"Os políticos leem pouco e escrevem mal"
O
escritor e editor Francisco José Viegas acredita que os livros correm o
risco de "serem cada vez menos populares", culpando, acima de tudo, "a
desvalorização da literatura no ensino do português".
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À MARGEM: O político é estúpido, burro que nem uma porta e um "parasita" (dentro da sociedade que o rodeia), que hipocritamente afirma que trabalha, de alma e coração, para essa mesma sociedade.
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Há, certamente, uns poucos políticos honestos, mas estes, paulatinamente são destruídos pelos seus camaradas de partido. Servem-se da democracia como álibi para concretizar seus objectivos que não são mais que a intuição ao "gamanço" .
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Desde o 25 de Abril de 1974, dentro da "cambada" política uma meia dúzia deles se aproveita, cujo estes, enfastiados, da política a abandonaram.
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Desde o 25 de Abril de 1974, fora da barra nada se avista!
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O português continua um pobreta alegrete, encaixa todas as "galgas" que lhe enfiam na cabeça e, assim, uns milhões vão vivendo com ordenados ou reformas de pobreza.
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Os políticos, portugueses, têm duas imunidades, uma a oficial e a outra protegida pela influência do Poder sem coragem a Justiça para os grelhar.
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Os livros, os jornais, imprimidos em papel tem seus dias contados. O telefone celular, o Facebook tomou-lhe o lugar. Já ninguém se interessa pela prosa, pela história do país.
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Portugal é já uma horta de "nabos e nabiças" onde o futebol, o fado, os bonecos de Estremoz, o canto alentejano e o chocalhos (das cabras, dos bois e das vacas) são o orgulho dos portugueses, porque foram elevados a Património Imaterial da Humanidade!
José Martins
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Há, certamente, uns poucos políticos honestos, mas estes, paulatinamente são destruídos pelos seus camaradas de partido. Servem-se da democracia como álibi para concretizar seus objectivos que não são mais que a intuição ao "gamanço" .
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Desde o 25 de Abril de 1974, dentro da "cambada" política uma meia dúzia deles se aproveita, cujo estes, enfastiados, da política a abandonaram.
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Desde o 25 de Abril de 1974, fora da barra nada se avista!
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O português continua um pobreta alegrete, encaixa todas as "galgas" que lhe enfiam na cabeça e, assim, uns milhões vão vivendo com ordenados ou reformas de pobreza.
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Os políticos, portugueses, têm duas imunidades, uma a oficial e a outra protegida pela influência do Poder sem coragem a Justiça para os grelhar.
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Os livros, os jornais, imprimidos em papel tem seus dias contados. O telefone celular, o Facebook tomou-lhe o lugar. Já ninguém se interessa pela prosa, pela história do país.
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Portugal é já uma horta de "nabos e nabiças" onde o futebol, o fado, os bonecos de Estremoz, o canto alentejano e o chocalhos (das cabras, dos bois e das vacas) são o orgulho dos portugueses, porque foram elevados a Património Imaterial da Humanidade!
José Martins
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