quinta-feira, junho 07, 2018

"O PALEIO DE PROF. MARCELQ"

Futebol

Marcelo Rebelo Sousa: "Basta serem aquilo que são, porque são os melhores"

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O presidente da República considerou esta quarta-feira que a seleção portuguesa é "um fator de unidade nacional" e pediu aos jogadores que no Mundial da Rússia apenas "sejam aquilo que são", porque "são os melhores dos melhores".
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"Eu não peço para trazerem a taça - eu disse isso há dois anos e muita gente ficou muito zangada comigo. Não, eu peço uma coisa mais difícil: que sejam aquilo que são", declarou Marcelo Rebelo de Sousa, durante uma receção à seleção portuguesa de futebol, no edifício do Antigo Museu Nacional dos Coches, em Lisboa.
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Perante a equipa técnica e os 23 jogadores convocados para a fase final do Campeonato do Mundo de Futebol de 2018, na Rússia, o chefe de Estado completou: "Porque, se forem aquilo que são, são os melhores dos melhores. Basta serem aquilo que são, e serem em todos os jogos".
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Marcelo Rebelo de Sousa referiu que foi esta a mensagem que deixou à seleção portuguesa antes do Europeu de 2016, em França. "Eu não mudo de ideias. Vou dizer exatamente o que disse há dois anos, aqui em Belém. E o que daqui a dois anos direi, quando for o Europeu e quando cá vierem", afirmou.
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Segundo o chefe de Estado, "é uma evidência" que os jogadores portugueses são "os melhores dos melhores" e têm entre si "o melhor do mundo", Cristiano Ronaldo: "É assim. Há dois anos provou-se que éramos os melhores da Europa".
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"Nós sabemos isso. É essa a realidade", reforçou.Dirigindo-se à equipa, o presidente da República prometeu: "Os portugueses serão exatamente aquilo que são, vossos apoiantes, vossos admiradores, solidários convosco".
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Nesta curta intervenção, de cerca de cinco minutos, Marcelo Rebelo de Sousa apontou a selecção como "fator de unidade nacional" e um dos "símbolos da pátria", assim como o hino e a bandeira, "símbolos mais óbvios".
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"E a unidade nacional é aquilo que está para além das divisões, das divisões políticas, religiosas, partidárias, económicas, sociais, culturais. É aquilo que nos une, essencialmente", prosseguiu.
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"Por muito que pese a um ou outro intelectual", acrescentou o chefe de Estado, "esta equipa, representante de Portugal, é um fator de unidade nacional".
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Cristiano Ronaldo promete "muita ambição" e "luta até ao fim"
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O Bola de Ouro de 2017 reconheceu que a 'equipa das quinas' não é a favorita para a conquista do troféu, contudo lembrou a vitória no Euro2016.
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"Posso garantir uma grande ambição de toda a equipa. Sabemos que não somos os favoritos, temos de ser realistas, mas no futebol nada é impossível. Temos de pensar jogo a jogo. A fase de grupos vai ser extremamente difícil. Com estes jogadores temos de pensar sempre em grande. Estou confiante que daremos o nosso melhor", afirmou o avançado do Real Madrid, no antigo Museu Nacional dos Coches, em Lisboa.
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Cristiano Ronaldo, que assumiu uma postura expectante em relação ao Campeonato do Mundo, afiançou que a equipa nacional tudo fará para dignificar o país.
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"Vamos lutar até ao final, ter sempre a esperança que no futebol tudo é possível. E, passo a passo, ver o que vai acontecer, ver o que a competição nos dará. Para nós é um privilégio representar as cores de Portugal, representar esta nação. Vamos ver o que isto vai dar", concluiu.
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À MARGEM : O futebol está aí.... as férias igualmente. O "pagde" já tem com que passar o tempo discutindo a bola. A RTP vai ser muito cuidadosa e vai colocar paineis televisivos nos maiores stops de Lisboa e outras cidades onde o "pagode" habita. 
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O "pagode" esquece as misérias que vão por casa, o Tony Costa que já deve estar por terras da Califórnia onde vai beber uns copos e comer uma mastiga. 
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Inventou, à laia de aldrabão, que vai vender, como pracista, Portugal aos emigrantes portugueses e luso-descendentes. A seguir ao futebol e à desilusão, chegam os fogos. A imprensa escrita e outra das redes sociais vão "vasculhar" tudo até à última fona. 
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O Prof. Marcelo vai (como habitualmente) dar uns mergulhos nas águas tépidas de Cascais ou noutra praia que visite. Não vou falar nas greves dos professores, tão-pouco em outras. A vida continua, claro para eles, o "pagode" a cozer as misérias.
José Martins
 

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