Maquiavelismos Ultra em
Portugal e PALP.
No “terramoto” que se
passa entre a Isabel dos Santos (IdS)e o João Lourenço, o Novo PR de Angola, o
nosso 1º M tem procurado manter o maior afastamento possível.
Porquê?
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jjmc mandou-me basta
doumentação demonstrativa das “negociatas” entre responsáveis dos governos
portugueses Passados, sublinhe-se, e Isabel dos Santos quando era “dona” da
Sonangol e da maior parte das melhores empresas de Angola.
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Ao todo jjmc
mandou-me 13 fotos com os
respectivos nomes e os cargos que desempenharam em Portugal (ministros, etc.,
etc.), que depois de deixarem esses cargos tomaram outros em Angola
(presidentes de Bancos Angolanos, et., etc.). com “compadrio” descarado da
então toda poderosa filha do então PR angolano, Pai dela. Daí, certamente
resultaram “chorudas quantias” nos bolsos dos beneficiados que eram uns 2/3 “afectos
ao PSD” e 1/3 “afecto ao PS”.
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Mas, claro, tinha de
haver (ou deve ter havido) “contrapartidas” em Portugal, favorecimentos
durante a “governança” desses rensponsáveis. Só assim se compreende as várias
“trumpalhices” que IdS fez e a levaram a ter a maioria das acções da EFACEC,
onde ela pôs dois seus “apangas” a vigiaram elementos de todo o pessoal,
incluindo os quadros superiores, quando estes iam, por exº, à WC.
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Por ventura
com estratégias semelhantes chegou a ter uma boa parte do seu “Império
Empresarial” em Portugal: Banco
BIC Português, Banco BCP Millennium, NOS, Galp Energia, Efacec, Lusitânia, Brisa ou Allianz.
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Seguramente que o 1º M está bem por dentro de tudo o que acima refiro. E
como há elementos importantes do PS envolvidos (não ele), o melhor é o
afastamento acima referido. Neste, como em muitos outros casos, o nosso 1º M usa
o seu “Ultra-Maquiavelismo” (Note-se que, ao contrário do que muita gente pensa
(e até escreve) Maquiavel não foi um “monstro diabólico ávido de poder”. Maquiavel foi filósofo, historiador, poeta, ... Em sua obra “O
Príncipe”, defendeu a centralização do poder político e não propriamente o
absolutismo.
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O
nosso 1º M teve uma mãe
branca, Senhora e muito valor em Letras e não só. O Pai, goês, algo escuro, era
um prosador algo modesto.
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O
nosso 1º M saíu mais à Mãe que ao Pai, tendo por acréscimo algo que ele terá
retirado de leituras de livros de Maquiavel. Quando resolveu entrar na Política
a fundo, resolveu também procurar usar de forma ampliada as práticas indicadas
por Maquiavel.
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E diga-se, em
abono da verdade, que as tem posto em prática com sucesso em todos os problemas
que lhe aparecem na governação e nas “estratégias” que usa para voltar a
conquistar o poder. (Não quero com tudo o que acima escrevi, dizer que sou
racista.
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Nunca o fui, nem serei. Também quero dizer com muitas das práticas e
acções legais que se fazem para reduzir a “gritaria” dos canhotos que estão do
lado esquerdo dele “envenenam” a juventude e produzem uma sociedade de
pessoas egoístas, com alguns criminosos pelo meio que não são devidamente
castigados, reclamando constantemente direitos, mas nunca aceitando deveres.).
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O conceito de Autoridade anda de rastos. É bem sabido que o Bloco de Esquerda
(BE) é contra toda espécie de autoridade: Polícia de Segurança Pública que sabe
haver ladrões e negociantes de droga, num dado bairro e o cerca, os criminosos
respondem com fogo de armas sobre a Polícia para tentarem romper o cerco.
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A
Polícia responde e fere um dos bandidos. O bandido é solto de imediato pelo
Tribunal e o Polícia vai a julgamento.
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Os programas de várias disciplinas do Ensino Básico,
nomeadamente o de “História de Portugal” (e o de “História Universal”) contêm
Falsidades incríveis como a de dizerem que os Portugueses de Antanho
os Colonos da Ante-Descolonização “Exemplar” só exploraram os povos com os
quais contactaram.
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Na Pós-Descolonização, vê-se dia a dia a miséria em que
vivem as populações e as lutas partidárias que levaram à morte de Savimbi e de
muito milhares de companheiros em Angola e à Guerra que ainda continua entre a
Frelimo e a Renamo que também já levou a outros milhares de mortos em Moçambique.
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Em Moçambique as coisas estão hoje
ainda piores: Uma mistura com milhares de terroristas e bandidos está
infiltrada nas polícias e no próprio Exército, tendo o Governo de Maputo perdido
visivelmente o controlo da parte norte do País, nomeadamente a que está próxima
do Rio Rovuma.
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Mesmo nas grandes cidades como Maputo e Beira, os
sequestros de estrangeiros são frequentes: até os “Médicos sem
fronteiras” têm de fugir da Beira para não serem sequestrados e mortos quando o sequestro de
milhares de dólares não é logo pago.
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Não cabe aqui indicar muitos outros aspectos resultantes
da Descolonização “Exemplar” do Mário Soares tendo sempre por detrás o Cunhal.
JBM - Um leitor do Aquitailandia

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