Evolução do RSI para 2018. Parece que muitas famílias “reformaram-se” antes de começar a trabalhar.
Um Estado sem controlo, faz jeito a muito tachista, e subsídiodependente, não faz, é ao PAÍS,que não levanta a cabeça.
Os finlandeses na sua experiência sobre o RSI pretendem fundir
inúmeros apoios sociais em apenas um apoio. Dizem que vão poupar
dinheiro.
Por cá gastamos cerca de 2 mil milhões com as IPSSs. As autarquias e
as juntas gastam em apoio social uma quantia por definir. Há os apoios
do Estado Central. Uma confusão com muito desperdício pelo meio.
Para nós importa definir qual o método mais barato e eficaz de apoiar
quem efectivamente precisa. E temos a certeza que parte do processo
passa sempre por tentar garantir a autonomia de quem ajudado. Garantir a
autonomia passa por exemplo pela garantia de que esse pessoa se
alimenta sozinha, faz a sua higiene pessoal em casa, sabe gerir os
recursos que a sociedade lhe dá e tenta integrar-se atendendo à sua
faixa etária
Parece-me que este sistema em que três actores prestam ajuda ao mesmo tempo, IPSSs, Estado Central e poder local é um enorme desperdício de dinheiro, revela desorientação, má gestão dos recursos públicos, um Estado paralelo sem controlo.
Parece-me que este sistema em que três actores prestam ajuda ao mesmo tempo, IPSSs, Estado Central e poder local é um enorme desperdício de dinheiro, revela desorientação, má gestão dos recursos públicos, um Estado paralelo sem controlo.

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