OPINIÃO: A morte na primeira pessoa // António Barreto
Bom dia
Uma opinião
A discussão da
Eutanásia em Portugal, tem razões malignas dos políticos.
Quando ainda existe
muita gente em Portugal que vive em condições indignas, discutir a morte tem
razões economicistas.
A população cada vez
vive até mais tarde, no seu fim de vida causa elevadas despesas ao SNS e tira
dinheiro à Segurança Social.
Se os governantes se
apanham com a Lei a favor da Eutanásia o grande negócio de futuro são as
funerárias, pobres de nós que se formos muitas vezes ao Hospital eles matam-nos
para poupar.
comentários de um amigo
Quem paga mais, para
este DESGOVERNO manter o PODER a todo o custo? A vida dos incómodos da peste
grisalha a troco da aprovação do Orçamento p se poder haver manutenção no Poder
?
A Holanda já oferece
pílulas de morte para os cansados da Vida , às tantas os velhinhos são
obrigados a engolir essas pupilas a contra gosto em.nome da poupança recursos e
da "produtividade" assassina. Não é por acaso que os idosos
holandeses fogem da Holanda com medo de serem eutanasiados à força.
Já estou a imaginar a
caça aos velhinhos holan deses no Algarve pela polícia portuguesa e europeia
pelo CRIME de quererem viver mais do que o limite legal imposto na Holanda.
A continuar assim esta
aberração satânica, a breve prazo, o conceito de limite legal de VIDA será
definido no futuro com base na produtividade .
Não rende o
suficiente, é imediatamente abatido para dar lugar aos jovens mais produtivos .
Está com doença
crónica e já não tem tanta vitalidade produtiva ? Abate -se pura e simples.
Nasceu com defeito
genético e com .limitações físicas ou doenças auto imunes degenerativas ? Imediato
abate deste GADO HUMANO não produtivo.
Mais adiante nesta
BIZARRIA tresloucada , é saudável sem.problemas de saúde mas não tem
produtividade minima exigida pelas GDES CORPORAÇÕES NAZIONISTAS DA NOM ? Faça
-se o abate humano porque não preenche os critérios de produtividade minina.
ESTAMOS PERIGOSAMENTE
A CAMINHAR PARA UMA SOCIEDADE SATÂNICA EUGENICA TRESLOUCADA DA SINISTRA NOM
,ONDE A CONDIÇÃO HUMANA SERÁ TRUCIDADA E O.MUNDO SERÁ CONTROLADO POR UNS
MALIGNOS DEMONÍACOS TRESLOUCADOS PSICOPATAS OBCECADOS COM A CONQUISTA DO PODER
GLOBAL PLANETÁRIO .
Christine Lagarde, fue
directora gerente de FMI y afirmó que los ancianos son un peligro para la
economía por lo que propone que: “Los ancianos viven demasiado y eso es un
riesgo para la econ…
SERÁ QUE ESTA sra. ESTÁ IMUNE ASSIM COMO
AOS QUE PERTENCEM AO SEU CLUB???
JP
Sobre este site
leydominical.wordpress.com
Christine Lagarde:
“Los ancianos viven demasiado y es un riesgo para la economía mundial”
¡¡COMPARTE!!
Christine Lagarde, fue
directora gerente de FMI y afirmó que los ancianos son un peligro para la
economía por lo que propone que: “Los ancianos viven demasiado y eso es un
riesgo para la econ…
RECORDANDO UM TEXTO
QUE CONTINUA ACTUAL E COM DESFECHO CURTO
"A ditadura
carece de Demagogia no discurso porque suprime as oposições sociais e
políticas, enquanto a Democracia as cultiva e incentiva.
Não é só de hoje que o
país encontra demagogos. A experiência histórica portuguesa do final da
monarquia e durante toda a República parece mais uma parada de pavões que uma
ordeiro formigueiro de atarefados trabalhadores e soldados.
Portanto, os regimes
demagógicos são a especialidade portuguesa, que contrastam só com ditaduras
famosas e que têm nome: a ditadura de João Franco, ministro do Rei Dom Carlos,
a Ditadura de Sidónio Pais, a Ditadura de Salazar. Esta experiência de
Ditaduras também é portuguesa e em geral partilhada com outros países do globo,
embora a análise do tipo de regime caiba por inteiro a Carl Schmmit, no seu
ensaio de Doutoramento, A Ditadura.
De facto a ditadura
carece de Demagogia no discurso porque suprime as oposições sociais e
políticas, enquanto a Democracia as cultiva e incentiva. A democracia não
representa qualquer ameaça à demagogia, por esta é apenas a sua degenerescência.
Um regime que a
própria democracia pode engendrar quando não encontra limites aceitáveis para a
mentira razoável. A mentira torna-se a textura da vida política e social,
demagogos e povo mentem, não há palavra, há apenas promessas vãs e inúteis e um
multiplicar de palavras marteladas, prejudiciais ao entendimento do que se está
a passar.
São tempos baixos,
assolados por um primarismo atroz na linguagem, acossado por iniciativas
necessariamente curtas de vista, devastado por leis iníquas e mentirosas. É o
pântano, nem há mar, nem montanha, nem terra firme. E no pântano só prosperam
aqueles que pertencem ao núcleo predador das criatura ao pântano: crocodilos,
jacarés, lagartos, abutres comedores de carne podre. A mentira gera o seu ciclo
de desgraças e quer se queira, quer não, é sempre uma mentira. O pior é que as
mentiras tornam-se cada vez mais graves, mais caras, mais hediondas. A
experiência em Demagogia das cidades gregas saldou-se pelo apagamento das suas
culturas, do seu poder e finalmente do seu nome. As que sobreviveram tiveram de
mudar de regime por força dos cidadãos que entendiam ao tempo mais de política
que o português médio.
É consensual que a
Democracia nos novos tempos sai caro aos países. Cada competição faz gastar
fortunas sem se apurar com isso seja o que for, porque tudo depende da resposta
que a sociedade deu a perguntam tão simples quanto estas: quem vota? Quem se
apresenta para ser votado? Como se apuram os resultados? Um sistemas criam
sistematicamente maiorias e não podia deixar de ser assim, outros sistemas como
o nosso preparam minorias e governos de minoria, deixando sempre tudo suspenso.
É consensual que se em tempos normais isto é difícil de aguentar, em tempos de
crises violentas, simultâneas e com colapsos de sectores inteiros, tal sistema
é o pior dos piores e por isso eu sempre detestei esta Constituição de Pântano,
escrita quando o país era um grande pântano, a aguardar definição entre a
planície e a montanha. Apesar de reformada várias vezes continua a ser o mesmo
texto imprestável que era ao início.
Permitia tudo, desde
os desmandos de Vasco Gonçalves, até golpadas do PCP, passando pela golpada
final dos civis ansiosos de se sentar nas cadeiras do poder.
Todavia o que sobre de
tudo, num arco partidário arco-íris é a demagogia. Até com as crises, que mais
parecem um Maelstrom, os políticos são capazes de fazer demagogia, de se
atribuírem culpas, de discutirem necessidades, sem ver o tsunami que aí vem a
uma velocidade estonteante e escondendo a situação ao povo votante. Com a múmia
a dizer umas palavras de encorajamento e a dar uns conselhos de cães de palha.
De facto chegou-se ao
fim do sistema, esgotaram-se as possibilidades e caminhos abertos na revolução
do 25 de Abril. Esgotou-se tudo. Abusaram da nossa paciência, foram-nos ao
bolso e planeiam saquear-nos.
Mas, a verdade é só
uma: O povo merece o que tem.
António Marques Bessa
in "O
Diabo", n.º 1789, 12 de Abril de 2011.
Realmente em um País
com custos descontrolados na SAÚDE e sem serviços de PALIATIVOs para os
necessitados, o mais ECONÓMICO e QUIÇÁ uma formula de controlar o orçamento da
SAÚDE é legalizar a EUTANÁSIA e ou o SUICÍDIO assistido... sem antes dar a
possibilidade a todos de escolha entre a morte e a vida sem dor.
Coisas de Países com
parlamentares e governantes EVOLUÍDOS...
OPINIÃO / A morte na
primeira pessoa
O “referendo à
eutanásia” é para mim desajustado e equívoco, mas percebo que haja quem o
queira, até para tentar contrariar uma provável maioria parlamentar. Se houver,
lá estarei. Se houver assinaturas em quantidade suficiente, se houver pressão
social (da Igreja, por exemplo), se houver debate e sobretudo tempo, faça-se!
16 de Fevereiro de
2020, 8:06 CONTEÚDO EXCLUSIVO
No debate sobre a
eutanásia e o suicídio assistido, há elementos lamentáveis. As confusões
deliberadas, feitas por políticos, activistas e jornalistas, entre suicídio
assistido e eutanásia, assim como entre eutanásia activa e passiva, ou entre
eutanásia voluntária e involuntária, são o resultado da ignorância ou da
vontade de enganar. É igualmente deplorável que se trate o referendo como uma
faculdade de mero oportunismo: quando convém, somos a favor do referendo;
quando se receia o resultado, somos contra. É finalmente lastimável que haja
quem utilize um tema como este para incomodar um partido ou obrigar a
realinhamentos partidários. Mas paciência! A democracia é assim. A política
também. Não vale a pena aspirar, nem sequer em temas como este, a uma discussão
serena.
Como sempre, o debate sobre a substância transforma-se em discussão sobre
os procedimentos e as intenções. O recurso ao referendo, por exemplo. É um
clássico. Defendem-no os que têm possibilidades de ganhar, os que querem
incomodar os adversários e os que desejam compensar uma previsível derrota no
Parlamento. Os seus adversários são exactamente o contrário. A mesma pessoa ou
o mesmo partido pode ser sucessivamente a favor ou contra.
Sou geralmente
favorável ao referendo e à iniciativa popular. Gosto de referendos, com serenidade,
peso e medida. São mecanismos de recurso ao soberano com méritos evidentes:
associam a população a decisões importantes, implicam as pessoas em obra comum,
fortalecem uma decisão, permitem que muita gente se associe à política sem ser
exclusivamente pela via partidária e dão a oportunidade a um debate público. Mas
também com enormes defeitos, como sejam a demagogia, o populismo e a
simplificação de problemas complexos para além dos limites razoáveis. E bem
sabemos que os referendos, a quente, podem ser demagógicos.
Não me parece razoável
recorrer a referendos para certas questões que impliquem a vida, a religião e
alguns direitos fundamentais. Mas, se houver quem queira e se existir uma
percentagem importante de pessoas e de instituições que o pretendem, então que
se faça! Mesmo se não concordo. Sempre defendi o referendo da Constituição e da
integração europeia, que nunca se fizeram, mas não defendi o referendo ao
aborto, que se fez. Não apoiaria um referendo aos impostos (“Concorda com a
percentagem máxima de 10% do rendimento para o volume de impostos pagos?”), mas
percebo que haja quem o queira e iria votar se houvesse. O problema é que não
se pode gostar dos referendos quando convém e eliminar a hipótese quando há
riscos de perder.
O “referendo à
eutanásia” é para mim desajustado e equívoco, mas percebo que haja quem o
queira, até para tentar contrariar uma provável maioria parlamentar. Se houver,
lá estarei. Se houver assinaturas em quantidade suficiente, se houver pressão
social (da Igreja, por exemplo), se houver debate e sobretudo tempo, faça-se!
Reconhecendo os
perigos do referendo, é possível imaginar dispositivos que os diminuam. Exigir
participação ou maiorias qualificadas, por exemplo. Estes mecanismos moderam os
ânimos. Mas há um outro, essencial, o tempo. Entre a proposta de um referendo e
a sua realização deveria decorrer um prazo de amadurecimento de vários anos, o
que teria o condão de diminuir a demagogia, de arrefecer os entusiasmos e de
obrigar a ponderar os argumentos. Tempo é reflexão.
Lamento que tanta
gente levada pelo entusiasmo das guerras de religião, simplifique o que não o
deve ser. E que faça amalgama de argumentos. A designação de “morte assistida”
é deliberadamente equívoca. Há uma diferença abissal entre suicídio assistido e
eutanásia. Como existe uma diferença essencial entre vários tipos de eutanásia.
Os que misturam tudo têm evidentemente intenções escondidas: incomodar os
adversários, desviar os méritos da questão ou reduzir o debate a uma batalha
campal com interesses partidários evidentes.
A minha vida é… minha!
Não é de Deus, nem do Estado, nem da família. Quero ser só eu, tão informado e
lúcido quanto possível, a decidir sobre a minha vida. São muitos os motivos que
me podem levar a querer continuar ou terminar a vida: dor, sofrimento,
desespero, resignação, arrependimento, erro, culpa, demissão, abandono, solidão
e outras. Sou adversário de qualquer decisão que dispense a minha escolha. Tentarei
elaborar um testamento vital, como tentarei dar instruções aos médicos, aos
parentes e aos amigos íntimos. Mas, se não conseguir fazê-lo (imprevisão,
acidente, perda de razão, etc.), não quero que o Estado, o médico ou um
familiar me substituam. Quero que a medicina faça o que tem a fazer, sem
encarniçamento. E isso não inclui a legalização da eutanásia. Há mil situações
de fronteira, incluindo algumas com riscos, que devem ser consideradas, em cada
caso, em cada situação, mas que não exigem lei geral. Sou favorável à
despenalização do suicídio assistido, na exacta medida em que essa decisão
depende de mim. A minha liberdade é o principal critério de decisão. E não a
religião, a dignidade, a lei ou a pressão familiar.
Os defensores da
eutanásia invocam o argumento da dignidade (na vida e na morte) da pessoa
humana. Fazem bem. E têm alguma razão. Mas não toda. Também há dignidade na
maneira como se suporta a dor e o sofrimento. Também pode haver dignidade no
modo como se desiste ou renuncia. Por isso, o argumento da dignidade não deve ser
invocado. O principal argumento é para mim a liberdade pessoal, a decisão
autónoma, expressa e conhecida.
Aludir a outras
prioridades, como sejam o desenvolvimento económico, a educação ou a corrupção
é absolutamente demagógico: objectivos e prioridades estão em planos diferentes
e não são alternativos ou incompatíveis. Do mesmo modo, a utilização do
argumento dos cuidados paliativos é semelhante. Não são alternativos. Com ou
sem eutanásia, com ou sem suicídio assistido, os cuidados paliativos são
essenciais e urgentes. Não é admissível que se dê a entender que existe uma
alternativa: eutanásia ou paliativos!
A legalização da
eutanásia involuntária é perigosa e moralmente discutível. E remete para o
médico e os serviços de saúde, públicos ou privados, decisões polémicas que não
deveriam ser as suas. Por isso, respeito a legalização do suicídio assistido.
Para quem a liberdade individual é o critério essencial, a decisão pessoal é o
factor chave. Sem o factor primordial, a decisão pessoal do doente e a sua
liberdade, a eutanásia não deve ser legalizada.
“Desligar o ventilador pode ser um acto de amor”
O direito a morrer com
dignidade
Eutanásia e suicídio
assistido, ajuda ou ameaça?

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