quinta-feira, julho 25, 2019

"AVÓS ENDIVIDADOS"

À MARGEM: Uma infinita tristeza de avós endividados quando chegam, quase ao fim de suas vidas. É o país que temos depois da revolução dos cravos. 
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Ganham, certamente, reformas de fome. Eu sou da idade de avó e ai de mim se estivesse a fazer conta da minha reforma depois de servir o Estado Português, no estrangeiro 24 anos. 
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Durante este período vi tudo entre muitas coisas, observei a corrupção, o abuso do poder, a incompetência de gerir departamentos do Estado Português no estrangeiro. Tudo calei, mas ainda não sei se parto desta vida para a outra sem divulgar e denunciar os incompetentes que servi abnegadamente. 
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Com a reforma do Estado Português se dela tivesse que viver mais minha mulher, seria um pobre, envergonhado a viver na Tailândia e recorrer à caridade dos templos budista onde certamente,  carinhosamente, haveria  um saco de arroz para tirar duas barrigas de misérias.
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Quanto à conservação do meu cabedal se estivesse a fazer conta da comparticipação do ADSE já teria partido para a companhia dos anjinhos. 
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É que a minha profissão, antes de entrar para o funcionalismo público, foi de mecânico de máquinas pesadas a trabalhar nos desertos árabes e onde aos 50 anos já tinha a minha velhice assegurada. Usei aquelas palavras ditas pelo estadista António de Oliveira Salazar: "produzir e poupar". 
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Segue por aí o primeiro-ministro Costa a "cagar" postas de pescada que Portugal está melhor... Melhor em quê? Para mim de caloteiro que dia após dia se "encalatra" mais, devido a este pobre país tem sido governado por malfeitores.
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Quanto ao pirata informático havia a necessidade de o calar e traze-lo para Portugal e "engavetá-lo" onde ali, não poderá dar com a língua nos dentes. É perigoso, em Portugal, um sujeito dar ao "lamiré" de um ladrão poderoso e o Estado Português desde o 25 de Abril de 1974 está cheio deles. São artistas intocáveis! 
José Martins

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