Fisco avisa contribuintes que têm até 15 de março para limpar terrenos
ARQUIVO GLOBAL IMAGENS
A
Autoridade Tributária e Aduaneira está a enviar um e-mail a todos os
contribuintes sobre a "importância da limpeza de terrenos e árvores na
prevenção de incêndios" (In DN)
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A MARGEM: Vi há uns três dias um oficial da GNR, muito bem decorado a dar conselhos a um casal de velhos que deveriam limpar o terreno à volta de sua casa na extensão de 50 metros e claro está a mata que os velhos teem, que pelo certo vem de herança de 5 gerações.
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Ora aquele casal de velhos, que já não pode com uma gata pelo rabo, impávidos e serenos ouviram o senhor oficial, altamente bem decorado e de certo com as unhas tratadas.
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Assisti aquela cena ridícula e de falta de tanta humanidade! Como poderá aquele casal de velhos, igual a milhares a viver na paz do senhor, num Portugal desertificado esperando que os leve, mais dia menos dia, para o descanso eterno.
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Esta gente do Governo está completamente demente e aguarda que os fogos se acendam e os velhos, bodes expiatórios, culpados dos novos fogos que se acenderão no verão que se aproxima. Ao redor das casas e a pretensão de ser limpa num perímetro de 50 metros, ficam igual a homem careca. As árvores à volta das casas são úteis não só pelos frutos que oferecem com assim a generosa sombra.
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Nem todas as árvores são nocivas e se incendeiam com facilidade, como o "famigerado" eucalipto e bem ficam à volta das casas figueiras que dão figos para alimentação dos moradores, dos pássaros e até dos cães que é o maio deles, na altura que figos nas figueiras maduros caem no solo.
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Outra árvore que não se incendeia é a mimosa, aquela árvore nobre que não dá frutos mas oferece, além da generosa sombra o perfume que exalam aquelas flores belas, amarelas, onde as abelhas vão sugar o néctar que produz mel.
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Tenham juizo senhores e afastai de vós a mediocridade que tanto vos apoquenta! Sei aquilo que escrevo... Sou filho de gente da terra e ainda hoje sinto o perfume desse solo quando as chuvas do São Miguel lhe caia e não tardaria o pastagão verde a brotar da terra.
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Era o tempo em que os homens de barba rija seguravam um boi pelos cornos. Incêndios nas matas eram raros porque as terras, rurais, de Portugal tinham gente, hoje (algumas), não passam de uns espectros, medonhos, onde as cortes e as casas os seus telhados e as paredes ruiram.
José Martins
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Ora aquele casal de velhos, que já não pode com uma gata pelo rabo, impávidos e serenos ouviram o senhor oficial, altamente bem decorado e de certo com as unhas tratadas.
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Assisti aquela cena ridícula e de falta de tanta humanidade! Como poderá aquele casal de velhos, igual a milhares a viver na paz do senhor, num Portugal desertificado esperando que os leve, mais dia menos dia, para o descanso eterno.
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Esta gente do Governo está completamente demente e aguarda que os fogos se acendam e os velhos, bodes expiatórios, culpados dos novos fogos que se acenderão no verão que se aproxima. Ao redor das casas e a pretensão de ser limpa num perímetro de 50 metros, ficam igual a homem careca. As árvores à volta das casas são úteis não só pelos frutos que oferecem com assim a generosa sombra.
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Nem todas as árvores são nocivas e se incendeiam com facilidade, como o "famigerado" eucalipto e bem ficam à volta das casas figueiras que dão figos para alimentação dos moradores, dos pássaros e até dos cães que é o maio deles, na altura que figos nas figueiras maduros caem no solo.
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Outra árvore que não se incendeia é a mimosa, aquela árvore nobre que não dá frutos mas oferece, além da generosa sombra o perfume que exalam aquelas flores belas, amarelas, onde as abelhas vão sugar o néctar que produz mel.
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Tenham juizo senhores e afastai de vós a mediocridade que tanto vos apoquenta! Sei aquilo que escrevo... Sou filho de gente da terra e ainda hoje sinto o perfume desse solo quando as chuvas do São Miguel lhe caia e não tardaria o pastagão verde a brotar da terra.
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Era o tempo em que os homens de barba rija seguravam um boi pelos cornos. Incêndios nas matas eram raros porque as terras, rurais, de Portugal tinham gente, hoje (algumas), não passam de uns espectros, medonhos, onde as cortes e as casas os seus telhados e as paredes ruiram.
José Martins
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