As alusões interditas à homossexualidade são um mero exemplo daquilo que, nos delicados ventos que
sopram, faz atiçar as fogueiras. Também há que dedicar especial cautela ao que se
diz acerca do Género, da Raça, da Religião, e do que calha - contanto que caiba
no Índice da Contemporaneidade.
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Se um fundamentalista vai à televisão berrar palpites favoráveis ao Aborto,
é um activista pelos «Direitos Humanos» que se habilita a um Cargo Estatal e
Duas Comendas. Se, em contrapartida, alguém discretamente levanta Meia Dúzia de
Objecções a Propósito, habilita-se a Enxovalho, Intimações Verbais ou Físicas e
Exigências de «Saneamento».
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O festival não termina aqui pois a «agenda» é vastíssima, e
recua do presente ao escrupuloso Revisionismo do Passado: a cada dia
desenterra-se uma Obra, Erudita ou Popular, que urge abolir a título de
«racista», «sexista», ou qualquer outra Razão Imbecil para as
Esquerdas a alterarem. QUEM NÃO FOR DE ESQUERDA NUNCA SERÁ BOM CHEFE DE
FAMÍLIA...
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Com fúria totalitária recria-se a História à imagem de uma pretensa
«equidade» e extirpam-se eventuais «ofensas» de tudo desde Romances, Pinturas,
Documentos Milenares, etc., etc.!
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A ideia dos Vigilantes nunca é rebater o argumento divergente
mas sim impedir que a divergência sequer exista. O método oscila entre a
ridicularização extrema dos adversários e, no limite, a sua supressão sumária
do debate. Aliás, no que toca às matérias da «agenda» o objectivo é justamente
estreitar as fronteiras da discussão pública ao ponto de erradicar a própria
possibilidade de discussão ou sequer de opinião.
A RAZÃO SERÁ SEMPRE DELES SE NINGUÉM SE OPUSER.
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Observações que «eles» interditam, os controlos,
os pedidos de perdão e cursos de reeducação dispensam explicações. A fim de
evitar tais vexames as pessoas Calam-se ou Mentem deixando por vezes o Medo
vencer.
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Medo. Denúncia. Castigo. Interdito. Controlo.
Reeducação. Mentira. Notam um Padrão Familiar? É ridículo voltar à
«novilíngua» de Orwell: não, não é à toa que o ensaísta Theodore Dalrymple
compara os processos e os desígnios do Polìticamente Correcto aos da Propaganda
Soviética. O
Polìticamente
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Correcto é o evangelho comunista em versão revista e actualizada para a
época em que a Esquerda abdicou da «defesa» dos Trabalhadores (condenando
centenas de milhares à Miséria, à Fome e Pior) em «favor» (...da-se!)
das Minorias, não passando de idiotas úteis na defesa de gays, mulheres, minorias
étnicas, etc., para manter a linguagem no conceito leninista, sendo vital
manter essas minorias infantilizadas e dependentes (parasitas).
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O que realmente importa aos «campeões» do Polìticamente Correcto é derrotar
o nosso Modo de Vida, a Democracia, O OCIDENTE. Já em 1954, ainda estudante,
lembro-me de ouvir dizer O COMUNISMO ABOLIRÁ TODAS AS FRONTEIRAS: NÃO SERÁ POR
NÃO TENTAREM QUE AINDA NÃO CONSEGUIRAM; MAS TAMBÉM NÃO DESISTEM…
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A cavalo da «igualdade» o Polìticamente Correcto é A ARMA DA
ESQUERDA PARA SUBJUGAR DISSONÂNCIAS E REINAR SOBRE AS CINZAS. Chamam-lhe PC
para disfarçar pois o nome do Animal é Fascismo ou, perdendo as peneiras,
SOCIALISMO. Sendo quase infantil lembrá-lo o Alvo do Socialismo é tudo o que
não seja Socialista ou se encontre em risco de deriva.
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Para Portugal, com vista a minimizar os efeitos, e antes
que a ortodoxia o considere de «Direita» e a pisar o risco que disfarça para
ser pisado, aconselha-se uma Militância Fanática (como se houvesse doutra…) no
PCP, no B€ ou no actual PS antes de abrir a boca: POR CAUSA DAS COISAS E NUNCA
POR CAUSA DAS «CAUSAS».
CONTINUA A SER TRISTE SER BURLADO POR
VIGARISTAS E HUMILHANTE SER BURLADO POR VIGARISTAS SEM TALENTO.
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De um leitor do Aquitailandia

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