terça-feira, setembro 04, 2018

SALTEADOR DE BANCOS: "PROFISSÃO RENTÁVEL"

Tribunal restitui à liberdade suspeitos de furto de multibanco em Reguengos de Monsaraz

Os quatro suspeitos do furto a uma ATM em Reguengos de Monsaraz. residentes na zona de Lisboa, saíram em liberdade
Os quatro suspeitos do furto de uma caixa multibanco em Reguengos de Monsaraz, que sexta-feira foram detidos imediatamente após o assalto, saíram em liberdade com a obrigação de apresentações periódicas no posto policial da área de residência, revelou fonte da GNR.
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Fonte do Comando Territorial de Évora da GNR disse que, por decisão do Tribunal de Montemor-o-Novo, os quatro homens têm de apresentar-se “três vezes por semana” no posto policial da área onde residem.
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Além disso, acrescentou a fonte, o Tribunal de Montemor-o-Novo, que ouviu os suspeitos ao longo do dia de sábado, decretou “a interdição de se deslocarem aos concelhos de Mourão e Reguengos de Monsaraz”, enquanto aguardam julgamento.
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Os homens, entre os 20 e os 25 anos, residentes na zona de Lisboa, foram detidos às 09h00 de sexta-feira, no concelho de Mourão, depois de, alegadamente, às 04h40, furtarem a caixa multibanco da agência da Caixa Geral de Depósitos em Reguengos de Monsaraz, com recurso à utilização de gás.
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Na sequência do crime, a GNR montou uma operação policial, com várias barragens de estrada, acabando por deter os quatro indivíduos, que ainda fugiram a pé para uma zona de mato, depois de abandonarem as viaturas e o dinheiro proveniente da caixa ATM, indicou a GNR, na sexta-feira.
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Os militares, tendo conhecimento da área para onde os suspeitos se dirigiram, cercaram o local e detiveram os quatro suspeitos, que, enquanto fugiram, continuaram a largar algum dinheiro ao longo do itinerário.
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A operação mobilizou diversas patrulhas do Comando Territorial de Évora, nomeadamente dos postos territoriais, destacamento de trânsito, destacamento de intervenção e investigação criminal, e teve ainda apoio do Comando Territorial de Beja.
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A investigação do caso prossegue, conduzida agora pela Polícia Judiciária, acrescentou a fonte da GNR.

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