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que foi anunciada a aprovação da proposta de Lei de Bases da Saúde pelo
Conselho de Ministros, mal colocaram um microfone à frente do
Presidente da República foi para avisar os deputados de que vetaria a
lei que lhe enviassem se não tivesse obtido o consenso parlamentar.
Descodificando, se não fosse aprovada, pelo menos, pelo PS e pelo PSD.
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As razões não eram se era uma boa lei, servindo os portugueses, respondendo aos desafios colocados pelos novos problemas de saúde, cobrindo as necessidades em saúde, salvaguardando o papel do SNS na protecção da saúde da população.
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Ao tomar partido por uma das propostas, o Presidente da República não está a fazer um julgamento de valor sobre os dois trabalhos em causa, o da comissão governamental e o da ministra da Saúde, está a criar um facto político: tentar semear a discórdia e procurar estabelecer a divisão dentro do PS, principalmente dentro do seu grupo parlamentar.»
(via Joana Lopes)
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As razões não eram se era uma boa lei, servindo os portugueses, respondendo aos desafios colocados pelos novos problemas de saúde, cobrindo as necessidades em saúde, salvaguardando o papel do SNS na protecção da saúde da população.
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Ao tomar partido por uma das propostas, o Presidente da República não está a fazer um julgamento de valor sobre os dois trabalhos em causa, o da comissão governamental e o da ministra da Saúde, está a criar um facto político: tentar semear a discórdia e procurar estabelecer a divisão dentro do PS, principalmente dentro do seu grupo parlamentar.»
(via Joana Lopes)

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