Impostos, impostos e mais impostos. Assim se resume a governação à esquerda.
Impostos sobre as famílias, impostos sobre as empresas. Grande parte
do trabalha e da produção vai para impostos, para depois vermos esses
valores mal aplicados.
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Para nós é essencial que se equacione uma descida de impostos sobre
as famílias e sobre as empresas, para que se crie riqueza, para que se
aumente o poder de compra, factores essenciais para haver investimento e
aumento da produção nacional.
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Para nós é essencial que se corte nas gorduras do Estado, nas PPPs,
nas obras faraónicas, nos estudos atrás de estudos, nos tachos e
tachinhos, nos consultores de consultores, nas mordomias do parlamento e
de muitos dirigentes.60% do aumento são impostos para o costinha abichanar o “fim da austeridade”.
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Não só o canalha aumentou o imposto que dizia reduzir quando e se o
preço do petróleo aumentasse, como sempre que o petróleo aumenta, o
canalha saca ainda mais impostos em cima do aumento do petróleo.
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Com canalhas assim, a austeridade não só nunca termina como se
agrava. A única coisa que nunca diminui, para além do preço para todos
os que pagam, é o descaramento da filha-pu****m, a mentira da
propaganda.
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O governo das esquerdas encostadas (ao tacho) aumentou tanto a carga
fiscal mas a realidade é que o défice ficou nos 3%. Pagamos montes de
impostos, a economia cresce só o défice não baixa. Quer dizer o quê? Que
os gastos são maiores. O socialismo é uma politica que dá cabo de
qualquer cofre. Não há dinheiro que vede, nas mão socialistas. Vamos ver
até quando se conseguem manter sem ajuda externa…. O discurso de Mário
Centeno já anda a prever, só que não diz quando.
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Baixar impostos e cortar da despesa (inútil) do Estado é a única solução.
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