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Comentário de um amigo meu:
Durão Barroso, vivaço, de quando um jovem estudante possuía suas ambições, delineadas e disso bem nos dá conta o vídeo, nesta peça inserido.
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O seu ideal político foi conhecido como pró China comunista. No percurso de sua carreira e ambições, políticas, pouco conheci e só dei por isso de quando subscretário de Estado do ministro dos Estrange
iros de João Deus Pinheiro e aparece numas poucas fotografias no livro, de luxo, editado, após a primeira presidência (revelada como sucesso) de Portugal, da União Europeia. no primeiro semestre do ano de 1992.
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Ministro Deus Pinheiro ganhou popularidade e rumores já havia que tinha ambições para ocupar o palácio de Belém. Mas o Homem Põe e Deus Dispõe e se desejo seguia dentro da alma de Deus Pinheiro, desmoronou pouco depois do sucessos que haveria tido na presidência da União Europeia.
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Bem conhecido, na comunicação social portuguesa, o caso do José Beleza, no principio do ano de 1990, com acusações de corrupção havidas no ministério da Saúde, no Governo de Cavaco Silva, cuja ministra era Leonor Beleza.
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Conheci o José Beleza (com o baptismo de Zé-Zé pela imprensa) em fins de Dezembro de 1989, numa viagem que fez a Banguecoque e me telefonou para a embaixada, informando-me que meu nome lhe teria sido dado, pelo seu cunhado Diogo Mendonça Tavares, marido de Leonor Beleza.
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Uns meses atrás tinha conhecido Diogo Mendonça Tavares numa paragem que fez em Banguecoque de regresso a Lisboa vindo do Japão, por recomendação do embaixador Mello Gouveia, na altura o representante de Portugal em Tóquio.
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O seu ideal político foi conhecido como pró China comunista. No percurso de sua carreira e ambições, políticas, pouco conheci e só dei por isso de quando subscretário de Estado do ministro dos Estrange
iros de João Deus Pinheiro e aparece numas poucas fotografias no livro, de luxo, editado, após a primeira presidência (revelada como sucesso) de Portugal, da União Europeia. no primeiro semestre do ano de 1992..
Ministro Deus Pinheiro ganhou popularidade e rumores já havia que tinha ambições para ocupar o palácio de Belém. Mas o Homem Põe e Deus Dispõe e se desejo seguia dentro da alma de Deus Pinheiro, desmoronou pouco depois do sucessos que haveria tido na presidência da União Europeia.
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Bem conhecido, na comunicação social portuguesa, o caso do José Beleza, no principio do ano de 1990, com acusações de corrupção havidas no ministério da Saúde, no Governo de Cavaco Silva, cuja ministra era Leonor Beleza.
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Conheci o José Beleza (com o baptismo de Zé-Zé pela imprensa) em fins de Dezembro de 1989, numa viagem que fez a Banguecoque e me telefonou para a embaixada, informando-me que meu nome lhe teria sido dado, pelo seu cunhado Diogo Mendonça Tavares, marido de Leonor Beleza.
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Uns meses atrás tinha conhecido Diogo Mendonça Tavares numa paragem que fez em Banguecoque de regresso a Lisboa vindo do Japão, por recomendação do embaixador Mello Gouveia, na altura o representante de Portugal em Tóquio.
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José Beleza quedou-se em Banguecoque por uns quatro dias, hospedando-se no famoso Hotel Oriental, na altura classificado, o melhor do Mundo. Ofereci a José Beleza a minha hospitalidade e a habitual que antes tinha reservado a todos os portugueses que passavam pela capital da Tailândia. José Beleza trazia ideias definidas para abrir um escritório em Banguecoque e da capital da Tailândia fazer base para canalizar investimentos de países do sudeste asiático para Portugal, como assim, os japoneses o tinham feito.
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José Beleza encarregou-me para lhe tratar da renda de um escritório em Banguecoque e que com a recomendação que em Junho de 1990 o mesmo entraria em funcionamento. Não me deixou um “tostão” que fosse para firmar o contrato que seria de dois meses de renda adiantados.
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Antes uns três meses da chegada, prevista, de José Beleza a Banguecoque está-me prometida, com um sinal em dinheiro, uma residência que serviria para escritório no rés-do-chão e um primeiro andar. De tempos a tempos José Beleza telefonava-me a perguntar como seguia o assunto do escritório e informando, que pagasse a renda e estivesse descansado que quando chegasse a Banguecoque me reembolsaria.
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A base de operações de investimentos foi preparada e paga a renda, pelo meu cartão crédito “Master Card” e aguardo que o Beleza esteja em Banguecoque em princípio de Junho de 1990.
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A bomba rebentou, a imprensa portuguesa foi implacável em acusações e José Beleza e foge de Lisboa, para não ser “engavetado” pela Justiça portuguesa e aparece-me em Banguecoque, mais ou menos em fins de Junho de 1990.
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Mas eu nada sabia se o José Beleza estava envolvido em supostos actos de corrupção, isto porque em 1990 as notícias de Portugal sabiam-se tarde e a más horas em Banguecoque.
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Durande um mês nada sei da localização de José Beleza e lamentava-me pela minha má sorte de ter despendido dois mil dólares para o contrato de arrendamento do escritório de investimentos do Beleza e não sabia se os iria reaver.
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O Beleza, foge para Bangueoque, ocupa (pagando a renda tarde e a más horas) um apartamento em nome de minha mulher e por dois anos fica por cá sem a comunicação social portuguesa o localizar. Mas o Beleza durante dois anos, movimentou-se como lhe apeteceu com saídas periódicas para revalidar, todos os três meses, a visa de permanência na Tailândia.
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Em Julho de 1992 o Beleza é dado em Banguecoque, sou crucificado pelo facto de não ter denunciado a presença do Beleza ao meu embaixador, na altura, Sebastião de Castello-Branco (pela Lei Portuguesa é crime denunciar-se a presença de pessoas).
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Ao Beleza foram-lhe passados dois passaportes na secção consular da embaixada, legalmente, porque não estava listado na lista dos contumazes que o ministério envia aos consulados de tempos a tempos.
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O ministro dos Estrangeiros, Deus Pinheiro, depois de saber pela imprensa a emissão dos passaportes ao José Beleza, em declarações à imprensa diz: “ser inadmissível o ter sido emitido dois passaporte ao Beleza em Banguecoque”. Foi o fim de sua carreira, de sucesso, política.
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Deus Pinheiro, despacha para Banguecoque o inspector Diplomático e Consular, embaixador Constantino Ribeiro Vaz, para investigar o caso dos passaportes, coloca-me a mim (sem ter culpas no cartório) a ferro e fogo, sou suspenso do serviço por 8 meses e com isto (por falar de mais) João Deus Pinheiro é exonerado de ministro dos Estrangeiros, pelo Cavaco Silva e toma-lhe o lugar Durão Barroso. Começa o auge de sua carreira política (com um pequeno interregno) até aos dias de hoje que é presidente da União Europeia dos 27 países.
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José Beleza quedou-se em Banguecoque por uns quatro dias, hospedando-se no famoso Hotel Oriental, na altura classificado, o melhor do Mundo. Ofereci a José Beleza a minha hospitalidade e a habitual que antes tinha reservado a todos os portugueses que passavam pela capital da Tailândia. José Beleza trazia ideias definidas para abrir um escritório em Banguecoque e da capital da Tailândia fazer base para canalizar investimentos de países do sudeste asiático para Portugal, como assim, os japoneses o tinham feito.
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José Beleza encarregou-me para lhe tratar da renda de um escritório em Banguecoque e que com a recomendação que em Junho de 1990 o mesmo entraria em funcionamento. Não me deixou um “tostão” que fosse para firmar o contrato que seria de dois meses de renda adiantados.
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Antes uns três meses da chegada, prevista, de José Beleza a Banguecoque está-me prometida, com um sinal em dinheiro, uma residência que serviria para escritório no rés-do-chão e um primeiro andar. De tempos a tempos José Beleza telefonava-me a perguntar como seguia o assunto do escritório e informando, que pagasse a renda e estivesse descansado que quando chegasse a Banguecoque me reembolsaria.
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A base de operações de investimentos foi preparada e paga a renda, pelo meu cartão crédito “Master Card” e aguardo que o Beleza esteja em Banguecoque em princípio de Junho de 1990.
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A bomba rebentou, a imprensa portuguesa foi implacável em acusações e José Beleza e foge de Lisboa, para não ser “engavetado” pela Justiça portuguesa e aparece-me em Banguecoque, mais ou menos em fins de Junho de 1990.
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Mas eu nada sabia se o José Beleza estava envolvido em supostos actos de corrupção, isto porque em 1990 as notícias de Portugal sabiam-se tarde e a más horas em Banguecoque.
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Durande um mês nada sei da localização de José Beleza e lamentava-me pela minha má sorte de ter despendido dois mil dólares para o contrato de arrendamento do escritório de investimentos do Beleza e não sabia se os iria reaver.
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O Beleza, foge para Bangueoque, ocupa (pagando a renda tarde e a más horas) um apartamento em nome de minha mulher e por dois anos fica por cá sem a comunicação social portuguesa o localizar. Mas o Beleza durante dois anos, movimentou-se como lhe apeteceu com saídas periódicas para revalidar, todos os três meses, a visa de permanência na Tailândia.
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Em Julho de 1992 o Beleza é dado em Banguecoque, sou crucificado pelo facto de não ter denunciado a presença do Beleza ao meu embaixador, na altura, Sebastião de Castello-Branco (pela Lei Portuguesa é crime denunciar-se a presença de pessoas).
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Ao Beleza foram-lhe passados dois passaportes na secção consular da embaixada, legalmente, porque não estava listado na lista dos contumazes que o ministério envia aos consulados de tempos a tempos.
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O ministro dos Estrangeiros, Deus Pinheiro, depois de saber pela imprensa a emissão dos passaportes ao José Beleza, em declarações à imprensa diz: “ser inadmissível o ter sido emitido dois passaporte ao Beleza em Banguecoque”. Foi o fim de sua carreira, de sucesso, política.
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Deus Pinheiro, despacha para Banguecoque o inspector Diplomático e Consular, embaixador Constantino Ribeiro Vaz, para investigar o caso dos passaportes, coloca-me a mim (sem ter culpas no cartório) a ferro e fogo, sou suspenso do serviço por 8 meses e com isto (por falar de mais) João Deus Pinheiro é exonerado de ministro dos Estrangeiros, pelo Cavaco Silva e toma-lhe o lugar Durão Barroso. Começa o auge de sua carreira política (com um pequeno interregno) até aos dias de hoje que é presidente da União Europeia dos 27 países.
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Se eu tivesse sido “bufo” e denunciado que o José Beleza estava em Banguecoque, certamente que Durão Barroso não estaria na cadeira onde agora se senta.
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Obra feita não se conhece nenhuma a não ser a vaidade que vive dentro de si.
Deus dá as nozes a quem não tem dentes!
José Martins
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Obra feita não se conhece nenhuma a não ser a vaidade que vive dentro de si.
Deus dá as nozes a quem não tem dentes!
José Martins
Comentário de um amigo meu:
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Sobre o tal de Durão, ainda me lembro dele, mal eu chegado a Portugal, empolgando os comícios do MRPP na companhia da Teresa de Sousa, da Maria José Mauperrin e de outros ilustres. Todos eles estão hoje bem arrumadinhos na vida. Valha-nos o advogado Garcia Pereira, que continua fiel e até se porta com galhardia nos debates e, dizem-me, na prática de vida. O Durão era o que menos duches tomava, cheirava mal a quilómetros de distância, ainda hoje se nota com alguma frequência que tem horror em utilizar shampoo para o cabelo.
