quarta-feira, agosto 08, 2018

RETRO-MEMÓRIAS MINHAS. MUDOU ALGO?

segunda-feira, 14 de abril de 2014

A Frase

Sabemos que o volume da dívida portuguesa é um novelo sem fim. Que permite todas as novelas. Nunca será paga nestes termos. Ou haverá perdão de parte da dívida, ou haverá renegociação dos juros. Todos o sabem. Todos temem ser açoitados por dizê-lo em voz alta. Mas, como em épocas anteriores, o que interessa aos credores é que Portugal continue a ser um cliente certo. Mesmo que pague tarde e a más horas. Mesmo que abdiquem de parte da dívida, desde que os juros compensem o risco. O resto é fogo-de-artifício político para entreter aqueles que realmente são chacinados com os impostos que pagam os desvarios políticos: os portugueses.
Fernando Sobral, Jornal de Negócios

"O BURRO DO DIA"



    
Paulo Portas

O famoso projecto de reforma do Estado que Portas elaborou não passa de um farrapo intelectual que ninguém levou a sério. Mas como coordenador da área económica e em véspera de eleições Portas tem de dar a cara, até porque até agora nem se ouviu uma palavra do Lambretas sobre as pensões.
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Sem forma de explicar o seu silêncio desde a última avaliação da troika, Paulo Portas acha que pode iludir os portugueses sugerindo que os cortes dos salários e das pensões são uma reforma do Estado que ele coloca em discussão e não algo que esteve desde sempre nos planos de Passos Coelho.
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Em todo este espectáculo só se lamenta que os partidos da oposição tenham aceite entrar neste espectáculo manhoso.
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«O vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, começa a receber, a partir das 9h15, os partidos políticos para discutir a Reforma do Estado.
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Fonte do gabinete do ministro explicou à Lusa que os encontros, que arrancam com o PS, terão lugar na sala do Governo na Assembleia da República. Seguem-se PCP, BE, CDS e PSD. Os Verdes só serão recebidos amanhã.
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O Guião da Reforma do Estado foi apresentado a 30 de Outubro de 2013 por Paulo Portas, que, na ocasião, disse querer discutir esse documento orientador com os partidos e os parceiros sociais.
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"É um documento que tem quatro capítulos, cerca de 110 páginas úteis", declarou então Paulo Portas, que deixou a garantia de que se tratava de uma "proposta aberta" e que carecia de "consensualização".Só depois de um "diálogo", com partidos e parceiros sociais, que se poderá traduzir em alterações ao documento, é que este voltará a Conselho de Ministros, prometeu o vice primeiro-ministro.» [DE]

"CHACHADA - OS ENDIREITAS DE PORTUGAL"


Só conhecemos um e legendado no grupo. Era, então, a rapaziada que pretendia derrubar o regime do Prof. António de Oliveira Salazar. Os coitadinhos, mártires e vítimas das pisadelas da bota cardada do velho e honesto, estadista, beirão. Os componentes do grupo vergar a espinha não era com eles e viam na política uma forma de estar na vida e dar ao dente.Alguns ainda por andam a "xupar" sumarentas reformas e outros partiram para a companhia dos pés juntos. Uma autêntica, histórica, desgraça em 104 anos..... houveram duas revoluções em Portugal e estas não mais foram do que alimentar o oportunismo político. Não há uma sem duas e duas sem três... Venha lá a terceira!!!!

"40 ANOS DE CHACHADAS - JORGE SAMPAIO"


O Jorge era isto, antes de 1974, de quando foi um dos fundadores do Partido Socialista....

Até escreveram mimos ao Jorge....
Pois foi assim... todos pelo Jorge... Oferecer, em 1996, um calendário aos portugueses era um presente porreiro....
O casal Sampaio em traje de grande gala....
Em Maio de 2005, a Direcção-Geral do Património afectou a Casa do Regalo à Secretaria-Geral da Presidência da República para nela se vir a instalar o gabinete do ex-Presidente da República Dr. Jorge Sampaio, tendo-se solicitado à DGEMN um estudo e projecto de reabilitação da Casa do Regalo, dada a necessidade de se proceder a obras de conservação e restauro do edifício (as últimas tinham sido feitas em finais da década de ’60 e em 1991-93).
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NOTA: "Porra a política compensou ou não?"

Debates "Portugal depois da troika"


Durante esta semana, a Antena 1 realiza cinco debates sobre o que mudou em Portugal três anos depois do início do programa de assistência financeira. Serão abordados os mais variados temas como o trabalho, a segurança social, as finanças, a economia e a sociedade. Sempre depois das notícias das quatro da tarde, escute as diferentes perspectivas de um plano que deixa marcas. A edição é do jornalista Alexandre David, com produção de Ana Neves Almeida.

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