Os quatro "habilidosos" fundidos não saía um em condições!
É consabido que Portugal tem funcionado
como plataforma giratória das políticas que fomentam a ENTRADA de
Imigrantes ILEGAIS no Espaço Schengen! Sendo certo que, em regra, são os
portadores de passaportes falsos e documentos forjados que optam por
residir em Portugal, certo é que usufruindo de “benefícios sociais”
(RSI, alojamento e outras benesses) que, irresponsavelmente, o Estado
Português lhes atribui, com um estatuto de “refugiados”, que não são,
certo é que apenas têm sido usados como financiamento para a sua livre
circulação (e práticas criminosas e, mesmo, de terrorismo) noutros
países europeus.
Serão centenas, senão milhares, os
casos. Porém, entre estes, os mais famosos (entre outros que às mesmas
práticas se vêm dedicando na sombra), acabaram por ser identificados e,
mais tarde, detidos ou mortos, por autoridades policiais e militares,
não em Portugal, mas em França, na Alemanha e no Luxemburgo, ou nos
territórios então controlados pelo Daesh.
Beneficiando do estatuto de
“refugiados”, do regime de asilo e de autorizações de residência, Hicham
El-Hanafi, Abdesseam Tazi, Abdessamad Anbaoni Yahya Nouri, Abderrahman
Bazouz, Yahya Nouri, El Mehdi Kassim, Yassine Bousseria e, entre outros
(uns já identificados, outros que continuam a sua missão), todos
apresentam algumas características comuns:
-nunca foram “refugiados” (apesar de
terem obtido, com o beneplácito das autoridades portuguesas, tal
“estatuto” e benesses associadas), muito menos “sírios” (apesar de
ostentarem passaportes e vários outros documentos forjados, com vários
nomes e idades falsas), todos apresentados e considerados como
“muçulmanos moderados”, “simpáticos bons rapazes” e com fundos bastantes
para viajarem e circularem de e para Portugal, com passagens pela
França, Alemanha, Bélgica, UK, Turquia, Iraque, Síria (e, mesmo, pelo
Brasil, Venezuela, Colômbia, entre outros destinos mais ou menos
“turísticos” e onde o terrorismo anda de mão dada com gangs de tráfico
de seres humanos, drogas e armas), a expensas dos tais subsídios
concedidos pelo Estado Português, complementados por quantias recolhidas
junto de outros elementos desta rede terrorista islâmica, a mando e sob
coordenação de Boubaker El-Hakim, Wallid Hamam, Mohamed Abrini e
Abdelhamid Abbaoud, para compra de armas e explosivos e atentados
terroristas que se viriam a perpetrar, em 2016 (apesar de alguns terem
sido, a tempo, evitados), mormente em Paris e em Bruxelas.
É óbvio que este “pacto” não será
seguido, nem pela China, nem pelos países árabes, nem pelos países não
Ocidentais e o facto de não ser vinculativo visa, exactamente, esse
propósito: não ser respeitado por aqueles cujo adimplemento não
interessa, ou convém, apenas e só os pressionar habituais os
países-alvo. Aliás tal como o “acordo climático”…
A veemente REJEIÇÃO do intolerável e criminoso, designado pomposamente, “UN Global Compact for Safe, Orderly and Regular Migration”,
em linha com as Nações que, na Europa, já manifestaram a sua clara e
frontal oposição (bem como ao reforço dos meios da Censura
institucionalizada que estão em preparação contra os Povos que se
recusarem a cair nesta falácia, a saber: Eslováquia, Hungria, Áustria,
Bulgária, Republica Checa, Croácia, Estónia, Polónia e Itália) é uma
prioridade nacional
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