sexta-feira, fevereiro 21, 2020

Maquiavelismos Ultra em Portugal e PALP.


 Maquiavelismos Ultra em Portugal e PALP.
No “terramoto” que se passa entre a Isabel dos Santos (IdS)e o João Lourenço, o Novo PR de Angola, o nosso 1º M tem procurado manter o maior afastamento possível.
Porquê?
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jjmc mandou-me basta doumentação demonstrativa das “negociatas” entre responsáveis dos governos portugueses Passados, sublinhe-se, e Isabel dos Santos quando era “dona” da Sonangol e da maior parte das melhores empresas de Angola. 
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Ao todo jjmc mandou-me 13 fotos com os respectivos nomes e os cargos que desempenharam em Portugal (ministros, etc., etc.), que depois de deixarem esses cargos tomaram outros em Angola (presidentes de Bancos Angolanos, et., etc.). com “compadrio” descarado da então toda poderosa filha do então PR angolano, Pai dela. Daí, certamente resultaram “chorudas quantias” nos bolsos dos beneficiados que eram uns 2/3 “afectos ao PSD” e 1/3 “afecto ao PS”.
Mas, claro, tinha de haver  (ou deve ter havido) “contrapartidas” em Portugal, favorecimentos durante a “governança” desses rensponsáveis. Só assim se compreende as várias “trumpalhices” que IdS fez e a levaram a ter a maioria das acções da EFACEC, onde ela pôs dois seus “apangas” a vigiaram elementos de todo o pessoal, incluindo os quadros superiores, quando estes iam, por exº, à WC. 
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Por ventura com estratégias semelhantes chegou a ter uma boa parte do seu “Império Empresarial” em Portugal: Banco BIC Português, Banco BCP Millennium, NOS, Galp Energia, Efacec, Lusitânia, Brisa ou Allianz.
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Seguramente que o 1º M está bem por dentro de tudo o que acima refiro. E como há elementos importantes do PS envolvidos  (não ele), o melhor é o afastamento acima referido. Neste, como em muitos outros casos, o nosso 1º M usa o seu “Ultra-Maquiavelismo” (Note-se que, ao contrário do que muita gente pensa (e até escreve) Maquiavel não foi um “monstro diabólico ávido de poder”. Maquiavel foi filósofo, historiador, poeta, ... Em sua obra “O Príncipe”, defendeu a centralização do poder político e não propriamente o absolutismo.
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O nosso 1º M teve uma mãe branca, Senhora e muito valor em Letras e não só. O Pai, goês, algo escuro, era um prosador algo modesto.
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O nosso 1º M saíu mais à Mãe que ao Pai, tendo por acréscimo algo que ele terá retirado de leituras de livros de Maquiavel. Quando resolveu entrar na Política a fundo, resolveu também procurar usar de forma ampliada as práticas indicadas por Maquiavel. 
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E diga-se, em abono da verdade, que as tem posto em prática com sucesso em todos os problemas que lhe aparecem na governação e nas “estratégias” que usa para voltar a conquistar o poder. (Não quero com tudo o que acima escrevi, dizer que sou racista. 
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Nunca o fui, nem serei. Também quero dizer com muitas das práticas e acções legais que se fazem para reduzir a “gritaria” dos canhotos que estão do lado esquerdo dele  “envenenam” a juventude e produzem uma sociedade de pessoas egoístas, com alguns criminosos pelo meio que não são devidamente castigados, reclamando constantemente direitos, mas nunca aceitando deveres.). 
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O conceito de Autoridade anda de rastos. É bem sabido que o Bloco de Esquerda (BE) é contra toda espécie de autoridade: Polícia de Segurança Pública que sabe haver ladrões e negociantes de droga, num dado bairro e o cerca, os criminosos respondem com fogo de armas sobre a Polícia para tentarem romper o cerco. 
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A Polícia responde e fere um dos bandidos. O bandido é solto de imediato pelo Tribunal e o Polícia vai a julgamento. 
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Os programas de várias disciplinas do Ensino Básico, nomeadamente o de “História de Portugal” (e o de “História Universal”) contêm Falsidades incríveis como a de dizerem que os Portugueses de Antanho os Colonos da Ante-Descolonização “Exemplar” só exploraram os povos com os quais contactaram. 
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Na Pós-Descolonização, vê-se dia a dia a miséria em que vivem as populações e as lutas partidárias que levaram à morte de Savimbi e de muito milhares de companheiros em Angola e à Guerra que ainda continua entre a Frelimo e a Renamo que também já levou a outros milhares de mortos em Moçambique. 
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Em Moçambique as coisas estão hoje ainda piores: Uma mistura com milhares de terroristas e bandidos está infiltrada nas polícias e no próprio Exército, tendo o Governo de Maputo perdido visivelmente o controlo da parte norte do País, nomeadamente a que está próxima do Rio Rovuma.
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Mesmo nas grandes cidades como Maputo e Beira, os sequestros de estrangeiros são frequentes: até os “Médicos sem fronteiras”  têm de fugir da Beira para não serem sequestrados e mortos quando o sequestro de milhares de dólares não é logo pago.
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Não cabe aqui indicar muitos outros aspectos resultantes da Descolonização “Exemplar” do Mário Soares tendo sempre por detrás o Cunhal.
JBM - Um leitor do Aquitailandia      

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