(Ponte em itália)
Pelos anos de 1970 trabalhava eu na
ex-Rhodésia do Sul no Ministro of Road (Ministro das Estradas). Foi o meu
primeiro trabalho naquele país rebelde a Sua Majestade a Rainha de Inglaterra e
governado pelo Ian Smith que mandou a rainha colher urtigas e declarou a
independência da colónia britânica.
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Uma brigada, do ministro das estradas, foi localizada em Darwndele, onde vivia em caravanas e eu incluído como mecânico. Construíamos um ramal de estrada que viria fazer a ligação entre a auto-estrada-eixo de Moçambique/Untal para Vitória Falls/Zâmbia.
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A estrada teria que atravessar, uma ponte, construída em cima do rio Mazóe, nascido no norte da Rhodésia e desagua no rio Zambeze em Moçambique.
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A construção da ponte, de comprimento de uns 300 metros, foi entregue a uma companhia italiana e supervisionada, a construção, por um funcionário do ministro das estradas. Finalizada a construção foi testada a regidês que consistiu uma camada de terra de uns 10 centímetros, por toda a superfície e depois duas pesadas máquinas atravessar ponte.
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Eu operei uma máquina de arrasto D9, Caterpillar de 50 toneladas de peso e o encarregado da obra João Encarnação (madeirense) uma motoniveladora.No fim da operação que teria demorado uns 20 minutos disse ao senhor João: “Ó senhor João olhe que quando eu passava a ponte vibrava!” Como resposta do senhor João: “Você é maluco, a ponte está forte e nunca mais cai!”.
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Mas caiu passado uns meses já eu estava a trabalhar noutra empresa.A notícia encheu as primeiras páginas de jornais de Salisbury. A um domingo meti-me no carro e fui lá ver. A ponte tinha partido ao meio em duas partes e estas juntaram-se no rio ficando no estado de oblíquas.
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Como a ponte desabou: “uma máquina “motorscraper”, Caterpillar que carrega e descarrega o saibro no lastro de estradas, cujo peso, carregada, rondará a 100 toneladas, atinge velocidades superiores a 50 quilómetro, ao atravessar a ponte não houve problemas e ao saír dela a ponte caiu!!!
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Dois milagres aconteceram: “um foi quando eu e o encarregado da obra João Encarnação a ponte não caiu e outro a seguir, mais tarde, quando a bruta ´motorscraper´ não foi parar ao rio e operador partir para os anjinhos.
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Uma brigada, do ministro das estradas, foi localizada em Darwndele, onde vivia em caravanas e eu incluído como mecânico. Construíamos um ramal de estrada que viria fazer a ligação entre a auto-estrada-eixo de Moçambique/Untal para Vitória Falls/Zâmbia.
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A estrada teria que atravessar, uma ponte, construída em cima do rio Mazóe, nascido no norte da Rhodésia e desagua no rio Zambeze em Moçambique.
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A construção da ponte, de comprimento de uns 300 metros, foi entregue a uma companhia italiana e supervisionada, a construção, por um funcionário do ministro das estradas. Finalizada a construção foi testada a regidês que consistiu uma camada de terra de uns 10 centímetros, por toda a superfície e depois duas pesadas máquinas atravessar ponte.
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Eu operei uma máquina de arrasto D9, Caterpillar de 50 toneladas de peso e o encarregado da obra João Encarnação (madeirense) uma motoniveladora.No fim da operação que teria demorado uns 20 minutos disse ao senhor João: “Ó senhor João olhe que quando eu passava a ponte vibrava!” Como resposta do senhor João: “Você é maluco, a ponte está forte e nunca mais cai!”.
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Mas caiu passado uns meses já eu estava a trabalhar noutra empresa.A notícia encheu as primeiras páginas de jornais de Salisbury. A um domingo meti-me no carro e fui lá ver. A ponte tinha partido ao meio em duas partes e estas juntaram-se no rio ficando no estado de oblíquas.
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Como a ponte desabou: “uma máquina “motorscraper”, Caterpillar que carrega e descarrega o saibro no lastro de estradas, cujo peso, carregada, rondará a 100 toneladas, atinge velocidades superiores a 50 quilómetro, ao atravessar a ponte não houve problemas e ao saír dela a ponte caiu!!!
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Dois milagres aconteceram: “um foi quando eu e o encarregado da obra João Encarnação a ponte não caiu e outro a seguir, mais tarde, quando a bruta ´motorscraper´ não foi parar ao rio e operador partir para os anjinhos.
José Martins (histórias de vida)

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