"Portugal não é um país para gente séria. Quem é sério está tramado"
Joaquim Jorge diz que o Governo teve dois presentes distintos nesta época natalícia: O “fiasco” dos coletes amarelos e o desaparecimento do processo de José Sócrates.
© Joaquim Jorge
Política
Joaquim Jorge
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O Natal é sinónimo de
partilha de presentes e prendas, mas nem sempre recebemos o que queremos
ou desejamos. Para o fundador do Clube dos Pensadores, Joaquim Jorge,
foi isso mesmo que aconteceu esta época natalícia ao Executivo de
António Costa.
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“Neste final de ano e nesta época natalícia o Governo teve
dois presentes completamente diferentes. Um presente bom - ‘Coletes
amarelos com fraca adesão’ - e um presente mau com o ‘Apagão no
histórico do Marquês’”, descreve o também biólogo, num artigo de opinião
enviado ao Notícias ao Minuto.
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Para Joaquim Jorge, a manifestação dos coletes amarelos “foi um fiasco” e isso foi positivo para o Governo.
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“Os portugueses são bons em processos de intenção, o pior é o resto. Convocar uma manifestação perto do Natal, em horas de trabalho, não lembra a ninguém e mostra um amadorismo atroz”, disse, aproveitando para relembrar que “convocar uma manifestação no Facebook e muita gente dizer que vai e que gosta não é o mesmo que aparecer”.
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E entre a realidade virtual e a “realidade real”, há uma coisa em que Joaquim Jorge acredita mesmo: “Mentir é apanágio dos portugueses, não é só dos políticos”.
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Já quanto ao presente ‘envenenado’, o comentador diz que o desaparecimento dos registos da tramitação do caso Marquês, que tem José Sócrates como principal arguido, mancha a imagem da Justiça e mostra que “na Justiça portuguesa tudo é possível”, adiantando que “a única salvação é se o juiz Carlos Alexandre tiver uma cópia guardada deste processo”.
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“Detesto viver neste país faz de conta, de tansos, cobardes, ladrões, corruptos e sem lei. Portugal mais parece o Far West. Não sei se dá para rir ou chorar!? Somos um país de paródia, sem direito, sem razão, sem uniformidade, sem equidade, sem rigor, sem dignidade, sem imparcialidade”, frisa.
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Em jeito de conclusão, Joaquim Jorge diz que “Portugal é um país que
não se pode levar a sério. Portugal não é um país para gente séria, quem
é sério neste país está tramado e passa por lorpa e não tem futuro”.
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Para Joaquim Jorge, a manifestação dos coletes amarelos “foi um fiasco” e isso foi positivo para o Governo.
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“Os portugueses são bons em processos de intenção, o pior é o resto. Convocar uma manifestação perto do Natal, em horas de trabalho, não lembra a ninguém e mostra um amadorismo atroz”, disse, aproveitando para relembrar que “convocar uma manifestação no Facebook e muita gente dizer que vai e que gosta não é o mesmo que aparecer”.
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E entre a realidade virtual e a “realidade real”, há uma coisa em que Joaquim Jorge acredita mesmo: “Mentir é apanágio dos portugueses, não é só dos políticos”.
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Já quanto ao presente ‘envenenado’, o comentador diz que o desaparecimento dos registos da tramitação do caso Marquês, que tem José Sócrates como principal arguido, mancha a imagem da Justiça e mostra que “na Justiça portuguesa tudo é possível”, adiantando que “a única salvação é se o juiz Carlos Alexandre tiver uma cópia guardada deste processo”.
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“Detesto viver neste país faz de conta, de tansos, cobardes, ladrões, corruptos e sem lei. Portugal mais parece o Far West. Não sei se dá para rir ou chorar!? Somos um país de paródia, sem direito, sem razão, sem uniformidade, sem equidade, sem rigor, sem dignidade, sem imparcialidade”, frisa.
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