sexta-feira, 7 de setembro de 2018
McCain Não Merece o Nosso Voto de Pesar
"A maldade destrói os traidores." - Provérbios 11,3b
A esquerda (PCP, BE e Verdes) votou ontem na Assembleia da República contra o voto de pesar pela morte de John McCain.
Fez muito bem. John McCain não merece o nosso voto de pesar. É raro eu
estar assim tão de acordo com a esquerda, mas desta vez tem mesmo de
ser.
Convenhamos
que John McCain foi, de facto, um traidor ao seu País e um vigarista.
Depois de regressar da Guerra do Vietname, o Capitão McCain andou a dar
palestras em que falava dos seus "ferimentos" que, alegadamente,
foram o resultado de tortura infligida pelos comunistas durante o tempo
em que o mesmo foi prisioneiro de guerra. Tudo mentira! Na realidade, os
ferimentos sofridos por McCain foram o resultado do próprio ter sido
abatido nos céus do Vietname, sendo que ao ejectar-se do caça que
pilotava, sofreu diversas fracturas ósseas entre outros ferimentos de
relativa gravidade. Para além disto, não só McCain não foi torturado
pelos vietnamitas que o capturaram, como ainda colaborou amplamente com
os mesmos. Sobre isto é elucidativo ler o artigo de Ron Unz, John McCain: When "Tokyo Rose" Ran For Presidente.
Sobre a vida militar de McCain estamos portanto falados, vamos então passar ao seu legado político.
Basicamente, McCain pouco mais fez do ponto de vista político do que andar a seguir fielmente a agenda do lobby israelita que controla os Estados Unidos. McCain apoiou fanaticamente todas as "wars for Israel" das últimas décadas e nunca cessou de lutar em prol do ideal globalista do "Mundo sem fronteiras". É por isso um insulto à decência moral dizer-se que McCain foi de alguma forma um "patriota" ou até mesmo um "nacionalista" (ahahahahha, deixem-me rir...).
Ainda
assim, o mais triste na existência perdida de McCain é que nem nos seus
últimos anos de vida ele teve o discernimento para perceber que estava
do lado das forças do mal. Tanto quanto sei, não só ele nunca pediu
desculpa por todos os mortos e feridos das guerras desnecessárias pelas
quais fez lobby, como ainda morreu orgulhoso da sua obra e dos seus
feitos criminosos. Enfim, uma coisa é certa: George Soros, o judeu
bilionário que financiou John McCain de várias e diversas formas,
perdeu um dos seus melhores aliados e isso só pode ser uma boa notícia.
A América e o Mundo só têm a ganhar com a morte de monstros como
McCain.
João José Horta Nobre
07 de Setembro de 2018


Sem comentários :
Enviar um comentário