Os portugueses vão continuar a ser comidos de cebolada pelos socialistas?
Pensamento do dia: “é o socialismo, estúpido”
Chegados à semana do congresso da entronização do “mitológico”
sucesso da governação socialista, eis que a sacana da realidade, teima
em ser pródiga na produção de factos que demonstram exactamente o
contrário.
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Foi a semana em que soubemos que Portugal caiu para a 22ª posição na
UE em termos de rendimento económico, a pior posição de sempre.
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Foi a semana em que ficámos a saber que a Lituânia, Eslováquia e
Estónia no final de 2018 já terão ultrapassado Portugal no rendimento
médio por habitante, pois à semelhança de todos os ex países do leste
comunista, fogem do socialismo, como o diabo foge da cruz.
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Foi a semana em que ficámos a saber que em 2018, o rendimento médio
dos portugueses, face à média da UE, será de 78%, um valor inferior ao
que tínhamos em 1999 que era de 84%.
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E isto apesar de terem entrado na UE uma série de novos países
membros, que quando entraram, tinham, todos eles, rendimentos muito
inferiores à média europeia.
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Foi a semana em que ficámos a saber que Portugal, passou a ocupar o
último lugar, uma vez mais, nas tabelas de desempenho económico, sendo
agora a economia que regista a pior taxa de crescimento do PIB de TODA a
UE.
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Foi a semana em que ficámos a saber que as dívidas do Estado a
fornecedores do SNS passaram os 1,5 mil milhões de euros, batendo um
novo record.
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Foi a semana em que ficámos a saber que as cativações, só nos
primeiros 4 meses do ano, já passaram os 600 milhões de euros,
estabelecendo igualmente um novo record.
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Foi a semana em que ficámos a saber que a dívida pública bruta acumulada, registou o valor mais alto de sempre.
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Foi a semana em que ficámos a saber, que o deficit dos últimos 4
meses subiu substancialmente face a igual período do ano passado.
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Foi a semana em que ficámos a saber que a balança comercial regressou aos tempos dos saldos negativos records.
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,Foi a semana em que ficámos a saber que os saldos positivos na
balança externa, deixados pelo anterior governo, já foram totalmente e
profundamente esbulhados e desbaratados pelo actual governo.
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Foi a semana em que ficámos a saber que a taxa de desemprego baixou,
mas os números efectivos de pessoas a trabalhar mantêm-se o mesmo,
comprovando que não há criação líquida de novos postos de trabalho.
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Foi a semana em que ficámos a saber que na realidade a redução da
taxa de desemprego está somente a ser conseguida pela via
administrativa, da emigração, das aposentações, e de “reclassificação”
de desempregados”.
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Foi a semana em que ficámos a saber que o valor do salário médio
voltou a descer, comprovando que só existe criação de emprego nas areas
de baixas competências e baixas remunerações.
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Foi a semana em que ficámos a saber que afinal a qualidade do emprego
que está a ser gerado pelo nossa economia está a contrariar em absoluto
o discurso do governo quando dizia ser a sua política e modelo
económico a criação de emprego em áreas de elevada incorporação de know
how, de tecnologia, formação, competências, e de elevada produtividade e
geração de valor.
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Foi a semana em que ficámos a saber que as despesas do Estado já
estão novamente a crescer a um ritmo muito superior ao crescimento da
economia.
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Foi a semana em que ficámos a saber que Portugal passou a ser um dos
países, senão mesmo o país no mundo, com a maior carga fiscal sobre a
energia e os combustíveis.
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Foi a semana em que ficámos a saber que a EU, através do Sr. Pierre
Moscovici emitiu publicamente um enorme puxão de orelhas a Costa e a
Centeno, alertando para os resultados económicos medíocres que em cima
descrevi.
Foi a semana em que ficámos a saber que a UE confirma e alertou para o
facto do governo não estar a fazer qualquer redução do deficit
estrutural.
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Foi a semana em que ficámos a saber que a UE confirma que Portugal
teve, em 2017, o segundo maior défice orçamental de toda a União
Europeia.
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Foi a semana em que ficámos a saber que a UE confirmou e alertou para
o facto de estarmos novamente a conduzir a nossa economia para a via da
morte lenta.
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Foi a semana em que ficámos a saber que a UE confirma que o processo
de “morte lenta” económica em que já nos encontramos uma vez mais,
passará a morte rápida, assim que aparecer a próxima crise financeira,
ou bastando até um simples abrandamento da economia da UE ou nos demais
parceiros comerciais.
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Foi a semana em que ficámos a saber que ninguém no governo nem no PS,
tem a mínima preocupação com o que quer que seja de tudo isto, ficando
claro que estão de regresso aos tempos de vivência em “negação”, em tudo
iguais aos vividos durante os últimos meses do governo de José
Sócrates.
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Foi também a semana em que ficámos a saber que dentro do PS, os
inéditos e súbitos períodos dos sentimentos da “vergonha” do “incómodo” e
da “raiva”, terminaram, e regressaram aos velhos e saudosos tempos da
mais absoluta falta de vergonha, da mentira, do embuste, da falácia, da
negação da realidade.
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Foi também a semana em que mais uma vez, se confirma que em Portugal, não há oposição, nem a este governo nem ao socialismo.
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Mas nem tudo foi mau, pois esta também foi a semana em que ouvimos de
Pedro Nuno Santos as palavras que dão a cabal explicação para tudo
isto:
“Isto não é populismo, isto não é radicalismo, isto é o socialismo”.
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Parabéns camarada Pedro Nuno, pois por uma vez estou absolutamente de acordo contigo.
Rui Mendes Ferreira
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