A vergonha da poluição das águas do Tejo em dia e depois da
catástrofe, vi ontem, o Ministro do Ambiente, no “Prós e Contra” da Fátima
Campos Ferreira, absolutamente, embaraçado, a responder às perguntas da
jornalista.
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Mas há dias e de bom ouvido o mesmo ministro a deitar água na
fervura em que a poluição era devido a descarga de barragens que revolveu o
“esterco” que havia no fundo que viria a poluir a corrente do Tejo.
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Aquelas
palavras era igual como o atirar com areia para olhos do “pagode”. A poluição
do Tejo era espuma e a espuma não consegue manter-se no fundo da água.
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Vimos e
ouvimos o Costa, PM, a dizer mais ou menos a mesma coisa. Tudo me leva a crer
que na Celtejo há políticos envolvidos ou famílias (para encobrir seus nomes)
com interesses.
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Se não é isso, os “big boys” da Celtejo mandaram mensageiros a
casa dos “boys” políticos que bateram à porta com os pés, porque as mãos
estavam ocupadas, com distinguidas broas.
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Miguel de Sousa Tavares, na SIC,
afirma que duas empresas de celulose tinham sido ilibadas do crime de poluição
isto porque as análises estavam dentro
dos limites. Imposto pelo Ministério Público de Castelo Branco
o segredo de justiça e aqui, igual, a gato escondido com o rabo de fora.
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A
poluição das águas do Tejo é um crime contra a humanidade e os culpados da
tragédia deveria ser imediatamente enviados para a cadeia e a fábrica
modernizar-se com tecnologias para que os resíduos não viessem afetar a corrente do Rio Tejo.
Por fim, só os interesses políticos, estão a fazer calar
e esquecer a poluição das águas do Tejo e uma autêntica tragédia ambiental
deste pobre país, Portugal, governado por incompetentes.
José Martins

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