Está na hora de começarmos a olhar
para o nosso país doutra forma. Perceber que urge exercer a nossa
cidadania para fazer uma purga a estes políticos corruptos,
interesseiros, desonestos e criminosos. E rápido, antes que não sobre
pedra sobre pedra e nos tornemos num Brasil ou numa fase mais adiantada,
numa Venezuela.
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É incrível como em menos de 4 anos foi
possível destruir tanto em Portugal. Primeiro foi a economia, que
agora, só vai de feição devido à conjuntura externa favorável e ao BCE
(ainda), mas mesmo assim a abrandar perigosamente, porque cá dentro, a
esmagar tudo o que mexe com novos impostos e subir escandalosamente os
já existentes, asfixiou-se o mercado, assustou-se os investidores,
instalou-se a desconfiança. E mais há de vir.
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Depois foi o descontrolo das finanças
públicas, com promessas eleitoralistas populistas irresponsáveis de
gastos supérfluos com “boys” espalhados por todo o país, a reverter
medidas de contenção na despesa pública sem sustentabilidade, a enterrar
dinheiro de impostos nas empresas públicas falidas entre as quais o
banco do Estado e bancos privados, que lapidaram os recursos financeiros
do país num ápice, provocando a falência técnica de tudo o que está
ligado e dependente do Estado.
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E agora, como se não bastasse, “mataram” a
Justiça que devia ser um departamento independente, sem interferências
políticas, mas que aos olhos de todos, estes dias, vimos desmoronar, ao
constatar que os governos, sempre que é do seu interesse, podem
influenciar e muito, o rumo dos processos judiciais: foi a substituição
de uma PGR que fez um trabalho extraordinário no combate à corrupção sem
qualquer necessidade; um sorteio de um novo juiz para a Operação
Marquês, cheio de irregularidades, mas que mesmo assim foi aceite o
resultado!
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Nos intervalos destas “escandaleiras”
todas, temos um primeiro ministro que faz tudo o que lhe apetece, sem
dar satisfações, sempre pela calada da noite – em compadrio com BE e PCP
– sem transparência, sem prestar contas. Nada! E mente sem pudor! Não é
que teve coragem de dizer ontem em horário nobre na TVI, que “a dívida
tem vindo a descer de forma sustentável” ao mesmo tempo que a imprensa
dava conta que em Agosto deste ano, subiu para 250 mil milhões de euros
quando em Dezembro de 2015 estava em 231 mil milhões?! É claramente um
“Maduro” à portuguesa!
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Temos ainda, para nossa desgraça, um
ex-primeiro ministro arguido em vários processos crime a rir na nossa
cara, porque o afastamento dos principais perigos à sua liberdade estão
já arrumadinhos a um canto, certo que vai ainda conseguir ser
indemnizado pelo Estado por “calúnia” como ele tanta vez o disse, para
continuar a viver de luxos à conta dos portugueses contribuintes. Um
presumível inocente que tem visto TODOS seus recursos abortados, por
todas as instâncias judiciais, provando assim que de facto há prova da
sua culpabilidade e que não é nem um pouco perseguição do juiz Carlos
Alexandre, mas sim, a justiça a funcionar uma vez na vida em Portugal
para crimes de “colarinhos brancos”.
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Para terminar com estilo, a Comunicação Social desonesta, parcial e completamente
comprada pelo sistema, a propagar mentiras, a distorcer realidades, a
embriagar a população de modo a mostrar um país inexistente, só para
manter a narrativa do governo “gerigonceiro” marxista, a dar o empurrão
final em direcção a uma estrondosa bancarrota e colapso social.
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É triste ver que todos aqueles que têm o
poder de construir um país melhor estão literalmente a matá-lo, a ele e
seu povo, sem qualquer peso na consciência, sem qualquer receio sequer
de virem a prestar contas por isso.
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Este país mete nojo! Muito nojo! E se não
formos nós, cidadãos, a acordar rapidamente, quando abrir-mos
finalmente os olhos, já será demasiado tarde.
Acorda meu povo!

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