Para quem não saiba, Helena Veloso é uma Senhora Portuguesa, Corajosa, que
escreveu uma Carta Aberta ao Presidente da Assembleia da República, eduardo
ferro rodrigues e, com esta minha intervenção pretendo fundamentalmente
Apoiar e Aplaudir tal missiva e Homenagear a Autora. Muitos mais
Portugueses como Helena Veloso e não estaríamos na Fossa em que nos
encontramos.
C V
Exmª Senhora D.
Helena Veloso
Ao ler a sua
Corajosa Carta Aberta (que a seguir transcrevo) enviada para a Caricatura de
Proa (Figuras de Proa tinham as Caravelas que Marinheiros de Renome usaram
para, desde descobrir mundo, combater meio mundo, traficar parte do mundo,
etc.,) que preside à Assembleia da República conseguindo, imagine-se, fazer
Pior Desempenho do que a, na minha opinião, PIOR PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA
REPÚBLICA, assunção esteves; qualquer contínuo da AR teria feito Melhor
Trabalho.
.
Sendo minha intenção Homenageá-la permita-me, no entanto, fazer
alguns reparos:
Quando se dirige a tal Vómito tratando-o por "Caro",
se quis dizer "Estimado" entendo ser Muito Mal Empregue mas a Senhora
tem todo o direito de Estimar quem entender, só que, durante o resto da Carta
Aberta, nada me pareceu semelhante a Estima e assim comecei a entender o
Caro como Oneroso pelo que os Contribuintes Têm que Desembolsar para manter tal
Tacho e, nesse caso eu usaria Caríssimo, Exorbitantemente Caro, Onerosíssimo
Fulano de Tal.
.
O Vergonhoso Presidente da AR NÃO FOI ELEITO POR NINGUÉM
e muito menos pelo BE ou PCP: foi, em má hora, nomeado pelo PS,
tornando-se a Vergonha dos Cidadãos Portugueses, a Vergonha da Assembleia da
República (por tudo o que tão bem explica), a Vergonha da Governação porque uma
das Vergonhas do Partido Socialista Já Era do Anterior. Por favor aceite estes
meus reparos como Crítica Construtiva.
Respeitosos cumprimentos
C V
Carta aberta a Eduardo Ferro Rodrigues.
Caro presidente da Assembleia da Republica, apontou o dedo a Bruno de Carvalho
ao comentar a polémica invasão no centro de estágios do sporting e as agressões
aos jogadores do clube, afirmando que “não foi um caso de polícia”, mas sim “um
caso gravíssimo que coloca em causa… o país”.
.
Não pretendo defender Bruno de Carvalho porque nem sou sportinguista, mas
não vou permitir que a sua hipocrisia perfaça a imagem que o senhor sempre
teve. A imagem de alguém que nunca se importou de usar os cargos que ocupou
para colocar a nação em causa.
.
O Ferro Rodrigues que na passada quarta-feira se tornou num comentador
desportivo, foi o mesmo que, embora agora a segunda figura mais importante de
Estado, foi implicado por uma das vítimas no processo Casa Pia, que envolveu
pedofilia e favores sexuais. Foi mais do que um caso de polícia, colocando gravemente
em causa Portugal.
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O Ferro Rodrigues que exige a investigação de outros indivíduos e
instituições é o mesmo que disse convicto num telefonema com António Costa se
estar “cagando para o segredo de justiça”.
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Não me esqueço do Ferro Rodrigues que defendeu a reposição das subvenções
vitalícias para ex-deputados e ex-governantes, que com apenas oito anos de
serviço publico teriam direito a um cheque mensal até ao fim das suas vidas
enquanto há portugueses que trabalham 30 e 40 anos para terem uma reforma
miserável. Teve o desplante de afirmar que “os ordenados que os deputados
recebem são maiores que os de muitos portugueses mas inferiores aos de
deputados de outros países da Europa”.
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O Ferro Rodrigues que evoca moralidades ilibou, em abril os deputados
ilhéus que cruzaram na comunicação uma campanha de desculpabilização por terem
recebido em duplicado os apoios públicos para as viagens que faziam entre os
arquipélagos e o continente. Embora não tenham “cometido nenhuma ilegalidade”
não hesitou em perdoar a falta de ética que agora faz questão de defender,
porque está habituado ao tempo em que cada um, deputados e partidos, viviam com
éticas próprias e deixavam as consequências para os contribuintes.
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Criticou a justiça por investigar o caso Galpgate,onde três secretários de
Estado aceitaram viagens pagas pela Galp para assistir a um jogo de Futebol,
considerando a investigação absurda. Acabou na demissão dos três governantes
que mais uma vez considerou não terem feito nada de errado. Nesse mesmo ano, a Galp
teve um perdão fiscal acima dos 100 milhões de euros.
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Faz alertas à justiça, quase como se tivesse autoridade para a repreensão,
mas quando ainda era líder da bancada parlamentar do partido socialista, em
2014, não evitou a visita ao grande amigo e ex-primeiro ministro José Sócrates,
no estabelecimento prisional de Évora.
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Foi o deputado que em plena discussão sobre o Orçamento de Estado para
2015, fez questão de elogiar José Sócrates e salientou que este “resistiu até
ao fim”. Chamou de “enganados” aqueles que “atrelaram o PS ao comboio da
austeridade”, embora fosse o seu partido, nas mãos de José Sócrates através da
assinatura do memorando de entendimento, que oficializou a rispidez dos anos
que se seguiram.
.
Pediu para se investigar “os dirigentes desportivos e aqueles que fazem do
futebol português esta desgraça" e eu não podia concordar mais.
Investigue-se os dirigentes desportivos, mas também os chefes partidários que
sobrevivem durante décadas no sistema politico e que fazem dele a desgraça que
é hoje. Políticos como o camarada Ferro Rodrigues, que perdoam a falta de ética
e normalizam o aproveitamento dos fundos públicos, envolvem-se em processos
judiciais, e exigem que o Estado Social financie vidas inteiras que pouco ou
nada deram ao país.
.
Termino com a certeza de que Eduardo Ferro Rodrigues, presidente da
Assembleia da Republica eleito pelo PS, BE e PCP, é a desgraça anunciada que
coloca a democracia, a justiça social e cada um de nós em causa.
Tenho dito.
Gentilmente cedido por JJBF e
enviado por CV

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