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Porque é que não a foram construir em Chelas ou nos terrenos da Festa-do-Avante?
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Porque é que este emigrante-económico ainda não foi de férias para a
terrinha dele, rezar e adorar Vacas sagradas, ver a famelga a rapar a
micose dos pés em público, nas varandas e salas-de-visitas, e banhar-se à
vontade, lá nos rios Ganges, ou no Brahmaputra, no golfo de Bengala ?
À MARGEM: Isto é um insulto e uma loucura autorizar a construção de uma mesquita muçulmana no centro, histórico, de Lisboa.
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Isto será o orgulho da religião muçulmana e fazer-lhe lembrar os tempos antigos em que D. Afonso Henriques os correu da terra cristã.
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Eu trabalhei, vários anos, em países árabes e conheço perfeitamente o fanatismo da religião imposta pelos hipócritas dos líderes que vivem como nababos e casados com várias mulheres à conta de gente de pouca cultura.
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Seria impossível construir uma igreja da religião católica ou de outra no centro de uma cidade de país de religião muçulmana.
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Ainda é tempo do povo de Lisboa se levante e faça frente às máquinas e não deixe construir a mesquita que é um insulto a todos os portugueses.
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Só António Costa poderia autorizar uma coisa dessas. António Costa (digo-o abertamente, sem ser racista e casado com uma mulher chinesa há 38 anos), não tem raízes lusas e só, sendo ele isso, poderia permitir a edificação de um templo muçulmano na Mouraria.
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Aquele espaço na rua da Palma, no futuro, será lugar de peregrinação de muçulmanos, não só os que vivem em Portugal como de outras partes do Mundo.
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As vestes brancas de homens de saia e as burcas será o cenário quotidiano no centro de Lisboa.
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Apetece-me citar frases de um fado da Amália Rodrigues: "Ai mouraria, da velha rua da Palma, onde um dia perdi a minha alma"
José Martins
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