Há palavras para o que não há palavras. Descrições do indescritível. Testemunhos de testemunhas que são vítimas: são as palavras dos jogadores, dos fisioterapeutas, de um scout e de um preparador físico do Sporting sobre aquela tarde em Alcochete, palavras que a Tribuna Expresso revela esta manhã. É um filme de terror, como publicamente lhe chamou Jorge Jesus. É um cenário que os deixou “em estado de choque”, como disse Bas Dost à porta fechada à GNR.
Tivemos acesso a mais de 20 testemunhos prestados no Comando Territorial de Setúbal na noite de 15 maio, horas depois do ataque do grupo de encapuzados a Alcochete. Publicamo-las aqui, aqui e aqui. Com uma advertência: as palavras podem chocar doentes cardíacos e saudáveis cardíacos, pelo texto de abusos verbais e pelo contexto de violência física descrito.
19 jogadores do Sporting contam tudo sobre o ataque a Alcochete (e como Palhinha protegeu Montero).
Um dos agressores em Alcochete foi colega de escola de Rafael Leão. Montero, Palhinha e Salin também reconheceram atacantes.
Equipa técnica do Sporting foi vigiada e ameaçada já depois das agressões em Alcochete.
Vários jogadores falam de medo. Falam do que lhes pareceu premeditação nos ataques. Falam de "temer pela vida". Falam de socos, pontapés, estaladas, um garrafão de 25 litros de água, cintos, empurrões, tochas, queimaduras , ameaças, caras tapadas e descobertas, alvos definidos - e de uma ideia comum: a de que aquele grupo sabia por onde entrar, aonde se dirigir, de que atuou "em bloco", "com alguma organização", agiu "premeditadamente" e bloqueou a saída enquanto espalhou o medo.
Sim, é um filme de terror, com dezenas de personagens. Estas são só as vítimas.
Tivemos acesso a mais de 20 testemunhos prestados no Comando Territorial de Setúbal na noite de 15 maio, horas depois do ataque do grupo de encapuzados a Alcochete. Publicamo-las aqui, aqui e aqui. Com uma advertência: as palavras podem chocar doentes cardíacos e saudáveis cardíacos, pelo texto de abusos verbais e pelo contexto de violência física descrito.
19 jogadores do Sporting contam tudo sobre o ataque a Alcochete (e como Palhinha protegeu Montero).
Um dos agressores em Alcochete foi colega de escola de Rafael Leão. Montero, Palhinha e Salin também reconheceram atacantes.
Equipa técnica do Sporting foi vigiada e ameaçada já depois das agressões em Alcochete.
Vários jogadores falam de medo. Falam do que lhes pareceu premeditação nos ataques. Falam de "temer pela vida". Falam de socos, pontapés, estaladas, um garrafão de 25 litros de água, cintos, empurrões, tochas, queimaduras , ameaças, caras tapadas e descobertas, alvos definidos - e de uma ideia comum: a de que aquele grupo sabia por onde entrar, aonde se dirigir, de que atuou "em bloco", "com alguma organização", agiu "premeditadamente" e bloqueou a saída enquanto espalhou o medo.
Sim, é um filme de terror, com dezenas de personagens. Estas são só as vítimas.
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