Juventude Popular quer cortar no financiamento a partidos com deputados e autarcas corruptos.
Francisco Rodrigues dos Santos defende que Portugal “tem uma certa preguiça em ser um país idóneo”
Medida faz parte de um pacote alargado de propostas contra a corrupção. Delação premiada, enriquecimento ilícito ou lóbi também estão incluídos no leque. “Na prevenção, a política deve estar à frente da Justiça”, defende o líder dos jotas
A
Juventude Popular quer que os partidos com deputados ou autarcas
condenados por corrupção percam direito a receber parte do financiamento
público a que têm acesso. Esta será uma das medidas mais destacadas de
um pacote que os jovens centristas prepararam sob o chapéu do combate à
corrupção, preocupados com “um país que tem uma certa preguiça em ser um
País Idóneo”.
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Entre o leque de medidas
encontram-se algumas já propostas pelo ‘partido-pai’ - o CDS tem, na
Comissão de Transparência do Parlamento, uma iniciativa para
regulamentar o lóbi, tema que a JP também quer tratar - e outras mais
polémicas e que recorrentemente voltam à agenda, como a criminalização
do enriquecimento ilícito ou a delação premiada. “Os partidos têm alguns
pruridos em tocar nestes temas”, explica ao Expresso o líder da
juventude associada ao CDS, Francisco Rodrigues dos Santos.
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Por isso, acredita o ‘jota’, cabe aos mais novos - a JSD também tem escolhido o combate à corrupção como tema-bandeira - “limpar as ervas daninhas”. “Antes do 25 de Abril nós sabíamos que tínhamos presos políticos, agora teremos políticos presos. Estamos a herdar um país assolado por casos e casinhos…”, lamenta Francisco Rodrigues dos
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Por isso, acredita o ‘jota’, cabe aos mais novos - a JSD também tem escolhido o combate à corrupção como tema-bandeira - “limpar as ervas daninhas”. “Antes do 25 de Abril nós sabíamos que tínhamos presos políticos, agora teremos políticos presos. Estamos a herdar um país assolado por casos e casinhos…”, lamenta Francisco Rodrigues dos
À MARGEM:
Meu Caro Amigo "Carlinhos"
Deixaste-me completamente "amarfanhado"!!!
Parabéns
por este texto, certamente saído do sentimento de mágoa que vai na tua
alma, de grande humanista, pela grande injustiça. que ressalta deste
caso paradigmático de como gente, a que chamam juízes, vem
descredibilizando a Justiça portuguesa. Uma vez mais mostraste, que ainda os tens no sítio.
Abraço amigo
Vizela Cardoso
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