sexta-feira, fevereiro 23, 2018

"....um Estado paralelo sem controlo."

Evolução do RSI para 2018. Parece que muitas famílias “reformaram-se” antes de começar a trabalhar.

Um Estado sem controlo, faz jeito a muito tachista, e subsídiodependente, não faz, é ao PAÍS,que não levanta a cabeça.
Os finlandeses na sua experiência sobre o RSI pretendem fundir inúmeros apoios sociais em apenas um apoio. Dizem que vão poupar dinheiro.
Por cá gastamos cerca de 2 mil milhões com as IPSSs. As autarquias e as juntas gastam em apoio social uma quantia por definir. Há os apoios do Estado Central. Uma confusão com muito desperdício pelo meio.
Para nós importa definir qual o método mais barato e eficaz de apoiar quem efectivamente precisa. E temos a certeza que parte do processo passa sempre por tentar garantir a autonomia de quem ajudado. Garantir a autonomia passa por exemplo pela garantia de que esse pessoa se alimenta sozinha, faz a sua higiene pessoal em casa, sabe gerir os recursos que a sociedade lhe dá e tenta integrar-se atendendo à sua faixa etária
Parece-me que este sistema em que três actores prestam ajuda ao mesmo tempo, IPSSs, Estado Central e poder local é um enorme desperdício de dinheiro, revela desorientação, má gestão dos recursos públicos, um Estado paralelo sem controlo.

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