liberdade e igualdade para todos
os indivíduos e, por isso, não posso estar do lado de quem reivindica
liberdade para as mulheres sonegando as liberdades aos homens, de
quem hoje transformou uma luta por direitos numa espécie de “luta de classes”
pela supremacia feminina. E não, não devo a minha liberdade às
feministas. Devo-o às Mulheres corajosas que um dia resolveram lutar pelos seus
direitos humanos como se luta pelos direitos das crianças, negros, cristãos e
tantos outros, e a quem alguém chamou de “feminismo” como se lutar por direitos
fosse um exclusivo feminino. Devo-o a mim que com a minha determinação nunca
baixei os braços na conquista dos meus ideais e por mérito cheguei onde quis.
Também
sou branca o que é grave. Porque os brancos são a razão de todos os males no
planeta. São os que discriminaram, os que escravizaram, os que dominaram. As
minorias são puras, castas e “coitadinhas”. Nunca fizeram mal a alguém. Deve
ser por isso que, quando em maioria, como na África do Sul, andam a chacinar
brancos; na Nigéria o Boko Haram persegue cristãos e escraviza meninas e, por
cá, quando são negros a arrancar um punhado de cabelos a uma rapariga branca
numa luta violenta por razões fúteis, nenhum SOS Racismo se importa com isso. Ah!
E a palavra “slave” vem de eslavo, da etnia eslava da Europa de Leste,
que foi escravizada por muçulmanos. Pois.
Ser
heterossexual também é pecado porque é “anti-natura”. Dizem eles. Se nascemos “sem género” o “normal” é amarmo-nos todos uns aos
outros sem tabus, mulher com mulher, homem com homem, crianças com adultos,
irmãos com irmãs, pais com filhos. O amor tem de ser vivido sem restrições
impostas pela sociedade (???). Em liberdade absoluta. Que o digam os defensores
da Ideologia de Género, que já se ensina nas escolas aos meninos da primária.
Ser
anti-marxista, também não. Esta ideologia que matou milhões de inocentes
para impor-se e mesmo assim não conseguiu vingar, infiltrou-se na sociedade
com o revisionismo de Gramsci, promovendo a inversão dos
valores sociais: os professores são agredidos pelos pais a soco e pontapés,
quando chamam a atenção a miúdos indisciplinados; os polícias são recebidos à
pedrada e conotados de racistas quando são chamados a intervir em rixas de
moradores; os professores são estimulados a passar alunos com 7 negativas
e o superior a deixar entrar com média negativa para dar a
hipótese de todos serem “dótores”; às crianças de 5 anos é-lhes ensinado que
não há sexos e podem ser o que quiserem (homem, mulher, trans, e por aí fora);
ao homem é-lhe dito que por ser homem é opressor e tem de lhe ser retirado
direitos. E tantas outras parvoíces marxistas. Não defender isto é ser
“fascista de extrema-direita”.
Ser
anti-drogas? Ui! Essa então é fatal. Então onde já se viu proibir a
liberdade individual de cada um se drogar à vontadinha, em espaços públicos e
com apoio do Estado? Isso é “ditadura”, dizem eles. Promover uma sociedade
limpa de estupefacientes que aliena as pessoas é coisa de “conservadores
extremistas”.
Ser
pró-vida é ainda pior mesmo numa sociedade que tem pílulas para tudo até para o
dia seguinte e camisinhas, de borla. Os abortos são um “direito anticoncepcional” onde cada indivíduo
tem o poder de decidir se mata ou não uma criança porque ela cresce no seu
corpo. É propriedade sua. Dizem. Por isso, considera-se normal que haja
adolescentes já com 12 abortos no currículo e leis que permitem matar bebés à
nascença. Tudo “normal” em nome do progressismo, para depois se defender que é
preciso bebés estrangeiros para aumentar a natalidade (Ah! Grande George
Soros!).
E
ser do povo? Oh, que tragédia! Escrever nos mais conceituados jornais e blogues
existentes e ter milhares de seguidores por conseguir através da minha escrita
chegar a toda a gente, sem excepção, horroriza a classe intelectual que não me
perdoa por tamanho “atrevimento” e que se acha dona e senhora destes espaços,
ridicularizando ou menosprezando todos aqueles que escrevem e pensam de forma
mais popular. Uma blasfémia, portanto.
Sou mesmo um “perigo social”.
Repassado
por JAML

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