terça-feira, fevereiro 11, 2020

LA PIOSTRA



La Piostra foi uma série televisiva sobre a Máfia Italiana, nada mais parecido com Portugal desde há quase 46 anos com especial incidência durante o "reinado" sócrates e desde 2015.

     O Polvo (la Piostra) configura o comportamento do Partido Socialista liderado por um Burgesso de Currículo Fraquíssimo mas Esperteza Saloio/Vigarista que começou por Assaltar Portugal e os Portugueses (a quem pouco ou nada interessa envolverem-se) começando por Transformar a Política num Jogo de Interesses Pessoais, Partidários, Eleitoralistas, tendo que se prostituir ao PCP dos Sindicatos e da Função Pública e ao B€ da Moral (a que quer obrigar os outros) para garantir o Apoio Parlamentar, descartando-os assim que pôde; apoderou-se da Política, da Economia, de Instituições, Comunicação Social, sempre a estender os Nojentos Tentáculos para alargar as suas Zonas de Influência tipo Saúde, Banca, Empresas, Justiça, enfim, todas as Áreas Estratégicas que lhe permitem, DITATORIALMENTE, gerir Portugal e os Portugueses como Mal Entender e Melhor Lhe Convier, tudo isto porque o Povo Subjugado é Incapaz de se Rebelar.  10-02.20 

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por António Costa, Publisher

Centeno no Banco de Portugal. É andar, é andar, não se passa nada…

Agora que o Orçamento do Estado para 2020 foi aprovado no

Parlamento -- falta agora a promulgação do Presidente da


República para entrar em vigor --, a discussão é sobre o futuro de Mário Centeno e a cada dia que passa a sua saída mais parece o segredo mais mal guardado do mundo. Estranho é que todos, incluindo Rui Rio (a que propósito é que o Grande Amigo de a. costa seria diferente?), aceitem como normal a sua nomeação para governador do Banco de Portugal. Qual independência, qual conflito de interesses?

Mário Centeno ficará na galeria dos ministros das Finanças com o cumprimento do objetivo de excedente orçamental, eventualmente até já em 2019, é um economista que vem do Banco de Portugal e chegou a presidente do Eurogrupo. Tem, portanto, curriculum para ser governador, talvez até o mais bem preparado de todos os potenciais candidatos. Não são, por isso, as suas competências que estão em causa, nem sequer o seu perfil para o lugar. O que está em causa é outra coisa, é a credibilidade e independência das instituições.

O Banco de Portugal faz parte do Sistema Europeu de Bancos Centrais, tem várias responsabilidades próprias e independentes??? do Governo, seja na supervisão financeira, na resolução bancária, seja na política macroprudencial ou até na produção de estatísticas económicas e financeiras. E está, por isso mesmo, impedido de financiar o Estado seja por que via for. Está na essência do sistema a independência do governador e, dirão, a nomeação de Mário Centeno poderá até preencher os requisitos formais, mas será que preenche os requisitos políticos? O ministro das Finanças que impôs administradores ao governador Carlos Costa tem

mesmo condições para ser independente do Governo a que pertenceu? Quais serão os mecanismos que permitirão assegurar o escrutínio desse mandato relativamente ao Governo? NENHUNS.

Aliás, Centeno tentou -- e ainda não se percebeu o que falhou -- mudar o sistema de supervisão, do Banco de Portugal, da CMVM e da Autoridade de Seguros e Pensões e é legítimo perguntar se já estava a pensar nas suas novas funções de supervisor bancário quando desenhou aquele projeto.

Estranhamento, o caminho está a fazer-se, como se nos estivessem a habituar à ideia de que a nomeação de Mário Centeno para governador do Banco de Portugal é uma coisa normal, e aceitável. E se até o líder da oposição (o líder da Oposição que durante 4 anos não Fez Porra de Oposição Nenhuma NEM DEVIA SER PARA AQUI CHAMADO) não vê mal nenhum nisto... extraordinário (...àriamente MUITO MAU LÍDE)


A confirmação da sua nomeação para governador do Banco de Portugal será um péssimo sinal, mais um, do que é o modelo de governação em Portugal, da independência das instituições,dos pesos e contrapesos entre essas instituições e, mais do que isso, do que é, para este Governo e para este Partido Socialista, a diferença entre o Partido e o Estado, transformados num só.
Recebido de JAML


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