quarta-feira, agosto 22, 2018

OPINIÃO

Nunca simpatizei com nenhum socialista que haja estado na cadeira do Poder desde que foi implantada a “tal” democracia e liberdade em Portugal.Infelizmente não houve um só que seja tenha sido o homem certo no lugar devido que com inteligência soubesse governar os portugueses e retirar da pobreza alguns milhões de portugueses. Não passaram de uns oportunistas, surrupiarem ao erário público o mais que pudessem, procurar regalias e reformas lordescas. 
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Há muitos portugueses, já com cabelos brancos, nascidos depois da Revolução de Abril, muitos sem o primeiro emprego, que não compreendem a razão de tamanha tragédia que assolou a sua Pátria sob os desígnios da democracia e da liberdade. Sou um feliz, porque ainda estou vivo, que conheço de ponta a ponta a “MERDA” da revolução dos cravos. 
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Os socialistas, comunistas e outros partidos que surgiram como “míscaros” no pinhal, lambiam-se todos a ver quais deles assumia o poder. Ouvimos as maiores ”bacoradas” na Assembleia da República que cheiravam a boçalismo. Em 1980, passado 6 anos da revolução a rapaziada, socialista, já tinha estoirado com parte do ouro que havia, armazenado na Casa da Moeda. Portugal estava falido! 
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Tinha eu chegado há pouco tempo a Portugal (1976) e ouvi alto e a bom som a um homem da rua: “está ver não há nenhum ministro em Portugal, foram todos passear!” 
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Viajaram que se fartaram, com amigos, mulheres, namoradas/namorados.... Voltei a emigrar, mas agora para Arábia Saudita, Mário Soares, apelava aos emigrantes que salvassem Portugal da falência fazendo a sua transferência em moeda estrangeira.Uma meia dúzia de portugueses onde me incluia eu, reunimo-nos, a maior parte deles duvidavam do pedido de Mário Soares. 
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O dinheiro, para eles, era sangue e ganho nos desertos áridos  a temperaturas, por vezes a 55 graus.No meio da reunião eu levantei a minha voz: “rapaziada, é a nossa Pátria, vamos salvá-la!” Todos, nós na altura fizemos depósitos em Portugal. Outros acolhidos em países fizeram a sua contribuição e foram os emigrantes na altura que salvaram Portugal da falência.
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Para finalizar os outros partidos que por aí seguem, às marradas uns aos outros não são melhores, são farinha do mesmo taleigo.~
José Martins

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