terça-feira, julho 09, 2019

O BODE



TAL COMO RECEBI!!!!!



O bode
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Nenhum dos actuais partidos parlamentares está interessado em lutar contra a corrupção e outros «bodes» porque levaria à destruição do partido, desaparecendo a maior parte dos grandes porque poucos haverá inocentes E quem tem telhados de vidro... Qual será a solução???
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O Bode...
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No meio desta podridão que caracteriza a política portuguesa convém lembrar o que dizem os antropólogos, que afirmam que nas sociedades ditas primitivas, o “bode expiatório” era uma figura venerada. 
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Pelo sacrifício do “bode”, a tribo podia exorcizar todos os seus demónios e inaugurar um novo ciclo de vida.
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Portugal é uma dessas tribos e Berardo é o seu “bode expiatório”. 
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Em rigor, nada que o “Comendador” disse ou fez no Parlamento, não é novidade. 
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Todos os parlamentares e membros do governo sabiam como se tinha formado a organização maçónica corrupta e mafiosa.
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A novidade está na fúria com que um regime inteiro – o mesmo regime que produziu Berardo e outros idênticos, que rastejou aos seus pés, lhe ofereceu o dinheiro em créditos ruinosos e até o enfeitou com medalhas –  agora se atirou ao homem como se ele transportasse todos os demónios e pecados da tribo.
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O raciocínio é exemplar...
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Queimando e sacrificando Berardo, o Bode, nesta teia, salvam-se os selvagens que há uma década atrás lhe deu centenas de milhões de euros sem ele os ter pedido.
Mas a farsa não se resume só a Joe Berardo. 
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Várias outras figuras pardas do sistema corrupto socialista prestaram-se à destruição de milhares de milhões de euros num sistema de associação criminosa governamental, que levou à destruição de bancos e grandes empresas:
Manuel Fino, da Soares da Costa Construções com centenas de milhões.
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Nuno Vasconcelos, da Ongoing, organização pirata que nunca se soube o que fazia mas era apadrinhada pelos socialistas com créditos de 800 milhões. 
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Empresa espanhola “La Seda”, cujo vice administrador era Fernando Freire de Sousa, marido da socialista Elisa Ferreira, com 900 milhões. 
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Luís Filipe Vieira do Benfica com as suas empresas falidas com 1.000 milhões. 
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As autoestradas Ascendi, do Grupo Mota-Engil, cujo administrador era o socialista Jorge Coelho, com centenas de milhões.
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E a cereja no topo do bolo nesta teia criminosa, Eduardo Paz Ferreira, marido da actual Ministra da Justiça, que era na altura o responsável pelo Departamento de Inspecção e Auditoria da CGD, nunca soube, nunca viu, nunca ouviu.
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Todo o Governo da altura (António Costa, Santos Silva, Vieira da Silva e restante companhia) e a Comunicação Social sabia o que estava a acontecer, mas permaneceram silenciosos e em cumplicidade assustadora.
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Para que esta dança seja perfeita, só falta mesmo que José Sócrates apareça por aí para se confessar “chocado” com as maneiras do seu peão “Joe”.
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Não desculpando o “Bode”, este é simplesmente e apenas um peão parvito e imbecilizado, que foi usado pelos maçónicos socialistas e que, entre 2005 e 2010, escreveram na História portuguesa, um dos momentos mais tenebrosos, negros e corruptos.
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Quando não há vergonha nem memória, assistimos a cenas cómicas ou a tragicomédias farsantes...

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