...
E a VERGONHA MAIOR é dizerem que PROPRIDEADE PRIVADA É CRIME... e depois
nem chegam a dizer "Só se for a dos Outros... porque a deles é
Propriedade Legítima e NÃO PRIVADA...". PULHAS!!!
C V
Estes factos
relativos à actividade empresarial de tipo capitalista e burguês, ou seja o
contrário da ideologia do Bloco de Esquerda, aparecem no blog Blasfémias, da autoria
de Telmo Azevedo Fernandes.
Merecem atenção porque revelam a hipocrisia de Catarina Martins. E isso devia
ser primeira página no Correio da Manhã. Ou até no Público de Manuel Carvalho.
CM tem uma quota de 5% na empresa “Cassiopeia, desenvolvimento de projectos
culturais Lda”. (fonte: parlamento.pt e mj.pt)
A sócia maioritária da Cassiopeia é a coordenadora distrital do Bloco no Porto
(fonte: portodistrito.bloco.org e mj.pt)
CM é (actualmente) Presidente da Mesa da Assembleia Geral da associação
cultural sem fins lucrativos “Visões Úteis”, fundada pelo marido de CM e da
qual este é colaborador regular. (fonte: parlamento.pt e visoesuteis.pt)
A Visões Úteis, desde 2012, beneficiou de mais de 80 mil euros de contratos
públicos, sobretudo da CMPorto e do TNSJ, por ajuste directo. (fonte: base.gov)
Um outro dos sócios de CM na Cassiopeia é também um dos directores artísticos
na Visões Úteis. (fonte: mj.pt e visoesuteis.pt)
A Visões Úteis é financiada pelo Ministério da Cultura e DGArtes (fonte: visoesuteis.pt)
CM foi até 2009 Presidente da Mesa da AG da PLATEIA – Associação de
Profissionais das Artes Cénicas. (fonte: parlamento.pt)
Na sequência do despacho 5883/2018, a PLATEIA integra o Grupo de Trabalho para
o aperfeiçoamento do Novo Modelo de Apoio às Artes, formado pelo Ministro da
Cultura. (fonte: plateia-apac.blogspot.com)
Outras curiosidades ainda:
Em 2009, o cunhado (?) de CM (Tiago Carreira) constitui a empresa INK PLACE,
LDA da qual é sócio em 50% juntamente com a STILOS INVESTMENT COMPANY LIMITED,
sócio corporativo registado em Gibraltar. (fonte: mj.pt)
No acto de constituição da Ink Place, a Stilos (Gibraltar) foi representada
pelo procurador Valdemar Dias da Silva Pedro. (fonte: mj.pt)
Em 2015 Valdemar defendeu a tese de Mestrado em Psicologia “A espiritualidade
nos voluntários” (fonte: scholar.google.pt/citations?user=59jA_LIAAAAJ&hl=pt-PT)
Em 2015 a Ink Place tem um aumento de capital e alterações ao contrato de
sociedade passando o sogro de CM a ter uma quota a título pessoal na empresa e
cujo objecto passa a ser mais alargado: “Comércio e distribuição de equipamento
informático e consumíveis. Reparação e manutenção de equipamento informático.
Formação profissional. Administração de condomínios. Construção civil. Comércio
de produtos alimentares. Fabricação de doces, compotas e marmeladas.” (fonte: mj.pt)
(PURA DONDOCA PERDÃO, DONZELA - CV)
As empresas de
Catarina Martins
18 Agosto, 2018
O Bloco de Esquerda e
em particular a sua líder não estão bem.
O caso Robles ainda perturba e parece não haver acampamento que lhes diminua o
sobressalto.
Catarina Martins
arroga-se da sua própria frontalidade, mas refere de forma velada o Blasfémias
no Twitter, conforme ilustra a imagem que acompanha este post.
Um amigo comentava a
extraordinária coincidência de, tal como o prédio de Robles não ser de Robles
mas da irmã de Robles, também o negócio de Catarina e do marido dos alojamentos
locais no Sabugal não ser de Catarina e do marido (nem sequer do marido de
Catarina), mas da família do marido de Catarina.
É um facto que
Catarina é deputada em exclusividade, mas daí a dizer que não tem qualquer
responsabilidade em empresas é uma forma criativa de ver a coisa. Não é
formalmente gestora, apenas o seu marido. Certo. Todavia tem uma quota na
Logradouro Lda. É dona.
Percebo que um
acionista ultra-minoritário numa empresa cotada em bolsa não se sinta
responsável por nada do que lá se passa. Mas, que diabo, a Logradouro Lda é uma
micro sociedade por quotas, familiar e da qual Catarina foi gerente até 2009. A
gerência da empresa é agora apenas do seu marido, mas para quê tentar passar a
ideia de que Catarina está a leste de tudo o que se passa neste negócio?
Catarina atribui ao
Blasfémias a propagação de “calúnias”, mas nunca identifica qual o embuste de
que este Blog é responsável. Além disso, alguma vez Catarina desmentiu factos
veiculados nestas páginas? Qual o motivo para cavalgar a onda da “cabala de
Direita” contra o Bloco em vez de assumir a verdade de dados objectivos?
Pois então, a bem da
transparência, partilho com os leitores algumas informações adicionais sobre as
empresas e entidades a que Catarina Martins (CM) está ou esteve ligada.
Devo dizer que
nenhuma das pessoas e entidades que irei referir são suspeitas, arguidas ou
acusadas de qualquer ilícito, irregularidade ou ilegalidade. Que eu saiba, é
tudo lícito, regular e legal. Além do mais, todas as seguintes informações são
públicas e podem ser acedidas por qualquer pessoa através da Internet.
Aqui vai:
Um outro dos sócios
de CM na Cassiopeia é também um dos directores artísticos na Visões Úteis. (fonte: mj.pt e visoesuteis.pt)
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A Visões Úteis é financiada pelo
Ministério da Cultura e DGArtes (fonte: visoesuteis.pt)
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CM foi até 2009 Presidente da Mesa da
AG da PLATEIA – Associação de Profissionais das Artes Cénicas. (fonte: parlamento.pt)
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Na sequência do despacho 5883/2018, a
PLATEIA integra o Grupo de Trabalho para o aperfeiçoamento do Novo Modelo de
Apoio às Artes, formado pelo Ministro da Cultura. (fonte: plateia-apac.blogspot.com)
Outras curiosidades ainda:
o Em 2009, o cunhado (?) de CM (Tiago Carreira) constitui a empresa INK PLACE,
LDA da qual é sócio em 50% juntamente com a STILOS INVESTMENT COMPANY LIMITED,
sócio corporativo registado em Gibraltar. (fonte: mj.pt)
o No acto de constituição da Ink Place, a Stilos (Gibraltar) foi representada
pelo procurador Valdemar Dias da Silva Pedro. (fonte: mj.pt)
o Em 2015 a Ink Place tem um aumento de capital e alterações ao contrato de
sociedade passando o sogro de CM a ter uma quota a título pessoal na empresa e
cujo objecto passa a ser mais alargado: “Comércio e distribuição de equipamento
informático e consumíveis. Reparação e manutenção de equipamento informático.
Formação profissional. Administração de condomínios. Construção civil. Comércio
de produtos alimentares. Fabricação de doces, compotas e marmeladas.” (fonte: mj.pt)
O Bloco de
Esquerda não está habituado ao escrutínio democrático, nem da sua agremiação
política, nem dos seus dirigentes. Mas seria bom que um partido que está no
poder, embora não formalmente no Governo, e cujos membros são legisladores
(muitas vezes limitando a liberdade individual) sintam a obrigação de prestar
contas e de serem rigorosos nas informações que dão aos eleitores.
A cortina de fumo
das “calúnias”, das “fake news” e a narrativa da “cabala de Direita” não abonam
nada à confiança que alguém ainda possa ter em companheiros políticos de Pablo
Iglésias ou Lula da Silva.
Recebido de
JAML e enviado por Carlos Varanda
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