TAL COMO RECEBI!!!!!
O bode
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Nenhum dos actuais partidos
parlamentares está interessado em lutar contra a corrupção e outros «bodes»
porque levaria à destruição do partido, desaparecendo a maior parte dos grandes
porque poucos haverá inocentes E quem tem telhados de vidro... Qual será a
solução???
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O Bode...
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No meio desta podridão que
caracteriza a política portuguesa convém lembrar o que dizem os antropólogos,
que afirmam que nas sociedades ditas primitivas, o “bode expiatório” era uma
figura venerada.
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Pelo sacrifício do “bode”, a
tribo podia exorcizar todos os seus demónios e inaugurar um novo ciclo de vida.
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Portugal é uma dessas tribos e
Berardo é o seu “bode expiatório”.
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Em rigor, nada que o “Comendador”
disse ou fez no Parlamento, não é novidade.
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Todos os parlamentares e membros
do governo sabiam como se tinha formado a organização maçónica corrupta e
mafiosa.
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A novidade está na fúria com que
um regime inteiro – o mesmo regime que produziu Berardo e outros idênticos, que
rastejou aos seus pés, lhe ofereceu o dinheiro em créditos ruinosos e até o enfeitou
com medalhas – agora se atirou ao homem como se ele transportasse todos
os demónios e pecados da tribo.
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O raciocínio é exemplar...
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Queimando e sacrificando Berardo,
o Bode, nesta teia, salvam-se os selvagens que há uma década atrás lhe deu centenas
de milhões de euros sem ele os ter pedido.
Mas a farsa não se resume só a
Joe Berardo.
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Várias outras figuras pardas do
sistema corrupto socialista prestaram-se à destruição de milhares de milhões de
euros num sistema de associação criminosa governamental, que levou à destruição
de bancos e grandes empresas:
Manuel Fino, da Soares da Costa
Construções com centenas de milhões.
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Nuno Vasconcelos, da Ongoing,
organização pirata que nunca se soube o que fazia mas era apadrinhada pelos
socialistas com créditos de 800 milhões.
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Empresa espanhola “La Seda”, cujo
vice administrador era Fernando Freire de Sousa, marido da socialista Elisa
Ferreira, com 900 milhões.
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Luís Filipe Vieira do Benfica com
as suas empresas falidas com 1.000 milhões.
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As autoestradas Ascendi, do Grupo
Mota-Engil, cujo administrador era o socialista Jorge Coelho, com centenas de
milhões.
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E a cereja no topo do bolo nesta
teia criminosa, Eduardo Paz Ferreira, marido da actual Ministra da Justiça, que
era na altura o responsável pelo Departamento de Inspecção e Auditoria da CGD,
nunca soube, nunca viu, nunca ouviu.
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Todo
o Governo da altura (António Costa, Santos Silva, Vieira da Silva e restante
companhia) e a Comunicação Social sabia o que estava a acontecer, mas
permaneceram silenciosos e em cumplicidade assustadora.
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Para que esta dança seja
perfeita, só falta mesmo que José Sócrates apareça por aí para se confessar
“chocado” com as maneiras do seu peão “Joe”.
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Não desculpando o “Bode”, este é
simplesmente e apenas um peão parvito e imbecilizado, que foi usado pelos
maçónicos socialistas e que, entre 2005 e 2010, escreveram na História
portuguesa, um dos momentos mais tenebrosos, negros e corruptos.
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Quando não há vergonha nem
memória, assistimos a cenas cómicas ou a tragicomédias farsantes...
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