(Dieter Dellinger, 05/08/2018)

(Já
tivemos de tudo. Um Presidente fixe, um presidente múmia, agora temos
um empedrenido presidente nadador-salvador. Enquanto o país arde, a sul,
ele toma banhos a norte para que os portugueses – e a comunicação
social, sobretudo -, não esqueçam os fogos já apagados do ano passado.
Quando se apagarem os fogos actuais lá irá ele rumar a sul para dar mais
umas braçadas salvíficas.
Em suma, o rei do reality show: leva sempre a toalha, os calções azul-turquesa, e claro, as televisões…
Comentário da Estátua, 06/08/2018)
Marcelo anda a visitar as zonas ardidas no ano passado e a elogiar as populações sem nada dizer sobre os esforços dos bombeiros hoje e no ano passado. As populações foram vítimas dos INCENDIÁRIOS, mas nada puderam fazer de concreto para apagar os 16450 incêndios de 2017. Marcelo, apesar de jurista e conhecedor do crime, nada disse sobre os incendiários nem os quis desmotivar para este ano.
Marcelo anda a motivar as pessoas para queimarem a Pátria e os esforços
dele estão a dar resultados: um empreiteiro atirou pedras a um
helicóptero e tentou esvaziar o local perto do incêndio em que deveria
abastecer-se de água; outro ou outros incendiários quiseram resolver o
problema da direita antes de tempo e tentaram incendiar um quartel de
bombeiros e queimaram três viaturas especializadas que foram bem caras
para os contribuintes..
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A
comunicação social e, em particular, um comentador da SIC criticou o
Governo por terem vindo viaturas para os sapadores florestais em que as
bombas de água não tinham potência suficiente. Mas, os cobardes da SIC e
dos restantes órgãos da comunicação social não tiveram a CORAGEM de
dizer quais as marcas dos carros defeituosos e quem fez a venda.
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O comentador da SIC deu a entender que as viaturas e bombas não foram inspecionadas quando esse tipo de material não sofre uma inspeção por parte do gabinete do ministro, mas sim pelos utilizadores que devem inteirar-se do respetivo funcionamento e verificar se está tudo bem e foi nessa inspeção que detetaram que algumas bombas não eram suficientes.
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O comentador da SIC deu a entender que as viaturas e bombas não foram inspecionadas quando esse tipo de material não sofre uma inspeção por parte do gabinete do ministro, mas sim pelos utilizadores que devem inteirar-se do respetivo funcionamento e verificar se está tudo bem e foi nessa inspeção que detetaram que algumas bombas não eram suficientes.
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Todos
sabemos que a maior parte do material de combate a incêndios é
representado por uma empresa do “filho” do Marta Soares, nomeadamente as
únicas empresas alemãs que fabricam e exportam em grande quantidade,
pelo que são quase as únicas no Mundo que podem fornecer muito material
com a celeridade necessária.
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Marta
Soares, através do filho, convenceu os fabricantes alemães e outros que
era o único a dominar o mercado e a conhecer as condições em que o
material seria utilizado em Portugal. De qualquer modo o fabricante
deverá substituir rapidamente as bombas por outras mais potentes, o que
parece que foi feito em parte e está em vias de ser completado.
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Se não o fizesse deveria pagar uma multa.De
resto, quando o Estado faz aquisições vultuosas paga um sinal de
compromisso de compra a quem ganhar o concurso, geralmente da ordem dos
10 a 20% e paga o restante contra entrega ou a prazo se for isso
combinado.
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Se o pagamento foi feito contra entrega, fica sempre uma garantia 10 a 20% por pagar para ver se o material vem sem defeitos.
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Assim o fornecedor ou substitui as bombas ou não lhe é paga a referida garantia.
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Assim o fornecedor ou substitui as bombas ou não lhe é paga a referida garantia.
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Só
os patrões da Comunicação Social é que fingem que desconhecem estes
procedimentos que devem praticar quando compram material para as suas
televisões.
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