La Piostra foi uma série televisiva sobre a Máfia Italiana, nada mais parecido com Portugal desde há quase 46 anos com especial incidência durante o "reinado" sócrates e desde 2015.
O Polvo (la Piostra) configura o comportamento do Partido Socialista liderado
por um Burgesso de Currículo Fraquíssimo mas Esperteza Saloio/Vigarista que
começou por Assaltar Portugal e os Portugueses (a quem pouco ou nada interessa
envolverem-se) começando por Transformar a Política num Jogo de Interesses
Pessoais, Partidários, Eleitoralistas, tendo que se prostituir ao PCP dos
Sindicatos e da Função Pública e ao B€ da Moral (a que quer obrigar os
outros) para garantir o Apoio Parlamentar, descartando-os assim que pôde;
apoderou-se da Política, da Economia, de Instituições, Comunicação
Social, sempre a estender os Nojentos Tentáculos para alargar as suas
Zonas de Influência tipo Saúde, Banca, Empresas, Justiça, enfim, todas as
Áreas Estratégicas que lhe permitem, DITATORIALMENTE, gerir Portugal e os
Portugueses como Mal Entender e Melhor Lhe Convier, tudo isto porque o Povo
Subjugado é Incapaz de se Rebelar. 10-02.20
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por António Costa, Publisher
Centeno no Banco de Portugal. É andar, é andar, não se
passa nada…
Agora que o Orçamento do
Estado para 2020 foi aprovado no
Parlamento -- falta agora
a promulgação do Presidente da
República para entrar em vigor --, a discussão é sobre o futuro de Mário
Centeno e a cada dia que passa a sua saída mais parece o segredo mais mal
guardado do mundo. Estranho é que todos, incluindo Rui Rio (a que propósito é que o Grande Amigo de a. costa seria
diferente?), aceitem
como normal a sua nomeação para governador do Banco de Portugal. Qual
independência, qual conflito de interesses?
Mário Centeno ficará na galeria dos ministros das Finanças com o
cumprimento do objetivo de excedente orçamental, eventualmente até já em 2019,
é um economista que vem do Banco de Portugal e chegou a presidente do
Eurogrupo. Tem, portanto, curriculum para ser governador, talvez até o mais bem
preparado de todos os potenciais candidatos. Não são, por isso, as suas
competências que estão em causa, nem sequer o seu perfil para o lugar. O que
está em causa é outra coisa, é a credibilidade e independência das
instituições.
O Banco de Portugal faz parte do Sistema Europeu de Bancos Centrais, tem
várias responsabilidades próprias e independentes???
do Governo, seja na supervisão financeira, na resolução bancária, seja na
política macroprudencial ou até na produção de estatísticas económicas e
financeiras. E está, por isso mesmo, impedido de financiar o Estado seja
por que via for. Está na essência do sistema a independência do governador e,
dirão, a nomeação de Mário Centeno poderá até preencher os requisitos formais, mas
será que preenche os requisitos políticos? O ministro das
Finanças que impôs administradores ao governador Carlos Costa tem
mesmo condições para ser independente do Governo a que pertenceu? Quais serão os
mecanismos que permitirão assegurar o escrutínio desse mandato relativamente ao
Governo? NENHUNS.
Aliás, Centeno tentou -- e ainda não se percebeu o que falhou -- mudar o
sistema de supervisão, do Banco de Portugal, da CMVM e da Autoridade de Seguros
e Pensões e é legítimo perguntar se já estava a pensar nas suas novas
funções de supervisor bancário quando desenhou aquele projeto.
Estranhamento, o caminho está a fazer-se, como se nos estivessem a habituar
à ideia de que a nomeação de Mário Centeno para governador do Banco de Portugal
é uma coisa normal, e aceitável. E se até o líder da oposição (o líder da Oposição que durante 4 anos não Fez Porra de
Oposição Nenhuma NEM DEVIA SER PARA AQUI CHAMADO) não
vê mal nenhum nisto... extraordinário (...àriamente MUITO MAU LÍDE)
A confirmação da sua nomeação para governador do Banco de Portugal será um
péssimo sinal, mais um, do que é o modelo de governação em Portugal, da
independência das instituições,dos pesos e contrapesos
entre essas instituições e, mais do que isso, do que é, para este Governo e
para este Partido Socialista, a diferença entre o Partido e o Estado,
transformados num só.
Recebido
de JAML

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