Fonte: recebido de um leitor
Marcelo: os portugueses são "os melhores dos melhores do mundo...."
Em tempos, (2017 salvo erro), foi decretado
pelo Presidente marcelo que os Portugueses São os Melhores; Bamos Rebê-lo:
Livro A AME… VERM... de Alb Gon, pág 199:
OS PORTUGUESES SÃO OS MELHORES, decretou o presidente
Marcelo! No progresso económico?
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No avanço científico? No civismo? Na assiduidade, disciplina e
rendimento laboral? No respeito pelo Próximo e pelas Instituições? Na
Saúde? No cumprimento de Normas e Leis? Na Pontualidade? Na Indústria
Automóvel? Nas Artes? Na Gestão Bancária pública ou privada? Em Receitas de
Bacalhau, vá lá?
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NADA DISSO que um Chefe de Estado não perde tempo
com ninharias: NO FUTEBOL! E quem ficar indiferente será considerado
Anti-Patriota, Vende-Pátria ou Pior…
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Os Portugueses, com o tempo transformados em Adolescentes
Tardios, não são avessos à Liberdade por desconhecerem os respectivos
benefícios. São avessos à Liberdade por conhecerem as suas desvantagens - e a
vantagem da atitude oposta. Na medida em que deposita o seu destino nas mãos de
cada um, a Liberdade implica Responsabilidade, Risco e uma Trabalheira
Desgraçada (isso é que já é Anti-Português), em suma, exactamente aquilo que o
Português evita ou procura evitar roçando-se diligentemente no Estado!
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É de
acreditar que desprovidos de um mínimo de emancipação, somos presa fácil de
Pantomineiros vários que, entretanto, foram descendo a um descaramento inédito.
O descaramento dos Pantomineiros que mandam vem sendo proporcional à
Vassalagem dos que obedecem. Exemplos não faltam…
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Quando, no dia seguinte a fingir comemorar a Liberdade, a
criatura que passa por primeiro-ministro informa o Parlamento que Não Lhe
Deve Satisfações (uma das funções do Parlamento é Fiscalizar os Actos do
Governo!!!???) e a proeza não implica consequências, o nosso futuro é
previsível.
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Salvo os irremediavèlmente patetas, os Portugueses sabem que a
«Liberdade de Abril» é, no mínimo, FRAUDULENTA. E sabem que a «Justiça Social»
é um eufemismo para o Controlo da Economia por uns tantos. E sabem que a
«Retórica da Causas» é um projecto de Lavagem Cerebral. E sabem que o Regime é
propriedade de Grupos, Grupelhos e Personalidades, só que,
Simplesmente Não Querem Saber! Os Portugueses querem levar a vidinha
sem sobressaltos, sem maçadas, mesmo que sem vergonha na cara, agarrados à
Promessas da Esquerda, quanto mais Esquerda mais Viciada em Prometer.
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Outros tempos... (Recebido de Jo
Sac)
“Saudades
dos tempos em que havia gordos, burros, caixa de óculos, pretos, pulas,
chineses, geeks, etc. Os burros chumbavam, não se tornavam doutores como hoje
em dia. Mas a fasquia era definida no marrão da turma, não por baixo como
agora. Somos todos iguais diz-se.
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Antes não éramos, mas o gordo tinha notas brutais e
ninguém sabia como, o caixa de óculos tinha um sentido de humor inigualável, o
preto jogava à bola como ninguém e dava-lhe à brava em inglês, o chinês tinha
vindo de outra escola e tinha histórias que não lembravam a ninguém.
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Cada um tinha um defeito, mas tinha ou lutava por
ter tantas outras qualidades. Hoje não. Somos todos iguais. Tudo é bullying,
racismo, desrespeito, xenofobia, opressão, violência.
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Antigamente quando não se distinguia o racismo da
alcunha, levava-se um chapadão na tromba e aprendia-se. E não era bullying. Era
aprendizagem. Da dura, daquela que dói mas não se esquece mais. E às vezes em
casa com os pais também se aprendia.
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Ser igual a todos era tudo que não se queria. O sem sal passava despercebido e sentia-se sozinho. Ter uma alcunha diferente era fixe. A diferença era vista com bons olhos.
Ser igual a todos era tudo que não se queria. O sem sal passava despercebido e sentia-se sozinho. Ter uma alcunha diferente era fixe. A diferença era vista com bons olhos.
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E aprendia-se uma coisa importante: rirmos de nós próprios. E não chorarmos porque alguém nos chamou isto ou aquilo. Assumia-se a gordura, o esquelético, a caixa de óculos e tudo o mais que viesse.
E aprendia-se uma coisa importante: rirmos de nós próprios. E não chorarmos porque alguém nos chamou isto ou aquilo. Assumia-se a gordura, o esquelético, a caixa de óculos e tudo o mais que viesse.
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Mas quando não se estava bem, quando não se gostava da alcunha, fazia-se uma coisa importante: mudava-se, lutava-se. Não se culpava os outros nem a sociedade.
Mas quando não se estava bem, quando não se gostava da alcunha, fazia-se uma coisa importante: mudava-se, lutava-se. Não se culpava os outros nem a sociedade.
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E falhava-se. Muitas vezes. Mas cada vez que se falhava ficava-se mais forte. E sabíamos que era assim. Que havia uns que conseguiam, outros ficavam para trás, que havia quem vencia e quem falhava.
E falhava-se. Muitas vezes. Mas cada vez que se falhava ficava-se mais forte. E sabíamos que era assim. Que havia uns que conseguiam, outros ficavam para trás, que havia quem vencia e quem falhava.
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Agora não.
Todos somos iguais, todos somos bons, todos merecemos, todos temos as mesmas oportunidades, todos somos vítimas, todos somos oprimidos, todos somos cordeiros.
Só que não Faltam ao mundo, homens e mulheres, como havia antigamente. Homens de barba rija e mulheres de pêlo na venta.”
Agora não.
Todos somos iguais, todos somos bons, todos merecemos, todos temos as mesmas oportunidades, todos somos vítimas, todos somos oprimidos, todos somos cordeiros.
Só que não Faltam ao mundo, homens e mulheres, como havia antigamente. Homens de barba rija e mulheres de pêlo na venta.”

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