Já não restam dúvidas para a maior parte das pessoas no terreno, de que se trata de mão criminosa.
Na
maior parte dos casos o fogo aparece durante a noite, ou a partir das seis da
tarde altura em que o vento sopra no máximo e o combate às chamas se torna mais
difícil.
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Mas,
estranhamente, o governo teima em falar de falta de limpeza e prevenção, raramente
fala em intenção criminosa e nunca admite a hipótese de crime organizado”.
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Negócios
da Semana – intervenção de Clemente Pedro Nunes, prof. do Superior Técnico:
“Estamos perante uma situação que é gravíssima. O número de ignições é uma coisa absurda: 10 vezes mais que nos outros países. Chegámos a um absurdo! (…) A destruição patrimonial, a destruição social, a destruição demográfica que se está a passar em dezenas de milhares de quilómetros no território português, é inaceitável”.
“Estamos perante uma situação que é gravíssima. O número de ignições é uma coisa absurda: 10 vezes mais que nos outros países. Chegámos a um absurdo! (…) A destruição patrimonial, a destruição social, a destruição demográfica que se está a passar em dezenas de milhares de quilómetros no território português, é inaceitável”.
É tão
óbvio porque Portugal arde assim. Começou tudo quando Costa aplicou uma
“mudança de filosofia” ao combate aos incêndios.
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Pôs a
Protecção Civil a comandar, colocou lá amigos seus não qualificados e retirou
poder aos bombeiros. Que se podia esperar senão isto?
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Portugal
continua a arder assim porque aqueles a quem os portugueses deram os votos não
estão interessados na mudança e voltamos SEMPRE à mesma questão, trata-se duma
responsabilidade directa / indirecta de todos os contribuintes deste país que
duma forma ou de outra se ‘demitem’ de exercer um direito que é o de exigir que
os políticos cumpram aquilo a que se comprometeram que é a defesa do país quer
ao nível político ou na vertente da segurança de pessoas e bens.

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