O meu povo gosta!!!!!!
FOI PARA ISTO QUE SE FEZ O 25 DE ABRIL??????
OS POLÍTICOS NÃO TÊM VERGONHA NENHUMA!!!
E O POVO GOSTA.
Vejam o obsceno que é o sistema político, dominado por laços familiares.
Este é o corolário lógico completamente absurdo...
Haverá ligações excepcionais na política portuguesa?
Infelizmente, não...
É quase tudo “farinha do mesmo saco”...
Ora vejam e meditem...
No Governo, no Parlamento e na alta Administração Pública,
estamos cheios de casados, primos e cunhados.
O novo secretário de Estado, António
Mendonça Mendes é irmão da deputada e dirigente máxima socialista
Ana Catarina Mendes.
Esta, por sua vez, é casada com o antigo ministro Paulo Pedroso.
O ministro Eduardo Cabrita
é casado com Ana Paula Vitorino, que também integra o
Governo.
Já a secretária de Estado adjunta de António Costa, Mariana Vieira da Silva, é filha de outro Vieira
da Silva, o ministro da Segurança Social.
A titular da Justiça, Van Dunem,
é casada com o ex-administrador da Caixa Geral de Depósitos, Eduardo
Paz Ferreira.
A ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa é filha de Alfredo José de Sousa, ex-provedor de Justiça.
A ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa é filha de Alfredo José de Sousa, ex-provedor de Justiça.
Ainda no atual Executivo, temos o secretário de Estado Waldemar de Oliveira Martins que é filho de Guilherme
Oliveira Martins, ex-presidente do Tribunal de Contas e atual
presidente do Conselho Fiscal da Caixa.
Este, por sua vez, é cunhado de Margarida
Salema, que preside à Entidade das Contas e Financiamentos
Políticos.
Esta é irmã da deputada Helena
Roseta, casada com o ex-ministro Pedro Roseta,
que é cunhado do também ex-ministro António Capucho.
No Parlamento, também os cargos políticos se congeminam no lar.
No Parlamento, também os cargos políticos se congeminam no lar.
O exemplo familiar mais exótico nos dias de hoje é constituído pelas gémeas Mariana e Joana Mortágua.
O mais romântico será constituído pelo casal de deputados Teresa Anjinho e Ricardo Leite.
Na Assembleia da República, cruzaram-se, ao longo dos últimos anos, mais familiares do que numa ceia de Natal...
Na Assembleia da República, cruzaram-se, ao longo dos últimos anos, mais familiares do que numa ceia de Natal...
Luís Menezes, filho de Luís Filipe Menezes, Nuno Encarnação,
filho do ex-ministro Carlos Encarnação, todos do PSD, e os
deputados Candal, pai Carlos e filho
Afonso, ambos do PS, a que se juntam Paulo Mota
Pinto, filho do anterior primeiro-ministro Mota Pinto
e da ex-provedora da Santa Casa da Misericórdia, Fernanda Mota
Pinto.
Clara Marques Mendes, deputada, é
filha e irmã de dois outros Marques
Mendes, António e Luís.
António foi eurodeputado, Luís
ministro e líder parlamentar.
Teresa Alegre Portugal era deputada
na mesma bancada do seu irmão, o histórico dirigente socialista Manuel
Alegre.
Mas também a consanguinidade reina no reino político...
Mas também a consanguinidade reina no reino político...
Elisa Ferreira, administradora
do Banco de Portugal, é casada com Freire de
Sousa que preside à Comissão de Coordenação do Norte.
Paulo Portas, ex-ministro e
líder do CDS, é primo do todo-poderoso socialista Jorge Coelho e irmão do já falecido dirigente do Bloco de
Esquerda Miguel Portas.
O ex-secretário de Estado de Passos Coelho, João Taborda da Gama, é filho do socialista Jaime Gama, antigo presidente do Parlamento.
O ex-secretário de Estado de Passos Coelho, João Taborda da Gama, é filho do socialista Jaime Gama, antigo presidente do Parlamento.
António Campos, ex-ministro, é
pai de Paulo Campos, deputado.
O ex-ministro das Finanças Vítor Gaspar é primo do Conselheiro de Estado Francisco Louçã.
O ex-ministro das Finanças Vítor Gaspar é primo do Conselheiro de Estado Francisco Louçã.
E este é cunhado de Correia de
Campos, presidente do Conselho Económico e Social e ex-ministro da
Saúde.
A histórica presidente do Partido Socialista e ex-ministra dos governos de Guterres, Maria de Belém Roseira, é tia de Luísa Roseira, membro da Entidade Reguladora para a Comunicação Social.
Esta é uma lista interminável que se inscreve numa tradição que transitou do antigo regime e que se manteve, transpondo - e suplantando até - a Revolução de Abril.
A histórica presidente do Partido Socialista e ex-ministra dos governos de Guterres, Maria de Belém Roseira, é tia de Luísa Roseira, membro da Entidade Reguladora para a Comunicação Social.
Esta é uma lista interminável que se inscreve numa tradição que transitou do antigo regime e que se manteve, transpondo - e suplantando até - a Revolução de Abril.
O ex-ministro da Cultura Manuel
Maria Carrilho é filho de um governador civil de Viseu, Carrilho
de seu nome, nomeado pelo Governo de Salazar.
O presidente de Assembleia Constituinte da jovem democracia de Abril, Henrique de Barros, era cunhado do último chefe do Governo do velho
regime, Marcelo Caetano.
O presidente de Assembleia Constituinte da jovem democracia de Abril, Henrique de Barros, era cunhado do último chefe do Governo do velho
regime, Marcelo Caetano.
Em sua homenagem, o atual Presidente da República, herdou-lhe o nome...
Marcelo Rebelo de Sousa é, ele
próprio, filho de um ministro do Ultramar de Caetano, Baltazar Rebelo
de Sousa.
E é neste quadro de sucessão dinástica que Portugal, uma arruinada República, mantém uma Corte decrépita, dominada por umas poucas dezenas de famílias que estão agarradas ao poder público e às benesses que este proporciona.
E é neste quadro de sucessão dinástica que Portugal, uma arruinada República, mantém uma Corte decrépita, dominada por umas poucas dezenas de famílias que estão agarradas ao poder público e às benesses que este proporciona.
Para aceder ao poder, não será necessário grande consistência política ou
ideológica ou sequer sentido de interesse público.
Em primeiro lugar, o que prevalece, são os laços de sangue.
Afinal que falta para Portugal se transformar em Monarquia?Interessante que
em Moçambique e Angola se passa o mesmo.
Com quem terão
aprendido?

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