MENSAGEM URGENTE AOS QUE DIZEM NÃO SER DE ESQUERDA
Caros amigos,
Para que serve criticar o que está
errado, se nada for feito para o corrigir? Para que serve querer corrigi-lo, se
nada for feito para ter os meios de o corrigir?
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Se alguma lição pode ser aprendida com
a «geringonça» é a capacidade de superação dos desentendimentos só para ter o
poder. Nós, pelo contrário, por mais que critiquemos a Esquerda (o socialismo),
temos muitas dificuldades em nos unirmos para a derrotar. Quem ganha com a
nossa desunião é a Esquerda que tanto criticamos!
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Acabamos por ser «idiotas úteis» ao serviço do que condenamos! Como exemplo, lembremo-nos de certas vitórias autárquicas do PS, com maioria absoluta, embora o PSD e o PP somados obtivessem maior número de votos que o PS! Como diria Lenine, a «minoria organizada irá sempre derrotar a maioria desorganizada».
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Acabamos por ser «idiotas úteis» ao serviço do que condenamos! Como exemplo, lembremo-nos de certas vitórias autárquicas do PS, com maioria absoluta, embora o PSD e o PP somados obtivessem maior número de votos que o PS! Como diria Lenine, a «minoria organizada irá sempre derrotar a maioria desorganizada».
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Como se a nossa desunião não bastasse,
soma-se a dificuldade em capitalizar votos. Conseguimos chegar ao extremo de
atacar grupos e classes profissionais, como funcionários públicos, professores
ou qualquer grupo que proteste contra o actual Governo! Em consequência disso,
esperamos colher votos caídos do céu! Na política, é preciso unir e apaziguar
conflitos; excepto nas ditaduras, em que a «luta de classes» é fundamental a
dividir para reinar.
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Bem sabemos como
estamos minados e dominados pela hegemonia esquerdista. O trabalho de
libertação é penoso e longo. «Não dar tiros nos pés» exige muita perícia. É
fundamental saber atacar os alvos certos – os líderes da subversão – e não as
tropas que apenas vão à guerra porque para ela foram conduzidas.
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Faça, pois, cada um de nós a sua parte.
Vencer a «guerra de posições» depende muito do nosso conhecimento aprofundado
das armas do adversário e da nossa habilidade em agir. A união das nossas
diferenças tem de ser superior à união sectária dos nossos adversários.
Adriano Pinto
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