sábado, fevereiro 03, 2018

"ISTO, DAQUI A DEZ ANOS, VAI FICAR NUM PUNHADO DE AMENDOINS!"

Tribunal

Nenhum dos arguidos da Operação Lex fica preso


Os cinco detidos na Operação Lex ficam em liberdade, com aplicação de medidas de coação, decidiu, este sábado de madrugada, o Juiz Conselheiro Pires da Graça.
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Todos eles foram sujeitos a Termo de Identidade e Residência e proibição de contactos. Um dos arguidos, um advogado que não foi identificado, terá de pagar uma caução de 25 mil euros.
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Desta forma, o juiz não aceitou o pedido do Ministério Público, que propôs o pagamento de caução de 15 mil euros aos arguidos Jorge Barroso, advogado ligado a Luís Filipe Vieira, e Octávio Teixeira, oficial de justiça.
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Perto das 2 horas deste sábado, Rita Figueira saiu do tribunal com o advogado, António Pinto Pereira, que se mostrou "muito satisfeito" com a decisão e salientou a "elevação do juiz".
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Antes, saiu Paulo Graça, advogado de Otávio Correia, também satisfeito com a decisão, mas sem revelar qual o arguido advogado que terá de pagar a caução de 25 mil euros.
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Os arguidos detidos na Operação Lex são os advogados Jorge Barroso, José Santos Martins e Bernardo Santos Martins, o oficial de Justiça Octávio Correia e Rita Figueira, ex-mulher do juiz Rui Rangel.
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Os juízes desembargadores Rui Rangel e Fátima Galante, também arguidos neste processo, serão ouvidos a partir de quinta-feira pelo Supremo Tribunal de Justiça.
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"Neste inquérito investigam-se suspeitas de crimes de tráfico de influência, de corrupção/recebimento indevido de vantagem, de branqueamento e de fraude fiscal", lembra a Procuradoria-Geral da República em comunicado.

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