Se,
como em Portugal, à Democracia é vedada a entrada, se entra não é
bem-vinda nem convidada a mostrar os seus dotes, antes pelo contrário, à
Justiça nada como torcê-la que nem um saca-rolhas para se alcançarem os
Objectivos Partidários OU NÃO SE ALCANÇAREM conforme a perspectiva.
É no que dá uma Justiça Totalmente Dependente do Poder Político e, se
algum agente tiver Veleidades de Independência, certamente será
contemplado com o Afastamento como os recentes casos de Joana Marques
Vidal e Carlos Alexandre, este substituído por ivo rosa com mais do que
provas dadas do anterior quando Mandou Destruir Provas de um Processo em
vez de as Mandar Retirar desse mesmo Processo, Quase
Invariavelmente Absolver os Arguidos num Notório Convite à Delinquência e
mais algumas atitudes Contra a Deontologia Profissional sobretudo por
Obra e Graça dos Partidos Governantes quando Estão em Causa
Quadrilheiros Gananciosos, Corruptos, Desonestos, Criminosos mesmo,
desses Partidos.
Para esta Escumalha qualquer Trafulha, do Mais Pequeno ao Maior desde
que Militante, Simpatizante ou a Quem Devam Favores ESTÁ SEMPRE ACIMA DA
LEI. A Nomeação/Escolha/Troca de ivo rosa para o lugar do Mertº Juíz
Carlos Alexandre na Operação Marquês (sócrates, salgado, etc., etc.,
etc., ao todo 28 arguidos, tudo da Mais Fina Flor do Entulho Nacional
Português), É DAS MAIORES MACHADADAS NA FICTÍCIA JUSTIÇA PORTUGUESA,
TIPO GOLPE DE MISERICÓRDIA.
DESDE QUANDO É DADA AOS CRIMINOSOS OU "AMIGALHÇOS" A OPORTUNIDADE DE ESCOLHER O JUÍZ CONFORME AS CONVENIÊNCIAS E, COM A MAIOR "CARA DE PAU", AINDA LHE CHAMAREM SORTEIO?
Tsu Nami
Operação Marquês
Quem é Ivo Rosa? O juiz que vai decidir o futuro de Sócrates e é conhecido por irritar o MP
28 de SETEMBRO de 2018
Se tivéssemos um bolo-rei poderíamos dizer que saiu o brinde aos arguidos e a fava ao Ministério Público (MP).
Na
prática, Carlos Alexandre era o amargo de boca que as defesas queriam
evitar e Ivo Rosa o brinde que todos procuravam. E assim foi: o sorteio (???????) realizado esta sexta-feira ditou que o juiz da Madeira vai liderar a fase de instrução da Operação Marquês (2014).
Quando
foi conhecido o nome do juiz de instrução, os arguidos terão suspirado
de alívio porque Carlos Alexandre, que liderou o inquérito da Operação
Marquês, ficou finalmente fora de jogo. Por outro lado, Ivo Rosa já
trouxe vários amargos de boca aos magistrados do MP.
O arquivamento de casos como TAP/Sonangol e a anulação de perícias da Polícia Judiciária (PJ) ou do estatuto de arguido de Manuel Pinho no caso das rendas da EDP são apenas alguns exemplos. No fim das contas, os procuradores acusam Ivo Rosa de arquivar processos fortes e ter tendência para absolver os arguidos. Ainda assim, o magistrado tem fama de ser cumpridor de prazos e célere nas sentenças. (de que serve Cumprir Prazos e Ser Célere nas Sentenças se estas mesmas Sentenças são quase invariavelmente Absolvição dos Arguidos, mantendo Criminosos à Solta e Prontos Para Mais Tropelias? Não é para este Tipo de Justiça que ao Contribuinte São Roubados Impostos! - TN) Seja como for, é Ivo Rosa que vai agora decidir o futuro dos arguidos, incluindo José Sócrates, e determinar quem segue para julgamento.
O juiz da Madeira
Natural da Madeira, Ivo Rosa nasceu a 17 de setembro de 1966. Formou-se em Direito, na Universidade de Coimbra, mas foi advogado durante escassos meses. Em 1991 foi assessor jurídico da Câmara Municipal do Funchal e, nesse mesmo ano, embarcou para Lisboa para se tornar juiz pelo Centro de Estudos Judiciários aos 26 anos.
Em 2006 trabalhou em Timor (onde entrou em conflito com o Governo timorense e o Conselho Superior da Magistratura), e alguns anos mais tarde na Guiné-Bissau. No regresso a Portugal, tornou-se juiz-presidente das Varas Criminais de Lisboa e em 2015 chegou ao Tribunal Central de Instrução Criminal, terminando com a hegemonia de Carlos Alexandre no tribunal especial que apenas trata da instrução dos processos do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP).
Agora é o senhor que se segue na instrução da Operação Marquês, um dos casos mais mediáticos da justiça portuguesa.
O sorteio
O sorteio electrónico que fez a distribuição dos processos começou às 16.12h e demorou alguns minutos devido a complicações informáticas. O número do processo foi inserido no computador e entregue de forma "aleatória" a Ivo Rosa. O próprio magistrado testemunhou o processo e o resultado, por ser o juiz de serviço no Tribunal Central de Instrução Criminal esta sexta-feira.
A assistir estiveram ainda vários jornalistas e apenas uma advogada de defesa (Henrique Granadeiro). A maioria dos advogados que tinham pedido para comparecer acabou por não estar presente, nem o consultor técnico que a defesa de José Sócrates tinha solicitado.
Enviado por Tsu Nami
O arquivamento de casos como TAP/Sonangol e a anulação de perícias da Polícia Judiciária (PJ) ou do estatuto de arguido de Manuel Pinho no caso das rendas da EDP são apenas alguns exemplos. No fim das contas, os procuradores acusam Ivo Rosa de arquivar processos fortes e ter tendência para absolver os arguidos. Ainda assim, o magistrado tem fama de ser cumpridor de prazos e célere nas sentenças. (de que serve Cumprir Prazos e Ser Célere nas Sentenças se estas mesmas Sentenças são quase invariavelmente Absolvição dos Arguidos, mantendo Criminosos à Solta e Prontos Para Mais Tropelias? Não é para este Tipo de Justiça que ao Contribuinte São Roubados Impostos! - TN) Seja como for, é Ivo Rosa que vai agora decidir o futuro dos arguidos, incluindo José Sócrates, e determinar quem segue para julgamento.
O juiz da Madeira
Natural da Madeira, Ivo Rosa nasceu a 17 de setembro de 1966. Formou-se em Direito, na Universidade de Coimbra, mas foi advogado durante escassos meses. Em 1991 foi assessor jurídico da Câmara Municipal do Funchal e, nesse mesmo ano, embarcou para Lisboa para se tornar juiz pelo Centro de Estudos Judiciários aos 26 anos.
Em 2006 trabalhou em Timor (onde entrou em conflito com o Governo timorense e o Conselho Superior da Magistratura), e alguns anos mais tarde na Guiné-Bissau. No regresso a Portugal, tornou-se juiz-presidente das Varas Criminais de Lisboa e em 2015 chegou ao Tribunal Central de Instrução Criminal, terminando com a hegemonia de Carlos Alexandre no tribunal especial que apenas trata da instrução dos processos do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP).
Agora é o senhor que se segue na instrução da Operação Marquês, um dos casos mais mediáticos da justiça portuguesa.
O sorteio
O sorteio electrónico que fez a distribuição dos processos começou às 16.12h e demorou alguns minutos devido a complicações informáticas. O número do processo foi inserido no computador e entregue de forma "aleatória" a Ivo Rosa. O próprio magistrado testemunhou o processo e o resultado, por ser o juiz de serviço no Tribunal Central de Instrução Criminal esta sexta-feira.
A assistir estiveram ainda vários jornalistas e apenas uma advogada de defesa (Henrique Granadeiro). A maioria dos advogados que tinham pedido para comparecer acabou por não estar presente, nem o consultor técnico que a defesa de José Sócrates tinha solicitado.
Enviado por Tsu Nami
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