No próximo dia 30 de de Agosto vai haver
um “falatório” pelo Miguel Castel-Branco na Siam Sociaty, na capital tailandesa (da qual sou sócio há
30 anos), cujo o tema, “THE PROTUKET:
THE THAI-PORTUGUESE CATHOLIC COMUNITY, FROM AYUTHAYA TO BANGKOK”.
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A entrada, para ouvir o Miguel Castelo-Branco custa (os não sócios) 200 bates (uns 5 e poucos euros). Conheço, de gingeira, o Miguel Castelo-Branco, que até não sei o que tem sido desde que abriu os olhos ao mundo, mas que é intriguista,oportunista e mentiroso lá isso é.
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Vai falar de um tema, que eu exploro há cerca de 40 anos e não fui só aos livros escritos por outros historiadores, como visitei os lugares, fiz imagens, por onde passaram ou se fixaram os portugueses na Tailândia.
Miguel Castelo-Branco passou, pela Tailândia, uns lautos 3 anos que lhe foi concedida uma bolsa pela Fundação Calouste Gulbenkian, graças ao empenho do embaixador Lima Pimentel que abonou a sua sabedoria, como historiador, das coisas e loisas dos portugueses na Tailândia.
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Não nos vamos (tínhamos muito e nos nossos arquivos) adiantar mais, apenas inserir um e-mail que Miguel Castelo-Branco enviou a minha filha Maria Martins, em cujo (extinguido) website “Aqui Maria” figurava apenas seu nome e desenvolvido por mim, porém o prof. Universitário Miguel Castelo-Branco enviou-lhe um e-mail que passo a transcrever:
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“ Bom dia Maria, Chamo-me Miguel Castelo-Branco, sou professor universitário e chefe da Divisão de Actividade Cultural e Científica da Biblioteca Nacional de Lisboa. Tenho uma grande paixão pela Tailândia e estou a desenvolver grandes esforços para sensibilizar as autoridades governamentais portuguesas para que as celebrações dos 500 anos de relações entre os dois países sejam realizadas com alguma visibilidade e honrem o nosso glorioso passado histórico. Julgo que vamos conseguir lançar mão de uma política de cooperação científica e cultural de exposições e se tudo correr bem de alguns espectáculos em Banguecoque. Mantenha-se em contacto comigo VAMOS PRECISAR DE SI. Obrigado Miguel Castelo-Branco”.
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A entrada, para ouvir o Miguel Castelo-Branco custa (os não sócios) 200 bates (uns 5 e poucos euros). Conheço, de gingeira, o Miguel Castelo-Branco, que até não sei o que tem sido desde que abriu os olhos ao mundo, mas que é intriguista,oportunista e mentiroso lá isso é.
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Vai falar de um tema, que eu exploro há cerca de 40 anos e não fui só aos livros escritos por outros historiadores, como visitei os lugares, fiz imagens, por onde passaram ou se fixaram os portugueses na Tailândia.
Miguel Castelo-Branco passou, pela Tailândia, uns lautos 3 anos que lhe foi concedida uma bolsa pela Fundação Calouste Gulbenkian, graças ao empenho do embaixador Lima Pimentel que abonou a sua sabedoria, como historiador, das coisas e loisas dos portugueses na Tailândia.
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Não nos vamos (tínhamos muito e nos nossos arquivos) adiantar mais, apenas inserir um e-mail que Miguel Castelo-Branco enviou a minha filha Maria Martins, em cujo (extinguido) website “Aqui Maria” figurava apenas seu nome e desenvolvido por mim, porém o prof. Universitário Miguel Castelo-Branco enviou-lhe um e-mail que passo a transcrever:
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“ Bom dia Maria, Chamo-me Miguel Castelo-Branco, sou professor universitário e chefe da Divisão de Actividade Cultural e Científica da Biblioteca Nacional de Lisboa. Tenho uma grande paixão pela Tailândia e estou a desenvolver grandes esforços para sensibilizar as autoridades governamentais portuguesas para que as celebrações dos 500 anos de relações entre os dois países sejam realizadas com alguma visibilidade e honrem o nosso glorioso passado histórico. Julgo que vamos conseguir lançar mão de uma política de cooperação científica e cultural de exposições e se tudo correr bem de alguns espectáculos em Banguecoque. Mantenha-se em contacto comigo VAMOS PRECISAR DE SI. Obrigado Miguel Castelo-Branco”.
P.S.- Não sei quem foi que encomendou o
projecto ao professor universitário Miguel Castelo-Branco, para se dirigir, atrevidamente, a minha
filha Maria que apenas tinha 12 anos na altura. O Miguel cortou e riscou!!! Pobreza
moral e desejar ser aquilo que não é.... Vejam lá prof. Universitário!!! Como
eu me sinto confortável com o diploma da 4ª classe do ensino primário de
Salazar.

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